Modo Meu

Posts da autoria de: Mariana Fernandes

02/03/2017 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Mariana Fernandes

Abstratct é uma série documental sobre design lançada pela Netflix no dia 10 de fevereiro de 2017. O seriado conta com 8 episódios, sendo cada um deles sobre um profissional diferente do meio de design. Qual assistimos, anotamos e avaliamos cada um para contar o que achamos.

Saiba mais sobre os profissionais que comentamos no vídeo:

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26/02/2017 - Categoria: Modo Meu - Autor(a): Mariana Fernandes

Lá vem a diferentona vindo fazer 6 on 6 em pleno dia 26, e como não era de se esperar com aqueles carnavais sem sair do sofá.

Pois é minha gente, o meu carnaval é uma daqueles que a gente espera, espera, espera para chegar e aproveitar os momentos de acordar um pouco mais tarde, passar o dia deitado se quiser, maratonar aquelas séries que estavam deixadas de lado e colocar a casa nos eixos, já que não dá tempo pra fazer isso na semana.

Vamos começar pela parte chata dos grandes feriadões: faxina e super mercado. Todo grande feriado precisa da fase de estocar comida e porque não mostrar a minha realidade, não é mesmo?! Depois de passar um dia fazendo faxina, o segundo dia de Carnaval foi a vez do supermercado. Eu sei, eu sei, é chato, mas vale a pena passar os outros dias sem se preocupar com o que pode faltar.

Quando acaba a parte chata, cheias de obrigações é que chegam as partes boas. Descansar, maratonar filmes e séries no Netflix. Que por sinal vou deixar o link de alguns vídeos com dicas de de filmes e séries para você que está aí sem saber o que ver.

Filmes do John Hughes

– Séries pouco faladas

– Filmes da vida

Mas para quem está cansado de tanta maratona, ainda tem jogos e o Oscar (espero que o esqueleto de desenho tenha representado bem) chegando para deixar os dias menos tediosos com os desfiles e notas das escolas de samba.

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo e ganhar mais dicas de brinde! :D

Romantize-se | Console cor-de-rosa | It’s Me, Mari | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


31/01/2017 - Categoria: 513 Podcast - Autor(a): Mariana Fernandes

513 podcast chegando todo todo nesse 2017 e já que é Janeiro, época de premiação no campo cinematográfico, para chegar chegando: Mary Fernandes e Dyego Cruz com o convidado Pedro Coelho do blog e canal de Youtube Console Cor de Rosa, falaram sobre as polêmicas do cinema que ocorrem desde sempre e provavelmente não vão parar por aqui.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fim: Pedro de Farias
  • Edição: Dyego Cruz

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19/01/2017 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Mariana Fernandes

Dar uma renovada na casa revigora o dia a dia. Até parece que a gente fica mais produtivo, cria um gosto maior pelas coisas. Já fazem 6 meses que eu me mudei e ainda não fiz nada para dar vida ao meu ap, mas para mudar essas situação decidimos fazer mais uma parede geométrica, dessa vez com duas cores, pra deixar nosso escritório cheio de animação.

Comentado no vídeo:

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18/01/2017 - Categoria: Livro - Autor(a): Mariana Fernandes

Sabe aquela famosa frase que toda pessoa mais velha fala sobre o objetivo universal do ser humano?! Aquela que diz assim: “Escreva um livro, plante uma árvore e tenha um filho.”, não nessa ordem especificamente. Será mesmo que depois dessa nova classificação “Livro de Youtubers”, escrever/publicar um livro é algo tão incrível assim?

Lembro que antigamente ter um livro publicado era coisa de outro mundo. Vivências assim só poderiam ser equiparadas a aparecer em um filme, participar de alguma coisa na tv ou ter um cd lançado, mas nada tinha um status mais intelectual do que um livro publicado.

Na minha família tem uma daquelas pessoas que sempre estão níveis acima de qualquer outra, o meu tio bisavô. E sim, ele ainda está vivo! Pois bem, ele foi o filho dos estudos, aquele filho qual os pais escolheram para focar nos estudos e assim ele fez: dois bacharelados, um mestrado e se tornou professor das duas universidades públicas da cidade, sendo que uma delas está entre as maiores universidades do Brasil. Mais o que eu quero dizer com isso? Depois de anos de mundo acadêmico, lecionando e ganhando respeito na sua área, ele enfim realizou o seu “último objetivo”, publicar um livro. Honra maior do que essa só se ele fôsse convidado a ser um imortal (Academia de Letras).

Uma história – como diz o meu avô – bem dificultosa, hein?

Em épocas de crises editoriais é estranho ver 4 ou 5 livros com a classificação “Youtubers” sendo lançados por mês com uma velocidade astronômicas que só quem trabalha na área consegue perceber. Será que esse conteúdo está sendo realmente bem trabalhado? Bem editado? Passou por um tempo de amadurecimento por parte do autor? Sem querer ser ácida, mas já sendo. Tem deles que nem amadurecimento da vida passou.

O livro de Youtuber aparentemente se tornou uma artifício editorial para vendas certas. Como assim? Se o youtuber X tem 100 mil inscritos, vamos dizer que 20% desse público esteja disposto a adquirir um produto atrelado a imagem daquela pessoa, não importa o que. Isso que dizer que por baixo a editora já tem 20 mil vendas “garantidas”, o que são números bem válidos. Imagine que 100 mil não é nada, quando se trata de personalidades que possuem na casa de milhões.

Esse artifício veio lá de traz, no começo da fama de blogs, quem tinha bons textos e que se destacava na internet, depois de muito trabalho recebia um convite ou conseguia um tempinho com editoras para tentar publicar um livro. Logo de cabeça lembro de Clara Averbuck, que conseguiu lançar vários livros com ótimas críticas, e Cristiana Guerra, que lançou como primeiro livro uma das obras mais emociantes que li, o Para Francisco.

É bem lógico pensar que blogueiros escreveriam bons livros, afinal eles possuem um experiência boa com textos. Pelo menos, como base no que ele escreve já dá pra imaginar o que será publicado não é mesmo?! Mas e um youtuber? Como vamos saber?

Sou meio fanática por coisas que saem da internet, tanto que a minha monografia – que Deus a tenha – foi sobre esses criadores de conteúdo. Acabo comprando livro, revista, camisa, caneca e por aí vai, de quem eu realmente curto. Tenho incontáveis revistas com a cara de webcelebridades, tenho o livro, já comprei aqueles batons dos famoso e utilizo do serviço de outros. Mas tudo que eu tenho é bom? Definitivamente, não!

Certa vez uma youtuber que eu me identificava muuuuuito, hoje nem tanto, anunciou que ia escrever um livro e ia ser de pequenos textos, ou seja crônicas. Poxa, logo fulana que tem profissão ligada a escrita, que de vez enquanto solta uns papos cabeças que eu curto, não tem como não ser bom. Então esperei um ano por isso. O livro lançou! Fui lá, comprei e comecei a ler antes que o famoso “tour de autógrafos chegasse”. Pois bem, na minha humilde opinião, o livro que era chamado de inovador pela própria, foi uma verdadeira enrolação. Não vou dizer porque, pois não quero ser linchada por pessoas que não aceitam opiniões diferentes das delas, mas então será que aquilo deveria ser publicado, ou será que não deveria ter uma publicidade focada em uma classificação no estilo infanto-juvenil/auto-ajuda ou coisa do tipo?

Estou falando que todo livro de youtuber é ruim? Claro que não! Do mesmo jeito que fui “enganada” por esse que contei, me surpreendi com outros. Também não posso criticar o gênero por completo, no final das contas esse novo estilo pode ser a primeira leitura de muitos jovens, como foi Paulo Coelho para mim (sim, eu lia e não vejo nenhum mal nisso). Só questiono se alguns livros mereciam estar no mercado, como o de crianças que jogam Minecraft e possuem muitos seguidores, biografias de pessoas que não chegaram nem perto dos 30 anos e nunca passaram por algo realmente válido para estar em impresso ou conteúdos com o nome de uma pessoa, mas criada por outra. Me parece um conteúdo tão vazio e tão existente por conta do dinheiro que aquilo pode acabar desmerecendo aqueles procuram fazer um bom trabalho.

Mas vem cá, quer muito bem dizer que se houvesse um convite, você não publicaria um livro?! Talvez sim, talvez não. Um livro publicado é o sonho de muita gente, mas cantar também é e isso não significa que  o resultado vai ser bom.