Modo Meu

Categoria: Animação

12/07/2013 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

capitão planeta modo meu

Terra, Fogo, Vento, Água, Coração!

Pela união de seus poderes, eu sou o Capitão Planeta!

Quem conheceu e teve a oportunidade de assistir TV Xuxa, TV Colosso e teve acesso ao Cartoon Network nos bons tempos, sabe o que significam as palavras do início do post.

Mas para você que não conhece, esse é a parte mais legal do texto de uma animação americana chamada Capitão Planeta, que fez sucesso nos anos 90 e que tinha como principal objetivo tentar alertar as crianças (e adultos também) para que tivessem mais cuidado com o meio ambiente, com os animais que nele vivem e lutar para evitar que a poluição continue no nosso planeta.

Para entender melhor é só assistir a abertura aí ó.

Mas passeando na internet, achei uma informação que me deixou de cabelo em pé, sim meus amigos, pelo que parece, a Sony Pictures está tentando adquirir os direitos do Capitão Planeta para produzir um filme live-action baseado na animação.

Se depender desse trailer aí embaixo não fico tão empolgado, mas se for feito algo melhor produzido pode ter certeza que assistirei com muita felicidade e ainda indicarei muito.

VAI PLANETA!

Via Jovem Nerd News


17/01/2013 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Super Best Friends Forever - O lado rosa do Universo DC Modo Meu

DC Nation é o quadro do Cartoon Network que exibe várias animações e atrações do Universo DC. Sucessos como Justiça Jovem, Lanterna Verde e Jovens Titãs são os mais queridos pelos telespectadores.

Para atrair vários tipos de público, foram inseridos à programação do quadro a exibição de curtas animados entre os intervalos. Sendo a maioria voltado para as crianças, é aí que entra Super Best Friends Forever!

É a nova série de curtas criada por Lauren Faust, a responsável pela animação de My Little PonyMeninas Super Poderosas e A Mansão Foster para Amigos Imaginários. A atração aborda o cotidiano das versões adolescentes da Wonder GirlBatgirl e Supergirl e é direcionada ao público feminino. Esperar os pais dormirem para combater o crime e levar sermões de outros Super-Heróis são apenas algumas das várias situações vividas pelas protagonistas.

Super Best Friends Forever - O lado rosa do Universo DC 2 Modo Meu

Com grandes pitadas de comédia e descontração, a fórmula cativante de Super Best Friends Forever tem tudo para ser uma série querida e adorada não só pelos fãs do Universo DC, mas também por todos os telespectadores.

Confiram alguns episódios curtinhos:


11/12/2012 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Continuando a semana Tolkieniana…

É possível entrar nos badalos e empolgação verdadeira de “Projetos Independentes” sem conhecer sua primeira adaptação fora dos livros, mas com certeza, se aventurar nisso “potencializaria” toda a experiência. Pouca gente sabe, mesmo se dizendo fã, do que aconteceu no ano de 1977. Esse foi o ano onde “Lá e de Volta Outra Vez” fez sentido fora das páginas do livro.

Tudo começou quando o estúdio Rankin/Bass (conhecido por seus especiais de feriado para televisão) se juntou com a Topcraft (Nausicaä of the Valley of the Wind) – o precursor do Studio Ghibli -, afim de criar um Musical Especial de TV baseado na obra de Tolkien, O Hobbit. Como todos nós (ou a maioria) sabemos, nosso querido professor e criador da Terra Média sempre usou das canções e muito lirismo para ilustrar as aventuras retratadas nos livros. Até então,  mesclar uma belíssima obra, exaltando as letras e repaginando seus acontecimentos era uma combinação perfeita.

Dirigido por Jules Bass (The Bushido Blade) e Arthur Rankin Jr (O Caldeirão Negro), o filme de 77 minutos apresenta as trilhas super elaboradas de Maury Laws. A história do livro é adaptada para um modelo mais artístico, o que só aumenta o prazer de quem se depara com a magnífica obra. Pode-se até dizer que essa adaptação foi um grande marco no que diz respeito a inspiração de novos escritores e cineastas. Sem falar nos exemplos de como ser bem sucedido na transformação de uma obra para outras mídias, claro, envolvendo muita dedicação, respeito e consideração.

A história é muito simples e direta. Um hobbit na Terra Média é introduzido à uma campanha e com seu grupo vai recuperar tesouros de um dragão. Nada muito complexo ou extravagante, mas que em sintonia com o grande sentimentalismo, expressões e as músicas, transportam o público para o universo de Tolkien com um pequeno versinho ou trecho de canções.

O Hobbit de 1977 é imprescindível para os fãs de J. R. R. Tolkien e altamente recomendado para quem gosta de aventuras.  Para você que já está craque em cantar Misty Mountains Cold, recomendo essa obra prima e linda versão direto da trilha sonora do filme:

Para finalizar, a cena introdutória da animação, que é capaz de nos transportar para essa linda realidade em alguns poucos minutinhos.

Me diga o que achou do post, só com sua opinião o blog pode melhorar.
Deixe um comentário ou entre em contato por e-mail;  Sério mesmo cara, manda aí! Você pode, o blog é nosso.


04/12/2012 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Sabe aquele filme, música, quadrinho ou qualquer outra coisa que você viu com olhos imaturos ou sem “aproveitar” bem o conteúdo e só muito tempo depois se depara com a verdadeira grandiosidade? Bom, foi o que aconteceu comigo quando resolvi assistir mais uma vez o subestimado Atlantis – O Reino Perdido.

Atlantis não é apenas mais uma animação da Disney Animation, é o primeiro filme de ficção científica animado da produtora. O longa foi dirigido por Gary Trousdale e Kirk Wise em 2001 e possui dubladores como Michael J. Fox e Leonard Nimoy. A empresa vinha com aquela onda de musicais e temáticas infantis quando de repente resolve quebrar alguns paradigmas e criar um filme de ação e aventura inspirado nas obras de Júlio Verne. Unindo o magnífico traço de Mike Mignola – o criador de Hellboy – e o uso constante de imagens geradas por computador, Atlantis firmou seu lugar no cinema e hoje é considerado um cult.

O filme se passa em 1914 e mostra a rotina do cartógrafo e Doutor em linguística Milo Thatch, que é marginalizado por seus companheiros e investidores do Instituto Museológico em que trabalha por acreditar e defender com unhas e dentes que o reino perdido de Atlântida não é apenas um mito. Suas pesquisas indicam que um Diário escondido na Islândia tem a chave para chegar na ilha submersa. Após uma série de reviravoltas, Milo consegue o apoio de um grande amigo de seu avô – que caiu em desgraça por buscar a cidade perdida – e então uma expedição formada por especialistas altamente qualificados e com muita tecnologia vai em missão para desvendar os mistérios do Diário e encontrar a civilização antiga.

Basicamente, essa é uma sinopse razoável, até porque qualquer detalhe a mais pode acabar com o clímax do filme. James Newton Howard compôs a trilha sonora do longa, que é parte principal de todas as cenas, o que cria uma espécie de tensão e sintonia com as imagens. O filme ainda chegou em muitas plataformas como vários jogos de videogame e tabuleiro, sem falar nos bonecos e produtos, que eram magníficos. Em 2005, criou-se uma sequência (caça-níquel) muito ruim e lançada diretamente para vídeo, o Atlantis – O Retorno de Milo.

 

Para quem tem vontade de se aventurar por esse segmento da Disney, cultivar um sentimento nostálgico ou simplesmente assim como eu se surpreender com a verdadeira grandiosidade de uma obra subestimada, assista o filme de coração ‘aberto’.

Confira o trailer com alguns momentos do cult:

Me diga o que achou do post, só com sua opinião o blog pode melhorar.
Deixe um comentário ou entre em contato por e-mail;  Sério mesmo cara, manda aí! Você pode, o blog é nosso.


13/11/2012 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Dessa vez vamos fazer uma viagem por um universo que está fora da comum nostalgia retratada por mim aqui no Modo Meu. Mas independente disso, o real sentimento que o assunto tenta passar é a própria nostalgia! Confuso, não? Pois é, então está dando certo.

Hora de Aventura é uma animação criada por Pendleton Ward (As Trapalhadas de Flapjack) em 2008. Exibida até hoje pelo Cartoon Network e fruto de um spin-off dos curtas metragens da Random! Cartoons na Nickelodeon, a série nos apresenta um universo ‘non sense‘ onde um mundo fantasioso é habitado por estranhos seres e acontecimentos impensáveis. Temos Jake o ‘cão’ e Finn o ‘garoto humano’ como protagonistas. Os dois passam seus dias procurando por aventuras dentro do continente fictício conhecido por “Terra do Ooo“, e a partir disso salvam princesas, combatem vilões, ajudam os necessitados e fazem jus ao lema “Que horas são? HORA DE AVENTURA!“. 
MAS PORQUE HORA DE AVENTURA MERECE TODO ESSE DESTAQUE?
É aí que entra a parte mais interessante e relevante de tudo. Hora de Aventura é uma série genuinamente feita para o público infantil, mas assim como várias outras animações, existem duas interpretações básicas: A de uma criança inocente e a de uma pessoa com bom senso. Analisando radicalmente os elementos e aspectos das entrelinhas, temos um mundo pós-apocalíptico onde a radiação causada por uma devastadora Guerra Nuclear dizimou toda a população humana, deixando os seres vivos remanescentes expostos a mutações e alterações genéticas. 

Um importante evento chamado “A Grande Guerra dos Cogumelos” é constantemente citado entre os episódios e nos leva a ideia direta do formato de cogumelo que uma bomba nuclear traz ao detonar. Tanques de guerra abandonados e quebrados, objetos como meias, bicicletas e TVs congeladas em incebergs, “rios” de lixo com criaturas modificadas são apenas algumas das milhares de mensagens subliminares e non senses espalhadas por toda a série. Claro que tudo não passa de Teorias de Conspiração nunca confirmadas. Mas não há como não ligar diretamente por associação tudo o que há nesse universo alternativo (ou futurístico)…

MAS PORQUE E DE ONDE VEM ESSE SENTIMENTO NOSTÁLGICO?

Hora de Aventura possui uma espécie de fórmula cativante que nos apresenta o desejo que todas as crianças já tiveram um dia, o de explorar e de se aventurar. Alguns os perduram até hoje, outros já esqueceram, mas com certeza isso é inegável. A presença de contextualizados elementos de ficção e fantasia dão um ar de graça à toda a série. Temos Vikings, Executivos, Vampiros, Demônios, Mágicos, Cirurgiões Malucos, Eletricistas e tudo, ou quase tudo que uma mente fértil é capaz de criar.

Procure assistir um episódio sem compromisso, quebre os paradigmas e preconceitos, analise, fique pensativo, curta o momento! Cada minutinho tem o poder de te causar estranhas sensações e sentimentos que juntos podem até fazer você ganhar seu dia. Seja curando uma mágoa, acertando o seu humor, dando uma desopilada ou simplesmente semeando a solidariedade.

Atualmente a série se encontra na terceira temporada e possui mais de 80 episódios. Confira uma pequena palhinha sobre este vasto universo e tire suas próprias conclusões. Claro, tudo o que está escrito aqui são apontamentos meus, mas posso garantir que até o exato momento nenhum caiu por terra de acordo com quem apresentei as ~teses~ :D

Confira o primeiro episódio da série com sua dublagem fantástica:

Me diga o que achou do post, só com sua opinião o blog pode melhorar.
Deixe um comentário ou entre em contato por e-mail;  Sério mesmo cara, manda aí! Você pode haha, o blog é nosso.