Modo Meu

Categoria: Cinema e TV

28/09/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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De vez em quando, entre as séries que estou assistindo cada vez mais, me encontro procurando um filme no Netflix para desopilar e relaxar, e a bola da vez é sobre um assunto que para muitos é absolutamente normal, mas para outros é algo que não se pode nem mesmo falar. Que é sobre o sexo.

Não é de hoje que nossa sociedade tem um grande problema com a educação sexual e os pais (pelo menos a maioria) evitam conversar sobre o assunto. E com filmes, séries e principalmente a internet jogando na sua cara a todo instante a sexualidade. Fica cada vez mais fácil do vício acontecer.

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Sim, você acreditando ou não, achando isso uma besteira ou não, o vício em sexo existe sim e é abrangente de várias maneiras, desde o fato de a pessoa não conseguir se conter e ficar dando em cima de várias pessoas penas para consumar o ato, até o momento de que a pessoa fica na internet assistindo pornografia e se masturbando ao ponto que chega a atrapalhar a sua vida. Atente para o fato de eu estar usando o termo “pessoa”, pois esse problema pode acontecer com qualquer gênero sexual.

E finalmente chegando ao filme, Terapia do Sexo (Thanks for Sharing em inglês) é um filme de 2013 que conta a história de três homens, Adam (Mark Ruffalo), Mike (Tim Robbins) e Neil (Josh Gad). Todos são viciados em sexo em níveis diferentes, pois Mike é visto como o conselheiro, Adam está em recuperação e “sóbrio” a 5 anos (sim, esse tempo todo sem sexo/masturbação) e Neil, o cara que está começando o tratamento por estar tendo problemas na vida por causa do vício.

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A trama não tem uma alta produção e muito menos um roteiro de cair o queixo, mas demonstra perfeitamente os dilemas de quem não consegue ficar sem se masturbar durante um curto espaço de tempo e praticamente vive para o sexo. Como por exemplo o caso de Adam, que encontra uma mulher, Phoebe (Gwyneth Paltrow) com quem quer se relacionar, mas de certa forma não sabe como lidar com o problema dele. Afinal o sexo não é como álcool que dá para simplesmente “se livrar”, pois em uma relação, geralmente uma das partes quer (as vezes mais que o outro) e a outra não.

Ficou também bem legal a forma de como é que Adam pode utilizar um computador e de como ele evita certos locais e certas pessoas, e como Neil perde o emprego por causa do seu vício e como está sendo sua recuperação, chegando até a ajudar o seu padrinho (Adam) em alguns momentos. A participação da Pink (sim, a cantora) como Dede, foi algo que surpreendeu, pois ela atua super bem e só mostra surpresas na trama.

Então aproveita enquanto o filme ainda está no catálogo no Netflix e corre lá para ver, pois mesmo com seus defeitos, o filme consegue abordar de maneira séria e bem humorada ao mesmo tempo, para não deixar o clima muito chato e fazer com que você perca o interesse, e consegue passar a mensagem a que se propõe.


19/09/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

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Depois de mais uma cobertura ao Emmy – que se você não conhece, nos dedicamos a cobrir e divulgar em tempo real os ganhadores de cada classificação de grandes premiações como o Emmy, Oscar e Globo de Ouro -, paramos para conferir os nossos erros e acertos no “Modo Meu Premiações”, a nossa ferramenta de “aposta” dos indicados.

Confesso que não fui muito pela técnica ou probabilidade nas minhas escolhas, deve ser por isso que eu acertei 8 de 21 opções que votei. Mas fui muito por gosto, pela eliminação de ganhadores dos anos anteriores e pelas séries que assisti, que infelizmente não foram todas. As grandes surpresas da noite foram o prêmio de melhor atriz de série dramática para Tatiana Maslany, de Orphan Black, a valorização de uma série atual como Mr. Robot e a discussão sobre as minorias como em Masters of None.

Fique com os ganhadores do Emmy 2016:

Melhor série dramática

The Americans
Better Call Saul
Downton Abbey
Game of Thrones (aposta do Dyego)
Homeland
House of Cards
Mr. Robot (aposta da Mary)

Melhor série cômica

Black-ish
Master of None (aposta da Mary)
Modern Family
Silicon Valley
Transparent
Unbreakable Kimmy Schmidt
Veep (aposta do Dyego)

Melhor atriz em série dramática

Claire Danes – Homeland
Viola Davis – How To Get Away With Murder (aposta do Dyego)
Taraji P. Henson – Empire
Tatiana Maslany – Orphan Black (aposta da Mary)
Keri Russell – The Americans
Robin Wright – House of Cards

Melhor ator em série dramática

Kyle Chandler – Bloodline
Rami Malek – Mr. Robot (aposta da Mary e do Dyego)
Bob Odenkirk – Better Call Saul
Matthew Rhys – The Americans
Liev Schreiber – Ray Donovan
Kevin Spacey – House of Cards

Melhor ator coadjuvante em série dramática

Jonathan Banks – Better Call Saul
Ben Mendelsohn – Bloodline
Peter Dinklage -Game of Thrones
Kit Harington – Game of Thrones (aposta da Mary e do Dyego)
Michael Kelly – House of Cards
Jon Voight – Ray Donovan

Melhor direção em série dramática

Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey
Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones (aposta do Dyego)
Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones (aposta da Mary)
Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland
Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick
David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Maura Tierney – The Affair
Maggie Smith – Downton Abbey (aposta da Mary)
Lena Headey – Game of Thrones (aposta do Dyego)
Emilia Clarke – Game of Thrones
Maisie Williams – Game of Thrones
Constance Zimmer – UnREAL

Melhor roteiro em série dramática

Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans
Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey
David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones (aposta do Dyego)
Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife
Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot (aposta da Mary)
Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL

Melhor atriz convidada em série dramática

Margo Martindale – The Americans
Carrie Preston – The Good Wife
Laurie Metcalf – Horace And Pete
Ellen Burstyn – House of Cards
Molly Parker – House of Cards
Allison Janney – Masters of Sex

Melhor ator convidado em série dramática

Max von Sydow – Game of Thrones
Michael J. Fox – The Good Wife
Reg E. Cathey – House of Cards
Mahershala Ali – House of Cards
Paul Sparks – House of Cards
Hank Azaria – Ray Donovan

Melhor programa de esquete e variedades

Documentary Now!
Drunk History
Inside Amy Schumer
Key & Peele
Portlandia
Saturday Night Live

Melhor talk show e variedades

Comedians In Cars Getting Coffee
Jimmy Kimmel Live
Last Week Tonight With John Oliver
The Late Late Show With James Corden (aposta da Mary)
Real Time With Bill Maher
The Tonight Show Starring Jimmy Fallon

Melhor minissérie

Fargo
The Night Manager
The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (aposta da Mary)
Roots
American Crime

Melhor filme feito para TV

All The Way
Confirmation
Luther
Sherlock: The Abominable Bride (aposta da Mary)
A Very Murray Christmas

Melhor ator em minissérie ou filme feito para TV

Bryan Cranston – All The Way
Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride
Idris Elba – Luther
Cuba Gooding Jr. – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (aposta da Mary)
Tom Hiddleston – The Night Manager
Courtney B. Vance – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV

Sarah Paulson – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story (aposta da Mary)
Kerry Washington – Confirmation
Kirsten Dunst – Fargo
Felicity Huffman – American Crime
Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill
Lili Taylor – American Crime

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

Jesse Plemons – Fargo
Bokeem Woodbine – Fargo
Hugh Laurie – The Night Manager (aposta da Mary)
Sterling K. Brown – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
David Schwimmer – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
John Travolta – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor direção em minissérie ou filme feito para a TV

Jay Roach por All The Way
Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo
Susanne Bier por The Night Manager
Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
John Singleton por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

Melissa Leo – All The Way
Regina King – American Crime
Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel
Kathy Bates – American Horror Story: Hotel
Jean Smart – Fargo
Olivia Colman – The Night Manager

Melhor roteiro em minissérie ou filme feito para a TV

Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo
Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo
David Farr por The Night Manager
Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Joe Robert Cole por “The Race Card” – The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor reality show ou programa de competição

The Amazing Race
American Ninja Warrior
Dancing With The Stars
Project Runway
Top Chef
The Voice (aposta da Mary)

Melhor ator em série cômica

Anthony Anderson – Black-ish
Aziz Ansari – Master of None (aposta da Mary e do Dyego)
Will Forte – The Last Man on Earth
William H. Macy – Shameless
Thomas Middleditch – Silicon Valley
Jeffrey Tambor – Transparent

Melhor atriz em série cômica

Julia Louis-Dreyfus – Veep (aposta do Dyego)
Amy Schumer – Inside Amy Schumer
Lily Tomlin – Grace And Frankie (aposta da Mary)
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
Tracee Ellis Ross – black-ish
Laurie Metcalf – Getting On

Melhor direção série cômica

Aziz Ansari por “Parents” – Master of None (aposta da Mary)
Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley
Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley
Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent
Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep
Chris Addison por “Morning After” – Veep
Dale Stern por “Mother” – Veep

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

Niecy Nash – Getting On
Allison Janney – Mom (aposta do Dyego)
Kate McKinnon – Saturday Night Live
Judith Light – Transparent
Gaby Hoffmann – Transparent
Anna Chlumsky – Veep (aposta da Mary)

Melhor roteiro em série cômica

Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe
Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None (aposta da Mary)
Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley
Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley
David Mandel por “Morning After” – Veep
Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Louie Anderson – Baskets
Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
Keegan-Michael Key – Key & Peele
Ty Burrell – Modern Family
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt (aposta da Mary)
Tony Hale – Veep
Matt Walsh – Veep


31/08/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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Já parou para pensar que no mundo em que vivemos atualmente, somos todos dominados por algum aplicativo? Seja ele o WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat e por aí vai a infinidade de coisas que nos deixam vidrados na tela do computador ou do smartphone. Agora imagina um aplicativo aonde o objetivo é realizar todos os desafios formulados pelos usuários anônimos e assim conseguir cada vez mais “views” e mais dinheiro.

Em plena era Pokemon GO, eis que surge nas telinhas do cinema Nerve – Um Jogo Sem Regras, que trás como temática principal o domínio que um jogo pode ter sobre seus usuários, tanto os que se mostram, quanto os que ficam apenas no anonimato lançando seus desafios sociopatas.

O foco da trama está em Vee (Emma Roberts), a garota que está prestes a terminar o ensino médio e tem o sonho de ir para uma faculdade que não é a que sua mãe quer, apenas um pequeno clichê para alimentar ainda mais a sua chama de resolver participar do tão aclamado jogo chamado Nerve. Nele o usuário pode escolhe ser Watcher (observador anônimo) ou Player (jogador). Por mais que o título brasileiro tenha “Um Jogo Sem Regras”, existem sim algumas algumas bem básicas, mas o filme deixa tudo bem explicado, então acho melhor não acabar com as possíveis surpresas que podem acontecer durante a sua sessão.

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Se o que Ariel SchulmanHenry Joost queriam passar para o público, era de que qualquer um está sujeito a se entregar as vontades alheias de estranhos e que na verdade estamos vivendo essa realidade só que de uma maneira um pouco mais “saudável”. Pode ter certeza que eles conseguiram fazer isso com maestria. Pois enquanto você assiste, se envolve com os problemas de Vee com sua mãe e amigos, e se envolve ainda mais com o drama de Iam (Dave Franco).

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a o uso real de computadores e aplicativos já existentes no nosso cotidiano, como o Spotfy, Google Chrome, Facebook e o mais importante, o Nerve foi para mim, um comparativo imenso com o Snapchat e com o poder que os usuários tem sobre as pessoas que querem ou já são famosas e querem apenas se manter no topo.

O filme realmente foi além das minhas expectativas e me pegou de surpresa com toda essa temática, que é praticamente o que estamos vivendo, a trilha sonora sensacional do Rob Simonsen e a ótima fotografia com “N” closes e cores de Michael Simmonds.

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Claro que existem algumas pequenas falhas, como por exemplo o fato da mãe de Vee (Juliette Lewis) ser até bem tranquila (até demais na minha opinião) com relação a alguns acontecimentos e o fato de que um cara consegue alterar um código aberto que ele nunca viu para o que ele quer em apenas alguns minutos.

Mas mesmo assim, não são essas pequenas coisinhas que conseguem estragar a beleza e os mistérios que aguardam em Nerve. Com certeza você também deveria dar uma chance a ele. Por tanto aproveite o filme e uma dica rápida, não seja um dedo-duro. ;)

P.S: Por último, mas não menos importante, temos que agradecer a Anna Larissa, do blog Console Cor de Rosa, que foi quem nos convidou para ver o filme.

ATUALIZAÇÃO!

Desde que assistimos o vídeo, a Mary estava encucada achando que tinha visto um youtuber famoso entre os figurantes. E não é que ela tinha razão! O que quase ninguém comentou é que o Nerve conta com a participação, memos que minuscula, de Casey Neistat (aqui ó), além de outros pequenos easter eggs como a aparição de James Franco, irmão do protagonista.


09/08/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

Tallulah-Movie-Modo_Meu

Depois de ter dado uma chance a The Fundamentals of Caring. E após tanto ver a divulgação do trailer enquanto assistia as antigas temporadas de Gilmore Girls, finalmente resolvemos assistir a mais uma das produções cinematográficas do Netflix, o filme Tallulah.

Primeiramente vamos começar com a sinopse oficial, para que ninguém saia por aí reclamando que estou dando spoilers e blá blá blá…

Sinopse: Tallulah (Ellen Page), uma garota pobre e extremamente independente vivendo em um furgão. Após o namorado abandoná-la, ela vai para a cidade. Ao impulsivamente “resgatar” o bebê de uma mãe negligente, ela recorre ao único adulto responsável que conhece: Margo (Allison Janney), que é levada a acreditar ser avó da criança.

Tallulah

Logo de início já somos apresentados a Tallulah e seu namorado Nico (Evan Jonigkeit) “vivendo suas vidas adoidado” dentro de um furgão. Vida qual ela defende ter escolhido pra si e por isso não pensa em mudar. Assim começa o primeiro arco para desenvolvimento da trama, um começo bem previsível, com algumas cenas inusitadas que a princípio parecem sonhos.

Após o abandono de Nico, a garota tenta ir atrás do namorado no único lugar onde ela poderia esperar encontrá-lo, na casa da mãe dele, qual ela nunca chegou a conhecer. Com um primeiro encontro bem estranho as duas personagens, Tallulah acaba saindo do prédio de Margo e chegando ao nosso arco principal da trama, quando encontra Carolyn (Tammy Blanchard), uma mãe problemática que torna a vida da garota bem mais estranha do que ela já achava que poderia ficar.

Ao passar uma tarde vendo como Carolyn tratava a filha pequena, desde beber na frente da criança, deixar a menina perambular pelo quarto, deixando a garota correr riscos, e principalmente insistir para que Luh fosse a babá da criança, por mais que ela fosse uma completa desconhecida e não possuísse nenhuma ligação com o hotel. Tais atitudes fazem com que Tallulah haja instintivamente e acabe levando a filha de Carolyn, por ter a certeza de que a mãe não teria condições de cuidar da criança.

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A trama parece um pouco confusa em vários momentos, pois ela não desenvolve muito os personagens coadjuvantes, centralizando em algumas visões de Luh e sempre colocando algumas cenas poderiam ser facilmente descartadas e deixando algumas informações de lado.

Não é uma das melhores produções do Netflix, mas no geral é um bom filme que tenta abordar a temática de pessoas que preferem viver “livres” e também de mulheres que se casam e tem filhos por puro interesse, mas que de alguma forma encontram sua redenção e acabam por dar mais valor as coisas que não dava antes. Porém o mais interessante é ver o lado da “sequestradora”, o que a personagem pensou quando fez aquilo, se ela pensou, quais as motivações, e ligação da sequestradora e da criança e como foi a investigação que envolveu o crime.


04/08/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Mariana Fernandes

Esquadão Suicida - Modo Meu

Nesta quarta, dia 03 de agosto, eu e Dyego fomos a aguardada e polêmica estréia de um dos filmes mais esperados de 2016. O majestoso Esquadrão Suicida, que começou a semana com excesso de críticas negativas/regulares nunca vistas antes na historia dos filmes de hq (mentira, lembrei do Lanterna Verde). Após filme assistido, logo eu que não sou muito fã da DC, eu recebi a missão de dizer o que achei, então vamos lá!

Primeiramente tenho que ressaltar o quanto uma crítica negativa hoje em dia afeta o filme, pois enquanto antes críticas eram apena coisa de chato que pagava de entendedor, hoje ela faz com que aqueles fãs de carteirinha cogitem não ver o filme e ainda xingar sem ao menos ter visto. Absurdo? Sim ou com certeza?

Mas vamos ao que interessa, o filme. Depois de um ano de fotos vazadas, trailers pra que te quero, entrevistas, análises e tudo mais, enfrentei dois dias de críticas pesadas e fui para sala do cinema sem nenhuma expectativa, tanto por conta das opiniões negativas, quando por eu querer analisar mais para poder apresentar o máximo de pontos aqui.

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De ante mão vou logo falando que o filme não é ruim, porém tem falhas, e qual não tem!!?? Vamos ser sinceros, um filme de super-herói é tipo essas roupinhas de – como dizem a blogueiras de moda – fast fashion (C&A, Zara, Riachuelo), bonita, legal, agrada, mas não vai durar muito. Mas como assim? Oras, o Esquadrão Suicida foi feito simplesmente para vender, distrair e entreter, não espere um Oscar dele!

Achei o filme bem divertido pra falar a verdade. Visual bacana, bons atores, personagens legais e tiradas hilárias (pelo menos no caso do dublado, já que não consigo ver 3D legendado), tem mais o que esperar?

Claro que sempre tem o lado negativo, então vamos a ele. Juguei um roteiro muito rápido, se assim posso dizer. Sabe aquela sensação de não ter conseguido respirar de tanta informação? Era personagem para apresentar, que por sinal houve um foco maior em somente dois, história para contextualizar, luta para mostrar que meu Deus é muita coisa pra colocar em um filme só. Sei que os personagens não são conhecidos ao ponto de usar a estrategia Marvel de apresentar em filmes individuais, mas não dá pra negar que ficou muita coisa para 2h 10min.

SUICIDE SQUAD

O que eu mais gostei/amei/isso me fez gostar? Bem, achei a estética de apresentação dos personagens bem divertida e condizente, e dessa vez, dessa única vez o 3D valeu a pena, das atuações em especial da Margot Robbie (Arlequina) que ficou muito no estilo da personagem dos desenhos, e a trilha sonora ma-ra-vi-lho-sa e me fez vibrar cada vez que uma música tocava!

Para concluir, acho que deu a entender que Esquadrão Suicida não é o melhor filme de quadrinhos já feito, mas que diverte, disso não tenha dúvidas.

Bom filme!