Modo Meu

Categoria: Console

27/03/2015 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Finalizando essa “série” de Março, com postagens sobre alguns jogos clássicos do SNES (Super Nintendo), assim como comecei com a ação e aventura de Aero Fighters, passei pelo RPG de Chrono Trigger e a mistura desses mesmos elementos em Legend of Zenda – A Link to The Past. Hoje terá um jogo de ação bem divertido.

Desenvolvido por nada mais, nada menos que pela LucasArts e publicado por aquela empresa que aparecia no início da maioria dos jogos do SNES, a Konami, há pouco mais de 20 anos atrás (em fevereiro de 1995) era lançado esse jogo que gerou muita diversão (pelo menos para mim) com os seus robôs e elementos tecnológicos.

Passando-se no ano “futurístico” de 2012, onde existe um a grande ameaça do vilão Dark Axis, liderado por Venkar Amon, e os únicos que restaram para defender a terra foram os Metal Warriors, que é o nome desse jogo massa.

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Com um jogabilidade fantástica e que te faz utilizar todos os botões do controle do SNES, o jogo é dividido em missões de resgate, reconhecimento, proteção, destruição e tudo o mais que possa ajudar a defender a terra dos robozinhos azuis (que aqui são os malvados).

No início do jogo você começa pilotando o “Nitro” e ao longo da história você vai encontrando outros como o “Havoc“, “Drache“, “Prometheus“, “Spider” e “Ballistic“. Cada um com armamentos e movimentos específicos e podem te ajudar ou também atrapalhar caso ele seja destruído e seja preciso encontrar outro robô que não seja o mais indicado para a missão.

Uma outra característica bem legal de Metal Warriors é o fato de poder sair livremente do robô que está sendo pilotando para trocar de veículo, ativar portas em locais que não tem espaço e de vez em quando também pilotar alguma nave sequestrada. Mas cuidado com isso, pois no momento em que você sair do seu robô, existe o risco de algum inimigo entrar nele e você se dar mal.

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Além de toda essa diversão da batalhas com robôs com ítens especiais e tudo o mais, existe também um modo de batalha ao estilo de tela dividida no meio e com indicadores apontando para que lado o inimigo está.

Atualmente Metal Warriors só pode ser jogado no seu pc através de um emulador, mas garanto que vale a pena. Espero que tenha gostado de todas essas dicas e dessa nostalgia e não se aflija, de vez em quando ainda falarei de mais alguns jogos bem legais do SNES e outros também.


20/03/2015 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Há muito tempo atrás, no reino de Hyrule, cercado por montanhas e florestas, contava-se lendas sobre um poder dourado onipotente e onisciente que residia em uma terra escondida.

Muitas pessoas procuraram entrar na oculta Ilha Dourada agressivamente, mas ninguém nunca retornou. Até que um mal começou a fluir da terra dourada e o Rei ordenou a sete sábios que selassem o portão.

Esse selo deveria ter permanecido selado durante todo o tempo, mas um assistente misterioso, conhecido como Agahnim, veio para Hyrule e liberar o selo. Além de eliminar o bom rei, através de magia negra, ele começou a fazer descendentes dos setes sábios desaparecer, um após o outro. E o tempo de destino para a princesa Zelda se aproxima.

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Para bom conhecedor, mesmo com minha tradução rústica, essa é a história de introdução de um jogo desenvolvido pela Capcom e lançado para o queridinho console SNES (Super Nintendo) em 1992.

UPDATE: O jogo originalmente foi desenvolvido pela própria Nintendo, a Capcom somente teve alguma relação com ele quando lançou The Legend of Zelda: A Link to the Past para GBA juntamente com o jogo desenvolvido por ela própria, chamado The Legend of Zelda: Four Swords em 2002.

The Legend of Zelda: A Link to the Past não é cronologicamente o primeiro jogo da série, mas assim como vários da mesma época, ele foi considerado um dos melhores da história devido ao seu enredo e jogabilidade.

De alguma forma totalmente inesperada, Link é introduzido em uma aventura para salvar a princesa Zelda, que até lembra um certo encanador, mas só que aqui não tem tartarugas e o personagem usa magia e manuseia um escudo e uma espada para lutar contra o vilão que tenta a todo custo dominar o poder da Triforce.

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Com mapa que te dá uma certa “liberdade” para transitar e decidir o seu caminho, é possível encontrar vários ítens escondidos nos arbustos, nos vasos (que ninguém liga se você sair por aí quebrando) e nos clássicos baús que são encontrados por aí.

O jogo ainda é algo que se pode admirar até hoje, tanto pelo seu enredo quanto pela sua jogabilidade com vários puzzles. Além do SNES, A link to the past também teve uma versão para GBA (Game Boy Advance) em 2002 e para o serviço Virtual Console  do Wii em 2007, mas para o caso de você não ter nenhuma das opções que falei, ainda é possível jogar com um emulador no seu computador.

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Espero que tenha gostado de relembrar ou de conhecer este jogo e que se tiver algo para comentar sobre ele, deixa aí nos comentários e até semana que vem com mais um post da série de jogos clássicos.


13/03/2015 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Para dar continuidade aos posts de games clássicos, hoje a dica é de um RPG que vai fazer você que gosta do estilo pirar, e se gosta do estilo que é usado em Final Fantasy, vai gostar mais ainda.

Completando aniversário de 20 anos (muito né?) do seu lançamento que aconteceu em 11 de março de 1995, hoje o jogo clássico da vez é um dos queridinhos de muita gente por aí.

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Mas deixando a enrolação um pouco de lado, vamos lá para Chrono Trigger. Desenvolvido pela famosa Square, teve como exigência antes mesmo de ser iniciado, que fosse algo que revolucionasse na época, e para isso foram chamados os profissionais que qualquer um gostaria de ter no seu time para fazer um jogo, o The Dream Team (equipe dos sonhos), composta por Hironobu Sakaguchi (Final Fantasy), Yuji Horii(Dragon Quest), Akira Toriyama (criador do mangá de Dragon Ball), Kazuhiko Aoki, Nobuo Uematsu (músico de Final Fantasy).

Com o estilo clássico de RPG em turnos (meio esquecido atualmente), Chrono Trigger é repleto de aventuras e tantas viagens no tempo através de portais, que Crono e seus amigos sempre abrem sem querer e estão sempre tentando salvar a o mundo da destruição, que dão até nós na cabeça.

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Cheio de missões que vão te dar muitas horas de diversão, o jogo realmente foi o que mais revolucionou nos quesitos de jogabilidade, qualidade de gráficos que exigiam muito do console SNES, uma trilha sonora tão magnífica que foi considerada uma obra prima (ela é realmente muito boa).

E com tantas viagens no tempo, mesmo em um mundo “um pouquinho” diferente do nosso, além de todas as missões, o jogo também é cheio de referências a lendas, mitologias e história em geral.

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Se tiver ficado curioso ou se já conhecia e só quer matar a saudade, além de emulador é possível jogá-lo no PS1 (se alguém ainda tiver hehe) ou então no Nintendo DS, nas duas versões a qualidade é exatamente a mesma do jogo original, com pouquíssimas alterações no áudio, mas que continua com a qualidade ótima.

Espero que tenha gostado e se tiver algo para falar ou para sugerir, deixa aí nos comentários, pois semana que vem tem mais jogo clássico para relembrar.


02/07/2014 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Eis que em tempos de tantos jogos com gráficos absurdamente realistas, surgem jogos como Child of Light para nos deixar presos a toda a sua beleza e simplicidade de sua existência. (filosofando hehehe).

Desenvolvido pela Ubisoft Montreal e lançado em 30 de Abril de 2014, este RPG fascinante nos leva a antiga Áustria de 1895 e nos conta a história da pequena Aurora, que cai num sono profundo e é transportada para o continente de Lemuria para resolver alguns probleminhas nesse mundo e lutar contra a Queen of The Night (Rainha da Noite).

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Com esse plot o jogo pode parecer um pouco chato, monótono e tudo mais que não seja legal, mas depois de ver o trailer do jogo, depois de JOGAR o jogo, vi o quanto ele foi bem feito e o quanto deu certo, pois é um RPG baseado em turnos, mas você pode decidir se vai lutar alguns inimigos ou não e a “batalha” é algo bem mais dinâmico do que jogos como os da série Final Fantasy e Grandia e ele também tem muito da sua jogabilidade baseado em Limbo.

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Child of Light foi inspirado pelo Studio Ghibli, foi ilustrado por Yoshitaka Amano, o responsável pela arte de uma infinidade de jogos, incluindo eles a séria Final Fantasy, possui uma trilha sonora linda composta por Béatrice Martin e uma jogabilidade bem parecida com a de Limbo, este jogo realmente não tinha como dar errado.

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Se você tiver a fim de jogar, Child of Light ele está disponível para todas as plataformas na imagem abaixo.

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E só para o caso de você quiser comprar o jogo na Steam, vou deixar aqui o link de lá pra você não ter o trabalho de procurar. ;)

Child of Light – Steam

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28/10/2013 - Categoria: Console - Autor(a): Angelo Fonseca

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Acompanhado as grandes novidades da EGM 2013 (maior feira de games da América Latina) a empresa Norte-americana HYPERKIN, conhecida por fabricar periféricos para consoles, lança  o RETRON 5.

A novidade desse “RETRÔ GAME”, como o próprio slogan diz: “10 OPÇÕES PARA SE ADQUIRIR UM CONSOLE” é que ele traz suporte de cartuchos para 10 consoles diferentes, dentre eles: FAMICON (Nintendo japonês), NES (nintendinho), MEGA DRIVE, GENESIS (versão americana do mega drive), MASTER SYSTEM, GAME BOY, GAME BOY COLOR  E GAME BOY ADVANCED.

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Aderindo a tecnologia de imagem HDMI, ele busca melhorar a qualidade visual dos jogos amenizando a aparência dos pixels “serrilhados”, trazendo como opção a possibilidade de usar a sua imagem original, característica dos games clássicos de 8 e 16 bits, que particularmente eu adoro!

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Uma característica muito bacana do RETRON 5 é que o jogador poderá utilizar um Joystick via Bluethooth, que acompanha o console, além de ter a possibilidade de plugar os controles originais de cada videogame para aproveitar, ainda mais, o espírito “old-gamer”.

Um outro atributo importante é que o menu vem  todo em português do Brasil. Além disso, os arquivos de “save” dos jogos poderão ser armazenados em um cartão SD.

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Com lançamento agendado para Dezembro nos EUA e Brasil, o RETRON 5 chegará no mercado norte-americano com o preço previsto de U$ 100,00. No entanto, no mercado brasileiro, ele chegará em torno de R$ 500,00, ou seja, já escolhi meu presente de Natal!

Essa é uma boa dica de aquisição para os amantes de games clássicos, como eu, que a priori não mais precisarão de inúmeros emuladores ou “gambiarras” em seus portáteis e/ou computadores, para desfrutar de um bom game nostálgico em seu tempo livre.

Para saber mais sobre o RETRON 5, confira a entrevista feita pelo site 99vidas no stand da HYPERKIN na EGM 2013.