26/03/2015 - Categoria: App - Autor(a): Mariana Fernandes

Layou App_Modo Meu

Falou em app de fotografia e a gente pira, principalmente quando se trata de uma das maiores redes sociais do mundo. Essa semana surgiram as notícias do lançamento de um tal de aplicativo “Layout” criado pela galera do Instagram, meio que para complementar efeitos bastante desejados na própria rede social.

Testando o app Layout_Modo Meu

O “Layout” basicamente é um aplicativo de montagem que permite que o usuário aplique suas fotos em uma espécie de mosaico, tendo várias opções de modelos para montar o visual desejado. Porém, contudo, entretanto que diferença tem isso tem em relação os demais apps que fazem essa função, quais eu já baixei, ou pior, paguei? Bem, além do fato ser gratuito, um dos diferenciais é o ajuste no próprio mosaico, permitindo que você aumente ou diminua alguns tamanhos para que possam se adequar melhor as imagens escolhidas.

O app também possui a função de Photo Booth, que nada mais é do que uma programação que tira uma sequencia de quatros fotografias, meio que aquelas cabines de fotografias americanas que a gente ver na maioria dos filmes dos anos 90. O Chato disso pelo mesmo eu não consigo tirar fotos com toda uma velocidade e ficar legal, mas a vantagem é que ele salva todas essas fotos e você pode ir trocando para ficar mais bonitinho.

Testando o app Layout_Modo Meu-2

Gostei bastastante do aplicativo, mas tenho que apontar que senti falta e espero que futuras atualizações mudem esse sentimento. Primeiramente sinto falta de uma função que permita acrescentar divisórias que possam destacar esse efeito, pois muitos apps tem essa função, e não ter isso acaba parecendo que está faltando algumas coisa. Outra coisa é que como sempre só foi lançado para iOS, o que deixa a galera do Andoid e Windows Phone, chateada e com razão, pois o Instagram demorou séculos para sair para os outros sistemas operacionais e a gente já fica com receio disso.

fotos teste_app layout_Modo Meu

Contando prós e contras, ainda vale a pena baixar e testar, pois quem sabe o Layout vira seu novo amor?! Fica acima as fotos que eu criei no app e gostei do resultado!


25/03/2015 - Categoria: Livro - Autor(a): Dyego Cruz

A caverna de cristais - Helena Gomes - Editora Rocco

Estamos acostumados com mundos fantásticos que se passam em mundos que remetem bastante aos costumes medievais e principalmente que envolvem cavaleiros, títulos de nobreza, casamentos arranjados, bruxos e para apimentar um pouco mais a história, tem aquela profecia básica que as vezes te deixa um pouco confuso com o que tem por vir.

O Arqueiro e a feiticeira é uma mistura de fantasia, ficção científica e muitos elementos de RPG que te fazem viajar para a terra de Britanya (sim, esse é o nome que tem no livro) e conhecer quase todos os seus segredos. Foi lançado originalmente em 2003, mas em 2014 a Editora Rocco lançou uma versão exclusivamente na versão digital e que me deixou mais feliz, pois é nessas versões que consigo ter mais atenção para ler hehe.

A história

Sendo o primeiro volume da série A Caverna de Cristais, nele temos como personagem principal o garoto Thomas, que começa a história vivendo com um grupo andarilhos, dentre eles Jon, Sabina e sua quase irmã Shannon, que sentem medo dele, pois acham que ele não é um garoto normal e que só traz problemas devido a sua personalidade caridosa e bondosa com todos e ao mistério do seu nascimento e a morte da sua mãe em uma data sombria.

A caverna de cristais - Helena Gomes - Editora Rocco - 02

Como falei antes, a história se passa em um mundo que remete a tempos medievais, mas que é algo muito mais do que isso, pois é na verdade um mundo pós-apocalíptico (SEM ZUMBIS), que foi reconstruído nos moldes da corte do Rei Arthur por pessoas que não cabe a mim falar aqui pois seria um grande Spoiler e que também gera uma certa confusão mental enquanto você vai lendo.

A leitura é bem dinâmica e a história se inicia focada somente em Thomas e aos poucos vai inserindo vários elementos que quando você acha que foram esquecidos, dá de cara com eles e pensa “aaahhh, agora tudo faz sentido”.

Nesse primeiro volume, Thomas conhece Lady Erin De Durham, Mark De Durham, Vince de Angelis e vive várias aventuras enquanto descobre o seu passado, seus ancestrais e quem ele realmente é e o que deve fazer para defender o seu mundo.

A autora

Helena Gomes é jornalista, escritora e professora universitária. É da sua paixão por cinema, televisão e histórias em quadrinho que vem a inventividade presente em seus mais 20 livros já publicados.

Conclusão

Confesso que fiquei surpreso com a grandiosidade desse mundo fantástico e que comecei a ler sem muitas expectativas, mas suas ligações e profecias que me deixaram intrigados desde a primeira citação e seus mistérios, até as suas revelações e resoluções conquistaram mais um leitor. Agora já estou caminhando para o próximo volume e em breve será resenhado aqui também.


24/03/2015 - Categoria: Série - Autor(a): Mariana Fernandes

PanAm_Modo Meu

Sabe quando uma pessoa tem dedo podre para encontrar séries que já foram canceladas? Se alguém é assim, já vou avisando que entrei para o clube com força total, e se você não acredita, dá uma olhada nas minha últimas resenhas e diz que eu não tenho talento pra isso. A cancelada da vez, que mesmo assim vale a pena assistir, é a série Pan Am, uma produção da Sony que tentou acompanhar o hype de Mad Men, mas infelizmente não teve sorte.

Pan Am é uma série baseada em acontecimentos históricos da década de 60 e em uma das empresas aéreas mais famosas do período, que dá nome a obra. Se você procurar no Google imagens de aeromoças desse período, provavelmente encontrará uma garota Pan Am, devido a forte referência que essas mulheres torceram a essa profissão. A empresa que começou em 1927, se baseou em estudos que afirmavam que funcionárias semelhantes a enfermeiras trariam maior tranquilidade ao passageiros, que naquele período, tinham muito medo de viajar de avião. Assim, só em 1944 a profissão de aeromoça foi criada, com a finalidade de servir e trazer maior conforto aos clientes e com outras diversas exigências as mulheres que seriam a nova cara da empresa.

Pan Am_aeromoças_Modo Meu Pan Am_cena

A garotas Pan Am ganharam uma maior independência devido a profissão cobiçadíssima pelas mulheres, afinal quem não sonhava de conhecer o mundo, sem falar na posição de independência que essas mulheres apresentavam. Mas para se encaixar nesses sonho, haviam regras e padrões que iam desde fardamento a peso, idade, corte de cabelo e principalmente estado civil, qual a série faz questão de apresentar logo no primeiro episódio quando uma das personagens diz: Garotas Pan Am podem exercer sua profissão até o casamento ou até completarem 32 anos, após isso precisam deixar os seus cargos.

O elenco principal é constituído pela equipe do vôo inaugural do Clipper 707, as aeromoças: Maggie (Christina Ricci), opiniosa e ambiciosa que não tem medo de quebrar as regas, Colette (Karine Vanasse), uma vítima da segunda guerra que se apresenta confidente e sonha encontrar um amor, Laura (Margot Robbie), a novata ingênua que fugiu do casamento em busca da independência, e Kate (Kelli Garner), irmã mais velha de Laura, que desde cedo seguiu seus sonhos de conhecer o mundo e ajudar o seu país; e os pilotos: Dean (Mike Vogel) e Ted (Michael Mosley). Uma equipe bem unida quando se trata de homens e mulheres, pois todos parecem se defenderem e se respeitarem, o que é bem incomum quando pensamos no sexismo dos anos 60.

Pilotos_Pan Am panam-abc

A série ainda apresentam situações do período, como a Guerra Fria, espiões americanos, as eleições de Kennedy, a revista Life, qual Laura acaba aparecendo na capa e se tornando uma pequena celebridade logo em seu primeiro dia de trabalho, entre outras situações, sempre apresentadas envolvendo uma das personagens femininas.

Devido a estética da série e o período de lançamento, ela é super comparada com Mad Men que é um sucesso, porém, não sei se foi a minha obrigação profissional de assistir que me deixou meio incomodada ou se foi outra coisa, mas até hoje eu me arrasto por ela e não consigo ter tanto interesse; e The Playboy Club que também aborda um lado feminino, mas com suas diferenças, o que confesso que me despertou um certo interesse.

pan-am

Infelizmente a série foi cancelada após o término na primeira temporada, por alegações de queda de audiência, contudo, porém, entretanto, ainda recomendo Pan Am (é bom né, pois se não fosse pra recomendar esse post não faria sentido), pois me encantou bastante ver o lado feminino dessa época sem ser aquelas donas de casa padrão e os preconceito em cima de mulheres diferentes desse estilo, como eu vi em Mad Men. Bem, fique com o trailer e divirta-se! Ahhhhh, quase ia me esquecendo, tem no Netflix.


23/03/2015 - Categoria: Filme - Autor(a): Dyego Cruz

john-wick,busca implacável, chamas da vingança, o protetor e jack reacher

Para agitar bem o começo da sua semana, hoje irei deixar aqui essa pequena lista com filmes que possuem uma fórmula bem parecida, mas que no final das contas eles com certeza irão ou já fizeram você ficar maluco enquanto assistia.

A fórmula de que estou falando é exatamente sobre histórias em que o personagem principal fazia parte de alguma organização, era conhecido e temido por suas habilidades específicas (olha a referência aí gente) e que por causa de algum motivo de vingança ou a chamada de alguém que precise da sua ajuda, ele volta e mete bala e porrada em todo mundo que vai contra ele.

Deixando bem claro que esses filmes são os que eu gostei, então se você não gostou de algum ou achou que faltou algum, deixa aí nos comentários que a gente conversa sobre eles.

1. John Wick

2. Jack Reacher

3. Busca Implacável

4. Chamas da Vingança

5. O Protetor


20/03/2015 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Há muito tempo atrás, no reino de Hyrule, cercado por montanhas e florestas, contava-se lendas sobre um poder dourado onipotente e onisciente que residia em uma terra escondida.

Muitas pessoas procuraram entrar na oculta Ilha Dourada agressivamente, mas ninguém nunca retornou. Até que um mal começou a fluir da terra dourada e o Rei ordenou a sete sábios que selassem o portão.

Esse selo deveria ter permanecido selado durante todo o tempo, mas um assistente misterioso, conhecido como Agahnim, veio para Hyrule e liberar o selo. Além de eliminar o bom rei, através de magia negra, ele começou a fazer descendentes dos setes sábios desaparecer, um após o outro. E o tempo de destino para a princesa Zelda se aproxima.

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Para bom conhecedor, mesmo com minha tradução rústica, essa é a história de introdução de um jogo desenvolvido pela Capcom e lançado para o queridinho console SNES (Super Nintendo) em 1992.

The Legend of Zelda: A Link to the Past não é cronologicamente o primeiro jogo da série, mas assim como vários da mesma época, ele foi considerado um dos melhores da história devido ao seu enredo e jogabilidade.

De alguma forma totalmente inesperada, Link é introduzido em uma aventura para salvar a princesa Zelda, que até lembra um certo encanador, mas só que aqui não tem tartarugas e o personagem usa magia e manuseia um escudo e uma espada para lutar contra o vilão que tenta a todo custo dominar o poder da Triforce.

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Com mapa que te dá uma certa “liberdade” para transitar e decidir o seu caminho, é possível encontrar vários ítens escondidos nos arbustos, nos vasos (que ninguém liga se você sair por aí quebrando) e nos clássicos baús que são encontrados por aí.

O jogo ainda é algo que se pode admirar até hoje, tanto pelo seu enredo quanto pela sua jogabilidade com vários puzzles. Além do SNES, A link to the past também teve uma versão para GBA (Game Boy Advance) em 2002 e para o serviço Virtual Console  do Wii em 2007, mas para o caso de você não ter nenhuma das opções que falei, ainda é possível jogar com um emulador no seu computador.

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Espero que tenha gostado de relembrar ou de conhecer este jogo e que se tiver algo para comentar sobre ele, deixa aí nos comentários e até semana que vem com mais um post da série de jogos clássicos.