Modo Meu

Posts da autoria de: Mariana Fernandes

17/07/2017 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Mariana Fernandes

Para você que está mega curios@ sobre o que é esse tal de The Big Plan e como é o seu interior. O vídeo de hoje é justamente para mostrar os seus detalhes e quem sabe assim você se interesse ainda mais e ajuda esse projeto a sair do papel.

Link Catarse: https://www.catarse.me/bigplan

E como faço para contribuir?

  • Escolher uma recompensa que mais goste e caiba no seu bolso, à direita da página.
  • Fazer o login com seu e-mail ou Facebook.
  • Preencher seus dados com muita atenção, pois estes serão realizados para que possamos enviar a recompensa.
  • Selecionar a forma de pagamento (cartão de crédito ou boleto bancário, o que for melhor para você), e confirmar o apoio.
  • Compartilhar a campanha com todas as pessoas que você conhece. Este passo não é obrigatório, mas a gente ia gostar.

Recompensas

  • Nome nos agradecimentos
  • Stickers em PDF
  • Cartaz Lambe Lambe
  • Camisa
  • Caderno (A6)
  • Bolsa Sacola
  • Kit lápis e caneta
  • Planner

Metas Estendidas

  • 28k – projeto finalizado
  • 35k – melhorias nas recompensas e mais produtos
  • 40k – ??????? vamos pensar!

Prazos

  • Julho – campanha
  • Agosto – fim da campanha
  • Setembro – recebimento e produção
  • Outubro – produção
  • Novembro – envios

Comentados no vídeo:

Caso queira conhecer mais do projeto:


06/07/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Existe coisa melhor do que a estética dos anos 80? Não sei você, mas eu e provavelmente mais um monte de gente ama esse estilo cheio de neons, cabelos bufantes, calças com cinturas altíssimas, maiôs cavadíssimos e uma personalidade de dar inveja. Se não, por que esse tanto de série nessa vibe?! Stanger Things, Girl Boss, entre outras séries, todas tem essa pegada, até tem muita coisa voltando a moda. Então já deu para perceber que a nova série da Netflix, GLOW, chegou em uma época certa!

Lançada dia 23 de junho de 2017, a série GLOW conta a história real do programa de luta livre feminina, que teve duração de 1986 a 1992 e voltou em 2001 para apresentações ao vivo em Las Vegas. O “Gorgeous Ladies of Wrestling“, de abreviação GLOW, era basicamente um espetáculo de lutas coreografadas, com personagens bem estereotipadas e histórias mirabolantes que incrementavam a atração, deixando a luta mais divertida e chamativa.

O seriado traz como protagonista Ruth Wilder, interpretada por Alison Brie, uma atriz sem sucesso que se mostra insatisfeita com os papeis femininos no mercado de entretenimento. Tanto que em sua primeira cena, Ruth finge que se engana ao ler a fala do personagem masculino e agradece a produção por ter um roteiro com uma boa personagem feminina. Mas acaba não passando por não fazer parte do esteriótipo de mulher, loira e peituda que a indústria procura.

Com dificuldades financeiras, a protagonista é convidada para um teste que precisa de mulheres diferentes, e como a produtora deixa claro “não é pornô”. O teste é justamente para esse programa inovador de mulheres lutando, e sem muitas opções ela acaba ficando e até insistindo para continuar.

No começo a construção do programa parece ser bem machista, de caras que querem ver mulheres de maiô cavado, mas no backstage é visível a determinação de cada uma das lutadoras, tanto em aprender as coreografias até produzir o que for necessário e passar por cima das decisões do diretor Sam Sylvia, interpretado por Marc Maron, que parece ser um escroto no começo, mas acaba sendo um personagem bem amorzinho.

A série aborda temas como o papel da mulher nesse período, como elas eram representadas pela indústria do entretenimento, a rotina de mulheres que optam por trabalhar enquanto são mãee, aborto, machismo, entre outros temas que mostram como era a realidade feminina nessa época.

Rápida e fácil de assistir, Glow é aquele tipo de série da Netflix feita para assistir em um dia, ou deixar para ver depois de um dia exaustivos de trabalho, pois ela não foi feita para dar um nó na sua cabeça. Como sempre, se estou indicando é porque gostei da história, mas confesso que fiquei tão hipnotizada com o visual maravilhoso que pode ser que eu tenha me enganado, então me diz aí você o que achou. :D


06/06/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Primeiro 6 on 6 do ano postado no dia! AEWWWWW Mereço uma batidinha nas costas, não?! Para este mês, o grupo do projeto decidiu que o tema da vez seria livre, ou seja, cada uma das meninas iria escolher um tema especifico para falar e ser feliz.

Para quem me segue nas redes sociais (se não, aproveita e segue agora), sabe que eu estou em uma fase de grandes mudanças, devido a decisão de me dedicar mais aos meus projetos, como a minha empresa que antes era Bejamin Studio e agora mudou para um novo conceito, que é a Modocromático, onde além de serviços, projetamos produtos como o planner “The Big Plan”, que lançaremos este mês (se tudo der certo) para financiamento coletivo e por aí vai. PS: Se quiser saber mais sobre isso segue nas redes – Facebook e Instagram.

Por conta dessas mudanças e períodos extensos de trabalho, vou falar de algo que tem tudo haver com o blog, o 6 on 6 e as minhas últimas atividades para meu novo produto, o planner, que é a produção fotográfica. Trabalho esse que venho praticando com frequência a alguns anos em vários lugares.

É fácil olhar uma fotinha no Instagram, achar bonita e pensar: “Poxa, quero isso para mim”. Mas como vários posts que mostram a realidade de uma foto de rede social, a produção fotográfica também tem um lado sombrio, feioso e cheio de esforços, como a mesa que arrastei de um lado da sala para ou outro, porque com certeza perto da janela ficaria melhor, ou as vezes que subi na mesa ou saí com as poses mais bizarras, só para pegar ângulo legal.

Além das peripécias, a produção exige muita pesquisa para que a gente saiba o que tem a ver com o produto, o que os outros já estão fazendo e que estilo queremos seguir. No caso do “Big Plan”, por ter uma pegada mais nerd, catei tudo o que eu tinha dentro de casa que pudesse trazer uma composição legal, desde livros do Star Wars, os Funkos Pop e pelúcias do Yoshi. Testa para cá, fotografa pra lá e na tentativa e erro, a gente vai melhorando.

Outra coisa super importante é a iluminação! Se você já notou, eu tento de tudo para não postar fotos a noite lá no Instagram, pois além da luz do Sol ser a melhor iluminação, nem todo mundo tem a disposição de um estúdio. Esse dia tive sorte, pois o céu estava nublado, mas o Sol ainda conseguia sair entre as nuven, trazendo uma sombra da janela, que ajudou na composição.

Depois de todo o trabalho de fotos tiradas, ainda passamos pelo longo processo de seleção e edição, até que saia do jeitinho que você encontrou lá nas redes sociais ou aqui no blog. Então agora que você ~descobriu~ todo esse processo, estou perdoada por atrasar de vez em sempre? hehehehe

Mas se mesmo assim você curtiu as fotos da produção e achou uma coisinha mágica, pense que tinha alguém alí pensando qual seria a melhor forma de me fotografar, que tudo passou por uma super seleção de caretas minhas e fotos “feias”, além de uma correção básica de cor. Contudo, se isso não te faz dar um passo para traz, corre pro abraço que produção é a sua vibe. E está aí o resultado do dia de produção fotográfica do planner.

Aproveita e dá uma olhada no das meninas:

 Eu AmoConsole cor-de-rosa |  It’s Me, Mari  | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


16/05/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Me diz aí, o que você faz no fim de semana? O 6 on 6 do mês de maio é sobre os tão esperados dois dias da semana, o fim de semana que salva a vida dos estressados, que traz esperanças aos empreendedores com trabalho, que salva os freelas atrasados e que ajuda muito a galera que cria conteúdo para a internet nas “horas vagas”.

Sábadão é dia de kung-fu! Aí você pensa: “O dia que você tem para acordar tarde, você madruga para treinar?” Pois é, acontece. Quem quer ser pelo menos 1/3 do que do Jackie Chan, tem que acordar cedo. Brincadeiras a parte, o Wushu me ajuda a “esquecer” o estresse da semana e voltar pra casa mais tranquila para trabalhar nos nos meus projetos. Mas isso não quer dizer que essa volta para casa não seja toda dolorida e com algum lugar roxo.

Como eu vivo comentando nas redes sociais (falando nisso, segue lá: @modomeu), estou na reta final da pós, por isso o meu tempo vago está todo voltado para a criação do produto (planner) que planejo tocar para frente depois da apresentação da banca.

Mas não é porque estou fazendo mil coisas que vou deixar minhas séries atrasadas, não é mesmo, Netflix? Então, assisto tudo enquanto trabalho, seja pelo iPad ou arrastando a tv para o escritório. Então para quem me pergunta como eu consigo chegar na segunda com resenha da série lançada na sexta toda assistida. Está aí o meu segredo! hehehehe Foi assim que saíram as últimas resenhas: Girl Boss, Sence8, Marter of None e todas as outras.

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo ! :D

Romantize-se | Console cor-de-rosa | It’s Me, Mari | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


15/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Se os feriados de abril nos deixaram mal acostumados, o que dizer da Netflix que está lançando séries originais maravilhosas pela terceira semana seguida? Assistimos e curtimos Girl Boss, piramos na segunda temporada de Sense8, e agora voltamos para o comodismo da vida jovem adulta com Marter of None.

Não sei se você lembra ou viu, mas já falamos de Marter of None aqui, em um post que fazia uma comprarção com a série Love. Nele comento que me identifiquei muito mais com a história de Dev, um ator descendente de indiano, que tenta conseguir um bom papel na indústria do entretenimento, mas acaba sempre caindo no esteriótipo do cara indiano com o sotaque ruim.

E por que me identifiquei com isso? Dev se encaixa na vida do jovem adulto de classe média padrão, indo a bares, tentando encontrar uma namorada, reclamando da família, mas sentindo falta dela quando as coisas apertam, sofrendo a rotina do namoro e enfrentando preconceitos por ser e ter amigos que fazem parte de minorias, entre outras situações que fazem a série ser simples e de fácil identificação.

Mas vamos falar da segunda temporada, que como um todo tem a mesma linha de simplicidade e empatia da primeira, porém, contúdo, entretanto bem mais ousada e experimental. Não posso falar o porquê, pois para alguns, spoiler é uma coisa séria, então vamos respeitar, mas aparentemente Aziz Ansari, o ator principal e também roteirista, teve passe livre para experimentar novas técnicas em alguns dos episódios.

Logo no primeiro, tomamos aquele susto a ponto de verificarmos se estava na série correta, mas pasciência pequeno gafanhoto, tudo volta ao normal no segundo episódio e as experimentações vem com mais levesa nos demais. Nessa temporada também contamos com a abordadem de temas como o homosexualismo, religião, respeito, assédio, relacionameto e a incrível falta de sorte de Dev, qual eu já estou apelidando de Murphy, por conta da Lei de Murphy.

Por fim, o que senti dessa segunda temporada foi logo de cara “Esse cara tá maluco?!”, depois passou para um “Ae, finalmente as coisas estão melhorando”, logo depois um belo “Não, pera! Tadim do Dev.” e para finalizar o clássico “Já acabou? Sério? Agora tenho que espera mais um ano?!”. Então acredito que deu para perceber que, sim, gostei da temporada, mas achei meio maluca com os tais experimentos que comentei, porém nada que tenha tirado a minha vontade de um terceira temporada.