Qui/24/Jul/14

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Alguém se lembra desse anime? De 1992 a 1995 ele foi o “desenho” de maior sucesso e o mais querido entre as garotinhas. E em quesito anime da minha infância, esse fica no topo da lista, tanto que a música de abertura eu tenho no meu celular e é o toque que eu uso para identificar minhas amigas.

Pois bem, para quem lembra, para quem não lembra, e principalmente para quem não conhece, Sailor Moon contava a história de cinco estudantes, Usagi Tsukino (Serena Tsukino, que é a Sailor Moon), Ami Mizuno (a Sailor Mercúrio), Rei Hino (a Sailor Marte), Makoto Kino (Lita Kino, que é a Sailor Júpiter), e Minako Aino (que é a Sailor Vênus) que, com a ajuda de dois gatinhos, Lua e Artemis, descobriram que eram guerreiras e que estavam destinadas a salvar a terra de forças malignas. Além de salvar a terra, elas tinham que descobrir o paradeiro da princesa da Lua e a história do passado de cada uma.

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Sailor Moon era uma série com 200 episódios, e composta por cinco arcos separados, intitulados de Sailor Moon (com 46 episódios), Sailor Moon R (com 43 episódios), Sailor Moon S (com 38 episódios), Sailor Moon Super S (com 39 episódios) e Sailor Moon: Sailor Stars (com 34 episódios). Possuía elementos de fantasia, mitologia grega, astrologia e mitologia romana. E o tema central era amor e amizade, mas claro que era aquele amor meio que platônico e cheio de sentimentalismo que a juventude sempre tem, e podemos ver isso em todas as cenas de Serena e seu tão adorado, quase idolatrado Mamoru Chiba (Darien Chiba ou Tuxedo Mask), eles são amantes de outras vidas.

Aiai… Infância… Tempo tão bom, tempo em que eu “brigava” com meu irmão tentando colocar na cabecinha dele que Sailor Moon era tão bom quanto Shurato, Yu Yu Hakusho e Cavaleiros do Zodíaco, e eu achava que era mesmo. Ainda acho. E eu acho que posso dizer isso, pois assisti a todos esses animes com ele. Mas tudo isso é passado… Será?!

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Não, não pessoas… No dia 5 de julho desse ano a Toei Animation lançou Sailor Moon Crystal, nesse novo arco a gente tem a história contada em Sailor Moon e em Sailor Moon R, só que de um jeito diferente. Sabe aquela história de algo estar igual, mas diferente?! Pois é, com a melhora da tecnologia, principalmente na área de animação, o anime não ficou só no 2D e o design dos personagens e de todo o ambiente foram melhorados também. Mas a delicadeza, aquele toque feminino e as paradinhas cheias de olhares apaixonados e suspiros ainda estão lá. O que eu achei bem legal é que essa produção é exclusiva para a internet, e o anime contará com 26 episódios e que eles irão sendo liberados sempre nos primeiros e terceiros sábados do mês e sempre às sete horas da manhã. Para acompanhar basta acessar no Crunchyroll e ser feliz, ou esperar pra assistir no Anitube e ser mais feliz ainda.

Mas se você, assim como eu, assistiu em 1992 e ainda tem a série fresquinha dentro da cabeça talvez estranhe um pouco, pois a música de abertura não é mais Moonlight Densetsu ou na versão brasileira A Lenda da Luz da Lua, e a abertura é outra, legal e fofinha, mas não é aquela que vimos quando crianças, mas ainda assim causa certa nostalgia.

E todo mundo andou fazendo uma comparação entre Sailor Moon e Sailor Moon Crystal, mas acho isso uma bobagem. Logo abaixo colocarei a abertura de quando assistia ainda criança, e da abertura atual, mas com a música de abertura A Lenda da Luz da Lua… E depois o áudio da música da abertura nova, que o nome é Moon Pride. Não julguem, só vejam e escutem… Ambas são boas. Ah, e assistam, pois é um anime bom tanto para quem já conhece quanto para quem nunca ouviu falar.

Qua/23/Jul/14

Novogratz no Modo MeuQuando você vê algo que gosta, tipo uma roupa, uma decoração ou a capa de um livro, você para pra pensar quem é o responsável por aquele trabalho? Bem, hoje eu vou lhes apresentar os dois responsáveis pelos meus trabalhos de design de interiores prediletos, os famosos e requisitados Novogratz.

Nomeados por diversos sites como o casal de designers mas cool de todos os tempos, Robert e Cortney Novogratz parecem possuir um estilo único e diversificados que os diferencia dos demais. Além do grande talento desses dois, que os levou a ganhar um estilo próprio, nomeado de Novogratz, o casal também chama atenção por serem muito ligados a ~pequena~ família de sete filhos, sendo convidados para participar do seu primeiro reality show, o  “9 by Design“, que durou apenas uma temporada e apresentava as dificuldades de gerenciar uma empresa de design no meio de um “caos organizado” de uma família com 7 crianças (pena que só dourou uma temporada).

Ambiente NovogratzCasa Novagratz

Após o “9 by Design”, surgiu a oportunidade de ter outro programa, no qual eles apresentariam a construção de um projeto por episódio e ajudou no meu encanto pelo casal. O “Home by Novogratz“, conhecido como “Design Original” aqui no Brasil, fez um sucesso a ponto de uma segunda temporada, mas não se houve boatos de uma terceira (pena, por que eu adorava minha quintas no Fox-Live).

Fora toda a fama de  Robert e Cortney na tv, o que eu gosto neles é a mistura de estilos que eles fazem em cada decoração, sendo a Cortney mais responsável pela organização dos projetos e o Robert pelas peças de arte que é bem característica dos trabalhos dele. Especialista em transformar casas antigas em literalmente imóveis de milhões de dólares, um dos serviços da dupla é reformar casas para aumentar o valor de venda, assim dando a liberdade para um trabalho mais conceitual, meio que a “casa dos sonhos” de muita gente.

Cohen Apartment Novogratz

Além de programas de tv e decorações incríveis, os dois também possuem linhas de produtos em parceria com lojas americanas ( que dá pra comprar, é só ir no site deles que tem explicando onde encontrar) e possuem dois livros publicados (quais estou pensando em comprar pelo menos um e se der certo eu posto com certeza).

Enfim, mais dois profissionais incríveis que vale muito a pena seguir e já que nem todo mundo é trilhardário, o livro dá pra comprar. :)

Novagratz no Brasil

Ter/22/Jul/14

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Você já parou para pensar quem é o ator ou atriz que está por trás daquele personagem tão legal FODA ou tão mais ou menos PAIA que viu no cinema? Pois hoje vou mostrar alguns casos bem interessantes que vão fazer sua cabeça girar hehe.

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Para começar essa sessão revelação, temos o personagem V, do filme V de Vingança, o sobrevivente de uma experiência para forma super soldados que conseguiu se libertar e usa uma máscara bastante conhecida por aí. Esse mesmo V, tem algo muito em comum com o personagem Agente Smith, do filme The Matrix, onde os dois são interpretados pelo ator Hugo Weaving, isso mesmo, o Elrond de O Senhor dos Anéis e O Hobbit.

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Outro caso que reúne uma ótima maquiagem e que deixou os atores irreconhecíveis, mas sem ajuda de computação gráfica, é o Planeta dos Macacos de 2001, em que Thade (Tim Roth), o macaco líder, Attar (Michael Clarke Duncan), o macaco de confiança de Thade, e Ari (Helena Bonham Carter), que é a defensora dos humanos.

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Mas falando em computação gráfica, não poderíamos esquecer de Andy Serkis, o ator que devido ao seu talento “corporal”, é chamado para praticamente todos os papéis com uma certa complexidade de movimentos tanto corporais quanto faciais. Acredite se quiser, mas ele já fez o papel de Smeagol/Gollum em toda a franquia de O Senhor dos Anéis e na série O hobbit, já foi o King Kong em 2005, foi e ainda é o macaco César em O planeta dos Macacos – A origem e O Confronto, e que também já foi o capitão Haddock no filme As Aventuras de tintim. Impressionante não?

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Em Star Wars, o robôzinho R2-D2, para quem não sabe ou achava que ele realmente era só um brinquedo, sempre teve dentro de si o ator anão Kenny Baker, que atuou dentro do dróide em cinco filmes e esteve nos créditos de A vingança dos Sith mesmo não estando no filme. O outro robô, o C-3PO, foi interpretado pelo ator Anthony Daniels, que participou de todos os filmes e já participou de muitos trabalhos referentes a franquia.

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Por último, mas não menos importante, temos o poderoso Darth Vader, que originalmente teve a ajuda de dois atores para que fosse melhor apresentado nas telonas. Um deles foi David Prowse, que era quem interpretava e ficava sofrente naquela roupa claustrofóbica. Mas o responsável por aquela voz FODA em todos os filmes em que o personagem aparece, inclusive no mais recente, A Vingança dos Sith, foi o ator James Earl Jones.

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Então é isso, se você não sabia quem era quem, espero que tenha gostado de ter essas identidades reveladas, se já sabia, manda mais pessoas irreconhecíveis do cinema pra gente também ficar sabendo.

Seg/21/Jul/14

Ghost-Storie-Coldplay

Nunca “falei” sobre algo que não fosse livros aqui, mas como ainda não consegui terminar as leituras dos meus livros, eu resolvi escrever sobre outro tema. E pensei em “falar” sobre uma de minhas bandas favoritas. Coldplay.

Então, em maio desse ano eles lançaram o álbum intitulado Ghost Stories, que é o sexto álbum de estúdio da banda. E claro, eu me apaixonei por ele só de ver a capa do cd. A capa revela um par de asas sobreposto a pintura de um oceano sob o céu estrelado, que nos permite fazer uma relação com as faixas ‘Oceans’ e ‘A Sky Full Of Stars’, que são as faixas sete e oito, respectivamente.

A arte da capa foi feita pela artista checa Mila Fürstová, nas asas ela incluiu vários desenhos enigmáticos, como por exemplo, um labirinto circular, uma janela com vista para a chegada de um furacão, escadas, pombas voando, um casal apaixonado, uma jovem à luz de velas, um homem diante de um espelho e anjos. Nota-se também a representação de constelações na região central de ambas as asas, presentes também em outros trabalhos de Mila.

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Quando terminei de ouvir Ghost Stories, eu pensei que o Chris Martin tinha colocado nas músicas muito de seus sentimentos a respeito do término de seu casamento com a atriz Gwyneth Paltrow, e foi isso mesmo. Em entrevistas ele afirmou que o término de seu casamento inspirou a maioria das músicas.

Esse novo álbum já não se parece muito com os outros da banda. Ghost Stories está bem mais simples, o sentimentalismo bem mais forte, e talvez por isso eu tenha gostado ainda mais.

O álbum possui nove faixas que se misturam entre melancolia, esperança, magia e realidade. E tudo é feito com uma certa delicadeza, delicadeza essa, que pode ser ouvida e sentida na faixa ‘Another’s Arm’, graças a guitarra de Jonny Buckard.

Enfim, este não é aquele álbum cheio de alegria, muito pelo contrário… O álbum trata em suas canções, de sentimentos verdadeiros. E é Coldplay, não é?! Quer dizer, o álbum poderia ser taxado de bom apenas por isso.

Sex/18/Jul/14

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1968 – 2001

Em 1968 surgia nos cinemas um filme que marcaria a história do cinema com um final arrasador, que deu origem a mais quatro filmes (sem muito sucesso quanto o primeiro) e ainda foi adaptado para série de TV, animação e quadrinhos. Houve também um remake do filme em 2001.

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O enredo dos dois filmes é um pouco diferente, mas tanto o de 1968 quanto o de 2001 levam o astronauta protagonista a um futuro distante através da velocidade da luz e da dilatação do tempo (que para ele passou pouco tempo) faz com que volte a terra cerca de 350 anos após a sua partida. E o que ele encontra é um planeta terra dominado pelos macacos falantes e os seres humanos não passam de escravos e ainda por cima são mudos e mais burros do que se pode imaginar.

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A Origem e O Confronto

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É aí que chegamos em 2011 com Planeta dos Macacos: A Origem, que veio reiniciar a franquia já um pouco esquecida, para mostrar como aconteceu toda essa evolução dos macacos através da criação de um vírus chamado Símio, que foi criado com a finalidade de curar doenças consideradas incuráveis, mas que durante os experimentos ela acabou dando uma super inteligência nos macacos e causando uma epidemia nos seres humanos.

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Já agora em 2014 (estreou ontem viu), Planeta dos Macacos: O Confronto, veio para mostrar o que aconteceu dez anos após os eventos ocorridos no primeiro filme, em que os macacos foram viver em paz numa floresta isolada e os humanos enfrentavam a maior epidemia já vista. O líder do grupo de humanos sobreviventes vai tentar guerrear contra os macacos que já estão bem mais inteligentes que antes para fazê-los de cobaia e assim achar a cura para a epidemia, mesmo com César (Andy Serkis, sim o Gollum de O Senhor dos Anéis), líder dos macacos, querendo viver em paz com todos, existem  outros macacos que querem a extinção da raça humana.

A história da série Planeta dos Macacos foi baseada no romance Francês escrito por Pierre BoulleLa planète des singes (O Planeta dos Macacos), publicado em 1963, que tinha como ideia principal fazer uma critica social por meio da distopia. Bem, espero que tenha gostado do texto rápido sobre essa franquia enorme e que assim como eu tenha ficado tão empolgado após ter assistido o Planeta dos Macacos: A Origem, que agora está super louco para ver Planeta dos Macacos: O Confronto.