Modo Meu

Categoria: Animes

11/04/2016 - Categoria: Animes - Autor(a): Israel Del Duque

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Desde o meu texto recomendando onde assistir animes, eu venho pensando em algo novo para indicar. fora os títulos citados no post em questão (podem confiar, afinal, fui eu quem recomendou Space Dandy. Alguém aí já assistiu? Se sim você deve saber que tenho razão, não é mesmo?)

Pois bem. Como é de praxe eu sempre olho as listas da temporada para escolher o que assistir, mas sempre tem aquele título que acaba passando batido e, vez ou outra eu acabo por ver bastante gente desse meio animístico comentando. Boku Dake ga Inai Machi foi uma dessas gratas surpresas.

Criado por Kei Sanbe, ERASED (nome americano da série/mangá) foi publicado no Japão entre junho de 2012 e março de 2016, totalizando 8 volumes encadernados (e ainda sem previsão pra chegar em terras tupiniquins, embora a galera da internet faça coro nas páginas das editoras de mangás). O anime foi exibido entre janeiro e março deste ano (2016, caso você esteja lendo isso daqui a cinco anos), em uma temporada fechada de 12 episódios.

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A história, que começa no ano de 2006, segue Satoru Fujinuma, um aspirante a mangaká (desenhista de mangá) de 29 anos, que possui um poder chamado por ele mesmo de “Revival“. Poder este que consiste em fazê-lo voltar alguns minutos no tempo quando ele sente que algo ruim está para acontecer, e que, com suas interferências, talvez ele consiga evitar.

Após evitar um acidente, Satoru recebe a visita de sua mãe, Sachiko, com quem tem um relacionamento difícil. E é durante a passagem de sua mãe que o rapaz começa a se lembrar de coisas de um passado um tanto distante. Neste momento, tudo muda e sua mãe é assassinada (e dá uma relaxada  aí na cadeira porque isso acontece logo no primeiro episódio, então não é spoiler). A partir deste acontecimento, Satoru força um Revival para tentar salvá-la da morte e acaba voltando 18 anos no tempo, para o ano de 1988, quando ele era apenas um garotinho de 11 anos.

Nessa época aconteceu uma serie de sequestros terminados em assassinatos envolvendo colegas da escola de Satoru, e, ao que tudo indica, a mãe de Satoru foi morta porque sabia quem era o verdadeiro sequestrador. Assim, o garoto se vê obrigado a impedir que esses sequestros aconteçam novamente, para, quem sabe, conseguir reverter a morte de sua mãe.

Como disse mais acima, apenas pela sinopse (que tinha bem menos palavras do que eu coloquei aí) eu não me interessei pela série, mas acabei assistindo porque muita gente tinha entrado no hype, dizendo que o mangá era muito bom e que seria legal se realmente seguisse o mangá fielmente até o final (como os produtores haviam anunciado previamente), visto que este ainda estava em publicação. O que aconteceu foi que assisti o primeiro episodio e ele acabou tão rápido que eu já queria mais.

A cada episódio você vai entendendo mais ou menos por onde a série vai seguir, sempre deixando ganchos e revelando coisas que faz você ficar na ponta da cadeira de tanto nervosismo e ansiedade. E quando o mistério é revelado e você acha que a história acabou, ainda tem mais coisa pra acontecer e te deixar com os nervos à flor da pele.

Uma coisa interessante é que, em nenhum momento da série é explicado como e nem desde quando Satoru adquiriu esse poder de voltar no tempo. Por outro lado, quando volta a ser criança, ele continua tendo a mesma mente de adulto, e as vezes acaba falando as coisas sem pensar. No começo Satoru tem problemas para lembrar de algumas coisas, como por exemplo “O Esconderijo”, um lugar em que ele e os amigos se reuniam para brincar depois da aula, e graças a isso, Kenya, um de seus amigos, percebe que ele está um pouco diferente.

A animação é muito bem feita, segue o mangá fielmente (pelo menos o começo até onde li) e dá uma boa melhorada no traço do autor. A abertura fica por conta de Asian Kung-Fu Generation (da clássica abertura de Naruto, Haruka Kanata) com a música Re:Re (logo abaixo) e o encerramento é da cantora Saiyuri, com a música Sore wa Chiisa na Hikari no Yō na.

Boku Dake ga Inai Machi (ou ERASED) recebeu uma versão em Live-Action em março passado e em junho próximo ganhará um novo mangá spin-off. A série está disponível por streaming, com legendas em português, pelos serviços Daisuki e Crunchyroll.


23/11/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Israel Del Duque

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De uns tempos pra cá o Brasil se tornou “terreno infértil” com relação a exibição de animes, muito por causa do fim dos blocos infantis em vários canais de rede aberta – os quais já não exibiam animes havia certo tempo. O último refúgio para ter acesso a esse conteúdo de forma localizada ao público nacional – seja dublado ou até mesmo legendado – passou a ser a tv a cabo, o que, de certa forma, também perdeu força após a transformação do canal Animax – que exibia animes, e até alguns tokusatsus, durante o dia todo – no canal Sony Spin.

Atualmente conferimos algumas exibições de Pokemon e Dragon Ball pelo Cartoon Network, e de Bleach, Naruto e Yu-Gi-Oh pela PlayTV (corrijam-me se houverem outros animes/canais. Esses são os que sei de acompanhar pelos blogs especializados).

Enfim, a maioria dos animes exibidos já são grandes conhecidos do público, o que nos faz pensar que as emissoras além de abrirem pouco espaço para esse tipo de animação, procuram não se arriscar muito com títulos mais desconhecidos (e aqui uso o termo em itálico, pois me refiro ao grande público e não ao nicho). Questão de audiência.

Mas e aí, eu que quero conhecer animes novos, como faço?

Você pode optar pelos fansubs, coisa que a maioria faz, ou correr para os serviços de streaming, já conhecidos por muita gente. Eu mesmo conheço mais pessoas que assistem Netflix, por exemplo, do que pessoas que assistem tv aberta.

Como assistir animes?

Antes de mais nada, se você quer acompanhar animes recentes, você precisa saber como eles são exibidos lá fora. Basicamente são lançados em temporadas (de acordo com as estações do ano, como algumas séries americanas) e exibidos semanalmente, porém sem grandes programações de temporada. Você corre muito o risco de esperar séculos por uma segunda temporada do seu novo anime favorito (como em Shingeki no Kyojin, cuja 1° temporada foi exibida em 2013 e a segunda chegará apenas em 2016 – três anos depois), ou ele pode aparecer três meses após o fim da inicial, ou, ainda, ela pode nunca acontecer.

Em questão de número de episódios, os mais comuns são 13, 24/26 ou 52 (uma estação, duas ou um ano). Algumas séries podem ultrapassar os 52 episódios se forem muito populares (por exemplo Fairy Tail, ou mesmo Dragon Ball).

As listas de estreias começam a sair nas últimas semanas da temporada corrente (por exemplo: a temporada de Inverno, em janeiro, começa a sair por volta da segunda metade de dezembro) e é nesse momento em que você pode ler as sinopses, ver trailers, datas de estréia e quantidade de episódios para escolher o que assistir.

Escolhi meus animes, e agora, onde eu assisto?

Como disse lá em cima, muita gente procura pelos fansubs que vão pegar os projetos para legendar. Mas você também tem as já citadas opções de streaming, e é sobre elas (pelo menos as mais conhecidas) que vou falar a seguir:

Crunchyroll

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Crunchyroll é um site de streaming de animes e doramas (“novelas” japonesas). É, de longe, o que possui um catálogo maior, que é atualizado a cada temporada, mas sem excluir projetos antigos. Possui simulcast, isto é, transmite os animes com diferença de poucas horas do Japão e já com legendas para o português do Brasil. Possui aplicativo na App Store e no Google Play (entre outros), e requer assinatura (cobrada em dólares, em duas modalidades: Premium, a $4.99; e Premium+, a $8.49). Tem programa de teste por duas semanas.

[O Crunchyroll também simulpub de alguns mangás – como no Comixology e no brasileiro Social Comics -, porém apenas com tradução em inglês]

O que assistir: One Piece, Kill la Kill (também disponível no Netflix), Cavaleiros do Zodíaco (todas as séries menos Lost Canvas), Shokugeki no Soma, Digimon Adventure Tri, Haikyuu!!, World Trigger e Attack on Titan.

DAISUKI

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Daisuki tem um catálogo apenas de animes e com bem menos títulos que o Crunchyroll. Também possui simulcast, legendas em português do Brasil, aplicativo na App Store e no Google Play. Pode ser visto gratuitamente, com anúncios durante o episódio, mas também possui versão paga.[Com relação ao conteúdo pago o site não é muito claro, e não informa nenhum valor de assinatura e nem qual é esse conteúdo].

O que assistir: Saint Seiya – soul of gold – (também disponível no Crunchyroll), Mobile Suit Gundam The Origin e One-Punch Man.

Netflix

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Sim, o Netflix também possui animes em seu catálogo, alguns dos quais são divulgados como exclusivos embora tenham sido exibidos no Japão anteriormente (caso de Knights of Sidonia e o recém lançado – com dublagem – Nanatsu no Taizai). Não possui simulcast, pois os títulos do catálogo do serviço são todos fechados (com exceção de Better Call Saul, que, como todo mundo sabe, foi sendo liberado aos poucos).

O que assistir: o já citado Kill la Kill (cujo mangá que adapta a primeira metade do anime saiu este ano pelo selo Ink Comics, da Editora JBC), Zankyou no Terror (do mesmo diretor de Space Dandy), Samurai Flamenco e Natatsu no Taizai (que tal como a tradução do mangá, também publicado pela JBC, traz o título ocidental “The Seven Deadly Sins“).

Vale lembrar que, no caso do Daisuki e do Crunchyroll, nem todos os títulos anunciados nos fins/inícios de temporadas são adquiridos pelos serviços.

E aí, deu vontade de assistir anime?


17/08/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Dyego Cruz

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Aproveitando que eu falei pra caramba sobre animes que passavam na Rede Manchete no 513 podcast 44 – Os animes de nossas vidas, hoje irei falar sobre um que é considerado uma das “cópias” de Cavaleiros do Zodíaco que surgiram na década de 80, mas que em momento algum deixa de ser legal.

Sendo um dos últimos lançamentos da época que era baseado em personagens vestidos de armadura, e que também foi um dos últimos que ainda continuaram “bombando” na TV brasileira, Shurato surgiu primeiramente nos mangás, criado por Hiroshi Kawamoto, e logo depois ganhou uma animação com direito a belíssimos 38 episódios pela Tatsunoko Productions. Isso tudo no período de 1989 a 1990.

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Praticamente todos esses animes que tem uma galera usando armadura seguem algum tipo de Mitologia histórica e geralmente bem conhecida, mas ao seguindo um rumo bem diferente (e que eu acho que deu muito certo), Shurato se baseia nas mitologias Budista e Hinduísta (bem mais na hindu), aonde

O enredo principal também não foge muito a regra dos demais animes da época, já que Shurato Hidaka e seu melhora amigo Gai Kuroki estavam na final de um TORNEIO DE ARTES MARCIAIS e de repente são transportados misteriosamente para o Mundo Celestial, que é onde ocorre a trama principal e existem os “8 Guardiões Divinos do Povo de Deva“, aonde para surpresa de todos o nosso personagem principal é a reencarnação de um deles, chamado O Rei Shura (apenas o melhor de todos hehehe). E para melhorar ainda mais, Gai também se tornou um dos guardiões, mas algo deu errado e ele acabou ficando do lado da galera do mal e tenta matar Shurato logo no primeiro episódio (e em todos os seguintes).

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Todos os 8 guardiões são cada um a reencarnação de algum rei ou rainha de outra era e que tem a missão de proteger a deusa protetora do universo, Vishnu. Algo que chama bastante atenção nesse anime, além das armaduras e de toda a beleza da cultura que é mostrada, são os dialetos e invocações de golpes, e isso era uma das coisas que mais me deixava em empolgado, pois eu não fazia a mínima ideia do que estavam falando, só o que sabia era que quando começavam a murmurar seus mantras ia ter uma batalha DAQUELAS!

As batalhas giram em torno da traição do fiel ajudante de Vishnu, Mestre Indra, e a divisão dos 8 guardiões que usando suas armaduras, chamadas de Shaktis, lutam entre si e contra outros caras do mal que vão aparecendo para manter a paz no Mundo Celestial.

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Para finalizar essa dica/nostalgia, deixo você com uma das melhoras adaptações que foram feitas em português para o tema de abertura de um anime até hoje e também a frase que mais vai fazer você sentir arrepio e ficar com vontade de repetir.

Naumaki Sanmanda Bodanan Abila Unken Sowaka, O PODER DE SHURAAAAAA!!!!“, mantra do Rei Shura.

S-H-U-R-A-T-O, Shurato

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O espírito desse herói
viaja para o futuro
Shurato, tente a verdade encontrar!
a amizade que havia na Terra,
ameaçada pelas forças do mal,
existe guerra no mundo celestial
vença sua tristeza, Shurato,
lute contra esta escuridão,
o sol nascente, tinge o céu,
e aquece a Terra com seu calor!
KEEP ON SHINING SHINING quero ver brilhar
KEEP ON SHINING seus olhos
KEEP ON SHOOTING SHOOTING quero ver vencer
KEEP ON SHOOTING o amor
Lute com emoção! Shurato!
Shurato

Deixo também aqui a lista dos oito guardiões para você relembrar/conhecer.

  • Shurato, o Rei Shura
  • Gai, o Rei Yasha
  • Leiga, o Rei Karura
  • Ryuma, o Rei Dragão
  • Hyouga, o Rei Celestial
  • Lenge, a Rainha Nahla
  • Kennya, o Rei Dappa
  • Dan, o Rei Hiba

22/06/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Israel Del Duque

DRAGON BALL Z: O RENASCIMENTO DE FREEZA

Se você, assim como eu, ficou um tanto decepcionado com Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses, O Renascimento de Freeza é o filme que vai te fazer respirar aliviado e voltar a ter confiança no que Akira Toriyama está preparando para Dragon Ball Super. Em minha defesa, eu gostei de Batalha dos Deuses, mas muitas das escolhas feitas no filme me incomodaram muito e ele vale mesmo pela nostalgia.

E falando em nostalgia, é o que não falta no novo longa dos guerreiros Z. Afinal de contas, trata-se do retorno de um dos vilões mais icônicos da cultura pop das ultimas décadas.

A história é simples: uma tropa sobressalente do Exército Freeza, comandado agora por Sorbet (um ser que parece um coala), resolve que chegou a hora de ressuscitar seu soberano, e para isso está vagando pelo espaço à procura do planeta Nameku para pedir às Esferas do Dragão que tragam Freeza de volta. Sem sucesso, o grupo chega na Terra e, graças a ajuda de Pilaf e seus companheiros, consegue pedir que o vilão ressuscite.

DRAGON BALL Z

Logo na primeira cena do filme você se pergunta se entrou na sala certa, e então descobre o que se passa na sequência em que Shenlong realiza o desejo de Sorbet: Freeza está no inferno, mas um diferente daquele visto no fim de DBZ, quando todos os vilões já derrotados estão assistindo Goku lutar contra Majin Boo (eu “lembro” dessa cena porque vi recentemente em DBKai). Na versão do anime, Freeza está em sua última forma. Na do filme, o vilão está preso num casulo, porém em sua versão ciborgue. A minha teoria é a de que, quando Toryama fez o mangá se esqueceu desse detalhe, e agora teve a oportunidade de reparar esse erro.

Mas não se preocupem, pois isso não interfere no enredo do filme. Na verdade da margem para uma das melhores cenas do filme.

Assim que o Imperador do Mal retorna, as batalhas começam, e o mais interessante é que o filme traz Mestre Kame e Tenshinhan de volta a ativa, personagens que foram descartados durante praticamente toda a fase Z. São eles que ajudam Gohan e os outros a deter o Exército de Freeza enquanto Goku e Vegeta estão treinando com Whiss. Vale ainda lembrar que um novo personagem entra na jogada: Jaco, o Patrulheiro Galáctico. Muitos podem não saber, mas este personagem protagoniza um quadrinho de volume único feito pelo próprio Akira Toriyama por volta de 2012, e que faz ligação com Dragon Ball (daí a participação dele no filme). É Jaco quem avisa Bulma que Freeza ressuscitou e está vindo para a Terra.

FREEZA

O filme tem muitas piadas boas (pode ser exagero meu, mas Era de Ultron fica no chinelo com as piadas de DBZ), a animação é muito bem feita e as cenas de luta que todo mundo estava esperando n’A Batalha dos Deuses estão todas aqui e são dignas de qualquer saga do anime. Um ponto positivo é que o filme começa de maneira rápida, sem perder tempo, e em menos de 15 minutos Freeza já está vivo de novo e se preparando para voltar para a Terra.

Entretanto, um dos pontos negativos é a ausência de vários personagens e a falta de explicação em algumas coisas. A rapidez do enredo atrapalha um pouco, por exemplo, a entender como foi que Goku e Vegeta se transformaram em Super Saiyajin Deus Super Saiyajin (termo que sequer é citado na dublagem, para evitar uma possível confusão). Fica óbvio que eles treinaram por muito tempo com Whiss, mas talvez fosse interessante mostrar, ou pelo menos explicar melhor, essa evolução.

Enfim, é uma batalha épica, é nostálgico, é muito bom, é Dragon Ball como gostamos. Vale o ingresso.

Dica: quando for assistir espere a música acabar, pois tem um cena pós-créditos que encerra o filme da maneira mais Dragon Ball possível.


01/06/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Rodrigo Emannuel

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Fala galera, hoje o papo aqui é até certo ponto nostálgico, mas vai com calma, sem muita sede ao pote, que não vamos só relembrar o passado, mas sim colocar um dos pés no presente, e o outro logo ali, num futuro bem próximo.

O ano de 2015 traz consigo a volta de alguns animes mais do que consagrados, entre eles estão Digimon Adventure Tri, Dragon Ball Super e Cavaleiros do Zodíaco Soul of Gould. Os três animes tem uma coisa em comum nessa nova etapa: A difícil missão de resgatar os fãs antigos, e a mais difícil das missões, conquistar também a nova geração.

É claro que isso não é fácil, agradar dois públicos de gostos muito distintos é bem complicado. Mas vamos lá tentar destacar alguns dos pontos que podem tornar essa missão árdua, um grande sucesso. E para começar, vamos é claro, de Digimon Adventure Tri. Alias, juro solenemente (de dedos cruzados), que serei imparcial quanto a esse anime.

Digimon Adventure Tri

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A primeira coisa que agrada, e muito, nessa volta de Digimon Adventure, agora Digimon Adventure Tri, é a presença de todos, eu disse TODOS os personagens que faziam parte do eixo principal, lá no inicio da saga. Quem aí, que assim como eu acompanhou a saga durante toda infância, não sentiu falta de ver a dupla Tai e Agumon se aventurando no DigiMundo ?

Digimon Adventure teve também como um de seus pontos fortes, os laços de amizade que a saga priorizava. Talvez esse fator se torne um atrativo, até mesmo para o público mais jovem, que viu um pouco disso em animes como Naruto, mas não teve a chance de presenciar isso em relações como a de Tai e Agumon, ou Ash e Pikachu em Pokemon.

Outro elemento muito legal, é o fato do anime se passar já com os personagens todos em fase adolescente/adulta, o que com certeza, somado ao fato de eles já conhecerem o DigiMundo, vai render ótimas histórias.

Digimon Adventure Tri chega no dia 21 de Novembro de 2015, e infelizmente será em um formato que não estamos muito acostumados a ver, Toei Filha da Puta, o que viria a ser uma série, será um filme dividido em seis partes, POIS É! Tomara que dê pelo menos para matar um pouquinho da saudade, e se ainda não viu o video-promo, confere ae:

Cavaleiros do Zodíaco – Soul of Gould

CDZ - SOUL OF GOLD - capa

Cavaleiros do Zodíaco já está rolando, vai ter ao todo 12 episódios, e na minha opinião está muito, mas muito foda. A série se passa após os acontecimentos da Guerra Santa (Saga de Hades), nas terras geladas de Asgard. Logo após o sacrifício dos Cavaleiros de Ouro na batalha contra Hades, eles são misteriosamente revividos em Asgard, onde um homem chamado Andreas, está no comando no lugar de Hilda (aquela mesma da Saga de Asgard), overdose de Asgard até aqui.

Os adversários são os novos Guerreiros Deuses, que tem como aliado, um estranho poder desconhecido. Os Cavaleiros de Ouro, todos os 12, utilizam armaduras divinas em Soul of Gold, e finalmente tem a chance de mostrar de fato o seu verdadeiro poder.

A série já está sendo um sucesso, e diferente de Cavaleiros do Zodíaco Ômega, que ao meu ver não agradava tanto os antigos fãs, Soul of Gold tem se mostrado muito interessante, principalmente por explorar muito mais os Cavaleiros de Ouro, coisa que a infelizmente interrompida Lost Canvas vinha fazendo muito bem. E como eu não sou de dar spoilers, quem ainda não viu, fica só com o video-promo:

Dragon Ball Super

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SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM, EU SEI QUE MUITO PROVAVELMENTE JÁ TA SABENDO DESSE LANÇAMENTO, mas cara, como não querer falar um pouquinho disso também ?

Dragon Ball vai ganhar uma nova saga, intitulada Super, a saga vai se passar logo após os acontecimentos da Saga Boo, e muito provavelmente, após os acontecimentos do último filme, O Renascimento de Freeza. Apesar das poucas informações em torno da série até aqui, já sabemos que o lançamento está muito próximo de ser feito, logo ali no mês de Julho.

Dragon Ball Super, diferente de Dragon Ball GT, tem o roteiro escrito pelo criador original da saga, Akira Toryiama. Além do anime, será lançado também o mangá, e finalmente vamos poder esquecer a existência de Dragon Ball GT.

Se você assim como eu está cheio de dúvidas, deixo aqui um vídeo maneírissimo do canal Casa do Kame, cheio de teorias do que está por vir:

Agora, cá entre nós, é duvidosa a opinião daquele que dizer que nunca, eu repito, nunca, passou nem uma manhãzinha sequer assistindo a uma dessas grandes sagas. E minha pergunta para você é, qual te deixou mais ansioso para assistir?