Modo Meu

25/07/2016 - Categoria: Textão - Autor(a): Israel Del Duque

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Ir ao cinema é, ainda, o principal modo de consumir entretenimento, mesmo que os serviços de streaming – como Netflix – estejam pouco a pouco tomando esse espaço. O problema é quando esse momento que devia ser apenas de entretenimento se torna, literalmente dor de cabeça.

A exatamente um ano, Homem-Formiga estava em cartaz em todos – senão em grande maioria – dos cinemas do país. E, assim como há um ano, hoje eu enfrento um problema pra assistir a outro blockbuster: Caça-Fantasmas.

Antes que todo mundo venha dizer que eu devia me sentir privilegiado em poder assistir a um filme no cinema, quando, ainda hoje, muita gente não pode ou sequer já foi alguma vez a uma sessão, eu vou deixar um recado: essas pessoas que não podem ir ao cinema, seja lá por qual for o motivo, também são prejudicadas por esse mesmo problema. Então espero que esse texto seja, além de um desabafo, um momento de reflexão sobre essa situação.

Então, eu estava bastante animado pra assistir Caça-Fantasmas. Não só pelo hype pós-estreia, mas porque, ao contrário da grande maioria das pessoas, eu gostei do que vi nos trailers. Como eu disse ali em cima, é basicamente o que eu espero receber em troca de um ingresso: entretenimento. E, apesar dos critérios subjetivos de se escolher uma sessão, eu me vi, novamente, decepcionado com a falta de opções, mesmo com o tanto de cinemas em São Paulo.

Explicando melhor, aqui temos quatro grandes empresas que exibem filmes:

  • Espaço Itaú Unibanco – que divide o circuito em popular e cult (e tem algumas poucas, e caras, salas pela cidade);
  • Cinemark – a maior quantidade de salas, preço relativamente mais baixo (e o real motivo desse texto, vocês verão a seguir);
  • PlayArte – que compete bastante com o Cinemark, mas que eu não vou há séculos porque a última experiência numa sala deles não foi tão boa –
  • UCI – também poucas salas, a maioria localizada em shoppings de classe alta (ou seja…).

Agora levando em consideração que São Paulo é uma cidade grande (leva-se mais tempo pra circular dentro dela do que pra ir para cidades do interior, por exemplo), e que todas essas salas estão espalhadas pela cidade, significa que é fácil ir ao cinema, certo? Basta escolher o local mais próximo e ir, certo?

Errado!

E sabem por que? Porque se você quer assistir a uma sessão em 2D, como é o meu caso atual, e não tem nenhuma perto de onde você mora, você é obrigado a atravessar a cidade pra isso. Lembra do que eu disse no parágrafo acima? Pois é.

Ah, mas qual o problema de assistir um filme em 3D?

Isso tem as seguintes implicações:

  • A grande maioria dos filmes só tem versão em 3D pra lucrar mais, pois ele nem faz diferença na experiência;
  • Eu uso óculos, e colocar aquele do 3D por cima do meu é bastante incômodo (assistir sem o meu está fora de questão);
  • Depois da sessão eu saio com uma baita dor de cabeça (sim, eu já assisti em 3D, como os dois tópicos acima podem comprovar. No fim das contas eu acabo achando melhor pagar mais caro, mesmo que depois faça falta, do que ficar me estressando);
  • Isso sem citar caso do 3D legendado, que muitas vezes é a única opção de legendado existentes nos arredores, e que é a maior causa das minhas dores de cabeça após esse tipo de sessão.

Então vai, eu resolvi que vou atravessar a cidade pra ver o filme em 2D. Quero ver legendado. Não dá, sabe por que? Porque filme legendado geralmente só tem após as 19h/20h, e em UMA sala. Já chegou ao absurdo de eu ver na programação uma única sessão legendada O DIA INTEIRO, as 22h. É absurdo, pra dizer o mínimo.

Pensa nas opções que eu perdi: duas redes são caras, e/ou tem poucas salas ou são lugares extremamente fora de rota; uma me deixou com uma experiência que eu não quero ter de novo; e a restante – o Cinemark, nos dois casos em questão – que, tecnicamente tem mais opções de salas e horários, também me deixa na mão.

Aí eu, que trabalho de sábado e domingo também (desgraça nunca vem sozinha, vejam só), tenho que encaixar uma sessão as 20h de uma quarta-feira em um cinema próximo do local de trabalho (pra dar tempo de ir) e que só tem opção legendada em 3D – e na verdade não oferece 2D nem ao mesmo dublada. Como um filme dificilmente tem menos de 2 horas, eu atravesso a cidade até em casa tarde da noite, e ainda tenho que ter tempo de preparar as coisas pra ir trabalhar no dia seguinte.

Eu queria muito que ir ao cinema fosse apenas chegar no lugar, escolher o filme, comprar o ingresso e assistir de boas, e não transformar isso numa compra de um pacote turístico pra passar as férias na Ilha de Páscoa. Isso fora o absurdo que são os preços – sério gente, a lei da meia-entrada só existe pra galera cobrar o ingresso mais caro, seja pra qualquer tipo de espetáculo de entretenimento. Se fosse cobrado o preço justo, ninguém ia precisar pagar meia e boa parte das pessoas que não vão ou nunca foram num show, teatro, museu e afins, teria mais chances de conseguir fazer esse tipo de programa pelo menos uma vez por semestre.

Enfim, espero que com o tempo (e as reclamações. Vamos fazer barulho, gente!) ir ao cinema volte a ser só aquele programa que você faz pra esquecer os problemas da vida – e não criar mais um.


22/07/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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A algum tempo atrás, tipo assim uns 4 anos, fiz um post aqui no blog sobre o filme O Tigre e o Dragão, lembrando deste clássico de 2001, resolvemos fazer alguns posts temáticos falando sobre os variados filmes com a produção e temática oriental, e hoje iremos começar com o menos fantasioso e real que já assisti até hoje.

Bem diferente dos demais filmes orientais, Memórias de Uma Gueixa é um filme que se passa nos anos, antes, durante e depois da segunda guerra mundial, focando na história de uma garota chamada Chiyo (Suzuka Ohgo), que é vendida pelo pai para uma casa de Gueixas, onde cresce sendo mal tratada e sempre invejada por Hatsumomo, a Gueixa número um da cidade que se sente ameaçada pela beleza da linda garotinha dos olhos claros. Após algum tempo sem saber ao certo o rumo de sua vida, Chiyo conhece o presidente de uma companhia (Ken Watanabe) e decide se esforçar para se tornar uma Gueixa sob a tutela de Mameha (Michelle Yeoh, de O tigre e o dragão), que escolhe um novo nome para a garota e faz dela se tornar Sayuri (Zhang Ziyi, de O tigre e o dragão) a gueixa mais cobiçada da região (não é spoiler, é apenas sinopse).

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Por mais que a maioria das filmagens tenham sido feitas em sets de gravação construídos na Califórnia, a beleza do cenário e de toda a cultura consegue lhe envolver e te imergir completamente dentro daquele universo e de toda a criação de uma Gueixa e dentro de uma okiya (casa de Gueixas), que consiste basicamente em treinar garotas para serem submissas, aprender a fazer coisas como tocar o shamisen (espécie de banjo), dançar, servir chá, desenhar ideogramas, etc.

O objetivo principal das gueixas, que é como elas conseguem dinheiro para suas okiyas, são estar ao lado de figurões do alto-escalão, que pagam por sua companhia para obter um status maior pela beleza, graciosidade e habilidades de entreter de sua acompanhante. Infelizmente por causa do mizuage, um lendário leilão de virgindade enfatizado no filme e no livro de mesmo nome em que foi baseado, as gueixas acabam caindo no conceito de serem prostitutas, algo que tentam se desvencilhar. Pois após a segunda guerra mundial, durante a ocupação americana no Japão, muitas mulheres se vestiam de gueixa e vendiam seus corpos para os estrangeiros, passando assim a misturar a figura das gueixas reais com prostitutas para o Ocidente.

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Aproveitando essa última polêmica, na época ocorreram algumas indignações tanto chinesas, por verem suas melhores atrizes representarem o papel de japonesas, quando japonesas, ao verem atrizes chinesas interpretarem algo que é intimamente ligada a cultura local.

Maaasss, tirando toda essa discussão, além de toda a beleza que rendeu ao filme o prêmio de melhor direção de arte, melhor fotografia e melhor figurino e indicação de melhor trilha sonora, melhor som e melhor edição de som, do Oscar, temos aqui a trilha sonora composta por praticamente quem faz a música no cinema, John Williams, aumentando ainda mais a sua imersão em todo o drama vivido por Saiury. Resumindo, um filme para te deixar muito por dentro da cultura das gueixas e também de alguns acontecimentos da segunda guerra mundial.


21/07/2016 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Dyego Cruz

Tour pela casa capenga_Modo Meu

Hey! No vídeo de hoje, a Mary vai fazer o tão esperado e pedido “Tour pela casa”, mostrando a bagunça que ainda está o apartamento e o que ela está planejando fazer em breve na decoração.

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18/07/2016 - Categoria: Design - Autor(a): Mariana Fernandes

Desconto Modo Meu_PixelShow

O dias passam, as férias já estão pela metade e felizmente as novidades chegam com tudo. Que você sabe que nós – no caso eu e o Dyego – vamos para o Pixel Show 2016, já não é novidade (já que eu comentei aqui), que vai ter um monte de palestras e workshops imperdíveis, também não é, já que eu falei no mesmo post, mas que o desconto dos parceiros saiu, já muda o jogo, hein!

Para você você que está mais perdido que cachorro em dia de mudança, … seguinte, todo parceiro do Pixel Show ganha um código que dá direito a 20% de desconto para os nosso leitores que estão afim desse evento de criatividade maravilhoso. Então, se havia alguma dúvida de ir ou não, acabamos de te dar uma chance maior ainda para ir e aproveitar cada segundo de palestras, stands, workshop e muito network.

O nosso código de desconto é o: MODOMPXS16 não vai esquecer, hein!


15/07/2016 - Categoria: Internet - Autor(a): Mariana Fernandes

Youtubers no Japão

Mês de Julho já está na metade, eu sei! Mas deu aquela vontade das nossas sextas temáticas gostosas. Seguinte, para você que não sabe do que eu estou falando, é que todo nós aqui do blog escolhíamos um tema e falávamos sobre ele na sexta, e por que não falar sobre o universo oriental que tanto gostamos?!

Para começar com essa série curtinha, já percebeu que youtuber tá amando o Japão/Coreia/China e por aí vai? O que eu tenho a dizer sobre isso? APENAS CONTINUEM! Vou morrer de invejinha aqui, mas pelo menos tenho uma porrada de conteúdo para ver no tempo livre. E como essa serhumaninha que vos fala é miga compartilhadora, vou repassar para os meus leitores chuchu beleza, em duas categorias, de vídeos do youtube sobre a Ásia que ando vendo ultimamente.

Categoria 1: Estão por lá – youtubers que estão morando na Ásia

Camila_Pipoca

Camila Pipoka – Uma brasileira que mora no Japão desde muuuito novinha e por mais incrível que pareça não perdeu nada do estilo brasileiro de ser (o lado positivo, hein). O legal do canal da Camila é que além de poder conhecer várias particularidade do Japão, ela ainda ensina alguns costumes e palavras para quem está planejando morar/visitar o país.

JNCD

Japão nosso de cada dia –  Se é um canal de curiosidades sobre o Japão  que procura, esse com toda certeza é o mais indicado. De testes das bugigangas a prova de comidas e visita a locais, o canal é repleto de conteúdo exóticos e divertidos.

LOMA

Loma Sernaiotto – Sabe aquele blog famoso que dá dicas para outros blogs a crescerem? Pois bem, a Loma (dona daquela maravilha de site) está morando na Coreia do Sul e aos poucos está nos mostrando o ritmo da vida no país. Se comparar os canais dessa categoria ela é o menor e tem menos vídeos, mas é muito bom ver o aprendizado dela, tanto no Youtube quanto no país que eu amo nos vídeos dela.

Simon_and_Martina

Eat Your Kimchi – Vamos falar de gringos falando de gringos? Esse é um canal de um casal canadense, Simon and Martina, que mudou para a Coreia e agora está no Japão, entendeu? A dupla apresenta a cultura, as diferenças, as curiosidades e as dificuldades de morar em países Asiáticos, principalmente por que são duas pessoas gigantes perto dos nativos.

Categoria 2: Já visitaram as terras do sol nascente

Just Lia

Just Lia – Uma das primeiras blogueiras a fazer vídeos do Japão, é visível que a Lia já conhecia e ama a cultura oriental, e por mais antigos que os vídeos sejam (estamos em tempos que uma semana é uma eternidade) ainda é maravilhoso de ver.

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Karol Pinheiro –  Essa sortuda “ganhou” uma viagem para o Japão da Uni-ball – marca de canetas que todo designer curte, inclusive eu – ano passado (2015). Sabe o que é uma pessoa feliz e extremamente animada com a viagem?! Pois é, não espera por menos dos vídeos suuuuper animados de uma pessoa de bem com a vida andando por Tokio.

Torrada_Torrada-Japão

Torrada Torrada – Que a Luanda (dona do canal) é diferentona, disso todo mundo sabe e é isso que a faz tão legal. Para viajar não seria diferente, no lugar de ir para o Japão, ela foi para a terra da minha amada Mulan, a Chinaaa (ouviu o eco do filme aí? hihi). Só por ser um país diferente já tá valendo a visualização, mas também vale dizer que a qualidade é ótima tanto desse estilo de vídeos, quanto as receitas que ela faz.

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Dela Rosa – Falou em blogueiro maluco por cultura oriental, a maior referência é Heloisa Dela Rosa, pelo menos é o que eu acho. Ela consegue viver na Ásia em pleno Brasil. Mas como assim? A Helo conhece muito sobre Japão e Coreia, então desde roupas, comida e decoração ele faz o possível para carregar essa cultura com ela. Ah, não faz muito tempo que ela fez uma viagem para o Japão e para a Coreia, então pode esperar ver muita coisa legal no canal dela.

Mikannn

Mikannn –  Lembra dos vídeos Bloco X do canal Omelete? Pois bem, a Míriam Castro estava lá, no comecinho, sempre responsável por comentar de animes e games, o que deixava os vídeos com uma variedade enriquecedora. Pois é, ela saiu do Omelete, passou um tempo e criou um canal que fala sobre séries, games, anime e muuuito GOT. Ano passado a Míriam fez uma vaquinha e conseguiu ir para o Japão e mostrou muita coisa legal na visão de uma otaku (fã de cultura japonesa).

Ela até tentou nos mostrar a Nintendo, pena que tinha que marcar com antecedência, mas o mais legal é ver que ela sabe falar japonês. Dá uma invejinha …

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E aí, beleza? – Uma das últimas youtubers na minha lista que mostram sua viagem para o Japão, foi a Karen Bachini e sinceramente ela incorporou a japa, pois as roupas e o estilo das fotos e vídeos estão espetaculares. Para as meninas que curtem moda e beleza, o canal da Kabak é um prato cheio.

Ahhhhh, junto com ela foram também os youtubers: Luba e Gabbie Fadel, como eu ainda não vi, não tenho como dizer como é, mas tá aí a dica dos dois também.

Esses foram os que eu assisti e gostei. Se você conhece algum outro canal que fez ou está fazendo um conteúdo bacana sobre sobre países asiáticos, comenta aqui pra eu poder conhecer também.