Modo Meu

Categoria: Design

29/10/2015 - Categoria: Ilustração - Autor(a): Mariana Fernandes

Nina Stajner_Modo Meu

Quem estava com saudade dos posts indicando trabalhos de ilustradores para ter nas paredes? Não sei você, mas eu estava, pode ter certeza! Por isso vou entrar no conto de fadas com você para falar de Nina Stajner e suas artes fantásticas.

Lembra daqueles livros de crianças mais antigos com ilustrações bem trabalhadas, delicadas, feitas a mão, retratando principalmente animais? Pois é, isso mesmo que eu estou falando, daquele mundo encantado das fábulas infantis antigas que eu sinceramente gostaria de viver.

Nina Stajne_estilo Manual

Nina Stajner, da Eslovênia, é responsável por todo esse trabalho delicado e manual das ilustrações com esse estilo fábula antiga. Em sua apresentação no site ela diz que usa principalmente aquarela e tinta óleo e que gosta desse trabalho manual por mais que também trabalhe com pintura digital.

Eu sou completamente alucinada por trabalhos manuais, para mim enriquece o projeto, pois acaba possuindo uma lado mais emocional e cuidadoso. Felizmente esse tipo de técnica é usada com uma certa frequência na Europa, que ainda valoriza o manual por mais que exista mais facilidades no mundo digital. Valorização essa que sinceramente não vejo com frequência aqui nas terrinhas tupiniquins.

Nina Stajner_arte

Mas agora você me diz: “Mary do céu, eu PRE-CI-SO disso, pelamordi!” E para alegria geral da nação, os trabalhos da minha nova paixão, Nina, estão disponíveis no Society6 para comprar. Aêeeeeeee! Mas claro que não o original né “fí” e sim os digitalizados dessas belezuras manuais, que já tá valendo. Sei que o dólar tá caro, massss quem quiser investir é um bom custo benefício, já que dura uma vida toda se você cuidar!

Vou deixar o behance (aqui) e o site (aqui ó) da Nina para quem quiser ver mais trabalhos dela e mergulhar nessas fábulas ilustradas.

Nina Stajner_ilustação

Mas vem cá, antes de ir embora me diz o que achou das ilustrações e que estilo você gosta mais, manual ou digital?


16/09/2015 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

Não Julgue o livro pela capa e sima a editora

Como alguns já sabem, em agosto comecei uma nova jornada pelo mundo da pós-graduação (se não sabe, segue a gente nas redes sociais pra saber de tudinho), cursando a primeira turma do curso Design Editoral do meu querido Estado. E como perguntei nas redes sociais se alguém gostaria de saber sobre as minha impressões (vou fazer em vídeo e quando tiver é só acessar aqui), vou começar logo por uma pensamento que compartilho desde antes dessa nova jornada.

Não julgue o livro pela capa e sim a editora diz o título do post, mas você consegue pensar o por quê? Bem, na minha primeira disciplina da pós que consiste na “História da edição e do design editorial“, tivemos como avaliação a reflexão do que é um livro e a transferir esses pensamentos para uma manuscrito feito por muá, por causa disso tive que aprender técnicas de proporção áurea, que basicamente é como dividir a página para encaixar os textos (ou como dizemos nas aulas, quando estipulamos uma mancha gráfica), como calcular, cortar, escrever cuidadosamente pensando em todos os espaçamentos e grafismos e finalmente passar pelo julgamento do professor.

não julgue o livro Não julgue o livro pela capa e sim a editora

Além de todos esses processos conversamos muito sobre a importância do livro impresso em uma época extremamente digital, onde existem e-readers e uma guerrinha de preferências, que eu honestamente considero ridícula. Nessas conversas chegamos na conclusão de que o livro impresso atualmente tem que ter um “algo a mais” para que as pessoas encontrem a necessidade de comprá-lo e que o digital ainda não pode ser considerado a melhor opção, porque sinceramente ainda não foi encontrado uma forma que possam ser lidos todos do tipos de livros, por exemplo os de receitas que fazem um grande uso de imagens e grafismos que os e-readers não integram muito bem com o conteúdo, porém esse formato traz uma acessibilidade enorme para novos autores e menos dor nos braços para os leitores de Game of Thrones (hihi).  P.S: eu também tenho uma monte de e-books, não precisa me odiar senhor amante de e-book.

Bem, mas o que isso tem haver com o título? É desse algo a mais que o livro precisa ter que eu quero falar, e isso definitivamente não é culpa do autor ou da história. No mercado atual, zilhares de livros são lançados diariamente não é mesmo? Agora me responde: o que nos vai fazer querer uma determinado título, em vez do outro?  A história? Sim, mas o que vai me fazer achar o livro para ler a sinópse e acabar me interessando? A capa? Também! Mas melhor do que só a capa do livro é o projeto como um todo, os extras, o cuidado com detalhes, a preocupação com a folha e a leitura de quem está comprando, imagens e por aí vai. Afinal, pensa comigo, se a capa foi a única coisa importante, eu posso fazer uma capa “nhê”, colocar no word e mandar imprimir, mas o que isso me impede de comprar o e-book, já que a capa é a mesma do cartaz do filme que saiu mês passado, e não tem nada que me faça querer o impresso?

Não julgue o livro pela capa e sim a editora Não julgue o livro pela capa e sim a editora

Quando olhamos uma pilha de livros na livraria e achamos 80% deles dessa exata forma que eu acabei de descrever, é culpa de quem? Com a capa do filme, com uma diagramação cansativa (sim, isso existe e é bem frequente), como um feito de qualquer jeito tão visível que me deixa abismada, é culpa de quem? Do autor, da história, ou da editora que não teve a mínima preocupação com o projetos, a história e o comprador? Quantas vezes você já parou e pensou, por que a capa desse livro não poderia ser igual a da versão gringa? Será que eles se preocupam com esse algo a mais que eu estou falando? Não, imagina! (ironia alert)

Lógico que eu não estou aqui falando de todas as editoras brasileiras, afinal tem muita coisa ruim espalhada pelo mundo e muitas preciosidades nas terrinhas Tupiniquins, mas acho que isso é bem frequente no nosso Brasilzim de meu Deus e esse meu pensamento compartilhado ajuda com que o público tenha uma visão crítica sobre esse assunto e possa sim, cobrar trabalhos com maior qualidade. Vendo toda essa falta de qualidade por um lado bom, isso ajuda com que pequenas editoras que possuem essa preocupação se destaquem no mercado e nos tragam obras dignas de coleção. Mas e aí, o que você acha desse meu pensamento? Concorda, descorda? Vamos conversar!


19/06/2015 - Categoria: Design - Autor(a): Mariana Fernandes

Zupi Awords

Mais uma sexta-feira chegando e primeiramente preciso avisar que o nosso “especial” de post da sexta não está acontecendo esse mês por conta da nossa adaptação com os vídeos do canal do Modo Meu. Aliás, se você ainda não tá sabendo do que eu estou falando dá uma olhadinha no nosso canal no Youtube, que até a data desse post já saíram quatro vídeos, dois do 513 design (sobre dúvidas e sobre faculdade) e dois do 513 live (sobre aventuras em parques ecológicos e sobre taekwondo). Então próximo mês volta tudo ao normal tá?! Mas vai lá e se inscreva no canal, por favorzinho com açúcar e mel.

Por falar em design, lembra daquele post que eu falei sobre concursos legais da área pra participar? Bem, hoje vou falar mais uma vez do Zupi Awards, uma premiação internacional de arte, design e criatividade, realizado pela Zupi. Sabe aquela revista que todo designer ama? Pois é, essa mesma.

Na sua primeira edição, o concurso oferece as categorias: fotografia, design e ilustração, com inscrição até o dia 31 de junho, avaliação até o dia 1 de setembro e premiação no dia 17 de Outubro no evento Pixel Show, também da Zupi, qual já comentamos aqui no blog.

Acho uma boa oportunidade para quem  quer ter o seu trabalho avaliado e quem sabe premiado, sem falar que para os estudantes o valor de inscrição cai pela metade! Se você se interessou e quiser saber um pouco mais sobre o Zupi Awards, vou deixar aqui o link do site deles para facilitar a sua vida! >>> zupiawards.com


20/05/2015 - Categoria: Design - Autor(a): Mariana Fernandes

ModoMeu_ Prêmios de Design

De vez em quanto recebo algumas dúvidas e pedidos para falar mais sobre a profissão que me acompanha dia após dia, o design. Esses dias, por causa do post sobre o Zupi Awards e um caso sobre a desvalorização do designer, que muito me indignou, estava lembrando de alguns concursos que passei durante o período acadêmico, o que achei sobre eles e bons concursos para participar.

Em um momento do seu período acadêmico provavelmente vão surgir algumas empresas, representantes, semanas de alguma coisa, entre outros com concursos como finalidade. O discurso é sempre o mesmo: “Trabalhe duro, faça algo muito bom, mande para cá que se a gente gostar, vai usar”. Aí eu me pergunto o que eu recebo com isso e o que isso vai me beneficiar, e lá vem a resposta: “Divulgação, é claro”.

Surpreendente, mas é bem comum ver esses tipos de concursos que se beneficiam do trabalho duro em troca de praticamente nada, pois vamos ser sinceros, quem vai prestar atenção na assinatura de um designer em uma embalagem de lanche? E até mesmo se prestar atenção, quem vai anotar os contatos de alguém dessa forma?

Não estou dizendo que todos os concursos são assim, afinal, seria muita contradição falar de um concurso e na mesma semana dizer que isso não é legal, mas ter bastante atenção é essencial, pois as vezes as entrelinhas  também podem prejudicar, por isso, vou indicar 3 concursos supimpas para quem está em busca de uma competição, mas não que ser deixado pra trás.

Concursos de design

1. Premiação Museu da Casa Brasileira

O concurso consiste na criação de um cartaz para que represente o outro concurso ligado a produtos arquitetônicos. Inicialmente o participante cria e envia um cartaz de acordo com o tema pedido, 10 cartazes serão escolhidos e expostos no museu e o primeiro lugar receberá uma quantia, que eu considero justa, para concluir toda a identidade visual do evento.

Já participei desse concurso e achei bem legal, mas vale ressaltar que para participar existe um um valor de inscrição e também do envio da peça, caso esteja disposto a investir, #ficadica.

2. Prêmio Estampa Brasil

Na terceira edição, esse concurso consiste na criação de estampas, de acordo com os temas exigidos. Os trabalhos selecionados são expostos e publicados na edição do ano, qual eu já falai no post “Entendendo um pouco da arte de estampar com o livro Alma Brasileira”. Além de exposição e publicação, os três primeiros ganham prêmios em dinheiro para estudo. Vale ressaltar que existem duas premiações, a exclusiva para estudantes e a para profissionais.

3. Zupi Awords

Essa vou deixar o post que explica bem melhor sobre o concurso, mas já sabe né?! Se estamos indicando é por que acreditamos ser uma coisa boa. Olha o link: Zupi Awords: Premiação Internacional de Arte, Design e Criatividade.

Espero que goste da dica, se tiver algum outro para indicar, deixa nos comentários e boa sorte, viu?!


12/05/2015 - Categoria: Design Gráfico - Autor(a): Mariana Fernandes

capa_tipografia

Todo designer sabe que o processo de criação se baseia em boas referências visuais e uma boa base para trabalhar, e uma dessas bases é a tipografia, onde podemos criar do zero, aquelo que demanda um conhecimento específico muito grande, ou usar fontes prontas, com a possibilidade de alterar e deixar de acordo com o que desejamos.

As tipografias são algo extremamente importante em uma construção visual, pois se pararmos para observar, podemos notar que existem peças gráficas que só fazem uso do artificio tipográfico, como em alguns logotipos ou peças denominadas “all tipe“. Pensando em toda essa importância e a dificuldade que muita gente tem de encontrar boas famílias tipográficas, é que vou indicar 5 sites gratuitos, ou quase, pra você inovar nas fontes.

Se buscarmos no Google por fontes gratuitas o primeiro site que iremos encontrar é o dafont, que no começo dos meus aprendizados era mais que o suficiente, mas o que eu não sabia na época é que tipografia é coisa séria, uma arte que é preciso de muito trabalho e estudo para fazer uma família (alfabetos tipográficos com variações) como: regular, bold, italico e assim vai. Mas voltando ao assunto, o que esse específico site nos dá são fonte piratas, ou seja, copias de fontes pagas e muitas vezes, ou em todas elas, bem mal feitas, podendo trazer mais dificuldade ao nosso trabalho. Não vou ser hipócrita e dizer que nunca tornarei a usar, pois afinal, sempre existe a hora do desespero, mas com opções legalmente gratuitas acredito que essa será mais do que a minha última opção.

Fontfabric

1. Font Fabric

Um site pequeno que possui cerca de uma centena de tipografias sendo boa parte delas gratuitas. Mas vem cá, como você sabe que elas são legais? Bem, ao baixar esse tipo de fonte, junto com ela vem um pdf que consiste em uma autorização de uso que vai te dar a garantia para usar a fonte.

Font Squerrel

2. Font Squirrel

Com o mesmo esquema do site anterior (na verdade, todos o que eu ou indicar tem esse certificado), o propósito desse site é liberar apenas uma classe da família tipográfica para que você use, goste e tenha certeza da compra das demais classes da família. Uma boa técnica de venda que nos beneficia, pois podemos testar a fonte e ter a certeza da compra.

Freebirsbug

3. Freebiesbug

Uma site não apenas de tipografias, pois possui vetores, mockups, templates e por aí vai. O Freebiesbug traz uma diversa gama de fontes que chega até cansar de buscar.

ten dollar fonte

4. Ten dollar fonts

O único site oficialmente pago, o “Ten dollar fonts” vai bem ao pé da letra, pois todas as fontes ofertadas possui o valor de compra de 10 dolares. Já comprei fontes nesse site e não me arrependo, pois sei que vou ter um pouco mais de exclusividade, por isso indico para a criação de identidades visuais.

google fonts

5. Google fonts

Muita gente não sabe a quantidade de serviços que o Google oferece, e tipografia para web é uma deles. Sites, aplicativos e outros trabalhos que rodeiam a internet necessitam de fontes específicas para a internet. A alguns anos atrás estávamos limitados a fontes específicas do computador, como arial e times, depois desse e outros sites, temos uma melhor possibilidade de customizar nossos trabalhos digitais, além do uso nas demais peças gráficas.

Depois de 5 opções de escolha, com certeza você vai ter um bom e vasto material para coletar! Sei que a maioria é bem atual com um estilo meio hipster, mais com um bom garimpo, você vai encontrar o que procura.