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26/12/2014 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

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Mais uma vez chegou ao cinema algo que muitos não botavam fé, mas eu como grande fã da Pixar/Disney, fiquei muito animado desda a primeira vez que o trailer de Operação Big Hero e na primeira oportunidade que tive corri para assistir logo.

A animação inicial

FEAST

Antes do filme em si, assim como em todas as animações que tem nossa querida Pixar no meio, início e fim, existe sempre uma historinha legal no início, que nesse caso chama-se de O banquete, aonde um cachorrinho (lindo fofinho de morrer) abandonado é adotado por um cara solteiro que come de tudo e sempre compartilhando com o seu amiguinho peludo.

Mas aí quando o dono começa a namorar, tudo na casa vira “saudável”, até a comida do cachorro, depois disso e alguns eventos, temos uma finalização que pode até ser esperada, mas é linda e vale a pena assistir até o final para ver.

O filme

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Sendo uma adaptação de um quadrinho da Marvel Comics, Big Hero 6, Operação Big Hero se passa na cidade de São Fransóquio, uma São Francisco bem futurista com muitas pitadas de Tóquio. Algo que até me deixou um pouco confuso no início, pois não consegui absorver tanta cultura em um lugar só de uma vez, tanto que só depois entendi melhor o que se passava.

A história é focada no gênio de 13/14 anos, Hiro Hamada, que está sempre se metendo em confusão nas lutas e apostas ilegais de robôs pela cidade. Preocupado com ele, seu irmão mais velho, Tadashi Hamada, que também é muito bom no que faz na universidade,  apresenta seus amigos para Hiro e no que andava trabalhando.

Aí é que entra o nosso grande (bote grande nisso) herói BayMax, um robô criado por Tadashi para ser um assistente especial de saúde para cuidar das das pessoas e no caso do filme, e que será o personagem mais marcante e bem construído que você verá durante algum tempo nas animações de Pixar.

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Após alguns acontecimentos que não tem graça se eu falar, Hiro decide mudar o design e adicionar algumas coisinhas legais na programação de BayMax para lutar contra um super vilão mascarado que apareceu na cidade e se junta com o maníaco por organização Wasabi,  a dura e veloz Go Go, a especialista em química Honey Lemon e o viciado em quadrinhos Fred, que conheceu na sua visita a universidade.

O filme pode parecer que é só muita luta e ação, mas ele é muito mais do que isso e do que é mostrado no trailer, pois além das aventuras, a inocência e a “calma” da programação de BayMax é algo contagiante e hilário, que vai fazer você se bolar de rir e em alguns momentos também irá chorar com o drama e com toda a sensibilidade que um robô pode ter.

Realmente é algo que vale a pena assistir e que se você não se emocionar com o que acontece, com certeza vai se emocionar quando uma criança sentada na fileira atrás de você começar a chorar e dizer “é muito triste, não quero mais ver…”. Deixarei aqui o trailer para que sinta o gostinho e espero que depois disso corra pro cinema pra aproveitar.

P.S: Acabei não falando muito da trilha sonora, mas não porque não é boa, muito pelo contrário, ela combinou perfeitamente com a ambientação e tem como tema principal a música Immortals, da banda Fall Out Boy. O compositor da sua trilha é Henry Jackman, o mesmo de X-men: Primeira Classe, Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros e Capitão América: O Soldado Invernal.

P.S. 2: Não faça como eu e fique até o final para ver a cena pós-créditos para melhorar ainda mais a sua ida ao cinema. :)