01/05/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

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Nas últimas semanas bateu aquele sentimento nostálgico de músicas que acompanharam o meu crescimento no final dos 90 e início dos anos 2000, nesse período, eu era uma pequena pré-adolescente/adolescente que estava acompanhando direta e indiretamente o mundo pop e me deixando influenciar por muitos sucessos. Por isso esse mês vou relembrar um pouco desses meteoros músicais, que se antes poderiam até ser considerados ruins, mas hoje estão mais para preciosidades de quem viveu nesse período.

Sempre tive um gosto pouco peculiar por músicas antigas de rock clássico, folk, country, entre outras, recebendo muita influência por parte do meu pai, mas aí a adolescência surge parecendo que as suas amigas são as únicas que tem razão na vida, e com elas vem o POP e as musas que jamais esqueceremos. É comum pensar pensar nesse período e logo lembrar de boy bands, mas dessa vez vou falar das girl bands, aquelas amigas famosas que nos ensinaram a chorar por paixonites, a se vestir, pensar e agir como elas, mas será que isso é uma coisa boa?

Spice Girls

1ª. Spice Girls – 1994-“2012″

Falou em girl band, pensou em Spice! Um dos grupos mais famosos de todos os tempos – acho que dá até para falar que são as rainhas das girl bands – que influenciou zilhares de meninas e ajudou a dar força ao termo Girl Power, sendo apoiadoras de causas feministas. Apesar de várias coisas boas que as 6 garotas nos passaram, o grupo britânico foi mais um daqueles criados por agentes, afim de compor algo que a mídia necessitava, sendo assim as garotas tiveram várias divergências chegando a saída de Geri Halliwell e um vai e volta meio desconfortável. O mais curioso, é que depois da separação definitiva, nenhuma delas se destacaram separadamente no ramo musical a ponto de o mundo conhecer.

Deixando a parte ruim de lado, para mim as Spice são um exemplo de diversidade que atualmente não temos na mídia, pois as seis garotas eram completamente diferentes uma das outras, tinha loura, ruiva, morena, negra, cheinha, magricela, patricinha, largadona, perua e por aí vai suas diferenças que faziam menina se identificarem com algumas delas. No meu caso a minha predileta era e ainda é a Mel C, sim a largadona com roupas esportes com cara de durona.

Destinys Child

2ª. Destiny’s Child – 1990-2006

Aparentemente conhecemos esse grupo com as integrantes: Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams, mas o que muita gente não sabe é que antes dessa formação, outras três meninas já passaram pelo caminho de Destiny’s Child. Como não é de se impressionar, este é mais uma grupo montado por agentes, mas com o diferencial de que as garotas eram muito jovens, por isso praticamente cresceram juntas dando uma afinidade entre elas que chegava a ser coisa de irmã.

Um dos maiores sucessos da banda foi a música “Survivor”, qual o trio se apresentou no clipe como mulheres fortes, lutadores e poderosas, dando uma cara de super heroínas para as meninas. Essa identidade ficou tão forte que o grupo lançou a música “Independent Women” que fez parte da trilha do filme “As Panteras”. Infelizmente o grupo acabou, pois os mesmos agentes que viam sucesso em grupos femininos perceberam que carreira solo estava na moda e que Beyoncé tinha esse potencial, e eu não posso dizer que eles estavam errados.

Pussycat Dolls

3ª. Pussycat Dolls – 2003-2010

O que falar sobre Pussycat Dolls? Pra mim, é a aquela banda em que você sabe contar todos os sucessos, até sabe quem é a principal, mas se tivesse uma prova sobre o grupo você tiraria zero, CER-TE-ZA. Bem, como curiosidade, vale ressaltar que o grupo foi criado pela coreógrafa Robin Antin, afim de lançar um grupo burlesco para as noites de Las Vegas, tendo como líder Nicole Scherzinger. Com um estrondoso sucesso o Pussycat Dolls acabou mudando esse estilo, mas sempre abordando a sensualidade como identidade.

O grupo acabou se desfazendo após a insatisfação de algumas meninas com o foco excessivo a Scherzinger, e por mais que essas garotas tenham sido substituídas, Nicole não se sentiu bem em continuar e acabou anunciando o fim do grupo.

O que aprendemos com esse post? Primeiramente, 99,9% dos grupos pops desse período foram criados por produtores/gravadoras, em segundo é que não existe um “Até que a morte nos separe”, pois existem substituições e carreira solo como solução, e finalmente em terceiro é que depois de ouvir essas músicas, várias cenas desse período estão passando por sua cabeça!


30/04/2015 - Categoria: Série - Autor(a): Israel Del Duque

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Os Anos 80 podem ser considerados como berço dos clássicos da Sessão da Tarde, principalmente se falamos das comédias, muitas das quais sequer sairiam do papel nos dias de hoje. Entre as mais clássicas, podemos citar a trilogia Corra que a Policia Vem Aí (no original “The Naked Gun”), que, sem sombra de dúvidas, garantiu boas risadas nas tardes de quem cresceu nos anos 90.

Entretanto, muito antes de protagonizar a trilogia no cinema, Leslie Nielsen deu vida ao detetive Frank Drebin na série Police Squad, resolvendo casos de polícia com seu jeito atrapalhado de ser e das formas mais absurdas o possível.

Originalmente transmitida em 1982, a série criada por Jim Abrahams e David e Jerry Zucker (que também levaram o personagem para o cinema) possui apenas uma temporada com 6 episódios, mas que valem cada segundo assistido.

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A série possui um roteiro pré-determinado: acontece um crime > Frank é chamado e segue as pistas > leva alguma prova para ser examinada pelo cientista Ted Olson (um sujeito esquisito que sempre aparece explicando algo a uma criança) > continua investigando com a ajuda do Capitão Ed ou do Oficial Nordberg > pede informações ao engraxate Johnny (que aparentemente sabe de tudo o que se passa na cidade) e, por fim, resolve o caso. Tudo isso é utilizado para parodiar as séries policiais e filmes do gênero, sempre com diversas piadas visuais (por exemplo o final dos episódios, que sempre são cenas estáticas, mas são os atores que ficam parados) e trocadilhos – se você entende um pouco de inglês vai aproveitar melhor essas partes – que fazem você ficar esperando a próxima piada.

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Quem já assistiu aos filmes vai perceber que algumas piadas foram reutilizadas, como quando Frank oferece um cigarro à vitima, a sequência de abertura ou as entradas do detetive, que sempre derruba latões de lixo ou caixas de correio ao estacionar seu carro.

Police Squad é uma série mais do que recomendada, principalmente se você gosta das comédias dos anos 80/90, e dá pra ver tudo numa tarde se você não tiver nada pra fazer. Não sei se tem no Netflix, mas com uma boa pesquisada você consegue encontrar pra assistir.


29/04/2015 - Categoria: Game - Autor(a): Dyego Cruz

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Então pessoas, hoje o post é sobre mais um indie game que além de fazer o maior sucesso quando foi lançado em Agosto de 2008, Castle Crashers.

Desenvolvido pela empresa The Behemoth, inicialmente o jogo foi lançado apenas para xBox 360, assim como vários outros como o Super Meat Boy, FEZ, Braid e por aí vai.

Com gráficos que lembram bastante desenho animado e com seleção de “fases” do mesmo estilo do Super Mário Bros e vários outros jogos do SNES, Castle Crashers tem uma dinâmica de jogo parecida com o estilo plataforma de Final Fight e com vários elementos de RPG. Como aumento de nível e divisão de atributos de Força, Magia, Defesa e Agilidade.

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Sou fã do estilo RPG, mas confesso que sempre fico em dúvida em qual personagem devo escolher para inciar o jogo e mais ainda quais os atributos devo “incrementar” quando ele sobe de nível.

A história do jogo é basicamente sair batendo nos inimigos e coletar ouro, diamantes e frutas (para recuperar energia), seguindo caminho para resgatar as princesas chatas que só sabem ficar “gemendo” enquanto pedem socorro e são levadas pelos Magos Negros.

O que mais me impressionou é que além de toda essa dinâmica bem legal de troca de armas e evolução de personagens, foi o fato de que ao jogar com mais de um jogar no modo história, após o “chefão” ser derrotado, só é possível continuar após os jogadores se degladiarem até só reste um em pé.

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Atualmente é possível jogar Castle Crashers no PS3, Windows e MAC (através da Steam) e como já falei antes, no xBox 360. Recomendo fortemente para ser jogado tanto sozinho quanto em companhia, pois serão horas de diversão garantida durante a matança nessa terra medieval.


28/04/2015 - Categoria: Série - Autor(a): Elizabeth Viana

The Lizzie Borden Chronicles

Olá pessoas! Estava eu, surfando entre os canais da TV em busca de algo bom para assistir, e eis que me deparo com essa série… As Crônicas de Lizzie Borden (The Lizzie Borden Chronicles), que é uma continuação da história iniciada no filme de 2014, Lizzie Borden Took an Ax.

A série teve estréia no dia 5 de abril desse ano pra você que não sabe estamos no ano de 2015 e aborda a vida de Lizzie quatro meses depois de ela ter sido absolvida da acusação de ter assassinado o pai e a madrasta com quarenta machadadas.

A história se passa em 1892, onde Lizzie (Christina Ricci) e sua irmã mais velha Emma (Clea DuVall) tentam começar uma vida nova em meio a má reputação de Lizzie e dos problemas financeiros que herdaram do pai. Acontece que um detetive particular, Charles Seringo (Cole Hauser), foi contratado para encontrar mais provas contra Lizzie e assim poder reabrir o caso em que a mesma foi inocentada.

The Lizzie Borden Chronicles - Christina Ricci

Nesse processo de recomeço vários obstáculos vão surgindo e dificultando ainda mais a vida de Lizzie e somado a isso várias pessoas que a rodeiam vão morrendo, e assim temos um detetive em seu encalço louco para provar que ela está matando as pessoas para acabar de uma vez por todas com as pedras no caminho.

A série é produzida pela Sony Pictures Television e a produção executiva conta com nomes envolvidos em trabalhos como ‘House Of Lies’, ‘ Mad Men’, ‘Sons Of Anarchy’, ‘Teen Wolf’ e ‘American Horror Story’.

The Lizzie Borden Chronicles - Christina Ricci e Clea DuVall

Eu já tinha visto o filme, claro. E gostado, afinal se trata de uma história real e tem a presença da Christina Ricci. Eu acho que essa série tem tudo para dar certo, drama e uns suspenses assim de leve. Logo no primeiro episódio eu me lembrei dos filmes do Freddy, sim sim o Krueger, na parte das criancinhas cantando aquela canção bem fofinha. E a série vai seguindo assim, apresentação bacaninha dos personagens seguida de mortes e depois cenas dentro de um tribunal. E depois vem o fim… Bem, o final… Agrada! Só não gostei muito porque são apenas oito episódios.

Ah… E se você tem problemas com sangue não assista, ou aprenda a lidar com isso. E eu não acho necessário assistir ao filme antes porque dá pra entender bem a série assim, mas em caso de curiosidade vejam o filme também.


27/04/2015 - Categoria: 513 podcast - Autor(a): Dyego Cruz

Modo Meu - 513 Podcast #39 - Os mimimis e babaquices da Internet

No episódio do 513 de hoje, Mariana FernandesDyego Cruz e Bell Viana falam sobre os mimimis, babaquices e várias outras coisas irritantes que acontecem na internet com direito até a algumas curiosidades.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fimPedro de Farias 
  • Edição: Dyego Cruz

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