Modo Meu

Categoria: Cinema e TV

22/07/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

11023-chiyo-memoirs-of-a-geisha-1920x1080-movie-wallpaper

A algum tempo atrás, tipo assim uns 4 anos, fiz um post aqui no blog sobre o filme O Tigre e o Dragão, lembrando deste clássico de 2001, resolvemos fazer alguns posts temáticos falando sobre os variados filmes com a produção e temática oriental, e hoje iremos começar com o menos fantasioso e real que já assisti até hoje.

Bem diferente dos demais filmes orientais, Memórias de Uma Gueixa é um filme que se passa nos anos, antes, durante e depois da segunda guerra mundial, focando na história de uma garota chamada Chiyo (Suzuka Ohgo), que é vendida pelo pai para uma casa de Gueixas, onde cresce sendo mal tratada e sempre invejada por Hatsumomo, a Gueixa número um da cidade que se sente ameaçada pela beleza da linda garotinha dos olhos claros. Após algum tempo sem saber ao certo o rumo de sua vida, Chiyo conhece o presidente de uma companhia (Ken Watanabe) e decide se esforçar para se tornar uma Gueixa sob a tutela de Mameha (Michelle Yeoh, de O tigre e o dragão), que escolhe um novo nome para a garota e faz dela se tornar Sayuri (Zhang Ziyi, de O tigre e o dragão) a gueixa mais cobiçada da região (não é spoiler, é apenas sinopse).

chiyo

Por mais que a maioria das filmagens tenham sido feitas em sets de gravação construídos na Califórnia, a beleza do cenário e de toda a cultura consegue lhe envolver e te imergir completamente dentro daquele universo e de toda a criação de uma Gueixa e dentro de uma okiya (casa de Gueixas), que consiste basicamente em treinar garotas para serem submissas, aprender a fazer coisas como tocar o shamisen (espécie de banjo), dançar, servir chá, desenhar ideogramas, etc.

O objetivo principal das gueixas, que é como elas conseguem dinheiro para suas okiyas, são estar ao lado de figurões do alto-escalão, que pagam por sua companhia para obter um status maior pela beleza, graciosidade e habilidades de entreter de sua acompanhante. Infelizmente por causa do mizuage, um lendário leilão de virgindade enfatizado no filme e no livro de mesmo nome em que foi baseado, as gueixas acabam caindo no conceito de serem prostitutas, algo que tentam se desvencilhar. Pois após a segunda guerra mundial, durante a ocupação americana no Japão, muitas mulheres se vestiam de gueixa e vendiam seus corpos para os estrangeiros, passando assim a misturar a figura das gueixas reais com prostitutas para o Ocidente.

Memoirs-of-a-Geisha-memorias-de-uma-gueixa

Aproveitando essa última polêmica, na época ocorreram algumas indignações tanto chinesas, por verem suas melhores atrizes representarem o papel de japonesas, quando japonesas, ao verem atrizes chinesas interpretarem algo que é intimamente ligada a cultura local.

Maaasss, tirando toda essa discussão, além de toda a beleza que rendeu ao filme o prêmio de melhor direção de arte, melhor fotografia e melhor figurino e indicação de melhor trilha sonora, melhor som e melhor edição de som, do Oscar, temos aqui a trilha sonora composta por praticamente quem faz a música no cinema, John Williams, aumentando ainda mais a sua imersão em todo o drama vivido por Saiury. Resumindo, um filme para te deixar muito por dentro da cultura das gueixas e também de alguns acontecimentos da segunda guerra mundial.


11/07/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Victória Duarte

the-fundamentals-of-caring-cover-2048x1152px

Recentemente foi lançado, muito humildemente, mais um filme produzido pela Netflix em seu catálogo, e sinceramente não vi nenhuma grande divulgação da produção, mesmo contando com um ótimo ator como Paul Rudd, e a diva “dos pop” Selena GomezThe Fundamentals of Caring é um filme maravilhoso que com certeza vale a pena assistir.

Quando um ex-escritor falido (Paul Rudd) e que se recusa assinar os papéis do divórcio há dois anos e meio, se forma em um curso de acompanhante, ele vai atrás de seu primeiro trabalho, encontrando em seu primeiro serviço um adolescente (Craig Roberts) afetado por uma síndrome que o deixa de cadeira de rodas e com poucos movimentos corporais, e que também é muito ranzinza e metódico.

O melhor desse filme é como ele constrói a relação entre os dois. Primeiramente tem aquele “draminha” de quando dois personagens de personalidades tão diferentes, e que carregam consigo traumas tão diferentes, se divergem e discutem, contando sempre com o cinismo maravilhoso do personagem de Craig Roberts, que nos faz esquecer de ter empatia por seu personagem ser um cadeirante e ainda no primeiro ato do filme nos dá vontade de dar umas boas chineladas nele, de tão chato e mimado que o menino é. Também a construção do personagem do Paul Rudd é muito boa. O porém é que no decorrer do filme, ele cresce e nos mostra ser um cara com traumas mais complexos do que ele apresenta no início.

the-fundamentals-of-caring-paul-rudd-craig-roberts-1919x959px

O filme nos fala muito sobre enfrentar nossos medos e tentar deixar para atrás marcas que nos neutralizam, mas com um toque sempre leve, e por muitas vezes bem-humorados. Também nos mostra um pouco de como é construída a famosa “broderagem” entre homens, nos mostrando com piadas e brincadeiras entre os dois personagens principais, como é louca essa amizade que os homens têm entre eles.

A personagem da Selena Gomez é introduzida de forma meio clichê, quando Rudd e Roberts partem para uma viagem em busca do maior buraco do mundo. De cara a gente sabe que ela vai ser aquela menina durona que sai em busca de seu sonho e blá blá blá. A sua atuação é meio forçada, lembra o papel que ela fazia em Os Feiticeiros de Waverly Place ((((((( sim eu assistia #OnlyGodCanJugdeMe))))))))), mas é inegável como é fofa a relação entre os personagens dela e do Craig Roberts, em que o personagem Roberts tenta de todos os modos “se mostrar” pra ela, e ela corresponde de um jeito irônico, mas corresponde.

the-fundamentals-of-caring-paul-rudd-craig-roberts-selena-gomez-1298x866px

Também durante essa viagem é apresentada outra personagem que vai ser por onde o personagem de Rudd, já no último ato do filme, vai encontrar uma “redenção”, e se perdoar passando por cima de todos os traumas de seu passado.

O filme é leve e divertido, e que só pelo personagem chato de Craig já vai valer a pena, dá uma olhada no trailer e diz se não é fofo?

OBRIGADA NETFLIX!


06/07/2016 - Categoria: Filmes - Autor(a): Victória Duarte

como-eu-era-antes-de-voce-sam-lou

Pra você entender perfeitamente o título desse post, preciso informar primeiramente que: ESSE POST CONTÉM SPOILER SOBRE O FILME, ENTÃO SE NÃO QUER SPOILER, VÁ LER OUTROS TEXTOS MEUS AQUI NO SITE, hehe…

Mais um filminho pipoca que foi muito esperado durante esse ano e está projetando Jojo Moyes, autora do livro que inspirou o filme, e roteirista do mesmo, na grande mídia. Como eu era antes de você trás o fofíssimo do Sam Claflin e a mocinha dos dragões de Game Of Thrones, Emilia Clarke, numa história que fui esperando ser de amor, mas que pelo menos EU entendi como uma história de amizade (((apesar de rolar uns beijinhos))).

Para quem não sabe, o filme conta a história de uma mocinha, Lou (Emilia Clarke), que por uma necessidade vai trabalhar como acompanhante de um rapaz tetraplégico riquíssimo, Will, porém bem ranzinza. Esse é o básico da história.

como-eu-era-antes-de-voce-sam-lou-02

O filme sem dúvida alguma é bastante divertido, com piadas, que pela grande maioria das vezes são de responsabilidade da Lou, são muito engraçadas. A própria personagem torna o filme ainda mais divertido de se assistir devido a fofura misturada com grandes emoções em que a atriz consegue expressar simplesmente com uma careta ou um sorriso.

Porém o grande pecado, que pelo menos pra mim o filme trás, é vender a relação entre Lou e Will como um grande amor, como se a história deles fosse uma grande lição, ou um desses grandes clichês que todo filme de romance trás. Na história Will dá seis meses à mãe dele para ela tentar convencer o rapaz a não fazer a prática da Eutanásia, o suicídio assistido, em que em alguns países é permitida por lei. Daí entra Lou, com seus sorrisos, suas roupas divertidas e seu bom humor. Eles acabam criando uma relação de amizade, e pelo que era pra ser, “se apaixonam”, mas quando a gente cria uma expectativa do amor clichê que tem em todos os romances americanos, nos deparamos na decisão de mesmo conseguindo ainda ter momentos felizes com a Lou, Will prefere o suicídio com a justificativa de não “sentir-se” ele mesmo, por estar preso numa cadeira de rodas para sempre. GENTE COMO ASSIM?? O cara abre a mão de viver com o “suposto” amor dele, porque ele não quer viver numa cadeira de rodas!! Gente, me desculpe quem gostou do filme, mas essa mensagem é péssima! É como se ele dissesse que não dá pra se ter uma vida só por ser cadeirante! NÃO, CARA, MIL VEZES NÃO!!!! E por isso o título do post, no mínimo a relação entre Lou e Will foi de uma amizade muito carinhosa de um com o outro, mas cara, pelo menos pelo lado dele, definitivamente não era uma história de amor, até porque fica muito evidente no filme todo que ele não tem dúvidas nenhuma sobre a decisão dele, que foi tomada antes mesmo de conhecer a Lou.

como-eu-era-antes-de-voce-sam-lou-03

Enfim, o filme não é de todo ruim, mas o que fez eu não gostar muito dele foi essa mensagem que o filme passou, e a atuação do Sam Caflin não ajudou muito para falar a verdade. Com certeza o melhor do filme é Emilia Clarke e todas suas reações e caretas. Ah, e apesar de ter dado o spoiler “principal” do filme, ainda tem muitos personagens e elementos nele que mesmo com o spoiler ainda vale a pena ir dá uma assistida, e não esquece de me contar o que você achou. ;)


24/06/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

game-of-thrones-jon-snow-the-battle-of-the-bastards

Depois da grande decepção que grande maioria do público teve com o episódio 6.08 “No One”, desta vez não há o que reclamar, pois se tem uma coisa que já ouvi e li praticamente todos comentarem, é que este foi com certeza o melhor e mais emocionantes episódio da série Game of Thrones e foi muito além das expectativas de muitos por aí. Com excessão dos mimizentos que agora resolveram ficar reclamando que as pessoas só falam disso, mas aí já é assunto pra outro post.

O episódio 6.09 de Game of Thrones, denominado “Battle of the Bastards” e dirigido por Miguel Sapochnik, nos trouxe inúmeras novidades e emoções, tanto que fiquei com o coração acelerado e até com falta de ar em alguns momentos. E mais uma vez nos deixou cada vez mais encaminhados para os acontecimentos que estão por vir. Principalmente com relação ao futuro dos Starks e quanto ao futuro da sumida Daenerys e os senhores por direito das Ilhas de Ferro, Yara (Gemma Whelan) e Theon Greyjoy (Alfie Owen-Allen).

Só para o caso de você não gostar de spoilers, esse post é para falar do episódio que se passou, por tanto prossiga por sua conta e risco.

game-of-thrones-how-battle-of-the-bastards-disproves-the-mad-queen-daenerys-theory-1025964

Logo de início já temos de cara o arco de Daenerys (Emilia Clarke), de olho o circo e na confusão que Meereen se tornou durante sua ausência não programada e um diálogo bem interessante entre ela e Tyrion (Peter Dinklage), que tenta se desculpar pelo que aconteceu e ao mesmo tempo tenta aconselhar a rainha sobre o que fazer agora. Mas dessa vez Daenerys está cansada de ser boazinha e finalmente pudemos ver os três dragões em ação com muito fogo e explosões a mil. E claro, também tem aquele monte de Dothraki chegando pra abalar os tais Filhos da Harpia que estavam passando a espada em todos da cidade.

Isso mostra que finalmente ela percebeu que deve para de ser tão boazinha e que sangue deve ser derramado para que ela consiga a paz que tanto quer e tomar o Trono de Ferro, que é dela por direito.

Depois de tanta emoção, paramos de cara com o primeiro encontro entre os bastardos Jon Snow (Kit Harington) e Ramsay [Snow] Bolton (Iwan Rheon) e também a primeira vez que Sansa (Sophie Turner) revê seu “marido”, com mais um diálogo em que Ramsay mostra o quanto está disposto a acabar com os Starks e o quanto ele sabe mexer com os nervos de qualquer um. Logo após temos mais um diálogo marcante, em que Sansa se diz indignada de não ser consultada em nada, pois ela pode não conhecer de guerra, mas conhece o suficiente de Ramsay para saber o tipo de jogo que ele irá jogar para ganhar.

Voltando para Meereen, onde Daenerys está com um semblante bem mais tranquilo, finalmente temos o que esperávamos, que é o retorno de Yara e Theon Greyjoy fechando o acordo de ajudar a rainha em troca de ter de volta as Ilhas de Ferro. Mais um diálogo interessante, afinal os quatro são todos filhos de grandes reis e senhores que deixaram apenas muita bagunça para eles arrumarem ou só mesmo tomarem de conta.

game-of-thrones-battle-of-the-bastards-ramsay-rickon

Chegando na tão esperada batalha dos bastardos, encaramos momentos de muita tensão do início ao fim, pois assim como era de se esperar, Ramsay faz uma brincadeira com Jon e Rickon (Art Parkinson) que fará seu coração pular mesmo sabendo o fim que terá o jogo. A batalha entrou para a história da televisão devido ao estilo de filmagem que te coloca lá no meio e te deixa confuso e sem ar ao mesmo tempo, muita confusão, sangue e morte. MUITO MASSA!!!

Mas assim como Sansa havia previsto, Jon caiu na armadilha de Ramsay, que não participou da batalha e apenas ficou mandando atirar flechas mesmo que acertasse seus próprios homens. Então aquela cartinha que você deve ter visto ela escrever no episódio 6.07 “High Sparrow”, se transformou na cara de bunda do babaca [Snow] Bolton e a salvação de Jon Snow, que eu já achava que ia morrer de novo.

game-of-thrones-what-s-next-for-the-survivors-of-the-battle-of-the-bastards-game-of-1024896

Enfim chegamos ao grande momento de Sansa, que cresceu bastante nessa temporada e finalmente teve sua chance de escolher alguma coisa, como a forma que seu “marido” iria morrer por tudo que ele fez e com direito a sorrizinho maroto no final.

tumblr_o94ywdTkMW1qkor91o1_500

Com uma mistura de diálogos inteligentes , que conseguiram preencher cada segundo sem chatice, e uma batalha excepcional com direito a coração acelerado e momentos sufocantes, estamos sendo preparados para algo que deve ser mega emocionante no episódio 06.10 “The Winds of Winter”, que já começa com um pássaro que indica a chegada do inverno.


15/06/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

game-of-thrones-arya-no-one-s06e06

Deixando vários telespectadores decepcionados com a falta de eventos “mais importantes” ou mais emocionantes e impactantes, o episódio 6.08 de Game of Thrones, denominado “No One”, dirigido por Mark Mylod e escrito por David Benioff & D. B. Weiss. Nele foi iniciado o fechamento de alguns arcos. Mas em compensação também deixou algumas, para não dizer muitas, pontas soltas para os próximos episódios ou até mesmo quem sabe somente para a próxima temporada, pensando no fato de que restam apenas dois episódios para o encerramento da sexta temporada.

Só para o caso de você não gostar de spoilers, esse post é para falar do episódio que se passou, por tanto prossiga por sua conta e risco.

Algo que pode ser visto durante “No One”, que apenas pelo nome fica claro que o foco seria Arya (Maisie Williams), é a volta de alguns personagens desaparecidos, assim como Sandor Clegane (Rory McCann), voltando as suas origens e também Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Thoros de Myr (Paul Kaye), que acabam tendo um encontro já esperado com o Cão devido aos últimos acontecimentos e um diálogo bem interessante dos motivos do por quê de tudo que aconteceu e ainda irá acontecer.

game-of-thrones-sandor-clegane-o-cao-gentil-no-one-s06e06

Podemos ver que o reizinho Tommen (Dean-Charles Chapman) está cada vez mais sendo manipulado pelo alto Pardal e mostrando ser o mais sem graça de todos que sentaram no Trono de Ferro desde o início da série, podendo trazer um futuro bem chato e previsível também. Uma das cenas marcantes deste arco é quando Cersei (Lena Headey) é intimada pelos militantes da fé, liderados por seu primo Lancel (Eugene Simon), a ir até o Septo de Baelor para ver o Alto Pardal (Jonathan Pryce) e podemos finalmente ver um pouco do que o novo Montanha é capaz de fazer sem muito esforço.

Já em Meereen, as coisas finalmente começam a ficar mais interessantes depois do desaparecimento de Daenerys (Emilia Clarke), pois os mestres de Yunkai, assim como já era de se esperar, resolveram tomar a cidade de volta. Mas infelizmente, quando o negócio começa esquentar e a rainha retorna, nada mais acontece e fica aquele vazio.

game-of-thrones-daenerys-no-one-s06e06

Estamos também de volta ao arco de Arya, onde muitas teorias foram criadas para o seu futuro e o deus de muitas faces, mas que infelizmente ninguém conseguiu acertar o que iria acontecer com ela. Eu pelo menos jamais esperava que ela fôsse morrer, afinal de contas seria um grande desperdício de tempo e roteiro mostrar a garota sendo treinada por N temporadas e simplesmente morrer sem um propósito maior.

A forma de como ela utilizou sua técnica treinada enquanto estava cega para derrotar a garota sem nome deixou a desejar, mas o momento em que ela volta ao templo do preto e do branco para pagar o deus de muitas faces com o rosto da garota. Essa foi com certeza a melhor parte do episódio, afinal finalmente conseguimos ver Arya mostrando a que veio enquanto desafia Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), ou melhor dizendo o Homem Gentil, e lhe diz que ela não é ninguém, mas sim Arya Stark de Winterfell e que irá voltar para casa.

game-of-thrones-arya-2-no-one-s06e06

Este com certeza não foi o melhor episódio da série, afinal de contas o que mais deixou todos de cabelo em pé até agora foi a volta de John Snow dos mortos em 6.01: “Home”, ou quando Daenerys queima todos os Khals em 6.04: “Book of the Stranger”,  ou quando todos ficaram arrepiados com o aparecimento do Rei da Noite e sua interação com Bran (o sumido) e muito tristes com a morte de Hodor em 6.05: “The Door”, ou quando houve aquela surpresa após a aparição do Tio Benjen em 6.06: “Blood of My Blood”, ou com a repentina volta do Cão e o esfaqueamento de Arya em 6.06: “The Broken Man”.

O episódio foi ótimo do ponto de vista preparatório para o que virá a acontecer no futuro da trama, e inclusive no trailer do próximo já podemos até ver e sentir a angústia de Jon Snow (Kit Harington), que não apareceu, durante a Batalha dos Bastardos.