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A revolução do novo Demolidor da Marvel no Netflix

04/05/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

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Para começar bem essa segunda, eu poderia começar a falar toda a história sobre os quadrinhos, quais foram as suas influências, prós e contras e várias outras coisas que você provavelmente já cansou de ver e ouvir por aí antes e depois que a série foi lançada, então hoje irei focar apenas no que interessa e comentar algumas coisas interessantes e até comparar algumas coisas com o filme com o Ben Affleck.

A série Marvel – Demolidor é uma produção original do Netflix e estreou em Abril de 2015, o que deixou MUITA gente louca para ver o que iria acontecer, já que a última referência que tiveram do herói foi em 2003, com o filme Demolidor – O Homem sem Medo, que até onde consigo lembrar, não deixou uma boa impressão para os fãs.

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Mas voltando a atualidade, a primeira temporada desse novo demolidor conta a história do nosso herói e também como foi que Matt Murdock (Charlie Cox) perdeu sua visão, como e por que (e por quem) ele foi treinado e além disso, também conhecemos um lado de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) que até nos faz ficar com pena dele, o que em alguns momentos me fez querer ajudá-lo.

Além das motivações dos personagens principais, temos também Foggy Nelson (Elden Henson), sócio e melhor amigo de Matt, e Karen Page (Deborah Ann Woll), a primeira cliente da empresa de advocacia criada por Foggy e Nelson, e que de certa forma inicia toda uma ligação com algo que não posso falar mais pois seria muito spoiler gratuito hehe.

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Mas além de toda a boa direção e boa construção dos personagens, mesmo aqueles que tiveram pouco ou nenhum aprofundamento, a série tem muito mais pontos altos do que baixos.

A parte chata é que para quem não curte muita violência e não consegue ver muito sangue não vai gostar, pois porradaria é o que não falta quando o demolidor resolve aparecer para “trabalhar”. Outra coisa que achei um pouco demais, é que por mais que as cenas de luta fossem muito bem feitas e empolgantes, elas eram meio repetitivas e as vezes meio que me deixava meio entediado, torcendo por um pouco mais de drama e que a história seguisse em frente.

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Agora sobre as coisas boas, gostei bastante da forma em como Matt foi humanizado, tanto na forma de estar sempre querendo de redimir pelo que andou fazendo, quando pelo fato de por mais que tenha “habilidades específicas”, mesmo assim ele apanha, fica ferido e bastante debilitado ao ponto de precisar da ajuda da sua amiga Claire Temple (Rosario Dawson) para fazer curativos e costurar sua pele.

Também ficou muito foda a questão do nome de Wilson Fisk não poder ser dito por quem trabalha pra ele, pois meio que faz dele uma lenda e tal. Mas como nem tudo são flores, mesmo com a personalidade forte e alguns “tics” do do personagem (Matt também tem uns “tics” interessantes) fiquei um pouco desapontado com a forma em que sua identidade foi revelada para a cidade.

Mas enfim, a série é realmente muito boa e se você é como eu que não gosta daquela ansiedade de ter que ficar esperando a boa vontade da emissora lançar um novo episódio, desde o seu lançamento, a temporada inteira está disponível no netflix, então corre lá e assiste que vale muito pena.


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