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16/02/2016 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

Lady-Gaga-Nova-Fase

Já parou para pensar o quanto as pessoas mudam? Ou o quanto o marketing pode mudar a sua visão sobre as coisas? – alerta de publicitária falando. Sim, como a foto da capa já denuncia, hoje vou falar de Lady Gaga e a sua mudança extremamente espantosa e significante dos últimos tempos.

Ontem, para quem está lendo esse post na data de publicação, foi o Grammy 2016, onde os grandes nomes da música se reúnem para serem premiados. Como era de se esperar, alguém sempre chama mais atenção e por anos consecutivos a rainha desse foi Lady Gaga, que roubou todas as cenas pelos mais diversos motivos. No começo, não parávamos de comentar as suas entradas triunfais nos eventos, como a vez que ela chegou dentro de uma espécie de ovo e quando saiu estava com o rosto modificado, ou quando ela fingiu ser um homem e não assumiu que era ela. Outras vezes pelo seu visual bizarro que chegava a causar medo, como o famoso vestido de carne ou a falta de roupas.

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De repente, a luz que ofuscava tudo e a todos sumiu e voltou dando notícias que estava fazendo uma espécie de workshop com Marina Abramovic, uma das maiores artistas performáticas da atualidade. O que era bem estranho para o seu estilo! Mas aos poucos a mudança começou a ficar mais perceptível. As roupas mudaram, o comportamento, as polêmicas e finalmente o estilo de música. Tanto que seu último álbum (Cheek to Cheek) foi de jazz em parceria com o famoso cantor Tony Bennett.

No último ano, Gaga fez apresentações de homenagem a “Uma Noviça Rebelde“, participou da 5ª temporada da série American Horror Story, qual ganhou um prêmio. Esse ano já começou com a apreesntação do hino no Super Bowl e a belíssima homenagem a David Bowie (que aconteceu ontem).

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Bem, as pessoas mudam e Gaga mudou para melhor! Não sei se antes era tudo marketing ou agora é que é, mas posso afirmar que ficou mais fácil ver o talento que a cantora carrega.

Vou deixar a homenagem a Bowie e indico o último álbum da cantora, pois parece outra pessoa. Agora vamos esperar as cenas do próximos capítulos “Gaguísticos”.


15/10/2014 - Categoria: Séries - Autor(a): Elizabeth Viana

American Horror Story Freak Show

Não assisto a muitas séries de tevê, mas tem uma que me deixou completamente apaixonada: American Horror Story. Para quem ainda não conhece – o que acredito ser algo impossível – esta é uma série de terror dramática criada por Ryan Murphy (o mesmo criador de Glee) e produzida por Brad Falchuk (produtor de Glee), onde cada temporada conta uma história de terror independente, com um conjunto de personagens e ambientações bem distinto, e claro, cada uma com seu próprio começo, meio e fim.

American Horror Story Muder House

Sendo bem breve, a primeira temporada, intitulada American Horror Story: Muder House, ocorre nos dias atuais e conta a história da família Harmon após se mudarem para uma mansão restaurada e assombrada pelos antigos moradores.

American Horror Story Asylum

A segunda temporada, intitulada American Horror Story: Asylum, ocorre no ano de 1964 e conta as histórias dos pacientes, dos médicos e das freiras que ocupam uma instituição para criminosos insanos.

American Horror Story Coven

A terceira temporada, intitulada American Horror Story: Coven, (a minha favorita até agora) volta aos dias atuais na cidade de New Orleans, e mostra os acontecimentos em um clã de bruxas originadas de Salém e Vodu.

E agora nós temos – até que enfim – a quarta temporada dessa série que eu absolutamente adoro e já estava ficando louca de ter que esperar, American Horror Story: Freak Show.

Freak Show é sobre o último show de horrores dos Estados Unidos. A história se passa no ano de 1952, em uma cidadezinha chamada Júpiter, na Flórida. Uma trupe circense chega à cidade ao mesmo tempo em que uma entidade estranha e sombria ameaça a vida dos moradores e dos artistas do circo, que são chamados de aberrações de maneira bem carinhosa, só que não.

American Horror Story Freak Show - poster

O tema central de Freak Show é a história pessoal de cada personagem, como eles foram parar no “circo”, seus anseios e desejos e até mesmo seus sonhos e o conflito entre eles e “as forças do mal” que eles não conseguem controlar.

Essa temporada tem tudo para ser perfeita, temos nela um palhacinho bem especial, o Clown Killer, que além de assassino aterrorizará os membros do freak show, as famosas gêmeas siamesas, os clichês como a mulher barbada, uma mulher que mais parece um homem de tão alta e forte – que é interpretado pela Erika Ervin, uma transgênero belíssima –, a menor mulher do mundo – que é interpretada pela lindinha Jyoti Amge, a indiana que é a menor mulher do mundo –, esses foram o que eu vi que eu achei mais interessante. E claro, tem o meu querido e belo Evan Petters, que está perfeito como sempre, e o suspense que faz a gente prender a respiração.

Eu não ia falar nada, mas não resisti, pois fiquei sabendo que outra temporada já foi confirmada e eu praticamente enlouqueci, mais uma vez, mas tudo bem.

O legal de American Horror Story é que foram mantidos os mesmos atores em todas as temporadas, me refiro aos que fazem parte do elenco regular, que são eles: Jessica Lange como Elsa Mars, Sarah Pulson como Bete e Dot Tattler, Kathy Bates como Ethel Darling, Evan Peter como Jimmy Darling, Angela Bassett como Desiree Dupree, Michael Chicklis como Dell Toledo, Emma Roberts (sobrinha da Julia Roberts) como Maggie Esmeralda, Denis O’Hare como Stanley e o Finn Wittrock como Dandy Mott.

E é isso gente… Enquanto o segundo episódio ainda não saiu, fica aqui o post para quem quiser conhecer essa série que é perfeita demais.