Modo Meu

24/06/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

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Depois da grande decepção que grande maioria do público teve com o episódio 6.08 “No One”, desta vez não há o que reclamar, pois se tem uma coisa que já ouvi e li praticamente todos comentarem, é que este foi com certeza o melhor e mais emocionantes episódio da série Game of Thrones e foi muito além das expectativas de muitos por aí. Com excessão dos mimizentos que agora resolveram ficar reclamando que as pessoas só falam disso, mas aí já é assunto pra outro post.

O episódio 6.09 de Game of Thrones, denominado “Battle of the Bastards” e dirigido por Miguel Sapochnik, nos trouxe inúmeras novidades e emoções, tanto que fiquei com o coração acelerado e até com falta de ar em alguns momentos. E mais uma vez nos deixou cada vez mais encaminhados para os acontecimentos que estão por vir. Principalmente com relação ao futuro dos Starks e quanto ao futuro da sumida Daenerys e os senhores por direito das Ilhas de Ferro, Yara (Gemma Whelan) e Theon Greyjoy (Alfie Owen-Allen).

Só para o caso de você não gostar de spoilers, esse post é para falar do episódio que se passou, por tanto prossiga por sua conta e risco.

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Logo de início já temos de cara o arco de Daenerys (Emilia Clarke), de olho o circo e na confusão que Meereen se tornou durante sua ausência não programada e um diálogo bem interessante entre ela e Tyrion (Peter Dinklage), que tenta se desculpar pelo que aconteceu e ao mesmo tempo tenta aconselhar a rainha sobre o que fazer agora. Mas dessa vez Daenerys está cansada de ser boazinha e finalmente pudemos ver os três dragões em ação com muito fogo e explosões a mil. E claro, também tem aquele monte de Dothraki chegando pra abalar os tais Filhos da Harpia que estavam passando a espada em todos da cidade.

Isso mostra que finalmente ela percebeu que deve para de ser tão boazinha e que sangue deve ser derramado para que ela consiga a paz que tanto quer e tomar o Trono de Ferro, que é dela por direito.

Depois de tanta emoção, paramos de cara com o primeiro encontro entre os bastardos Jon Snow (Kit Harington) e Ramsay [Snow] Bolton (Iwan Rheon) e também a primeira vez que Sansa (Sophie Turner) revê seu “marido”, com mais um diálogo em que Ramsay mostra o quanto está disposto a acabar com os Starks e o quanto ele sabe mexer com os nervos de qualquer um. Logo após temos mais um diálogo marcante, em que Sansa se diz indignada de não ser consultada em nada, pois ela pode não conhecer de guerra, mas conhece o suficiente de Ramsay para saber o tipo de jogo que ele irá jogar para ganhar.

Voltando para Meereen, onde Daenerys está com um semblante bem mais tranquilo, finalmente temos o que esperávamos, que é o retorno de Yara e Theon Greyjoy fechando o acordo de ajudar a rainha em troca de ter de volta as Ilhas de Ferro. Mais um diálogo interessante, afinal os quatro são todos filhos de grandes reis e senhores que deixaram apenas muita bagunça para eles arrumarem ou só mesmo tomarem de conta.

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Chegando na tão esperada batalha dos bastardos, encaramos momentos de muita tensão do início ao fim, pois assim como era de se esperar, Ramsay faz uma brincadeira com Jon e Rickon (Art Parkinson) que fará seu coração pular mesmo sabendo o fim que terá o jogo. A batalha entrou para a história da televisão devido ao estilo de filmagem que te coloca lá no meio e te deixa confuso e sem ar ao mesmo tempo, muita confusão, sangue e morte. MUITO MASSA!!!

Mas assim como Sansa havia previsto, Jon caiu na armadilha de Ramsay, que não participou da batalha e apenas ficou mandando atirar flechas mesmo que acertasse seus próprios homens. Então aquela cartinha que você deve ter visto ela escrever no episódio 6.07 “High Sparrow”, se transformou na cara de bunda do babaca [Snow] Bolton e a salvação de Jon Snow, que eu já achava que ia morrer de novo.

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Enfim chegamos ao grande momento de Sansa, que cresceu bastante nessa temporada e finalmente teve sua chance de escolher alguma coisa, como a forma que seu “marido” iria morrer por tudo que ele fez e com direito a sorrizinho maroto no final.

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Com uma mistura de diálogos inteligentes , que conseguiram preencher cada segundo sem chatice, e uma batalha excepcional com direito a coração acelerado e momentos sufocantes, estamos sendo preparados para algo que deve ser mega emocionante no episódio 06.10 “The Winds of Winter”, que já começa com um pássaro que indica a chegada do inverno.


15/06/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

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Deixando vários telespectadores decepcionados com a falta de eventos “mais importantes” ou mais emocionantes e impactantes, o episódio 6.08 de Game of Thrones, denominado “No One”, dirigido por Mark Mylod e escrito por David Benioff & D. B. Weiss. Nele foi iniciado o fechamento de alguns arcos. Mas em compensação também deixou algumas, para não dizer muitas, pontas soltas para os próximos episódios ou até mesmo quem sabe somente para a próxima temporada, pensando no fato de que restam apenas dois episódios para o encerramento da sexta temporada.

Só para o caso de você não gostar de spoilers, esse post é para falar do episódio que se passou, por tanto prossiga por sua conta e risco.

Algo que pode ser visto durante “No One”, que apenas pelo nome fica claro que o foco seria Arya (Maisie Williams), é a volta de alguns personagens desaparecidos, assim como Sandor Clegane (Rory McCann), voltando as suas origens e também Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Thoros de Myr (Paul Kaye), que acabam tendo um encontro já esperado com o Cão devido aos últimos acontecimentos e um diálogo bem interessante dos motivos do por quê de tudo que aconteceu e ainda irá acontecer.

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Podemos ver que o reizinho Tommen (Dean-Charles Chapman) está cada vez mais sendo manipulado pelo alto Pardal e mostrando ser o mais sem graça de todos que sentaram no Trono de Ferro desde o início da série, podendo trazer um futuro bem chato e previsível também. Uma das cenas marcantes deste arco é quando Cersei (Lena Headey) é intimada pelos militantes da fé, liderados por seu primo Lancel (Eugene Simon), a ir até o Septo de Baelor para ver o Alto Pardal (Jonathan Pryce) e podemos finalmente ver um pouco do que o novo Montanha é capaz de fazer sem muito esforço.

Já em Meereen, as coisas finalmente começam a ficar mais interessantes depois do desaparecimento de Daenerys (Emilia Clarke), pois os mestres de Yunkai, assim como já era de se esperar, resolveram tomar a cidade de volta. Mas infelizmente, quando o negócio começa esquentar e a rainha retorna, nada mais acontece e fica aquele vazio.

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Estamos também de volta ao arco de Arya, onde muitas teorias foram criadas para o seu futuro e o deus de muitas faces, mas que infelizmente ninguém conseguiu acertar o que iria acontecer com ela. Eu pelo menos jamais esperava que ela fôsse morrer, afinal de contas seria um grande desperdício de tempo e roteiro mostrar a garota sendo treinada por N temporadas e simplesmente morrer sem um propósito maior.

A forma de como ela utilizou sua técnica treinada enquanto estava cega para derrotar a garota sem nome deixou a desejar, mas o momento em que ela volta ao templo do preto e do branco para pagar o deus de muitas faces com o rosto da garota. Essa foi com certeza a melhor parte do episódio, afinal finalmente conseguimos ver Arya mostrando a que veio enquanto desafia Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), ou melhor dizendo o Homem Gentil, e lhe diz que ela não é ninguém, mas sim Arya Stark de Winterfell e que irá voltar para casa.

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Este com certeza não foi o melhor episódio da série, afinal de contas o que mais deixou todos de cabelo em pé até agora foi a volta de John Snow dos mortos em 6.01: “Home”, ou quando Daenerys queima todos os Khals em 6.04: “Book of the Stranger”,  ou quando todos ficaram arrepiados com o aparecimento do Rei da Noite e sua interação com Bran (o sumido) e muito tristes com a morte de Hodor em 6.05: “The Door”, ou quando houve aquela surpresa após a aparição do Tio Benjen em 6.06: “Blood of My Blood”, ou com a repentina volta do Cão e o esfaqueamento de Arya em 6.06: “The Broken Man”.

O episódio foi ótimo do ponto de vista preparatório para o que virá a acontecer no futuro da trama, e inclusive no trailer do próximo já podemos até ver e sentir a angústia de Jon Snow (Kit Harington), que não apareceu, durante a Batalha dos Bastardos.


13/06/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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Sabe quando você está achando que sua vida é uma porcaria e fica pensando como seria bom ter um chance de poder recomeçar para viver tudo de uma maneira bem diferente? Pois é, aqui temos um filme que mostra como seria e também como a vida de uma pessoa pode ser tão horrível quanto a do azarado Charlie.

Zerando a Vida é a segunda produção  da Netflix em parceria com Adam Sandler e aparentemente não está sendo lá tão “aclamada” pelo público ou pelos tão amados críticos de cinema por aí. devido ao grande fracasso do filme Ridiculous 6. Confesso que não consegui passar mais de 10 minutos no pastelão de bang-bang, mas não é por causa de um que não dou chance a outros.

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O longa dirigido por Steve Brill tem como protagonistas Charlie (David Spade), um cara que se deu muito mal as escolhas da vida e vive praticamente um inferno, o que é muito bem interpretado pelo ator devido as caras e bocas de incômodo feitas por ele. O outro é Max (Adam Sandler), um cara que era amigo de Charlie na infância, mas que por escolherem caminhos diferentes na vida acabaram por não se ver mais. Os dois acabem se vendo novamente em um encontro anual da turma de colégio e a partir daí é que se inicia a história de verdade.

A trama tem muitos altos e baixos é claro, e não é das melhores, mas diferente de muitos outros de seus filmes, aqui temos um Adam Sandler bem diferente, menos bobão e mais sério. Não tanto quanto em Trocando os Pés (2015) ou Reine Sobre Mim (2007), que aliás é um filme ótimo. Mas dá para notar que existe algo mais do que aquele cara que é sempre o centro das atenções e fodão, como em Zohan (2008), e nem sempre o perdedor tentando se reerguer Happy Gilmore (1996).

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Existem muitos momentos que vão lembrar besteirol, como piada com masturbação, objetos encontrados dentro de partes íntimas, nudez da terceira idade e por aí vai. Humor negro em geral que realmente tornam o filme algo não muito “assistível” e as vezes, por melhor que seja a piada, acaba se tornando chato.

No geral ele é um filme que sim, tem uma boa produção, mas poderia ser melhor, e não, ele não é horrível, dá para assistir e dar umas boas gargalhadas com muitas de suas cenas, mas deixo bem claro que algumas vão te deixar bem enjoad@/constrangid@.

Para concluir, se você é do tipo que curte humor negro, comédias bem diferentes (INSANAS) e claro, não tem problemas com Adam Sandler, separa um tempinho e vai lá no Netflix dar uma chance pra esse filme. E só para ninguém dizer que eu não avisei, a classificação indicativa do filme é para +18.


10/06/2016 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Dyego Cruz

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Voltando com mais um maravilhoso 513 Design, hoje o assunto é aquela coisa que assombra tudo e a todos quando se mais está com pressa e com prazos apertados, hoje o assunto é sobre o tão temido Bloqueio Criativo e também algumas dicas bem legais para tentar se livrar desse monstro.

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06/06/2016 - Categoria: Internet - Autor(a): Mariana Fernandes

Sinônimos

Sabe quando você fica eternamente grato por receber aquela dica que vai ajudar 1.000% a sua vida?! Pois é, hoje é o dia! Encontrei essas belezinha em casos de extrema necessidade e além de me ajudar bastante, aparentemente ajuda a todos que eu já indiquei. Vamos lá falar dessas belezuras:

Sinonimos.com.br – Encontrei o Sinônimos bem naquele período complicado de TCC em que repetir palavras no mesmo parágrafo ou até mesmo tópico é crime inafiançável. O sinonimos.com.br é um site simples que te dá expressão com sentido aproximado (acabei de acessar ele para dar essa definição) das palavras que você deseja encontrar. Isso ajuda muito para quem precisa escrever qualquer tipo de texto, desce os enormes e cansativos trabalhos acadêmicos, até matérias simples como essas que eu escrevo aqui no Modo Meu, e para quem está escrevendo um livro então?! Sem pensar, essa maravilha da Internet vai passar a fazer tão parte da sua vida quanto uma rede social (tá, exagerei), além de te ensinar palavras novas.

Mas afinal, o que é isso de irmãos?

Bem, atrelado ao  sinonimos.com.br, você ainda pode encontrar sites que te ajudam com: dicionário, antônimo, conjugações e dúvidas de português. Tem melhor do que isso?

i-love-pdf

ilovepdf.com – Não sei pra você, mas pra mim a melhor forma de fechamento de arquivo é o .pdf! Como sou designer, é assim que mando tudo para a gráfica, para os clientes e por aí vai. Mas de vez em quando ele dá uma dorzinha de cabeça, principalmente para quem não tem a mania de conferir se saiu tudo ok. As vezes recebo umas coisas que necessito tirar uma página que veio a mais, consertar aquele errinho, juntar dois arquivos e por aí vai. O I Love Pdf faz tudo isso e um pouco mais! Junta, divide, comprime, gera pdf ou transforma o pdf em Word, PowerPoint, Excel ou Jpg, insere números nas páginas, coloca marca d’água, desbloqueia e vira aquelas páginas que te mandam de cabeça para baixo. É tanta coisa útil sem precisar abrir um programa específico que só vai fazer uma dessas funções que eu suspeito que essa dica desde já é a melhor que já dei aqui.

Mas cadê o site irmão?

Atrelado ao I love pdf tem o iloveimg.com que possui funções de: comprimir, redimensionar, recortar e converter, tanto para jpg, quanto de jpg para png ou gif. Uma grande ajuda para quem não sabe mexer em programas como Photoshop, ou apenas não tem o mesmo no computador.

Bem pessoas, essa são as duas/sete dicas super úteis que podem deixar sua vida bem mais simples.

P.S: Sei que tem uma galera que já conhece pelo menos um desse sites, mas vamos pensar nos coleguinhas que ainda não sabem desses achados! :D