Modo Meu

Categoria: Séries

18/08/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Victória Duarte

how i met your mother - sentimentos

Todo mundo tem aquela seriezinha que faz o coração da gente ficar mais quentinho, e nos faz refletir nossas relações com nossos amigos e família. E é justamente isso que How I Met Your Mother faz com seus espectadores.

Muitos conhecem essa série, mas nunca pararam para acompanhá-la de verdade e perceber a fundo as mensagens (que pelo menos na maioria) que cada episódio traz, que vai muito além da simples história que um dos personagens principais, Ted Mosby, conhece a esposa dele.

Essa série ambientada em NY, além de contar como Ted conheceu a mulher dele, conta a relação entre 5 amigos, Ted, Marshall, Lilly, Barney e Robin, nas mais diversas situações que as amizades podem trazer.

Coisas que só quem tem amigo de verdade pode enxergar como essa série é muito “real” dentro de seus limites. Apostas toscas, brigas infundadas, vícios estranhos em comum, conselhos sinceros e preocupados, dificuldades em relacionamentos… São apenas alguns exemplos que fazem a gente sentir que somos, em certo grau, semelhantes a cada um dos personagens.

E as referências nerds e aos anos 80/90? MA-RA-VI-LHO-SAS! Apenas uma imagem para isso:

how i met your mother - imagem clássica

Essa série teve início em 2005 com 9 temporadas e construiu um público fiel e que sempre será apaixonado por essa série e que sempre que ouvir a musiquinha de início terá seus olhos brilhando.

Dá uma olhadinha nessa abertura especial da série e fique na curiosidade:

Sei que no Modo Meu existem muitos fãs de Friends, vamos abrir nossos coraçõezinhos para as boas gargalhadas que How I Met Your Mother pode nós dar “Tá bom? Então tá bem!” (JOUT, jout. 2015).


24/06/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Rodrigo Emannuel

HBO-Silicon-Valley-Season-2

Você conhece o “Pied Piper” ? Não ? Então chegou a hora de conhecer.

O “Pied Piper” ou “Flautista“, na tradução,  é uma nova companhia do ramo tecnológico, criada por Richard Hendricks, a partir da descoberta feita pelo mesmo, de um novo algorítimo de “compressão sem perdas”, ou seja, algo que pode diminuir os dados de um arquivo consideravelmente, com a qualidade sendo mantida intacta. Você pode conhecer mais do “Flautista”, clicando na imagem abaixo:

Episode3Screen1

Ou você pode ficar largadão no sofá, e assistir as duas temporadas inteirinhas dessa série incrível da HBO, Silicon Valley.

Silicon Valley é uma série que aborda com humor e inteligência, um dos temas mais legais (ao meu ver) da atualidade: A Tecnologia. A série, assim como alguns filmes bibliográficos recentes, como “A Rede Social” e “Jobs – Get Inspiredapresenta algumas das polêmicas em torno da originalidade das ideias milionárias e da compressão mal feita, com o perdão do trocadilho, que as grandes empresas realizam sobre as companhias emergentes. Além disso, outro ponto chave é a rivalidade entre os concorrentes e a difícil decisão de optar pelo “Caminho da mão esquerda”.

O protagonista é Richard Hendricks, que pouco tempo antes de se tornar CEO do Flautista, trabalhava na grandiosa Hooli, companhia do “Cantor, Modelo e Atriz” Gavin Belson. Richard estava se sentido cansado, cansado da maneira como a companhia em que trabalhava agia, cansado da convivência com os temíveis “Brogramadores”, e cansado do seu papel no mundo como um todo, e num golpe de sorte, viu toda a sua vida mudar da noite para o dia.

Richard morava numa “incubadora”, com o único propósito de ter foco para desenvolver seu site, o “Flautista”, a incubadora localizada no Vale do Silício (local conhecido por ser onde grandes companhias foram iniciadas) abrigava outras quatro pessoas, quatro amigos, que desenvolviam seus próprios trabalhos paralelamente, entre esses amigos estavam: O canadense, irônico e satanista, Bertram Gilfoyle; O Paquistanês, que rivaliza com Gilfoyle, Dinesh Chugtay; O dono da incubadora, egocêntrico, chapado e mal sucedido Erlich Bachman; E o gênio, ou melhor, o nem tão gênio assim, Nelson Bighett A.K.A “Big Head“.

Dos aplicativos, sites e afins desenvolvidos por todos eles, o único que prestava, era o que tinha o nome mais merda de todos, o Flautista. O grande porém, era que nem Richard tinha consciência desse fato, muito menos Erlich, que como dono da incubadora, tinha contrato em vigor com todos os seus colegas, e sendo assim, tinha seu pedaço do bolo. Erlich como sempre faz escolhas erradas, estava prestes a descartar o Flautista, quando por acaso, os “Brogramadores”, que zombaram de Richard ao ver o Flautista, descobriram pouco tempo após que aquilo era o futuro acontecendo.

Não tardou, até que Gavin Belson, e outras mil e uma personalidades do mundo da tecnologia, estivessem atrás de Richard, que num suspiro de independência, decidiu que queria mudar o mundo com as próprias mãos, e fazer a merda legal que quisesse ao lado de seus amigos, aquilo definitivamente não seria uma nova Hooli.

Silicon Valley tem só duas temporadas e alguns momentos inesquecíveis e impagáveis, entre eles eu posso destacar o grande dilema de saber quantas pessoas um individuo consegue masturbar ao mesmo tempo; A grande observação de Gavin Belson ao dizer que os grupos “Geek” são sempre compostos por um cara gordo com um rabo de cavalo estranho, alguém magrelo, um asiático e um cara indiano ou coisa do tipo; A genialidade de Richard ao explicar seu algorítimo para seus concorrentes; Erlich Bachman chapado, ou fazendo qualquer coisa que só Erlich Bachman faria; Os diálogos entre Gilfoyle e Dinesh; A ascensão de Nelson Bigheti o “Big Head”; A transparência de Jared; E claro, os feitos do Flautista.

A HBO acertou muito em Silicon Valley, e essa série, é facilmente uma das melhores que pude assistir nos últimos tempos, tem de tudo, e nada é forçado, seu humor é realmente engraçado, sem aquele lance de só rir por dentro, a sua ironia é de alguma forma espontânea, tudo é feito de forma inteligente e o mais importante, tem momentos chave em que você fica vidrado querendo saber o que vem a seguir.

Eu trato o Flautista como algo real no texto, pois desejaria que assim fosse, não a companhia em si, mas o lance de querer mudar o mundo de verdade, e não só embolsar os milhões sem saber o que fazer no dia seguinte.  Deve ser incrível ter algo do tipo, deve ser frustrante também, mas no final, o que é mostrado no Vale do Silício, vale a pena.

Bônus – Cinco “Grandes” Frases ditas em Silicon Valley em Gifs:

Erlich Bachman

Dinesh

Big Head

Jared

Richard sendo Richard, o gif não tem uma frase, mas como disse o sábio Erlich uma vez: Don’t Be a Slut!


26/05/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

23-jaspion

Ontem a tarde foi divulgada pelo site Jbox uma notícia que trouxe inimagináveis lembranças e causou muita “euforia” na internet, pois foi anunciado quem num futuro não muito distante, iriam ser adicionados no catálogo do Netflix várias séries tokusatsus que fizeram muito sucesso na Rede Manchete entre os anos 1980 e 1990, mas que conseguiram se estender até mesmo o final dos anos 90.

É provável que muita gente não conheça as séries, mas tenho certeza de que mesmo assim já deve ter visto alguma coisa relacionada ou algum tipo de referência (principalmente se você já viu algum Power Rangers na sua vida). Mas então vamos lá falar um pouco de cada uma dessas séries que formaram a infância de uma “GALERA” por aí.

Nacional Kid

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Esse eu não tenho muito o que falar, pois de todos que foram divulgados foi o único que não assisti, mas pelo que andei lendo, a série e o personagem tinham como principal finalidade a divulgação da empresa que atualmente conhecemos como Panasonic. E também a missão do nosso herói era proteger o planeta dos Incas Venusianos.

A série foi toda filmada em preto e branco e na dublagem original dos anos 60, o que marcava a abertura eram frases como “Mais veloz que o jato, mais duro que o aço, super-homem invencível, cavaleiro da paz e da justiça, Nacional kid!”.

Comando Estelar Flashman e Esquadrão Relâmpago Changeman

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Esses dois é o que podemos chamar de os tokusatsus que inspiraram praticamente todos os super sentais (um grupo de cinco pessoas vestidas com roupas coloridas que protegem o planeta de ameaças extraterrestres e que tem robôs gigantes)  que surgiram depois e que estão aí até hoje fazendo sucesso.

O que vai diferenciar mesmo entre cada um deles é que em Flashman os nossos cinco heróis foram raptados pelo inimigo e salvos pelos responsáveis por treiná-los durante anos até retornarem a terra para protegê-la. Já em Changeman, cinco integrantes de um exército de defensores da terra são banhados por uma “Força Terrestre” e além de ganharem a roupa colorida, cada um deles fica ligado a um animal diferente (já tá se ligando de onde saíram os inúmeros animais de Power Rangers né?).

dengeki_sentai_changeman_by_blakehunter-d46j5vo

O dois são para você que adora o estilo de Power Rangers e que está com muita saudades daqueles clássicos onde os dinossauros reinavam e a Rita Repulsa queria destruí-los.

Jiraiya, o incrível ninja

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Aqui começam os meus favoritos, pois por mais novo que eu seja, consegui acompanhar bastante  não só esse, mas também os próximos dois.

Jiraiya conta a história da família Togakure, que protege uma inscrição que indica a localização do “tesouro precioso do mundo” por várias gerações da Família de Feiticeiros.

Para quem assistiu, com certeza a primeira coisa quem vem a cabeça quando lembra dessa série é “Espada Olímpica!!! Golpe Frontal!!!”, dá até uma arrepio só de lembrar hehe.

Policial de aço Jiban

policial de aço jiban

O policial de aço que foi inspirado no nosso tão querido Robocop, tem uma história praticamente igual, só que aqui, após o policial Naoto Tamura ser “revivido” na forma de Jiban, ele tem como principal missão destruir a organização Diolon. Responsável não só pela sua morte, mas também pela maldade no mundo.

Assisti muito e posso garantir que é muito bom, então se você não conhece, pode esperar ansioso, pois vale muito a pena e com certeza é muito melhor do que essa nova versão do robocop de 2014.

Black Kamen Rider

black kamen rider

Sendo um dos que também mais assisti, mas conhecido como Kamen Rider, aqui ao contrário do que eu pensava, o nosso herói não é um extraterrestre, mas devido a vários incidentes causados pelos vilões Gorgom, ele acaba ganhando o super poder de ser um “Homem Gafanhoto”, e assim conseguir combater as forças do mal.

Essa eu conheço mais por uma de suas expansões da franquia chamada Kamen Rider Black RX, onde além da transformação clássica, ele também possuía cerca de duas “evoluções” mais poderosas e também conta com um episódio mega emocionante que faz uma reunião dos vários Kamen Riders existentes no universo (tipo aquele da reunião dos Power Rangers vermelhos).

Jaspion

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Agora chegando ao meu favorito, preciso admitir que meus olhos até encheram de lágrimas quando soube que ia poder assistir Jaspion novamente. Esse um pouco diferente dos outros, é uma luta eterna entre Jaspion (sim, esse é o nome dele mesmo, não tem negócio de identidade secreta aqui) e o maligno Satan Goss, que podemos de certa forma chamar de Imperador dos monstros.

A história de Jaspion é meio trágica, pois ele sofre um acidente quando pequeno, perde os pais e a sua nave (sim, isso mesmo, nave) cai no planeta Edin, então o velho Edin (uma criatividade enorme para o nome dos personagens), guiado por uma professia, cria o garoto acreditando que ele é o escolhido para salvar a o universo das forças de Satan Goss, que em algum momento da série arranjou um filho chamado MacGaren, que muito parece ser um Jaspion do “lado negro da força”.

Gostava tando desse que até um VHS eu tinha, era do filme Jaspion – O Retorno Satânico, que anos mais tarde acabei descobrindo que eram apenas uma junção dos últimos episódios da série. E aqui com certeza não podemos esquecer a famosa chamada que ele fazia para chamar o “Gigante Guerreiro Daileon”, pois o que seria de Jaspion sem Daileon e os monstros gigantes que ele enfrentava? hehe

Então é isso, se você já conhecia essas séries que nem eu, espero que fique feliz com essa possibilidade de poder revê-las (afinal não vi confirmação nenhuma ainda) e para você que não conhece, mas tem vontade, a dica é o seguinte, pense que isso tudo era no Japão dos anos 80 pra baixo, então com certeza você vai achar a dublagem e os efeitos sonoros e visuais horríveis, mas as histórias e as mensagens passadas com certeza vão mexer com a sua imaginação.


21/05/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

game-of-thrones-poster

De uns tempos pra cá, falar sobre Game of Thrones tem se tornado cada vez mais parecido como um problema político e religioso. E atualmente tem se tornado meio estranho, pois tenho visto muitas críticas a coisas que acontecem desde o início da primeira temporada (há uns CINCO anos atrás), mas que nunca foram nem sequer comentadas como comentam sobre algumas cenas mais recentes.

A polêmica mais comentada sobre a série atualmente, é de como as mulheres tem se tornado cada vez mais “fracas”, mais “usadas” e mais seja lá o que andam falando por aí devido ao fato da investida dos produtores em cenas de violência contra a mulher e principalmente as cenas de estupro.

Fico pensando o que foi que mudou desde o início da série em 2011, pois antes da quarta temporada ocorreram vários atos de violência, tanto verbal quanto física, contra a mulher, mas não vi nenhuma pessoa sequer criticar o que houve.

game of thrones - Viserys e Daenerys

Coisas como alguns dos diálogos entre Viserys e Daenerys Targaryen tipo “Quer acordar o dragão, sua putinha estúpida? O khalasar de Drogo era meu. Eu o comprei dele, mil gritadores. Paguei por eles com sua virgindade.“. Esse é um dos mais leves e no livro acontecem umas coisas bem piores do que esse tipo de conversa quando o “dragão acorda”.

A cena em que Drogo “monta” Daenerys e a cena em que Mirri Maz Duur fala que havia sido estuprada três vezes antes de ser “salva” e não vi ninguém até hoje falando sobre o assunto.

O ponto que estou querendo chegar, é que a série continua a mesma coisa que era no seu início, mas atualmente as pessoas, tanto homens quanto mulheres, estão cada vez mais incomodados com certas realidades que são mostradas, pois mesmo sendo um mundo de fantasia com dragões, bruxas, wargs, gigantes, caminhantes brancos e sei lá mais o que, não é por isso que coisas que fazem parte da realidade do mundo em que a série foi inspirada possa deixar de ser mostrada.

Aviso de amigo, a partir daqui terão Spoilers da quinta temporada, então se ainda não assistiu, pare de ler aqui e agora.

Game ot thrones - 5 temporada - Sansa and Ramsayt

Não estou dizendo que apoio essa violência toda e que as mulheres não deveriam ter força/poder assim como elas tem nos livros, muito pelo contrário, eu concordo que elas deveriam sim ter mais espaço e menos nudez na série, mas as vezes acho que quem tá reclamando disso tudo não chegou a ler nenhum, pois aquela cena do episódio “S05E06 – Unbowed, Unbent, Unbroken”, em que Sansa Stark é estuprada por Ramsay Snow Bolton com o Fedor Theon Greyjoy assistindo, no livro é com outra personagem e acontece algo MUITO PIOR.

Teve também aquela polêmica cena de Jaime e Cersei Lannister em frente ao corpo de Joffrey, que até onde entendi, foi o que encadeou toda essa discussão sobre o excesso de violência contra a mulher, mas que de alguma forma mágica e milagrosa, fez com que ninguém conseguisse lembrar do que foi dito e mostrado nas temporadas anteriores.

A série está sim tendo várias adaptações e mudanças se comparado a história dos livros em que ela se inspirou, algumas são com certeza bem melhores e outras são péssimas, e também não está com um ritmo tão bom quanto as temporadas anteriores, mas ainda assim está tudo contextualizado e seguindo o seu rumo, mas não acho que o que está acontecendo sejam motivos para deixar de acompanhar.

Mas enfim, o que eu realmente estou querendo dizer com isso tudo, é querer entender o que realmente mudou não só na série, mas no mundo e na cabeça das pessoas, pois vejo muitos que acompanham a série desde o início criticando essa violência toda somente agora, quando na opinião da maioria a série está chata. Parece que quando a série era “boa”, todos ignoravam esses acontecimentos, mas aí quando não atende as expectativas, as pessoas começam a criticar coisas que realmente importam. Quando falo todos me refiro a maioria, pois sem que também gente que não apoia essas cenas desde o começo (mas infelizmente não é o suficiente para gerar tanta polêmica como agora).

Afinal mostrar uma cena dessas para contextualizar alguma parte da história é até “aceitável”, mas da forma exagerada como está sendo feito realmente fica um negócio muito “roteiro preguiçoso”.


13/05/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

Game of Thrones -5 temporada Ep 05

Chegamos finalmente ao quinto episódio da quinta temporada de Game of Thrones, denominado “Kill the Boy“. Mas pelo que dá para perceber pela reação do público na internet, é que está havendo uma certa insatisfação geral.

Os motivos poderiam ser meio que individuais de umas poucas pessoas e tal, mas tem muita gente chamando essa nova fase da série de “novela da tv fechada”, e há quem diga também que foi esse o motivo de a HBO não ter se importado tanto assim com o vazamento dos quatro primeiros episódios dessa quinta temporada.

Não vou dar nenhum spoiler sobre o que aconteceu, pois ao contrário do que andam dizendo por aí, acontecem sim alguns fatos importantes para a construção da história em geral e também para o fortalecimento de alguns personagens que estão um pouco apagados, para não dizer esquecidos e sem poder hehe.

O problema que vejo é que as pessoas estão um pouco mal acostumadas com uma certa “desacelerada” para contar histórias e assim a série/filme/seja lá o que você estiver assistindo poder dar continuidade a trama.

Fico imaginando se essa galera que tá reclamando leu algum dos livros que deram origem a série, pois tudo o que “não aconteceu” até agora na série, é contado de maneira mais chata e monótona nas palavras de George R. R. Martin. Mas ainda assim, é preciso que seja mostrado, para que não tenha tantas falhas quanto nas temporadas passadas.

game-of-thrones-5 temporada Ep 05-Grey-Worm

Claro que também não estou defendendo que a série está as “mil maravilhas”, mas acredito que alguma coisa de muito boa FODA aconteça, principalmente depois do ocorrido no final do quarto episódio dessa quinta temporada, “The Sons of Harpy” (Os filhos da Harpia). Aonde ocorreu uma morte que na minha opinião foi MUITO “PEBA” (desculpe se foi spoiler, mas não resisti), mas que com certeza deve causar algum tipo de impacto.

Mas enfim, não perca a esperança e continue acompanhando a série, que tenho certeza que não se arrependerá, ou pelo menos assim espero que seja.