Modo Meu

06/06/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Primeiro 6 on 6 do ano postado no dia! AEWWWWW Mereço uma batidinha nas costas, não?! Para este mês, o grupo do projeto decidiu que o tema da vez seria livre, ou seja, cada uma das meninas iria escolher um tema especifico para falar e ser feliz.

Para quem me segue nas redes sociais (se não, aproveita e segue agora), sabe que eu estou em uma fase de grandes mudanças, devido a decisão de me dedicar mais aos meus projetos, como a minha empresa que antes era Bejamin Studio e agora mudou para um novo conceito, que é a Modocromático, onde além de serviços, projetamos produtos como o planner “The Big Plan”, que lançaremos este mês (se tudo der certo) para financiamento coletivo e por aí vai. PS: Se quiser saber mais sobre isso segue nas redes – Facebook e Instagram.

Por conta dessas mudanças e períodos extensos de trabalho, vou falar de algo que tem tudo haver com o blog, o 6 on 6 e as minhas últimas atividades para meu novo produto, o planner, que é a produção fotográfica. Trabalho esse que venho praticando com frequência a alguns anos em vários lugares.

É fácil olhar uma fotinha no Instagram, achar bonita e pensar: “Poxa, quero isso para mim”. Mas como vários posts que mostram a realidade de uma foto de rede social, a produção fotográfica também tem um lado sombrio, feioso e cheio de esforços, como a mesa que arrastei de um lado da sala para ou outro, porque com certeza perto da janela ficaria melhor, ou as vezes que subi na mesa ou saí com as poses mais bizarras, só para pegar ângulo legal.

Além das peripécias, a produção exige muita pesquisa para que a gente saiba o que tem a ver com o produto, o que os outros já estão fazendo e que estilo queremos seguir. No caso do “Big Plan”, por ter uma pegada mais nerd, catei tudo o que eu tinha dentro de casa que pudesse trazer uma composição legal, desde livros do Star Wars, os Funkos Pop e pelúcias do Yoshi. Testa para cá, fotografa pra lá e na tentativa e erro, a gente vai melhorando.

Outra coisa super importante é a iluminação! Se você já notou, eu tento de tudo para não postar fotos a noite lá no Instagram, pois além da luz do Sol ser a melhor iluminação, nem todo mundo tem a disposição de um estúdio. Esse dia tive sorte, pois o céu estava nublado, mas o Sol ainda conseguia sair entre as nuven, trazendo uma sombra da janela, que ajudou na composição.

Depois de todo o trabalho de fotos tiradas, ainda passamos pelo longo processo de seleção e edição, até que saia do jeitinho que você encontrou lá nas redes sociais ou aqui no blog. Então agora que você ~descobriu~ todo esse processo, estou perdoada por atrasar de vez em sempre? hehehehe

Mas se mesmo assim você curtiu as fotos da produção e achou uma coisinha mágica, pense que tinha alguém alí pensando qual seria a melhor forma de me fotografar, que tudo passou por uma super seleção de caretas minhas e fotos “feias”, além de uma correção básica de cor. Contudo, se isso não te faz dar um passo para traz, corre pro abraço que produção é a sua vibe. E está aí o resultado do dia de produção fotográfica do planner.

Aproveita e dá uma olhada no das meninas:

 Eu AmoConsole cor-de-rosa |  It’s Me, Mari  | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


01/06/2017 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Dyego Cruz

Mary Fernandes e Dyego Cruz - 513 design - Valorização Profissional

A gente some para trazer novidades! No vídeo de hoje, além do modelo novo da thumb como você pode ver, temos mais novidades, uma delas é a nova abertura do canal que estávamos trabalhando com o Dimitri Bastos desde janeiro para apresentar nessa nova fase de nossas vidas. Neste vídeo, falamos um pouco das mudanças que estamos passando e sobre valorização profissional, quando se trata do designer ficar no lugar do cliente.

Neste vídeo, também falamos da mudança de assinatura dos nossos trabalhos de design gráfico e web, que deixou de ser Benjamin Studio para Modocromático e com ele, a criação do nosso primeiro produto, o The Big Plan. Enfim, olha lá!

Saiba mais sobre o nosso planner:

Comentados no vídeo:

Vídeos anteriores:

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30/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

Unbreakable Kimmy Schmidt - Kimmy na universidade

Após sair de seu aprisionamento num bunker pelo “reverendo” e passar por duas temporadas de readaptação a nova realidade do mundo na cidade de NY, chegamos a terceira temporada desta série, disponibilizada pela nossa querida e amada Netflix, com uma mudança radical, aonde nossa querida kimmy decide “ser alguém na vida” e CONSEGUE ir para a universidade.

Com uma quantidade incrível de referências a outras séries e programas, Unbreakable Kimmy Schmidt volta para mostrar um pouco mais das histórias paralelas de Jacqueline (Jane Krakowski) e seus problemas com casamento/amor e homens ricos, Lilian (Carol Kane) e seu envolvimento nas “políticas do bairro” e por último mas com certeza não menos importante, Titus (Tituss Burgess), que  na minha opinião teve muito mais foco nessa temporada do que a própria Kimmy, com direito a paródia de Beyoncé e pavão de estimação de presente.

Unbreakable Kimmy Schmidt - Titus parodiando Beyoncé

Mas como não podia faltar, sempre mantendo o cômico nonsense de Kimmy (Ellie Kemper) e aquele seu sorrisão ingênuo, mas sinceramente feliz. Sua redescoberta do mundo e das pessoas continua e mais uma vez por causa de alguns dos seus “dotes” adiquirids no abrigo, consegue entrar universidade que tanto almejava, onde são levantados alguns temas como o empoderamento feminino, racismo, a vida de “não frustração” da atual geração e mais alguns outros, como por exemplo o fato de Kimmy não gostar de falar de seu passado, ao mesmo tempo que ela descobre que as pessoas sabem tudo ao seu respeito de ser uma “Mulher Toupeira” por causa do Google. Mas no final das contas a faculdade acaba sendo deixada um pouco de lado devido a alguns acontecimentos que colocaram a temporada nos “eixos” novamente.

Ao contrário da segunda temporada, que pelo menos na minha opinião, não prendeu muito a atenção e eu não via a hora de acabar, dessa vez terminei a série com um gostinho de quero mais, e com a tristeza de que terei que esperar mais um longo ano para ver novas histórias dessas peças tão únicas criadas por Tina Fey e Robert Carlock.


16/05/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Me diz aí, o que você faz no fim de semana? O 6 on 6 do mês de maio é sobre os tão esperados dois dias da semana, o fim de semana que salva a vida dos estressados, que traz esperanças aos empreendedores com trabalho, que salva os freelas atrasados e que ajuda muito a galera que cria conteúdo para a internet nas “horas vagas”.

Sábadão é dia de kung-fu! Aí você pensa: “O dia que você tem para acordar tarde, você madruga para treinar?” Pois é, acontece. Quem quer ser pelo menos 1/3 do que do Jackie Chan, tem que acordar cedo. Brincadeiras a parte, o Wushu me ajuda a “esquecer” o estresse da semana e voltar pra casa mais tranquila para trabalhar nos nos meus projetos. Mas isso não quer dizer que essa volta para casa não seja toda dolorida e com algum lugar roxo.

Como eu vivo comentando nas redes sociais (falando nisso, segue lá: @modomeu), estou na reta final da pós, por isso o meu tempo vago está todo voltado para a criação do produto (planner) que planejo tocar para frente depois da apresentação da banca.

Mas não é porque estou fazendo mil coisas que vou deixar minhas séries atrasadas, não é mesmo, Netflix? Então, assisto tudo enquanto trabalho, seja pelo iPad ou arrastando a tv para o escritório. Então para quem me pergunta como eu consigo chegar na segunda com resenha da série lançada na sexta toda assistida. Está aí o meu segredo! hehehehe Foi assim que saíram as últimas resenhas: Girl Boss, Sence8, Marter of None e todas as outras.

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo ! :D

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15/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Se os feriados de abril nos deixaram mal acostumados, o que dizer da Netflix que está lançando séries originais maravilhosas pela terceira semana seguida? Assistimos e curtimos Girl Boss, piramos na segunda temporada de Sense8, e agora voltamos para o comodismo da vida jovem adulta com Marter of None.

Não sei se você lembra ou viu, mas já falamos de Marter of None aqui, em um post que fazia uma comprarção com a série Love. Nele comento que me identifiquei muito mais com a história de Dev, um ator descendente de indiano, que tenta conseguir um bom papel na indústria do entretenimento, mas acaba sempre caindo no esteriótipo do cara indiano com o sotaque ruim.

E por que me identifiquei com isso? Dev se encaixa na vida do jovem adulto de classe média padrão, indo a bares, tentando encontrar uma namorada, reclamando da família, mas sentindo falta dela quando as coisas apertam, sofrendo a rotina do namoro e enfrentando preconceitos por ser e ter amigos que fazem parte de minorias, entre outras situações que fazem a série ser simples e de fácil identificação.

Mas vamos falar da segunda temporada, que como um todo tem a mesma linha de simplicidade e empatia da primeira, porém, contúdo, entretanto bem mais ousada e experimental. Não posso falar o porquê, pois para alguns, spoiler é uma coisa séria, então vamos respeitar, mas aparentemente Aziz Ansari, o ator principal e também roteirista, teve passe livre para experimentar novas técnicas em alguns dos episódios.

Logo no primeiro, tomamos aquele susto a ponto de verificarmos se estava na série correta, mas pasciência pequeno gafanhoto, tudo volta ao normal no segundo episódio e as experimentações vem com mais levesa nos demais. Nessa temporada também contamos com a abordadem de temas como o homosexualismo, religião, respeito, assédio, relacionameto e a incrível falta de sorte de Dev, qual eu já estou apelidando de Murphy, por conta da Lei de Murphy.

Por fim, o que senti dessa segunda temporada foi logo de cara “Esse cara tá maluco?!”, depois passou para um “Ae, finalmente as coisas estão melhorando”, logo depois um belo “Não, pera! Tadim do Dev.” e para finalizar o clássico “Já acabou? Sério? Agora tenho que espera mais um ano?!”. Então acredito que deu para perceber que, sim, gostei da temporada, mas achei meio maluca com os tais experimentos que comentei, porém nada que tenha tirado a minha vontade de um terceira temporada.