19/12/2014 - Categoria: Música - Autor(a): Dyego Cruz

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Além das retrospectivas e todas as outras comemorações que temos  no final de ano, sempre tem aqueles bons top 5, top 10, top 100 e por aí vai, com todas as coisas que mais chamaram a atenção ou fizeram sucesso durante o ano que se passou.

Nós do Modo Meu, como amantes da música, não poderíamos ficar de fora, então fizemos uma lista com 10 sucessos (mesmo que só a gente tenha gostado hehe) que além de alguns artistas, inclui também algumas trilhas sonoras que marcaram o ano de 2014 e que dificilmente alguém conseguirá esquecer que nem aconteceu com a água de côco do Naldo.

Músicas

Tivemos muitas músicas que passaram o ano bombando, mas aqui selecionamos as que mais gostamos e que ainda ouviremos muito nos próximos anos. Principalmente Animals e seu clipe polêmico do Maroon 5 e Shake it off com seu “haters gonna hate“, da linda Taylor Swift.

  • Animals – Maroon 5
  • Bang Bang – Jessie J. feat. Nicki Minaj e Ariana Grande
  • Shake it off – Taylor Swift
  • Fancy – Iggy Azalea feat. Charli XCX
  • Problema – Ariana Grande feat. Iggy Azalea
  • Can’t Remember to Forget You – Shakira feat. Rihanna

Trilhas

Aqui nós temos um diferencial, pois temos trilhas sonoras que deram toques mais que magníficos em seus filmes, Frozen, com seu Le it Go que fez muitos pais por aí odiarem o filme de tanto ouvir essa música, Begin Again, com a voz da Keira Knightley e de Adam Levine (sim, o do Maroon 5) e a trilha do filme A Vida Secreta de Walter Mitty.

Não podemos esquecer também a música que me dá vontade de chorar, pois a sua melodia e a sua letra representam perfeitamente o final não só de O Hobbit, mas de toda uma era Tolkien. Ainda mais sendo cantada e tocada por Billy Boyd, o ator que interpretou Peregrin Tûk na série O Senhor dos Anéis, e que já deu uma palhinha cantando em O Retorno do Rei.

Playlist

Espero que tenham gostado dessa lista e se quiserem, mandem mais.


18/12/2014 - Categoria: Cinema & TV - Autor(a): Angelo Fonseca

Cinema ao ar livre _ Modo Meu

Os cinemas ao ar livre não são novidades nem para nossos pais! Pois algumas décadas atrás, era bem comum os famosos CINEMAS DRIVE IN, onde pessoas iam em seus carros em um estacionamento específico a céu aberto, onde tinha uma tela de projeção enorme para exibição de filmes, e assim, muitas sessões eram abarrotadas de vários amantes da sétima arte dentro de seus carros vendo o mesmo filme. No Brasil foi muito comum nos anos 70, e hoje ainda temos o último cinema drive in em atividade, o chamado CINE DRIVE IN, que se localiza em Brasília e segue os mesmo molde dos clássicos cinemas a céu aberto. Segue link para mais detalhes: http://www.cinedrivein.com

A nível mundial, as sessões ao ar livre estão voltando, mas dessa vez, de um outro ponto de vista, literalmente. O céu estrelado aberto ainda continua enfeitando várias e várias exibições, não mais em terrenos de estacionamentos e carros, e sim nos terraços dos prédios. Ou seja, a sensação de assistir filmes em sessões de cinema a pleno céu aberto, com uma bela vista das estrelas e de sua cidade, está de volta!

Drive In

Essa novidade já teve edições em Melbourne na Austrália, com o projeto ROOFTOP CINEMA, em Genebra na Bélgica, com ORANGE CINEMA,  e também em Nova York.

No Brasil, alguns Shopping Centers, como o JK Iguatemi de São Paulo, estão implantando em suas programações a novidade, onde vem sendo muito bem aceita pelo público.

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E o mesmo aconteceu recentemente aqui em Fortaleza, onde o Shopping Iguatemi, em parceria com o site Cinema com Rapadura , realizou algumas exibições estabelecendo o mesmo padrão de qualidade em seus serviços, mas nesse caso foram exibidos filmes clássicos. O projeto batizado como Cine View ainda está no começo, mas infelizmente não há uma pretensão por parte do shopping ser aberto ao público, devido alguns motivos não divulgados. Uma coisa é certa, se dependesse da resposta do público, que aparentemente adorou a ideia, essa novidade seguiria bem firme.


17/12/2014 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

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Mas o que são Gargoyles (Gárgulas)?

Antes de começar a falar sobre Disney e a série, acho que devo uma explicação sobre o que vem a ser essas coisas monstruosas que podem ser vistas em obras arquitetônicas bem antigas (principalmente idade média).

Inicialmente as Gárgulas foram criadas apenas para servirem como um tipo de calha dos telhados para evitar que a água da chuva respingasse na parede dos prédios e manchasse a pintura. Histórias também contam que elas eram colocadas no exterior de igrejas (tipo aquelas do Corcunda de Notredame) para mostrar que o demônio nunca dorme e está sempre de vigia, até mesmo nos lugares mais sagrados (sinistro né?).

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A série

A série intitulada Os Gárgulas, criada por Greg Weisman e produzida por Greg Weisman e pelo próprio Greg, foi exibida originalmente da década de 90 nos Estados Unidos e se estendeu mais um pouco por aqui chegando a ser exibida pelo SBT até o início do ano 2000.

Desenvolvida para o público adulto e com um tom bem mais sombrio do que qualquer outra animação que a Disney tenha feito durante sua história (ou pelo menos que eu conheça), devido a esses fatos a série não teve tanto sucesso quando a maioria das coisas feitas na empresa de Walt, tanto que ela foi cancelada e após muita pressão dos fãs, ainda foram publicadas 11 edições de um quadrinho de mesmo nome (Gargoyles) pela Marvel Comics em 1995.

Agora vamos para o que interessa, o lado sombrio da série que comentei antes é relacionado não só ao fato de criaturas monstruosas com vida, mas também pelo drama mostrado, como traição, violência, preconceito, morte e outras coisas mais.

Focada mais na era medieval e se misturando com várias partes da história mundial, os gárgulas são criaturas que na luz do sol se transformam em pedra e que durante a noite ganham vida e protegem um castelo na escócia, mas que após uma traição, tem praticamente todo o seu clã destruído e ainda são vítimas de uma maldição.

A maldição lançada sobre eles que iriam dormir como pedras até que o castelo onde moravam fosse elevado as nuvens por sobre as nuvens, mas após mil anos, um cara muito rico chamado David Xanatos compra (isso mesmo, compra) o castelo com tudo que tinha dentro e lava para cima do seu arranha céu (meio estranho, mas estamos falando de Disney).

E a partir daí se inicia a história que vai sempre se passando no presente e também mostrando o passado dos gárgulas liderados por Golias.

Se você assim como eu não sabia nem a metade dessa história, aproveita que recentemente foram adicionados 11 episódios da série no netflix para conhecer ou então só matar a saudade mesmo.


16/12/2014 - Categoria: Ilustração - Autor(a): Mariana Fernandes

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De uns tempos pra cá, o termo brucutu passou a ser quase uma cultura para os fãs desse estilo de história. Personagens interpretados por ex-campeões de fisiculturismo, ganharam as características de homens fortões, machões que resolvem qualquer situação com as próprias mãos. Acostumados em ver muito desses personagens em séries e no cinema, agora podemos ter um pouco disso em nossas paredes, mas sem tirar a atenção das demais artes.

A combinação perfeita de personagens brucutus e arte se reúne em uma pessoa: Chris Lago, um ilustrador espanhol (se você leu antes que ele era inglês, o próprio Chris no mandou um recadinho afirmando ser espanhol. Bem que eu desconfiei que esse talento todo tinha que vir da Espanha hehehe), formado pela “EASD – Escuela de Arte y Superior de Diseño de Valencia”, que traz como característica principal de seus trabalhos, o retrato de personagens brucutus clássicos, que vão desde marinheiros carrancudos, até indígenas travestidos com pele de animais, mas sem esquecer das garotas duronas.

Brucutus_Chris LagoIlustras_Chis Lago

Não há muito do que se falar de Chris Lago, pois como a maioria dos ilustradores de fora, eles não se mostram muito. Conseguimos encontrar artes a venda e tal, mas nada de algo mais detalhado sobre suas carreiras.

Seus traços lembram muito aos desenhos de animações clássicas da Disney, mas com um estilo mais hipster. Sem muitos detalhes como texturas e efeitos, suas ilustrações são bem simples, chegando a ponto de só conter um fundo branco para a atrapalhar o concito principal.

Chris Lago_Ilustração

Enfim, por mais que não saibamos muita coisa sobre Chris, uma coisa é clara, suas obras estão a venda no Society6 e por um preço bem acessível (aqui), e podemos seguir o seu portfólio (aqui) e saber das novidades de suas obras. Mais um belo estilo de peça para manter na parede, não?!


15/12/2014 - Categoria: Filme - Autor(a): Mariana Fernandes

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Já parou para pensar sobre os seus primeiros contatos com a comida? Você era uma daquelas crianças que não podia ver algo verde que já fazia careta, ou era daquelas que envergonhava a mãe, por que comia tudo que via pela frente e ainda pedia mais? Essa é a história do filme “Toast: A História de uma Criança com Fome”, baseada nos momentos de vida do chef Nigel Slater.

Protagonizada pelos atores: Oscar Kennedy, na infância, e pelo nosso queridinho Freddie Highmore, quando adolescente (o mesmo ator que interpreta o personagem Norman Bates na série Bates Motel, qual já comentamos aqui), a história começa apresentando as limitações alimentares do garoto Nigel, que vive de enlatados por conta das restrições que sua mãe possuía ao cozinhar.

Toast Movie Toast Cena

Desde o começo o garoto sempre demonstrou uma vontade de aprender a cozinhar e de experimentar coisas novas, mas devido a frágil saúde de sua mãe, isso nunca foi possível. O garoto, durante sua infância, passa por vários momentos ruins, como a falta de afeto de seu pai, o falecimento de sua mãe e a chegada de uma faxineira que conquistou do seu pai pelo estômago, futuramente se tornando sua madrasta típica dos contos antigos.

Confesso que a parti do que vi no trailer achei que ia ver bem mais da vida do chef na adolescência, quando ele começou realmente a aprender a cozinhar e ter a paixão pelo que faz, não na infância, onde mostra muito do sofrimentos do garoto e realmente os primeiros contatos com a comida, que de certa forma é bem mais impressionante do que como pensei.

Freddie Highmore Toast - Freddie Highmore

Para quem procura filmes gastronômicos, como eu que fui nessa intenção, não se engane que não há fartura como vemos em outros filmes da classificação. Chega a ser bem mais biográfico do que gastronômico, maaaaaasss é uma maravilha para assistir em um fim de tarde, afinal só pela presença de Freddie Highmore, já vale uns pontinhos a mais.