Modo Meu

30/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

Unbreakable Kimmy Schmidt - Kimmy na universidade

Após sair de seu aprisionamento num bunker pelo “reverendo” e passar por duas temporadas de readaptação a nova realidade do mundo na cidade de NY, chegamos a terceira temporada desta série, disponibilizada pela nossa querida e amada Netflix, com uma mudança radical, aonde nossa querida kimmy decide “ser alguém na vida” e CONSEGUE ir para a universidade.

Com uma quantidade incrível de referências a outras séries e programas, Unbreakable Kimmy Schmidt volta para mostrar um pouco mais das histórias paralelas de Jacqueline (Jane Krakowski) e seus problemas com casamento/amor e homens ricos, Lilian (Carol Kane) e seu envolvimento nas “políticas do bairro” e por último mas com certeza não menos importante, Titus (Tituss Burgess), que  na minha opinião teve muito mais foco nessa temporada do que a própria Kimmy, com direito a paródia de Beyoncé e pavão de estimação de presente.

Unbreakable Kimmy Schmidt - Titus parodiando Beyoncé

Mas como não podia faltar, sempre mantendo o cômico nonsense de Kimmy (Ellie Kemper) e aquele seu sorrisão ingênuo, mas sinceramente feliz. Sua redescoberta do mundo e das pessoas continua e mais uma vez por causa de alguns dos seus “dotes” adiquirids no abrigo, consegue entrar universidade que tanto almejava, onde são levantados alguns temas como o empoderamento feminino, racismo, a vida de “não frustração” da atual geração e mais alguns outros, como por exemplo o fato de Kimmy não gostar de falar de seu passado, ao mesmo tempo que ela descobre que as pessoas sabem tudo ao seu respeito de ser uma “Mulher Toupeira” por causa do Google. Mas no final das contas a faculdade acaba sendo deixada um pouco de lado devido a alguns acontecimentos que colocaram a temporada nos “eixos” novamente.

Ao contrário da segunda temporada, que pelo menos na minha opinião, não prendeu muito a atenção e eu não via a hora de acabar, dessa vez terminei a série com um gostinho de quero mais, e com a tristeza de que terei que esperar mais um longo ano para ver novas histórias dessas peças tão únicas criadas por Tina Fey e Robert Carlock.


16/05/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Me diz aí, o que você faz no fim de semana? O 6 on 6 do mês de maio é sobre os tão esperados dois dias da semana, o fim de semana que salva a vida dos estressados, que traz esperanças aos empreendedores com trabalho, que salva os freelas atrasados e que ajuda muito a galera que cria conteúdo para a internet nas “horas vagas”.

Sábadão é dia de kung-fu! Aí você pensa: “O dia que você tem para acordar tarde, você madruga para treinar?” Pois é, acontece. Quem quer ser pelo menos 1/3 do que do Jackie Chan, tem que acordar cedo. Brincadeiras a parte, o Wushu me ajuda a “esquecer” o estresse da semana e voltar pra casa mais tranquila para trabalhar nos nos meus projetos. Mas isso não quer dizer que essa volta para casa não seja toda dolorida e com algum lugar roxo.

Como eu vivo comentando nas redes sociais (falando nisso, segue lá: @modomeu), estou na reta final da pós, por isso o meu tempo vago está todo voltado para a criação do produto (planner) que planejo tocar para frente depois da apresentação da banca.

Mas não é porque estou fazendo mil coisas que vou deixar minhas séries atrasadas, não é mesmo, Netflix? Então, assisto tudo enquanto trabalho, seja pelo iPad ou arrastando a tv para o escritório. Então para quem me pergunta como eu consigo chegar na segunda com resenha da série lançada na sexta toda assistida. Está aí o meu segredo! hehehehe Foi assim que saíram as últimas resenhas: Girl Boss, Sence8, Marter of None e todas as outras.

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo ! :D

Romantize-se | Console cor-de-rosa | It’s Me, Mari | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


15/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Se os feriados de abril nos deixaram mal acostumados, o que dizer da Netflix que está lançando séries originais maravilhosas pela terceira semana seguida? Assistimos e curtimos Girl Boss, piramos na segunda temporada de Sense8, e agora voltamos para o comodismo da vida jovem adulta com Marter of None.

Não sei se você lembra ou viu, mas já falamos de Marter of None aqui, em um post que fazia uma comprarção com a série Love. Nele comento que me identifiquei muito mais com a história de Dev, um ator descendente de indiano, que tenta conseguir um bom papel na indústria do entretenimento, mas acaba sempre caindo no esteriótipo do cara indiano com o sotaque ruim.

E por que me identifiquei com isso? Dev se encaixa na vida do jovem adulto de classe média padrão, indo a bares, tentando encontrar uma namorada, reclamando da família, mas sentindo falta dela quando as coisas apertam, sofrendo a rotina do namoro e enfrentando preconceitos por ser e ter amigos que fazem parte de minorias, entre outras situações que fazem a série ser simples e de fácil identificação.

Mas vamos falar da segunda temporada, que como um todo tem a mesma linha de simplicidade e empatia da primeira, porém, contúdo, entretanto bem mais ousada e experimental. Não posso falar o porquê, pois para alguns, spoiler é uma coisa séria, então vamos respeitar, mas aparentemente Aziz Ansari, o ator principal e também roteirista, teve passe livre para experimentar novas técnicas em alguns dos episódios.

Logo no primeiro, tomamos aquele susto a ponto de verificarmos se estava na série correta, mas pasciência pequeno gafanhoto, tudo volta ao normal no segundo episódio e as experimentações vem com mais levesa nos demais. Nessa temporada também contamos com a abordadem de temas como o homosexualismo, religião, respeito, assédio, relacionameto e a incrível falta de sorte de Dev, qual eu já estou apelidando de Murphy, por conta da Lei de Murphy.

Por fim, o que senti dessa segunda temporada foi logo de cara “Esse cara tá maluco?!”, depois passou para um “Ae, finalmente as coisas estão melhorando”, logo depois um belo “Não, pera! Tadim do Dev.” e para finalizar o clássico “Já acabou? Sério? Agora tenho que espera mais um ano?!”. Então acredito que deu para perceber que, sim, gostei da temporada, mas achei meio maluca com os tais experimentos que comentei, porém nada que tenha tirado a minha vontade de um terceira temporada.


08/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

Sense8 Segunda Temporada - Capheus, Wolfgang, Nomi, Sun, Riley, Will, Lito e Kala

O Netflix liberou a segunda temporada de Sense8 na sexta-feira da semana passada, e como sempre nós não perdemos tempo e já corremos para fazer a tão amada maratona. E claro que foi triste e angustiante quando ontem a tarde (sim, demoramos um pouco mais do que o costume hehe) assistimos ao último episódio desta temporada.

Para você que ainda não viu a primeira temporada ainda, talvez possa estar um pouco perdido nisso tudo, então eu vou deixar logo o recadinho, essa não é aquele tipo de série que você assiste qualquer episódio perdido ou uma temporada só e consegue entender tudo, é extremamente necessário assistir tudo direitinho para conseguir ter pelo menos um mínimo de entendimento das mensagens passadas pelas irmãs Wachowski e por Michael Straczynski nesse mundo sensate.

Sense8 Segunda temporada - Will e Riley

Mas enfim, continuando nossa conversa, Sense8 conta a história de pessoas que não tem nada em comum, sensitivamente conectadas pelo mundo por uma ligação misteriosa, o que deixa nossos personagens beeeem confusos, e até a gente mesmo, por algum tempo.

Na primeira temporada temos a apresentação dos sensates e da individualização dos seus problemas pessoais, como homosexualidade, transexualidade, patriarcalismo e casamentos arranjados e até mesmo máfia e dominação de cidades por bandidos. São assuntos que muitas vezes passam batidos em muitas séries, mas aqui são abordados de maneira bem sucinta e explicativa para que tem dúvida e quer entender um pouco mais. Além disso tudo temos a inserção do vilão, que já chega chegando e mostrando que não veio pra brincar ou perder tempo com muito falatório.

Sense8 Segunda temporada - Lito e Hernando

Já a segunda temporada começou bem, pois ela começou apenas com o especial de Natal, que não explicou e nem revelou muita coisa, mas que deu para matar a saudade e mostrar um pouco mais do drama vivido por cada sensate.

Devo admitir que mesmo com muita explicação as coisas ficaram um pouco confusas durante a trama, e que as vezes o ritmo cai bastante quase parando, mas que após a retomada, o coração bate mais rápido e a pele chega a arrepiar com as várias descobertas e revira voltas que ocorrem e também com todas as mensagens de igualdade e superação passada por alguns personagens.

Sense8 Segunda Temporada - Sun, Kala, Lito, Will, Riley, Nomi e Wolfgang

Então assim, se você não tem preconceito e nem frescura problema com gente nua (pois tem muito isso na série) e nem com cenas de sexo (também tem um “cadim”), mas curte um bom suspense e muita ação, corre lá no Netflix que lá tem duas temporadas marotas pra você maratonar e dizer o que achou.


04/05/2017 - Categoria: 513 Design - Autor(a): Dyego Cruz

No vídeo de hoje, nós esclarece muito a visão e aquela dúvida básica sobre a diferença entre design e arte, quando um pode ser considerado parte do outro e vice-versa.

Vídeos anteriores:

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