Modo Meu

Categoria: Séries

22/08/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

 No meio de tantas séries que tenho para ver, eis que me surge uma prioridade nacional, Adorável Psicose, escrita e estrelada por Natalia Klein, que mostra com humor a vida psicótica da autora.

A série que surgiu a partir do blog Adorável Psicose, escrito pela própria Natalia, que decidiu mostrar o seu “dia a dia” em um blog. As suas histórias se tornaram tão psicoticamente famosas que despertou o interesse do canal Multishow e desde 2010 a série está no ar.

Conheci o blog e a série ha algumas semanas por indicação das redatoras da agência em que trabalho e sempre que me sobra tempo estou lá lendo ou vendo os vídeos. A graça é perceber que as coisas mais simples são bem complexas para a protagonista e que as vezes se encaixam com as nossas psicoses pessoais (calma que eu não sou tão louca assim).

Vou deixar com você as sinopse da série e o primeiro episódio para deixar a curiosidade com vocês.

 “Natalia é uma jovem que acha dilemas nos mínimos aspectos da sua vida. Qualquer que seja a situação do dia, sua reação não é normal. Por isso, ela decide procurar tratamento com uma psicanalista, a Dra. Frida. As consultas servem para que a personagem revele seus problemas pessoais e sociais. A proposta da série é parecida com “As Confissões de Penélope”, estrelada por Eva Wilma em 1969. Nessa atual versão, Natália é solteira, tendo ao seu lado dois melhores amigos que tentam ajudá-la. No elenco também estão Juliana Guimarães, Carol Portes e Raoni Seixas”

Para que quiser saber mais: Site Adorável Psicose / Blog Adorável Psicose

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17/07/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Com o fim da minha série predileta ( House, como já comentei aqui ), estou a procura de uma nova que possa completar as minhas noites de férias e os finais de semana mais tediosos.

Depois de algumas tentativas, não tão bem sucedidas, eis que me surge Weeds, uma das séries atuais mais populares e estranhas, ao meu ver. A série que mistura drama e humor segue com enredo desenvolvido em torno de Nancy, uma dona de casa que para manter seu padrão de vida de classe média alta, depois do suicídio de seu marido, passa a vender maconha para sustentar a família.

Sinceramente achei que no começo dessa séria a introdução iria ser uma explicação da morte do marido de Nancy e o começo da venda de maconha, mas para minha decepção – *SPOILER* – a série já começa com a protagonista vendendo maconha, sem explicação de como conseguiu e por que o seu marido morreu e tal, mas como estou falando com base no primeiro episódio da série vamos dar um crédito de primeira impressão.

De toda forma indico Weeds, pois seu sucesso de 8 temporadas não pode ser em vão e talvez a teoria de Friends seja válida, que série boa é aquela que é preciso paciência na primeira temporada.

Aos que já assistiram, peço que me dêem uma dica e discutam o que acham da série. E ai? Devo ou não continuar?

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03/07/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Pedro de Farias

E é finalmente que vemos o rei da fanfarrice de volta, agora em um personagem mais sério, o terapeuta Charlie Coodson (“sério” em níveis Charlie Sheen de seriedade) que convive em meio a loucos e tem que lidar com a filha adolescente além de várias mulheres (Familiar né?).

Já vi algumas mídias falando que incomoda o fato de o seriado ser todo orbitado em Charlie Sheen, mas gente fala sério, era isso que queríamos. O cara faz o papel de si mesmo, sempre foi assim e não queremos que mude, é uma espécie de Luiz Fernando Guimarães americano ou um Adam Sandler

.

Os dois primeiros episódios não foram nada de mais, mas ainda estão muito longe de serem ruins, esperamos que a série consiga se firmar e sair da sombra de two and a half man. Que é inspiração até para os cenários, que são muito familiares.

Por enquanto, só no torrent teremos que aguardar a chegada por aqui.


03/05/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Nos tempos em que a publicidade está cada vez mais cheia de regras e preconceitos por parte dos consumidores, eis que surge Mad Men, uma série que aborda a publicidade dos anos 60.

Protagonizada por Don Draper, um diretor de criação famoso e ganhador de vários prêmios, a serie aborda como a publicidade agia nessa época e as diferenças da sociedade americana.

Criada por  Matthew Weiner, a série aborda os principais segmentos do clientes e os foco de suas campanhas, que na época eram: tabagismo, alcoolismo, sexismo, feminismo, adultério, homofobia, racismo e anti-semitismo, o que hoje não são os seguimentos mais proibidos, por trazer influência negativa ao consumidor.

Não precisa nem comentar que essa série é algo mais obrigatória para os alunos de publicidade, pois mostra a visão das agências nessa época, sem falar que o visual é simplesmente perfeito para a galera que adora um “vintage”.

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26/04/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

O que dizer sobre uma das séries mais amadas por todos?! Acredito que House só perde para Friends por que enfim, são temas diferentes e temos que respeitar os mais velhos, já que a série durou dez temporadas, enquanto House ainda está na oitava, e é bem mais novo.

Comecei a assistir a série com um certo medo, pois tinha certeza que ia ser ótimo, afinal House é uma sucesso, mas o problema é a minha enorme fraqueza com sangue que me priva de assistir muita coisa boa. Mesmo assim enfrentei e comecei a assistir, com as mãos nos olhos, claro, mas o impressionante é que aquele medo todo foi passando e agora na terceira temporada, nem ligo mais e acabo assistindo quase tudo ( claro que isso não se inclui para todos os filmes, mas essa fobia aos poucos está sumindo).

Acredito que tudo que eu tente falar aqui sobre a série acabe se tornando irrelevante para os fãs ou spoiler para os novos viciados, mas já adianto as curiosidades que andei lendo por aí. House é um série super influenciada pelas histórias de Sherlock Homes e se você parar para prestar atenção tem muita coisa parecida entre os dois personagens e muito “easter egg” entre as séries e as histórias.

Para não ficar contando características óbvias como dizer que o House é famoso pelo seu sarcasmo, e é isso que faz muita gente amar o “anti-herói”, indico a série que infelizmente acabou esse ano, por vários motivos, nos quais um deles é que o contrato do ator Hugh Laurie era de apenas 8 anos e outro seria sua vontade de voltar a atuar em filmes e dirigir episódios de seriados. Mas é melhor acabar no auge do que esperar virar um fracasso. Espero que gostem e aconselho que não façam a besteira de entrar na Wikipédia para saber mais sobre a série, que nem eu, pois lá tem muito spoiler e acaba tirando a graça de certas coisas.

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