Modo Meu

Categoria: Séries

08/01/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

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A primeira sexta útil do mês começou e a gente já vai dando o aviso que aqueles posts temáticos do mês voltaram! E para voltar com tudo nesse mês de férias, por que não falar de séries viciantes que vão te deixar sair da frente da TV?

Quando falo de séries viciantes, em qual você pensa primeiro? Pelo que já falei em vídeo e podcast é claro que vou começar com “How To Get Away With Murder“, que com certeza foi uma das séries que mais me deixou vidrada no ano que passou, a ponto de me fazer ver a primeira temporada em um dia.

* Dica: Na data de lançamento desse post a segunda temporada acabou de ser lançada pelo Canal Sony, se você já assistiu a primeira temporada e está naquela loucura pra saber a continuação, fica a dica!

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Pra você que não conhecer a série, How To Get Away With Murder é uma série da ABC, lançada no final de 2014 e é conhecida como mais um dos sucessos da produtora Shonda Rhimes. Se você não conhece a Shonda e o seus sucessos, ela também é responsável por Scandal (qual eu estou maluca para ver) e o tesouro antigo das séries  Grey’s Anatomy, que já possui 12 temporadas.

Mas enfim, vamos falar de HGAWM, a série que demorou mais tempo para eu aprender o nome do que assistir a primeira temporada, tem com protagonista a advogada de sucesso e professora de direto Annalise Keating, interpretada pela a atriz Viola Davis, que foi super requisitada para fazer esse papel, pois os produtores acreditavam que ela seria perfeita para interpretar a personagem. Vários prêmios depois, só posso dizer que eles estavam corretos!

How_get_away_with_murder-presonagens

Annalise é uma daquelas professoras que você morre de medo e admira ao mesmo tempo, que ensina a cadeira de Direito Penal, qual gosta de chamar de “Como se livrar de um assassinato” e em todo semestre escolhe um grupo de alunos para estagiar em sua empresa, uma oportunidade que todo aluno faria de um tudo para conseguir, e os da vez são: Wes Gibbins (Alfred Enoch), Michaela Pratt (Aja Naomi King), Connor Walsh (Jack Falahee), Laurel Castillo (Karla Souza) e Asher Millstone (Matt McGorry).

O estilo da série faz com que as temporadas sejam envolvidas por um caso central que vai se desenvolvendo ao longo dos episódios enquanto outros casos se iniciam e são concluídos,  sempre liderados por Annalise, fazendo com que a gente fique naquela curiosidade de saber mais e mais sobre o caso. Vale ressaltar que para a professora não existem lado bom ou ruim, existe caso ganho e não importa o que é feito para ganhar, por isso é comum ver trapaças e ilegalidades por parte do grupo que tenta a todo custo conseguir provas para os casos.

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Mas o que dizer sobre a série? O que eu achei? Sinceramente, achei extremamente realista, pois vamos cair na real, a justiça é mais controversa do que acreditamos e é isso que HTGAWM nos apresenta. Enfim, série boa, segunda temporada chegando e primeira no Netflix, tem coisa melhor para as férias?


24/11/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

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Grandes poderes exigem grandes responsabilidades, não é mesmo? Então, todos que possuem algum “dom” superior a maioria, deveriam sim combater os crimes da cidade?! Mas e se fosse com você? Vestiria uma roupa colorida com uma máscara e sairia por aí ajudando pessoas que muitas vezes vão te culpar depois? Será que as pessoas são realmente dignas de serem salvas? É isso que Jessica Jones se pergunta no primeiros capítulos da nova série da Marvel para o Netflix.

Se você anda acompanhando o vídeos de Review Semanal no canal do site já deve saber que Jessica Jones foi uma das séries do segundo semestre mais esperadas não só por mim, mas por todos do meu convívio pelo mesmo, já que foram meses com zilhares de informações sobre a série.

marvel-jessica-jones-carrie-anne-moss-krysten-ritter

Mas bem, você quer saber o que eu achei da série né? Vamos lá: Primeiramente, já vou assumindo que assisti os 13 episódio em menos de 24 horas, o que já indica ser extremamente viciante ou eu tenho probleminhas. Bem, a história se passa na mesma área no nosso querido amigo Demolidor, o que dá aquela impressão de vamos ver alguma referência a qualquer momento, mas eu não estou aqui para dar spoiler e não vou revelar nada sobre isso.

Um das características principais da nova fase da Marvel é a mistura da fantasia com a realidade, afinal a série se passa na nossa realidade só que com alguns acontecimentos fantásticos, como o ocorrido em os Vingadores: Era de Ultron, mencionado na série como o incidente com os ET’s. Dá para perceber também que existem “classes” de super heróis como os que estão mais acima no caso dos Vingadores, que cuidam de grandes problemas, e os “dotados“, que vivem nas ruas fingindo serem pessoas comuns e cuidando de pequenos crimes. No caso do Demolidor combatendo a máfia e Jessica Jonnes, de acordo com muitos pela Internet a fora, combatendo um dos melhores vilões da Marvel, o psicopata/serial killer Killgrave, mais conhecido como Homem Púrpura (The Purple Man) nos quadrinhos.

MARVEL'S JESSICA JONES Luke Cage e Jessica Jones

Talvez você não saiba, mas nos quadrinhos Jessica usa um macacão branco e azul, e Killgrave é realmente todo roxo, o que não está presente na série, já que não combinaria com essa nova fase da Marvel, porém existem algumas referências a esse lado, o que é bem interessante para quem gosta de um lado mais fiel das histórias.

Falando de atores, eu vi uma verdadeira heroína em Krysten Ritter, que interpretou Jessica com uma mistura de garota durona e sentimental mostrando um lado humano e normal na protagonista, afinal nem só de combater crimes vive um herói. E gente, como eu tenho medo de David Tennant (Killgrave), que definitivamente serve muito bem para papeis de vilões.

Jessica Jones e Kilgrave

Enfim, acho que a única coisa que me incomoda em Jessica Jones é o fato de eu ter que esperar um ano para a nova temporada e dela sempre usar o mesmo jeans, o que não me parece muito limpo. hihihi

PS1: Trinity (Carrie-Anne Moss) que saudade!

PS2: Sei que não falei do Luke Cage (Mike Colter), mas isso não quer dizer que o ator não arrasou.

PS3: Assiste logo e me diz o que achou!


20/10/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

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Encontrar séries sem nenhuma indicação é um dos meus hobbies favoritos, quem lê as minha resenhas de série à algum tempo, sabe que a maioria das que eu indico acabam sendo mais por achado do que por indicação. Tem vezes que passo horas e horas zapiando o bendito Netflix até encontrar uma preciosidade, como o caso de “Smash” ou “Não Confie na Vadia do 23”, e outras que simplesmente me aparecem de mão beijada como “Unbreakable Kimmy Schmidt” e o meu novo amor “Grace and Frankie” (p.s.: será coincidência as duas serem do Netflix?), que eu vou contar mais pre você agora!

Como comentei logo acima, “Grace and Frankie” é uma das mais novas séries originais do Netflix, lançada em maio de 2015, que veio para sambar na cara de sociedade. Pois por mais que seu gênero seja comédia, temas super atuais são lançados na nossa cara de uma forma que nos faz parar para pensar o básico: “E se fosse eu?”.

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O seriado conta a história de duas senhoras muito bem casadas a 40 anos, Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin), que se odeiam por terem estilos bem diferentes e passam por uma situação bem peculiar. Seus respectivos maridos, Robert (Martin Sheen) e Sol (Sam Waterston), sócios de uma empresa de advocacia, assumem estarem apaixonados e namorando há 20 anos e agora querem se reparar para poderem casar.

Uma situação ótima para aquela música da Maísa: “Meu mundo caiiiu”, já que depois de 40 anos da casadas as duas já tinham mais do que certeza que o “Até que a morte nos separe” era válido para os seus relacionamentos. Aí vem as dores de cabeça de ter que explicar para os filhos, amigos e família uma coisa que as duas nem sabiam por onde começar. Além de que só elas, que se detestavam, poderiam entender uma a outra e a melhor maneira de superar era juntas.

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Em relação a diferença que eu já falei mais acima, Frankie e Sol eram um casal mais hippie, acolhedor, amante de arte e super apoiadores do natural, com dois filhos adotados de nomes estranhíssimos, já Grace e Robert viviam de aparências, luxo, um estilo de vida bem “ricos esnobes” e tinham duas filhas “perfeitas”. Essa diferença faz com que a história fique cada vez mais interessante, pois além das duas mulheres terem que se aturar para superar juntas a separação, os homens passam a se conhecer melhor e entender que nem tudo são flores.

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Ok, você me contou a história, mas o que garante que vai ser boa? Bem, além dos atores magníficos e ser uma produção do nosso amado e idolatrado Netflix, a séria é uma criação de Marta Kauffman a criadora de nada mais nada menos que “Friends” e Howard J. Morris o criador de “Eu, a Patroa e as Crianças”, ou seja, não pode sair ruim (confie que eu já assisti). Além do que, só são 13 episódios de 25 minutos, ou seja, dá para ver tudo em um dia sem ser muito asilado, como eu.

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O que mais me impressionou é que por mais tempo que “Grace and Frankie” tenham desde seu lançamento e a nota alta no IMDB, a série tem poucas críticas brasileiras, mas parte boa é que com isso não tem spoilers para lidar pela Internet afora. Ahhh, eu quase ia me esquecendo, a segunda temporada já foi confirmada! Veja o trailer. Espero que goste, me diga o que achou e se acontecesse com fosse, o que faria, ok?!


25/08/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Victória Duarte

shameless (us) - capa

Quando assistimos séries americanas temos a ilusão de que os Estados Unidos e o povo americano são de certa forma mais bem educados, chiques e elegantes que nós. Seriados como Gossip girl, House of Cards e até mesmo Friends acabam, mesmo com temáticas tão diferentes, construindo nossa imagem do povo americano como pessoas limpas e “centradas”, até mesmo divertidas, em que mesmo nas dificuldades eles não passam dificuldade (saca?), por justamente ser o contrário disso tudo que Shameless (US) é uma série muito boa!

Shameless US é a versão americana do Shameless UK, que vem sendo exibida pela Showtime e já vem sendo filmada sua 6ª temporada para estreia em janeiro de 2016. Uma série de dramédia ambientada no subúrbio de Chicago, que se você assistir vai ver que equivale a nossa amada favela brasileira, ou seja, Shameless retrata a favela americana.

shameless (us) - together

No início dessa série ela conta a relação de uma família, formada do jeito menos convencional possível, no período de crise que o EUA passou em 2008, em que de início é a justificativa do pai dessa família, Frank Gallagher, nunca arranjar um emprego e viver bêbado pelos cantos da cidade fazendo idiotices. Essa família é formada por 6 filhos, Fiona, Lip, Ian, Debbie, Carl e Liam, que são obrigados a viver com o que tem, quee é pouco, e cuidarem de si próprios. A mãe deles os abandona para fugir com outra mulher e acaba deixando a responsabilidade da criação toda em cima de Fiona, que é uma jovem de 19 anos que vai se virando com bicos que faz, mas também é ajudada pelos irmãos Lip e Ian e seus vizinhos viciados em sexo Veronia e Kevin, que sempre arranjam um jeito de sair das dificuldades tanto financeiras quanto familiares da forma mais inusitada possível.

shameless (us) - family

Essa série é cheia de discussões sobre família, drogas, homossexualidade e permeadas com muitas cenas de sexo no meio disso tudo, mostrando como uma família americana se vira na pobreza. E o mais interessante dessa família é a união desses irmãos para cuidar uns dos outros, e até mesmo do pai que só procura a família para se aproveitar dela. Shameless é rodeada de toques de comédia sarcástica (e as vezes absurdas) que põe em dúvida nosso conceito do certo ou errado na hora da necessidade, e isso sempre com um “quê” de drama na medida certa.

E outra coisa que faz a série ser muito boa é o amadurecimento e escolhas que cada personagem faz durante as temporadas, que faz você rir, chorar e ficar com raiva tudo ao mesmo tempo.

Se você quer se divertir com uma boa comédia dramática realista, Shameless é uma boa pedida, e até mesmo se você quer só conhecer como é a favela americana também! Dá uma olhada na promo da primeira temporada e sente só o gostinho:


18/08/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Victória Duarte

how i met your mother - sentimentos

Todo mundo tem aquela seriezinha que faz o coração da gente ficar mais quentinho, e nos faz refletir nossas relações com nossos amigos e família. E é justamente isso que How I Met Your Mother faz com seus espectadores.

Muitos conhecem essa série, mas nunca pararam para acompanhá-la de verdade e perceber a fundo as mensagens (que pelo menos na maioria) que cada episódio traz, que vai muito além da simples história que um dos personagens principais, Ted Mosby, conhece a esposa dele.

Essa série ambientada em NY, além de contar como Ted conheceu a mulher dele, conta a relação entre 5 amigos, Ted, Marshall, Lilly, Barney e Robin, nas mais diversas situações que as amizades podem trazer.

Coisas que só quem tem amigo de verdade pode enxergar como essa série é muito “real” dentro de seus limites. Apostas toscas, brigas infundadas, vícios estranhos em comum, conselhos sinceros e preocupados, dificuldades em relacionamentos… São apenas alguns exemplos que fazem a gente sentir que somos, em certo grau, semelhantes a cada um dos personagens.

E as referências nerds e aos anos 80/90? MA-RA-VI-LHO-SAS! Apenas uma imagem para isso:

how i met your mother - imagem clássica

Essa série teve início em 2005 com 9 temporadas e construiu um público fiel e que sempre será apaixonado por essa série e que sempre que ouvir a musiquinha de início terá seus olhos brilhando.

Dá uma olhadinha nessa abertura especial da série e fique na curiosidade:

Sei que no Modo Meu existem muitos fãs de Friends, vamos abrir nossos coraçõezinhos para as boas gargalhadas que How I Met Your Mother pode nós dar “Tá bom? Então tá bem!” (JOUT, jout. 2015).