Modo Meu

16/02/2017 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Dyego Cruz

Sabe aquelas séries que você quase não vê ninguém falar, mas que quando assiste rola aquela química, pois é, no vídeo de hoje falamos sobre algumas dessas maravilhas não comentadas.

Comentado no vídeo:

Vídeos anteriores:

Modo Meu nas redes:

Facebook: https://www.facebook.com/ModoMeu
Twitter: https://twitter.com/ModoMeu
G+: https://plus.google.com/+Modomeu
Instagram: https://instagram.com/modomeu/

 


13/02/2017 - Categoria: Livro - Autor(a): Israel Del Duque

Se você assistiu a adaptação do livro para cinema, lançada em 1997, esqueça o que viu. Bom, pelo menos em parte.

Após o sucesso de Jurassic Park, não tardou que Steven Spielberg (e claro, os fãs do filme/livro) pressionassem o autor, Michael Crichton, a escrever uma sequência. Assim, no ano de 1995, foi lançado o livro O Mundo Perdido, adaptado para os cinemas com o nome de Jurassic Park: The Lost World.

A história se passa seis anos após os acontecimentos do primeiro livro, e começa com uma expedição para a Ilha Sorna, próxima à Ilha Nublar – onde, no primeiro livro, seria o Parque dos Dinossauros. A Ilha Sorna é basicamente a “central de produção” dos dinossauros que comporiam o Parque, no entanto foi abandonada depois da tragédia ocorrida no primeiro livro.

Em  O Mundo Perdido, o paleontólogo Richard Levine decide explorar a Ilha Sorna com o objetivo de ver de perto o comportamento dos dinossauros quando em grupo. O homem acaba forçando o Dr. Ian Malcom (sim, ele está de volta, assim como no filme!) a fazer uma expedição para a ilha, no entanto acaba indo sozinho antes do combinado. Malcolm, ao descobrir a empreitada de Levine, forma uma nova equipe – contando, inclusive, com as crianças Arby e Kelly, que acabam indo para a Ilha Sorna escondidas no trailer preparado para a expedição – para resgatá-lo, pois diversas vezes avisou dos perigos que paleontólogo correira na ilha – aparentemente a tragédia na Ilha Nublar não tinha sido perigosa o suficiente para convencê-lo do contrário.

Outra expedição – organizada pela empresa Byosin, rival da InGen (responsável pelo Parque) – também vai para a Ilha Sorna, com o objetivo de roubar ovos dos dinossauros que ainda habitam o local. No meio da história, a Dra. Sarah Harding, que havia sido convidada para a expedição de Malcolm, acaba se encontrando com o grupo da Byosin, e vai para a ilha junto com eles, mas é abandonada à própria sorte depois de um acidente no percurso. Com muito custo, consegue se salvar e logo encontra a equipe de Malcom, que não tarda a descobrir os planos da outra expedição e, entre dinossauros perigosos e famintos, tenta os impedir.

Sarah, aliás, é uma das personagens mais importantes do livro, e se faltaram as frases épicas de Ian Malcom – presentes no anterior – , aqui fomos compensados com as excelentes lições da Doutora, que mostra algumas vezes à jovem Kelly Curtis que ela pode ser quem ela quiser, independente do que pensem dela. Para os leitores de Ficção Científica – e para o gênero em si – isso pode ser até uma quebra, uma vez que as mulheres são pouco ou nada presentes neste universo, e, quando aparecem, são representadas por personagens secundárias e sem nenhuma relevância.

“- O que você quis dizer com ‘meninas não são boas em matemática’?

– Bem, é o que todo mundo diz.

– Todo mundo quem?

– Meus professores. (…) E as outras crianças me chamam de crânio. Coisas assim. Sabe como é.

– (…) Se eles dizem isso você deve ser muito boa em matemática, hein?

– Acho que sim. (…) Mas o negócio é que os meninos não gostam de meninas espertas demais.

(…) Ah é?

– Bem, é o que todo mundo diz…

– (…) Kelly, mesmo tão nova, tem algo que você pode aprender agora mesmo. Durante toda a sua vida, as pessoas vão te dizer coisas. E, na maioria do tempo, provavelmente 95% do tempo, o que elas lhe dirão estará errado” (Pg 287)

“- Por toda a sua vida, outras pessoas vão tentar tirar suas realizações de você. Não faça isso consigo mesma.” (Pg. 466)

Diferente de Jurassic Park, O Mundo Perdido tem um tom mais aventuresco. Em grande parte do livro, os dinossauros aparecem sendo observado por Levine e os outros, e vamos nos deparando com um mundo fantástico habitado por essas criaturas e como elas se adaptam e comportam naquele ambiente que parece ser bastante hostil. O real perigo – para os humanos – aparece mais para o final do livro, e não são poucos os momentos em que perdemos o folego e ficamos tensos, torcendo para que os personagens consigam escapar dos espécimes mais perigosos.

Obviamente, os apuros pelos quais passam os personagens principais são causados pelos homens da outra expedição, que provocam alterações no ambiente, e, consequentemente, atiçam o instinto das criaturas mais perigosas presentes na ilha. Novamente a ambição do homem causa estragos – e felizmente (spoiler) eles não se dão bem.

Em linhas gerais, o filme adapta a história base do livro, mas segue por caminhos diferentes. No livro os homens da Byosin sequer chegam a sair da ilha, enquanto que no filme não só eles escapam como levam consigo uma das criaturas para a cidade, e os estragos a gente já imagina. Algumas alterações em relação aos personagens e elenco também são feitas (o garoto Arby sequer existe no filme, por exemplo), mas, como as narrativas divergem, o que é comum em adaptações literárias para o cinema, não faz muita diferença no final.

Por se tratar de uma história diferente da que estamos acostumados (a do filme, no caso), o livro vale o investimento. A edição – mais do que caprichada – da Editora Aleph foi feita tendo como base a inversão das cores utilizadas no primeiro volume, e segue a mesma diagramação deste, além de contar com um mapa da Ilha Sorna que indica os caminhos utilizados pelos personagens e a exata localização dos ninhos das espécies presentes no livro.


06/02/2017 - Categoria: Música - Autor(a): Dyego Cruz

Não muito tempo atrás, o tão amado e querido, para mim até mesmo superestimado, Spotfy, mudou aqueles termos e condições de uso que ninguém nunca lê. Adicionando algumas cláusulas que deixou a internet agitada e alguns usuários assustados, pois envolvia alguma coisa relacionada a abstenção de sigilo bancário e compartilhamento desses dados com sei lá quem.

Andei lendo sobre o assunto e aparentemente não é por aí, MAS, como o meu negócio não é sair falando sobre esse negócio de polêmicas e respostas de empresas, hoje eu vim aqui mesmo apenas para indicar algumas opções para você que não gosta do Spotfy, simplesmente quer mudar ou está em dúvida de qual serviço de streaming de música assinar.

Deezer e GooglePlay Music

Como os dois serviços são extremamente parecidos, não vale a pena ficar se repetindo, por tanto vou aqui mesclar um pouco do que cada um oferece.

Tanto o Deezer, quanto o GoogePlay Music ofertam planos individuais e de família, com preços iguais ao do Spotfy, o que já gera uma grande concorrência. Sendo assim, os dois também permitem ao usuário criar playlists, compartilhar, tem aplicativo tanto para iOS, quanto para Android e tem um acervo de músicas bem grande. Algo que não me fez falta pois já usei os três serviços e até agora sempre tinha tudo o que eu procurava ouvir.

Outro ponto em comum dos dois é que ambos tem versão para web, algo que o Spotfy não tem, pois com ele você só pode utilizar o serviço no computador se instalar o aplicativo para o sistema operacional que estiver usando. E isso conta muito, pois existem locais de trabalho que você até consegue ouvir um streaming de música mesmo com aqueles bloqueios chatos de internet, mas as vezes mesmo com tudo liberado, você pode não ter a permissão de instalar aplicativos, então é por isso que essa versão web é tão importante para mim e para muitas outras pessoas.

Diferenças

O Deezer te permite ouvir músicas gratuitamente com a inserção de propagandas durante o intervalos das músicas e no aplicativo para smartphone, além da publicidade, ele só permite a reprodução de playlists no modo aleatório. Sempre informando que para ouvir suas músicas livremente, basta atualizar para o premium.

O GooglePlay Music não é lá tão conhecido, pois muitas pessoas que eu comentei diziam não conhecer esse serviço. Coisa que eu mesmo não sabia existir e descobri ao abrir o aplicativo sem querer e ver o mesmo oferencendo 30 dias grátis. E essa é uma desvantagem com relação aos concorrentes, pois você tem que deixar o cartão de crédito cadastrado e após o tempo dado, já começa a ser cobrado, tipo o Netflix.

Mas a vantagem é que por ser do Google, ele já vem por padrão instalado no seu Android, e para a felicidade dos applemaníacos, também possui a versão para iOS.

Atualmente eu cancelei meu Spotfy não por causa dessa polêmica toda, mas porque queria experimentar o GooglePlay Music e até o momento estou curtindo, afinal é um app a menos e posso usar ele na web.

P.S. 1: Antigamente existia um outro serviço de streaming chamado Rdio, mas infelizmente o mesmo fechou ou somente não funciona aqui no Brasil.

P.S. 2: Tem também um outro serviço de streaming da apple, mas como não testei ele, preferi não comentar e apenas deixar aqui avisando que ele existe.


02/02/2017 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Dyego Cruz

Sabe aquele monte de nomes que você escuta um designer falar e fica só imaginando do que raios ele está falando? Pois é, hoje a Mary veio aqui explicar pra você o que é cada um deles e não passar vergonha quando te perguntarem o que vai ter no briefing ou quando vai ser o brainstorm.

Comentado no vídeo:

Vídeos anteriores:

Modo Meu nas redes:

Facebook: https://www.facebook.com/ModoMeu
Twitter: https://twitter.com/ModoMeu
G+: https://plus.google.com/+Modomeu
Instagram: https://instagram.com/modomeu/


31/01/2017 - Categoria: 513 Podcast - Autor(a): Mariana Fernandes

513 podcast chegando todo todo nesse 2017 e já que é Janeiro, época de premiação no campo cinematográfico, para chegar chegando: Mary Fernandes e Dyego Cruz com o convidado Pedro Coelho do blog e canal de Youtube Console Cor de Rosa, falaram sobre as polêmicas do cinema que ocorrem desde sempre e provavelmente não vão parar por aqui.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fim: Pedro de Farias
  • Edição: Dyego Cruz

Comentados no podcast

Assine o FEED do podcast

Para adicionar o 513 no seu agregador preferido, basta usar esse link do feed, caso queria assinar diretamente do iTunes, clique aqui.

Veja também nosso canal no youtube

Canal Modo Meu

Siga a gente no twitter!

Redes Sociais

E-mails e comentários

  • Envie sugestões, comentários, críticas e o que mais você quiser falar sobre o podcast e da gente para 513@modomeu.com.