Modo Meu

Categoria: Música

01/09/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Israel Del Duque

Two Door Cinema Club

Sabe aquela banda que você ouve uma música e já quer comprar todos os cds e ir nos shows? Foi isso que eu senti ao ouvir Two Door Cinema Club (ou, pra facilitar a pesquisa no Google, 2DCC ou TDCC) a primeira vez. A recomendação veio do twitter do Izzy Nobre, que disse que curtia o som e eu resolvi ouvir pra ver se concordava.

A primeira vista eu pensei que seria “mais uma banda indie que toca umas músicas pra cortar os pulsos”, mas acabei gostando porque, apesar do visual coincidir levemente, o som é mais animado e dançante do que a maioria dos representantes do gênero (não que eu não goste de algumas bandas de indie rock).

A banda irlandesa é composta por Alex Trimble, Sam Halliday e Kevin Baird e começou com o nome de Life Without Rory, mudando pouco tempo depois para o nome atual, graças à uma pronuncia errada de Halliday do nome de um cinema local, o Tudor Cinema. De lá pra cá, o trio lançou dois EPs (Four Words to Stand On e Changing of the Seasons) e dois álbuns (Tourist History e Beacon), e passaram pelo Brasil na edição de 2013 do Lollapalooza. Atualmente estão em estúdio para o terceiro álbum.

Como já disse, o som deles segue mais a linha dançante, com algumas batidas de sintetizador (que eu gosto pra caramba) e letras simples, o que é bom se você quiser praticar seu inglês. E talvez eu tenha gostado muito porque estava procurando algo diferente do que eu estava ouvindo na época e que soasse um pouco mais como “música que eu ouviria no rádio facilmente”. De fato eu já ouvi 2DCC no rádio e não duvido que, entre as recomendações que eu deixei pelo post, pelo menos uma não seja conhecida pelo grande público (algumas músicas deles até estão em jogos de video-game).

Pra quem quiser conhecer as outras musicas, separei as playlists dos dois álbuns no Spotify:


08/07/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

José_González_photo_by_Malin_Johansson-0945-2

Faz quanto tempo que eu não falo de música aqui no blog, hein? Um pouco mais de um mês, eu acho, mas se for contar o tempo que eu não posto as minhas descobertas musicais pode colocar tempo nisso.

De vez em quando eu me toco que fiquei extremamente apaixonada por um cantor, mas acabei não contando aqui no blog. As vezes é por dúvida se aquilo é só uma fase boa da banda, outras por ciuminho bobo (acontece mas passa, porque sempre quero falar das minhas bandas favoritas com alguém), ou apenas pelo simples fato de ter esquecido, como é o caso do cantor José González, que MEU DEUS, que coisa boa de ouvir.

Como já comentei aqui, um filme para mim não é apenas sentar, assistir e pronto, muitos deles me trazem novos conhecimentos, principalmente quando se trata de trilha sonora, que costumo esmiuçar que nem promoção de ponta de estoque para ver se encontro um jóia rara. Encontrei o cantor em um dos filmes atuais que mais amo, A Vida Secreta de Walter Mitty, qual já foi comentado no blog, junto com uma diversidade de outros artistas incríveis, como Of Monsters and Men, que já falei aqui, e Davd Bowie. Falando sério vale muito a pena ouvir a trilha sonora desse filme, parece mágica!

Bem, voltando ao assunto e falando do cantor. José González nasceu na Suécia, mas possui fortes influências latinas – o que dá pra perceber em suas músicas – devido seus pais serem argentinos que imigraram para o país de origem do cantor. De acordo com o próprio José, uma de suas influências mais fortes é o poeta e músico cubano Silvio Rodríguez Domínguez, que se você ouvir, dá para perceber o que González se refere.

Com um estilo musical classificado como indie/folk sueco, não vai esquecer das referências latinas, o cantor começou a lançar seus trabalhos em 2003, mas ganhou mais visibilidade quando sua música “Crosses” saiu em um dos episódios da série The O.C., em 2006.

Minha opinião sobre o trabalho de Gonzáles são as melhores, se não eu não estaria indicando aqui pra vocês, mas sabe quando você está meio pra baixo e tenta fazer alguma coisa para melhorar?! José González é o melhor remédio! Não sei se é por causa do clima bom que “A Vida Secreta de Walter Mitty” me causou, mas as para mim os trabalhos desse cantor é uma forma minha de relaxamento e principalmente, encorajamento. Bem, espero que goste das músicas que deixei aqui no post e diz aí o que achou! ;)


15/06/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Israel Del Duque

avengers in sci-fi

Continuando a minha missão de fazer mais pessoas conhecerem e gostarem das coisas que eu ouço – e tem coisa pra caramba pra apresentar pra vocês – hoje vamos embarcar numa viagem que segue pelo infinito do universo.

Conheci o Avengers in Sci-Fi no final de 2013, por acaso, enquanto pesquisava por outro artista e eles apareceram entre uma seleção de artistas relacionados. Foi só ouvir a primeira música pra eu gostar do som que eles fazem, então logo corri para procurar os álbuns e conhecer melhor o trabalho deles. Hoje já estão entre as minhas bandas favoritas e dificilmente passo uma semana sem escutar uma música que seja.

Formada em Kanagawa, no ano de 2002, por apenas três integrantes (o que costuma impressionar quem ouve pela primeira vez, dada a quantidade de sons, ou “camadas”, utilizados em cada música), é difícil rotular a banda com um único gênero e por isso muitos os descrevem como “a spaceship/spacecraft of rock”, o que seria algo como “uma nave espacial de rock”, em tradução livre. E é exatamente essa sensação que se tem ao ouvir uma música ou álbum deles: a de que você está numa viagem pelo espaço.

O trio japonês abusa de batidas bem animadas, algumas parecem tambores de guerra, outras lembram escolas de samba (sim, você não está lendo errado), o que me faz pensar nas influências musicais deles; e também não se intimida na utilização de distorções e sintetizadores, tanto nas guitarras quanto nas vozes, além dos efeitos que fazem parecer que estamos ouvindo mensagens codificadas ou com falhas de transmissão. E não apenas o som, mas muitas das letras trazem termos que fazem você pensar em ficção científica o tempo todo – não por acaso, pois o próprio nome da banda utiliza o termo “Sci-Fi”.

E por falar nas letras, a maioria delas é em japonês, costuradas com palavras e frases em inglês, principalmente os termos ligados à ciência (afinal, vamos combinar que, neste quesito, a língua inglesa é padrão, certo?), entretanto isso não atrapalha em nada a experiência de ouvir o som deles.

Para quem se animou e quer conhecer mais a banda, recomendo que, antes de ouvir os álbuns – que são excelentes, vale ressaltar – procure pela coletânea Selected Ancient Works 2006-2013, que reúne as principais músicas de cada trabalho no primeiro disco, e no segundo, traz algumas versões alternativas e faixas lado b dos singles de trabalho.

Ficha Técnica

Integrantes: Tarō Kohata (Vocais, Guitarra e Sintetizadores), Yoshihiko Inami (Vocais, Baixo e Sintetizadores) e Masanori Hasegawa (bateria e corais).

Álbuns: Avengers in Sci- Fi e Jupiter Jupiter (EPs); Avenger Strikes Back (2006), Science Rock (2008), Dynamo (2010), Crazy Gonna Spacey (2010 – Ao Vivo), Disc 4 the Seasons (2012) e Unknown Tokyo Blues (2014).

Bônus

Entre diversos trabalhos de colaboração, o Avengers in Sci-Fi participou de um disco de covers de músicas da Disney com uma versão bem bacana de Mickey Mouse March, tema de abertura do programa The Mickey Mouse Club. Vale dar uma conferida:


29/05/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

Bandas sumidas

Depois de um mês nostálgico passando por bandas que encantaram não só a mim, mas o mundo, eis que percebo que passei por diversas bandas internacionais e não comentei de nenhum dos meus xodós nacionais. Então, para amenizar essa situação, vou falar um pouco das bandas nacionais que fizeram a minha adolescência e atualmente não são tãããoooo lembradas assim.

Podia chegar aqui e dizer que curti muito Charlie Brown Jr., Biquini Cavadão, Capital Inicial, Marcelo D2, entre outros que realmente curti na época e ainda chego a curtir agora. Mas, contudo, porém, entre tanto, por que não falar daquelas bandas esquecida com o tempo, que se você parar para ouvir dá aquela nostalgia gostosa?

Danni Carlos

1. Danni Carlos

Coisas que eu sei. Eu adivinho sem ninguém ter me contado.” Sabe aquela música que vai pra novela (não me pergunte qual novela que eu não lembro) e conquista o país?! Dani Carlos é assim! Pelo que pesquisei a cantora continua com sua carreira firme e forte, infelizmente a mídia não dá mais tanta visibilidade.

Cachorro Grande

2. Cachorro Grande

Uma espécie de Charlie Brown Jr. mais arrumado, a banda me conquistou com a música “Sinceramente” que ganhou espaço na mídia por estar em alguma mini-série ou coisa do tipo. Com uma pegada mais leve, a música acabou ganhando espaço nos meus momentos de paixonites.

Ludov

3. Ludov

Tem como uma pessoa nerd não pirar com uma música chamada “Kriptonita”?! Bem, Ludov me encantou pela fofura da vocalista em contraste com um som um pouquinho mais agitado.

Strike

4. Strike

Sabe aquela que você tem um pouco de vergonha de dizer que gostou, mas te faz lembrar de coisas boas? “Paraíso Proibido” é a cara do começo do meu namoro, que se você fizer as contas já tem século.

Luxúria

5. Luxúria

Enquanto relembrava algumas bandas, quando ouvi Luxúria, minha mente ficou repleta de lembranças. A banda que emplacou as músicas “Ódio”, “Imperecível” e “Lama” tem o estilo mais punk dentre essas que lhe apresentei e também ganhou a fama por conta de séries e novelas.

Não há muito o que falar sobre as respectivas bandas, pois algumas sumiram completamente, mas ouvir e ter aquela nostalgia, vale muito a pena.


22/05/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

Rock da adolescencia

Não sei você, mas no fim dos anos 90 e começo de 2000 eu era uma pequena adolescente com os gostos musicais em formação. Uma garota saindo dos rocks clássicos ouvidos pelo pai, mais Chiquititas e Sandy e Junior, até virar aborrencente e entrar em um mundo de influências das amigas (girls e boy bands) e os próprios “achados”, no meu caso, eram os rocks que bombavam na Tv. Nessa onda de rocks de todos os estilos, vou apresentar-lhes 5 deles que mais me marcaram nesse período.

BonJovi

1. Bon Jovi

Deixando todo o preconceito de lado que existem sobre a banda, nesse período Bon Jovi bombou com diversas músicas como: It’s My Life, All About Lovin’ You, mas o meu primeiro contato com a banda foi com Misunderstood, o clipe que o cara acabava pelado no final e me fez amar esse tipo de clipe que conta história.

Blink-182

2. Blink 182

Se existem boy bands para influenciar um padrão social aos jovens, claro que vão existir bandas de rock para quebrar com tudo isso, e Blink 182 ganhou fama por conta disso. O clipe da música “First Date“, é um exemplo claro dessa rebeldia bem humorada que eu passei a amar.

System- Of a Down

3. System Of a Down

Sabe aquela banda que os seus pais tem medo que você escute? Essa era System Of a Down para minha mãe, que me achava meio maluca por escutar, mas nunca me proibiu de escutar, ao contrário do que aconteceu com Slipknot que agradeço, pois atualmente não gosto nem um pouco. Sei que a música mais famosa deles é “Chop Suey!“, mas a minha predileta da época e até agora é “Lonely Day“.

Evanecense

4. Evanescence

De repente surge no meu mundo bandas com vozes femininas e Amy Lee foi a primeira delas. Passei bons anos apaixonada pela banda, mas o meu amor acabou junto com o fim da adolescência e ainda hoje gosto da música “Bring Me To Life“.

Keane

5. Keane

Daí me vem o um dos estilos que mais gosto até hoje e uma banda que quase ninguém lembra da existência, porém sabe cantarolar “Somewhere Only We Know“. Keane, por mais que não tenha ganho tanta fama, tem bons trabalho que sigo até hoje.

Bem, estão aí algumas bandas que conheci no período de adolescência, espero que goste!