Modo Meu

Categoria: Design Gráfico

18/02/2014 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

Coralie Bickford-Smith Vamos ser sinceros que o termos “Não se pode escolher um livro pela capa” não é bem verdade, se não toda a industria de editorial dedicada exclusivamente a criação de capas não haveria por que existir.

Nessa época que é preciso ter um bom motivo para que um livro saia impresso no mercado, as capas são um fator que pode tornar um simples livro – sem menosprezar a escrita –  em uma peça de arte a ser exposta, e esse é o trabalho da designer Coralie Bickford-Smith.

Cloth Bound Series Designer exclusiva da editora Penguin Books – uma editora tradicional, prestigiada e bem preocupada com o editorial de seus livros – Coralie, tem como cargo chefe a criação de coleções, que ao meu ver é bem mais complicado do que apenas um livro, porque é necessário um padrão que traga um ligação entre todos os livros da coleção, pra isso é preciso um estudo prévio de cada livro e blá blá bláa ( já estou ficando chata).

Para quem acha que o trabalho de Coralie Bickford-Smith é um sonho – como eu – não é pela sorte que ela conseguiu esse lugar, seu curriculum compõe graduação em design e tipografia na Reading University (Londres), diversas premiações, exposições, além de ser considerada a melhor designer de capa de livros da atualidade.

F. Scott FitzgeraldApesar desses milhões de títulos que nos leva a pensar na complexidade de cada peça, o trabalho de Coralie é bem simples, em sua maioria compostos de vetores, patterns e cores chapadas, um “nada de mais” que nos deixa de queixo caído com cada livro (Sabe quando você olha pra uma coisa e diz: Puts, por que não pensei nisso antes! É bem isso que acontece com os trabalhos e eu – inveja branca -). Podemos ver bem o seu estilo nas coleções: Cloth Bound Series (com capas de pano), Great FoodF. Scott Fitzgerald (que por sinal é a minha predileta), Gothic Horror Stories, entre outras.

Infelizmente suas capas só estão disponíveis nas versões em inglês, por isso é um pouquinho mais difícil de encontra as coleções completas na livraria, além de ser um pouquinho caro. Mas para quem quiser muito encontra esses livros, vou deixar o link da Amazon e um vídeo para você conhecer melhor.


03/10/2013 - Categoria: Design de Web - Autor(a): Mariana Fernandes

Flat DesignUma das maiores tendências de design da atualidade surgiu no meio online e parece estar tomando conta de tudo. Mas será que as pessoas sabem o que é esse tal de flat design?! Para que isso serve? Por que a maioria dos designers de plantão estão aderindo ao estilo? E principalmente por que ele é melhor do que o outro estilo (Skeuomorphism)?

Site Mr. VisualAntes de mais nada, vamos entender qual a diferença de Flat e Skeuomorphism para não confundir as cabeças alheias. Flat Design, também conhecido como design planos, está mais para uma filosofia do que só um estilo. Com uma característica bem minimalista ele não costuma possuir um interesse em sombras, degradês, texturas e nada que traga uma semelhança com a realidade, como o Skeuomorphism apresenta.

Com um estilo mais plano, o Flat design costuma apresentar: utilização de cores sólidas, nitidez na tipografia, contraste alto e grandes espaços de respiro ( aquela área “banca” no layout na qual deixamos para não ficar poluído e o cliente acha que é um desperdício de dinheiro). Para simplificar, podemos comparar com os sistemas operacionais chamando o Iphone CS6 de Skeuomorphism e o Windows Phone de flat design, deu pra entender a diferença?

Site built byO porque desse estilo só agora estar tomando lugar e sendo considerado o futuro das interfaces, por mais que não seja tão novo se observamos os primeiros computadores, foi a necessidade de deixar os sistemas mais intuitivos para os usuários que ainda não eram habituados as novas tecnologias, por isso as calculadoras tão realistas, os bloquinhos com textura de papel e por ai vai. Nessa época o Skeuomorphism era um mal necessário, mas agora que já estamos habituados a pontos de velhinhos estarem mega inteirados, que venham a mudanças para retirar todos dessa rotina.

Essa  filosofia de vida que está deixando todo mundo muito clean e bonito é a necessidade de priorizar o conteúdo nos diferentes meios: smartphones, tablets e desktops, dando maior importância as imagens e a tipografia, facilitando o entendimento e a usabilidade do layout, podendo trabalhar com formatos responsivos e mais inovações. Por isso senhor cliente que está lendo esse post, seja cabeça aberta e aceite o que o designer está dizendo, ok?!

Site Yep - flat designAos designers e até quem não é, pois é bom aprender, que querem entrar de cabeça nesse novo estilo, o site fltdsgn.com apresenta sites apenas com design planto, dando pra entender melhor como usar e como podemos dar um misturado sem ficar um monstrinho caso o cliente queira.


21/01/2013 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

180 cartazes pra sair da fossaÉ nos momentos mais difíceis que as vezes temos ideias incríveis e o que nos diferencia é se colocamos em execução essa ideia ou deixamos de lado para dar espaço aos nossos lamentos.

180 cartazes pra sair da fossa 02Pois afinal, quem nunca levou um “fora“, um “pé na bunda” ou como desejar chamar esse momento tão comum que nos faz ficar deprimidos e nos queixando da vida. Para Lanna Collares esse momentos de melancolia se transformaram em design, com o projeto: 180 cartazes para sair da fossa.

180 cartazes pra sair da fossa 03A design que acabou de ter uma desilusão amorosa, levou o conselho de sua mãe a sério e decidiu trasformar a dor e superação de um final de relacionamento em cartazes all type que ela posta diariamente em seu tumblr.

180 cartazes pra sair da fossa 04Com 22 anos, a garota não conta como aconteceu a sua história, mas tem como única descrição em seu site a frase que a levou a fazer isso: “Minha mãe disse e depois li em algum livro: são necessários cerca de seis meses pra curar uma dor de amor. Um cartaz pra cada dia que passa pra fazer passar.”.

180 cartazes pra sair da fossa 01Os cartazes apresentam as letras de músicas no bom estilo dor de cotovelo sempre mostrando o sentimento do dia de Lanna. O lado bom é que além de contemplar os cartazes ainda conhecemos várias músicas para colocar na nossa playlist sofrida, além de compartilhar da dor junto com a autora.

Dica: Karla Melo


11/10/2012 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

Relembrando os tempos que rotina na publicidade eram roupas sociais, whisky, glamour, cigarro e muitas limitações em termos de tecnologia, vale a pena ressaltar o estilo retrô que nos deixa muitos loucos, como vimos em Mad Man.

Recobertos de tantas limitações de técnicas e textos, os comercias dos anos 60, 70 e 80, ao meu ver são inatingíveis em comparação com algumas peças de hoje, já que atualmente é tão mais fácil digitalizar uma ilustração, tratar uma imagem, encontrar referências e por aí vai as facilidades de viver com internet e adobe.

Vou deixar como referências alguns anúncios feitos nas décadas de ouro da publicidade, que serviram de exemplo para tantos outros anúncios, com os das redes sociais que vou deixar as imagens em referência ao retrô dessa época.

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14/05/2012 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

Para começar essa segunda bonita, venho com mais um discurso animador para os criativos de plantão e a referência que me faz continuar animada com o design.

Em Novembro de 2011 a revista de design Novum decidiu inovar e deixou a cargo do estudo de design Paperlux a capa do mês. O trabalho ficou tão bom que deu o que falar em sites de design pelo mundo a fora e estimulou muito designer por aí.

Inspirados no trabalho de Richard Buckminster, a capa da revista teve 140 recortes que possibilitaram multiplas dobraduras no papel, dando uma ar bem inovador a peça, sem falar que para esse edição, saíram 6 versões diferentes de capa (aposto que teve gente que comprou as 6 – eu compraria).

Já tinha visto esse mesmo tipo de recorte em uma caixa de papelão que possibilitava embalar objetos com mais flexibilidade e o mesmo conceito da revista. Bem, não sei o que veio primeiro, mas está ai uma boa forma de referência, pois depois de encher a visão de marcas sem identidade, comunicações mal feitas e panfletos de sinal feitos pelo tio da gráfica, está ai uma esperança.

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