Modo Meu

Categoria: Séries

05/11/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

 Após um longo período estudando medicina com Dr. House, aprendi que a doença que você suspeita nunca é lupus e a coisa mais básica do mundo é mandar fazer uma biópsia do cérebro do paciente, agora para me defender das faltas de profissionalismo e as possíveis fugidas das éticas médicas, chegou a vez de aprender a advogar com  Drop Dead Diva, sem falar nas dicas de moda e teorias sobre relacionamento que preenche a série de bom humor.

A série está na 4ª temporada e é classificada como uma dramédia/ fantástica, pois a protagonista Deb Dobkins, uma modelo que até então possui um corpo de acordo com os padrões exigidos pela sociedade, morre em um acidente de carro. Ao chegar no purgatório faz uma confusão e retorna no corpo de Jane Bingum, uma advogada de sucesso com medidas acima do peso “aceitável”, baleada no escritório ao mesmo tempo do acidente com Deb. A garota fútil, tem a chance de voltar um corpo até então abominado por ela, mas com compromissos e inteligências da antiga Jane.

Comecei a assistir a série sábado passado por puro tédio! Ninguém me indicou, eu não li críticas e não sai a procura de uma série nova, só gostei da sinopse que vi no Netflix e sem nenhuma pretensão, viciei! Gostei da história, das atrizes e do tema abordado pela série, pois estava farta de ver magrelinhas como protagonistas em temas que não tinham nada haver com aquele padrão de corpo e o que acabou me encantando foi o fato da gordinha ser o centro das atenções e não uma coadjuvante que tem problemas em se aceitar.

Indico a série pela diversão que é assistir Drop Dead Diva, pois fazia tempo que não me divertia tanto com séries de “mulherzinha” e torcia pela personagem principal. Vou deixar o trailler para quem ficou curioso. E assiste pelo menos um, vai?!

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08/10/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Pedro de Farias

Modern Family no Modo Meu

Semana retrasada estrearam as novas temporadas de algumas das melhores séries americanas.

Dentre elas a minha preferida atualmente: Modern Family!

A série que monstra como nenhuma outra as alegrias e dificuldades do mundo atual, permeado por seus contrastes. De idade, opção sexual, raça e comportamento. Um verdadeiro retrato do mundo moderno.

Pra quem não conhece, a série gira em torno de da família Prichet, que o patriarca Jay   tem como mulher a bela e bem mais jovem colombiana Glória, que tem um filho do primeiro casamento, Many, um menino prodígio. Jay tem dois filhos, Mitchel, que é casado com Cameron (O melhor personagem da série em minha opinião, além de carregado de estereótipos, gay, gordo e desastrado) e eles criam sua filha adotiva (e filipina) Lily. A filha de Jay, Claire, tem uma família “americana clássica” com seus marido Phil e seus 3 filhos, a aborrecente Haley, a estudiosa e dedicada Alex e o travesso Luke.

UFA.

É uma mistura de culturas e comportamentos posta de maneira genial e incrivelmente natural, sem se deixar prender ou incentivar por tabus e pré-conceitos da sociedade, apesar de ser uma série de comédia, não cai na mesmice de debochar de minorias.

Acho que grande parte do sucesso da série se deve por ela ser um espelho da sociedade atual, muito bem representada.

Ansioso pelas novidades! Glória está grávida! E isso é o nome do episódio, por tanto não se trata de Spoiler ;

BORA VER!

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22/08/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

 No meio de tantas séries que tenho para ver, eis que me surge uma prioridade nacional, Adorável Psicose, escrita e estrelada por Natalia Klein, que mostra com humor a vida psicótica da autora.

A série que surgiu a partir do blog Adorável Psicose, escrito pela própria Natalia, que decidiu mostrar o seu “dia a dia” em um blog. As suas histórias se tornaram tão psicoticamente famosas que despertou o interesse do canal Multishow e desde 2010 a série está no ar.

Conheci o blog e a série ha algumas semanas por indicação das redatoras da agência em que trabalho e sempre que me sobra tempo estou lá lendo ou vendo os vídeos. A graça é perceber que as coisas mais simples são bem complexas para a protagonista e que as vezes se encaixam com as nossas psicoses pessoais (calma que eu não sou tão louca assim).

Vou deixar com você as sinopse da série e o primeiro episódio para deixar a curiosidade com vocês.

 “Natalia é uma jovem que acha dilemas nos mínimos aspectos da sua vida. Qualquer que seja a situação do dia, sua reação não é normal. Por isso, ela decide procurar tratamento com uma psicanalista, a Dra. Frida. As consultas servem para que a personagem revele seus problemas pessoais e sociais. A proposta da série é parecida com “As Confissões de Penélope”, estrelada por Eva Wilma em 1969. Nessa atual versão, Natália é solteira, tendo ao seu lado dois melhores amigos que tentam ajudá-la. No elenco também estão Juliana Guimarães, Carol Portes e Raoni Seixas”

Para que quiser saber mais: Site Adorável Psicose / Blog Adorável Psicose

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17/07/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Com o fim da minha série predileta ( House, como já comentei aqui ), estou a procura de uma nova que possa completar as minhas noites de férias e os finais de semana mais tediosos.

Depois de algumas tentativas, não tão bem sucedidas, eis que me surge Weeds, uma das séries atuais mais populares e estranhas, ao meu ver. A série que mistura drama e humor segue com enredo desenvolvido em torno de Nancy, uma dona de casa que para manter seu padrão de vida de classe média alta, depois do suicídio de seu marido, passa a vender maconha para sustentar a família.

Sinceramente achei que no começo dessa séria a introdução iria ser uma explicação da morte do marido de Nancy e o começo da venda de maconha, mas para minha decepção – *SPOILER* – a série já começa com a protagonista vendendo maconha, sem explicação de como conseguiu e por que o seu marido morreu e tal, mas como estou falando com base no primeiro episódio da série vamos dar um crédito de primeira impressão.

De toda forma indico Weeds, pois seu sucesso de 8 temporadas não pode ser em vão e talvez a teoria de Friends seja válida, que série boa é aquela que é preciso paciência na primeira temporada.

Aos que já assistiram, peço que me dêem uma dica e discutam o que acham da série. E ai? Devo ou não continuar?

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03/07/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Pedro de Farias

E é finalmente que vemos o rei da fanfarrice de volta, agora em um personagem mais sério, o terapeuta Charlie Coodson (“sério” em níveis Charlie Sheen de seriedade) que convive em meio a loucos e tem que lidar com a filha adolescente além de várias mulheres (Familiar né?).

Já vi algumas mídias falando que incomoda o fato de o seriado ser todo orbitado em Charlie Sheen, mas gente fala sério, era isso que queríamos. O cara faz o papel de si mesmo, sempre foi assim e não queremos que mude, é uma espécie de Luiz Fernando Guimarães americano ou um Adam Sandler

.

Os dois primeiros episódios não foram nada de mais, mas ainda estão muito longe de serem ruins, esperamos que a série consiga se firmar e sair da sombra de two and a half man. Que é inspiração até para os cenários, que são muito familiares.

Por enquanto, só no torrent teremos que aguardar a chegada por aqui.