Sex/17/Out/14

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Não estava muito nos meus planos assistir a esse filme, assim como também não estava ler o livro. Não li o livro, mas mudei de ideia quanto ao filme, graças ao trailer que está vendendo muito bem essa história. Vamos lá.

Horns é o segundo romance de Joe Hill – filho de Stephen King – e aqui no Brasil, o livro foi publicado com o título de O Pacto. O romance conta a história de Ignatius Perrish (o lindão, Daniel Radcliffe), um jovem simples que tem a sua vida virada do avesso quando sua namorada de longa data Merrin (a bonitinha que aqui e acolá me lembra a linda da Ksenia Solo, Juno Temple), é encontrada morta, e como ele era o namorado dela, foi logo apontado como principal, quer dizer, único suspeito. No filme não passa, mas a história começa depois de um ano da morte de Merrin, e nesse tempo todo nada foi descoberto a respeito da morte dela, e como nada foi descoberto, nada foi provado, Ignatius segue sendo o único suspeito e sendo alvo de toda a ira da população onde mora e da “perseguição de jornalistas enlouquecidos por matérias bombásticas”.

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Um dia Ig acorda de uma bebedeira e de uma noite de luxúria com uma garçonete e amiga de infância, e ele descobre que lhe nasceram um par de chifres (Horns), chifres como os que as pessoas insistem em dizer que o Satanael possui. Com o nascimento dos chifres, Ig resolve procurar ajuda médica e, claro, não encontra, mas descobre que as pessoas não conseguem mentir em sua presença, e ele decide usar isso para descobrir o verdadeiro assassino de sua doce e amada Merrin. E, para mim, essa é a melhor parte do filme, já é engraçado não poder mentir e mais engraçado ainda são as pessoas contando para ele os desejos mais íntimos e secretos que possuem.

Ao procurar a família, Ignatius é recebido de maneira bem dura e crua – para não dizer cruel –, sua mãe não o quer mais como filho e o pai conta, influenciado pelos chifres, que mantinha um amor carnal por Merrin, que acreditava que ele era o assassino dela e que tratar com o seu irmão Terri Perrish (Joe Anderson) é muito mais fácil. O pior de tudo é que seu irmão conta que foi a última pessoa que viu Merrin viva, mas calma, não foi ele quem matou sua amada. Posso dizer que Ignatius encontra o assassino de sua amada e que ele também consegue vingá-la. E a história é isso, mas existem outras informações que infelizmente eu não posso dizer, pois spoiler é muito feio.

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A história vai sendo mostrada da ida do presente ao passado e da vinda do passado ao presente, mostra como eles se conheceram e o quanto se amavam, a infância entre amigos e perigos e os planos de uma vida inteira.

A trilha sonora do filme é ótima, logo de início podemos ouvir Heroes do Bowie, sim sim, a mesma música que fez um certo menino chamado Charlie se sentir infinito.

Quando o filme terminou, eu fiquei um pouco frustrada porque não entendi a história com o pacto, não houve nenhum pacto. Daí eu relaxei porque isso acontece mesmo quando escolhem o nome na versão brasileira, muitos filmes não combinam com o nome, mas se você fizer como eu fiz, e esquecer do pacto e lembrar que o nome do filme é Horns, então tudo fica muito bem. O nome do filme deveria se chamar Os Chifres mesmo, mas fazer o quê?! E essa questão de abraçar os seus demônios ficou um tempo na minha cabeça, é aquela velha história, quando se está no inferno é melhor abraçar logo o capeta.

E é isso minha gente, gente minha… Adorei o filme, mais uma vez nosso eterno Harry Potter estava incrível e o elenco todo estava uma maravilha. Super recomendado e se puderem, leiam o livro também… Eu vou fazer isso!

 

Qui/16/Out/14

cemitérios de dragões - raphael draccon - capa - modo meu - dyego cruz

Qual seria a sua reação ao chegar em um mundo desconhecido sozinho, sem saber como chegou, muito menos como voltar e ainda estar sempre sendo ameaçado de morte de várias maneiras possíveis e impossíveis?

Isso é o que aconteceu com cinco seres humanos que de maneiras bem estranhas chegaram a essa dimensão totalmente desconhecida para eles, sem saber o motivo de estarem ali e tentando compreender o mundo em que foram parar sem saber se já estão mortos ou se o que estão vivendo é real.

A dimensão em que se encontram é denominada de Cemitério de Dragões, que sofre com a ameaça de demônios humanóides que não são nem humanos e nem dragões, mas  criaturas bastante poderosas e fortemente armadas com instintos reptilianos, que além da destruição e conquista deste mundo, pretendem vir para a nossa dimensão e assim continuar sua devastação.

Personagens e história

cemitérios de dragões - raphael draccon 02

Derek é um militar americano com muitas habilidades e experiência de guerra, Ashanti é uma ruandesa que conseguiu ficar bastante forte com os ensinamentos do povo que a acollheu pacificamente, Romain é um dublê francês nervoso que que tem sempre uma resposta na ponta da língua e sempre consegue voltar a atenção para si, Daniel é um brasileiro hacker/nerd bem humorado que sabe ouvir os outros e temos também Amber, a garçonete irlandesa com habilidades que você vai se impressionar (olha lá o que cê tá pensando hein).

Na minha opinião os personagens mais icônicos e marcantes foram Daniel e Romain, mas que assim como os outros, geram diálogos que fazer todos os personagens conhecerem não só um pouco mais sobre os outros e o mundo em que se encontram, mas também pensar conhecer a si mesmos e pensar sobre os seus próprios atos.

O que todos tem em comum é que ao longo da história, eles vão compreendendo o que se passa nessa dimensão de maneiras e com povos diferentes, alguns mais rápido, outros com um pouco de dificuldade, mas todos vão firmando laços de amizade e companheirismo para tentar descobrir se é possível voltar para casa e como será esse caminho.

cemitérios de dragões - raphael draccon - 01

A história é contada com bastante maestria e em momento algum se torna nem ao menos “chatinha”, e foi bem divida com momentos de ação, emotivos e com muitas, mas muitas referências que qualquer nerd de plantão (tá bom, não precisa ser não nerd assim) vai conseguir entender pelo menos metade delas e vai se divertir com cada uma que conseguir desvendar.

Pontos marcantes são esses dragões que são encontrados no começo de cada capítulo e também a fonte utilizada para cada tipo de “sotaque”/língua diferente no livro, o que traz uma maior imersão na história.

O autor

Para quem ainda não conhece (o que acho difícil), o autor de Cemitérios de Dragões O Legado Ranger I, que é na verdade o primeiro livro da trilogia O legado Ranger, é nada mais nada menos do que do Raphael Draccon, um grande nome da literatura brasileira atual, que adora viajar entre as dimensões que cria e além de fã de carteirinha de Bruce Lee, é faixa preta de Taekwondo e já ganhou Prêmio de Mérito da American Screenwriter Association (ASA). Acho que dispenso mais comentários né?

cemitérios de dragões - raphael draccon autógrafo - modo meu

O livro também marca a estreia de Draccon na Editora Rocco e o lançamento do selo Fantástica, que é voltado para obras de fantasia, terror e ficção científica.

Enfim espero que tenham gostado, que vão ler o livro e que venham aqui deixar o seu comentário dizendo quais as referências que vocês acharam e o que mais gostaram da história.

Qua/15/Out/14

American Horror Story Freak Show

Não assisto a muitas séries de tevê, mas tem uma que me deixou completamente apaixonada: American Horror Story. Para quem ainda não conhece – o que acredito ser algo impossível – esta é uma série de terror dramática criada por Ryan Murphy (o mesmo criador de Glee) e produzida por Brad Falchuk (produtor de Glee), onde cada temporada conta uma história de terror independente, com um conjunto de personagens e ambientações bem distinto, e claro, cada uma com seu próprio começo, meio e fim.

American Horror Story Muder House

Sendo bem breve, a primeira temporada, intitulada American Horror Story: Muder House, ocorre nos dias atuais e conta a história da família Harmon após se mudarem para uma mansão restaurada e assombrada pelos antigos moradores.

American Horror Story Asylum

A segunda temporada, intitulada American Horror Story: Asylum, ocorre no ano de 1964 e conta as histórias dos pacientes, dos médicos e das freiras que ocupam uma instituição para criminosos insanos.

American Horror Story Coven

A terceira temporada, intitulada American Horror Story: Coven, (a minha favorita até agora) volta aos dias atuais na cidade de New Orleans, e mostra os acontecimentos em um clã de bruxas originadas de Salém e Vodu.

E agora nós temos – até que enfim – a quarta temporada dessa série que eu absolutamente adoro e já estava ficando louca de ter que esperar, American Horror Story: Freak Show.

Freak Show é sobre o último show de horrores dos Estados Unidos. A história se passa no ano de 1952, em uma cidadezinha chamada Júpiter, na Flórida. Uma trupe circense chega à cidade ao mesmo tempo em que uma entidade estranha e sombria ameaça a vida dos moradores e dos artistas do circo, que são chamados de aberrações de maneira bem carinhosa, só que não.

American Horror Story Freak Show - poster

O tema central de Freak Show é a história pessoal de cada personagem, como eles foram parar no “circo”, seus anseios e desejos e até mesmo seus sonhos e o conflito entre eles e “as forças do mal” que eles não conseguem controlar.

Essa temporada tem tudo para ser perfeita, temos nela um palhacinho bem especial, o Clown Killer, que além de assassino aterrorizará os membros do freak show, as famosas gêmeas siamesas, os clichês como a mulher barbada, uma mulher que mais parece um homem de tão alta e forte – que é interpretado pela Erika Ervin, uma transgênero belíssima –, a menor mulher do mundo – que é interpretada pela lindinha Jyoti Amge, a indiana que é a menor mulher do mundo –, esses foram o que eu vi que eu achei mais interessante. E claro, tem o meu querido e belo Evan Petters, que está perfeito como sempre, e o suspense que faz a gente prender a respiração.

Eu não ia falar nada, mas não resisti, pois fiquei sabendo que outra temporada já foi confirmada e eu praticamente enlouqueci, mais uma vez, mas tudo bem.

O legal de American Horror Story é que foram mantidos os mesmos atores em todas as temporadas, me refiro aos que fazem parte do elenco regular, que são eles: Jessica Lange como Elsa Mars, Sarah Pulson como Bete e Dot Tattler, Kathy Bates como Ethel Darling, Evan Peter como Jimmy Darling, Angela Bassett como Desiree Dupree, Michael Chicklis como Dell Toledo, Emma Roberts (sobrinha da Julia Roberts) como Maggie Esmeralda, Denis O’Hare como Stanley e o Finn Wittrock como Dandy Mott.

E é isso gente… Enquanto o segundo episódio ainda não saiu, fica aqui o post para quem quiser conhecer essa série que é perfeita demais.

Ter/14/Out/14

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A feira voltada para o público gamer, Brasil Game Show, ocorreu de 08 a 12 de Outubro e teve mais de 250 mil visitantes durante esses cinco dias e teve como destaque Mortal Kombat X e Resident Evil Revelations 2.

Confira um resumo de tudo que aconteceu na feira:

Microsoft – X-box

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Esse ano a Microsoft investiu para ter o stande que mais chamou atenção na feira. Fácil de ser encontrado por causa de sua cor verde limão e com diversas novidades, o destaque ficou por conta do jogo do X-Box One Sunset Overdrive, e a quantidade consoles disponíveis para quem quisesse testar o jogo.

X-Box One Sunset Overdrive

Playstation

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Um dos três maiores estandes da feira, sendo os outros dois da Warner e da Xbox. Aqui o destaque era o game The Order: 1886, franquia inédita da Sony com bons gráficos e história que parece ter saído do cinema. Mas para quem se empolgou com ele recebeu a notícia que infelizmente jogo só sai em 2015, então só nos resta esperar.

Warner

jovem nerd e matando robôs gigantes mrg na bgs

O estande que era uma arena e teve presença de grandes personalidades da internet . Ganhou um estilo cinematográfico na apresentação dos jogos Dragon Age: Inquisition, um preview do game de zumbis Dying Light e uma partida em conjunto com os visitantes e o pessoal do site Jovem Nerd e Matando Robô Gigante no game Battlefield Hardline onde quem matasse um dos convidados na faquinha ganharia uma camiseta.

Foi nesse estande também que ocorreu a final da etapa brasileira da Capcom Pro Tour, liga mundial do game, e que teve como vencedor o paulistano Eric Moreira, conhecido como “Chuchu”, da equipe CNB.

A Nintendo e a Blizzard se ausentaram dessa edição da feira. :(

Ter/14/Out/14

513-podcast-29.2 - Avisinho básico

Devido a falhas técnicas e por outras prioridades terem meio que ficado por cima do 513, o podcast somente irá ser publicado na semana que vem. Mas não vai embora pois a Mariana Fernandes e o Dyego Cruz ainda tem uns recadinhos importantes para te dar, fica que é promoção.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fimPedro de Farias 
  • Edição: Dyego Cruz

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