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31/01/2017 - Categoria: 513 Podcast - Autor(a): Mariana Fernandes

513 podcast chegando todo todo nesse 2017 e já que é Janeiro, época de premiação no campo cinematográfico, para chegar chegando: Mary Fernandes e Dyego Cruz com o convidado Pedro Coelho do blog e canal de Youtube Console Cor de Rosa, falaram sobre as polêmicas do cinema que ocorrem desde sempre e provavelmente não vão parar por aqui.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fim: Pedro de Farias
  • Edição: Dyego Cruz

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25/07/2016 - Categoria: Textão - Autor(a): Israel Del Duque

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Ir ao cinema é, ainda, o principal modo de consumir entretenimento, mesmo que os serviços de streaming – como Netflix – estejam pouco a pouco tomando esse espaço. O problema é quando esse momento que devia ser apenas de entretenimento se torna, literalmente dor de cabeça.

A exatamente um ano, Homem-Formiga estava em cartaz em todos – senão em grande maioria – dos cinemas do país. E, assim como há um ano, hoje eu enfrento um problema pra assistir a outro blockbuster: Caça-Fantasmas.

Antes que todo mundo venha dizer que eu devia me sentir privilegiado em poder assistir a um filme no cinema, quando, ainda hoje, muita gente não pode ou sequer já foi alguma vez a uma sessão, eu vou deixar um recado: essas pessoas que não podem ir ao cinema, seja lá por qual for o motivo, também são prejudicadas por esse mesmo problema. Então espero que esse texto seja, além de um desabafo, um momento de reflexão sobre essa situação.

Então, eu estava bastante animado pra assistir Caça-Fantasmas. Não só pelo hype pós-estreia, mas porque, ao contrário da grande maioria das pessoas, eu gostei do que vi nos trailers. Como eu disse ali em cima, é basicamente o que eu espero receber em troca de um ingresso: entretenimento. E, apesar dos critérios subjetivos de se escolher uma sessão, eu me vi, novamente, decepcionado com a falta de opções, mesmo com o tanto de cinemas em São Paulo.

Explicando melhor, aqui temos quatro grandes empresas que exibem filmes:

  • Espaço Itaú Unibanco – que divide o circuito em popular e cult (e tem algumas poucas, e caras, salas pela cidade);
  • Cinemark – a maior quantidade de salas, preço relativamente mais baixo (e o real motivo desse texto, vocês verão a seguir);
  • PlayArte – que compete bastante com o Cinemark, mas que eu não vou há séculos porque a última experiência numa sala deles não foi tão boa –
  • UCI – também poucas salas, a maioria localizada em shoppings de classe alta (ou seja…).

Agora levando em consideração que São Paulo é uma cidade grande (leva-se mais tempo pra circular dentro dela do que pra ir para cidades do interior, por exemplo), e que todas essas salas estão espalhadas pela cidade, significa que é fácil ir ao cinema, certo? Basta escolher o local mais próximo e ir, certo?

Errado!

E sabem por que? Porque se você quer assistir a uma sessão em 2D, como é o meu caso atual, e não tem nenhuma perto de onde você mora, você é obrigado a atravessar a cidade pra isso. Lembra do que eu disse no parágrafo acima? Pois é.

Ah, mas qual o problema de assistir um filme em 3D?

Isso tem as seguintes implicações:

  • A grande maioria dos filmes só tem versão em 3D pra lucrar mais, pois ele nem faz diferença na experiência;
  • Eu uso óculos, e colocar aquele do 3D por cima do meu é bastante incômodo (assistir sem o meu está fora de questão);
  • Depois da sessão eu saio com uma baita dor de cabeça (sim, eu já assisti em 3D, como os dois tópicos acima podem comprovar. No fim das contas eu acabo achando melhor pagar mais caro, mesmo que depois faça falta, do que ficar me estressando);
  • Isso sem citar caso do 3D legendado, que muitas vezes é a única opção de legendado existentes nos arredores, e que é a maior causa das minhas dores de cabeça após esse tipo de sessão.

Então vai, eu resolvi que vou atravessar a cidade pra ver o filme em 2D. Quero ver legendado. Não dá, sabe por que? Porque filme legendado geralmente só tem após as 19h/20h, e em UMA sala. Já chegou ao absurdo de eu ver na programação uma única sessão legendada O DIA INTEIRO, as 22h. É absurdo, pra dizer o mínimo.

Pensa nas opções que eu perdi: duas redes são caras, e/ou tem poucas salas ou são lugares extremamente fora de rota; uma me deixou com uma experiência que eu não quero ter de novo; e a restante – o Cinemark, nos dois casos em questão – que, tecnicamente tem mais opções de salas e horários, também me deixa na mão.

Aí eu, que trabalho de sábado e domingo também (desgraça nunca vem sozinha, vejam só), tenho que encaixar uma sessão as 20h de uma quarta-feira em um cinema próximo do local de trabalho (pra dar tempo de ir) e que só tem opção legendada em 3D – e na verdade não oferece 2D nem ao mesmo dublada. Como um filme dificilmente tem menos de 2 horas, eu atravesso a cidade até em casa tarde da noite, e ainda tenho que ter tempo de preparar as coisas pra ir trabalhar no dia seguinte.

Eu queria muito que ir ao cinema fosse apenas chegar no lugar, escolher o filme, comprar o ingresso e assistir de boas, e não transformar isso numa compra de um pacote turístico pra passar as férias na Ilha de Páscoa. Isso fora o absurdo que são os preços – sério gente, a lei da meia-entrada só existe pra galera cobrar o ingresso mais caro, seja pra qualquer tipo de espetáculo de entretenimento. Se fosse cobrado o preço justo, ninguém ia precisar pagar meia e boa parte das pessoas que não vão ou nunca foram num show, teatro, museu e afins, teria mais chances de conseguir fazer esse tipo de programa pelo menos uma vez por semestre.

Enfim, espero que com o tempo (e as reclamações. Vamos fazer barulho, gente!) ir ao cinema volte a ser só aquele programa que você faz pra esquecer os problemas da vida – e não criar mais um.


12/08/2015 - Categoria: Cinema e TV - Autor(a): Victória Duarte

estereótipos femininos

Calma, calma, não, esse não é mais um post sobre o feminismo desenfreado no cinema ou filmes melosos para as garotas assistirem quando estão na TPM. Recentemente lendo esse texto (http://www.cadeomeucafe.com/4-estereotipos-femininos-na-midia-que-voce-provavelmente-nao-tinha-notado), me dei conta de como muitas personagens que gosto bastante infelizmente são “esteriotipadas” nos cinemas, e para apresentar o outro lado da moeda vou indicar dois filmes que mostram nosso lado nas histórias.

O primeiro filme é o Para Sempre Cinderela de 1999, sim, esse filme, um clássico da sessão da tarde eu sei, mas ele mostra um conto de fadas sendo recontado da forma mais maravilhosa possível. A cinderela deste filme não fala com animais e muito menos precisa de um ser que não existe (ou existe, não sabemos com certeza) para conseguir algo que quer, Danielle de Barbarac, a cinderela, nos mostra como a mulher é um ser forte e independente, que pode conseguir o que quiser. E tem uma cena espetacular em que ela salva o príncipe de ciganos carregando o cara nas costas! Isso é sensacional! Em nenhum dos momentos ela precisa ser salva pelo príncipe, ela consegue sempre dar um jeito nas situações da maneira dela, e nunca precisa de ninguém para isso. Lógico que tem a parte romântica que ela fica boba pelo príncipe, mas todo mundo é assim, não é? E o jeito como o filme mostra isso é muito despretensioso e leve, sem o mimimi que sempre mostram.

 

Também temos o W. E. – Romance do século, que foi dirigido por Madona em 2012. Ao assistir o filme você só concordará comigo que ele é um exemplo para esse tempo no fim.

Esse filme mostra as similaridades de duas mulheres em épocas diferentes que sofreram bastante com algum tipo de relacionamento fracassado, uma dessas mulheres é Wallis Simpson, que foi a mulher que fez com que um príncipe renunciasse sua coroa por ela. Esse filme é permeado por sentimentos que nos fazem ver aquelas mulheres como fracas, mas ao decorrer da história uma dessas mulheres se liberta de seus próprios medos e Wallis, no fim do filme mostra de seu lado da história sobre a renuncia do príncipe por ela, pois o que todos veem é o grande sacrifício do príncipe, mas ninguém consegue sentir e perceber como ela se sentiu quanto a isso. Esse é um filme bem sensível que mostra o nosso lado da história quando somos obrigadas a ser as mocinhas resgatadas por seus príncipes. Sinceramente os sacrifícios que Wallis fez por seu “príncipe” nunca foi visto ou reconhecido, e como o filme mostra isso é belíssimo.

Assistindo esses filmes me fez perceber como nós mulheres somos seres fortes e capazes de vários sacrifícios por quem amamos. Ser mulher é mais complexo que a maioria dos filmes mostram, e isso é maravilhoso para nós!


27/02/2015 - Categoria: Internet - Autor(a): Mariana Fernandes

Vlogs que eu amo_Modo Meu

Eu como responsável do último post de recomendações de canais de Youtube do mês, me senti na responsabilidade de aumentar a cota feminina de vlog para ver, afinal, os meninos só indicaram machões (se quiser ver as demais indicações veja: Dyego, Angelo e Bel).

Sabemos que a maior parte dos canais do Youtube, com as áreas ligadas a tecnologia, são compostos por times masculinos. Percebemos isso quando paramos pensar em uma média de 10 canais originais que amamos, e é mais fácil citar nomes de trabalho de homens do que mulheres. Pensando nisso vou indicar um listra de cinco canais com 7 mulheres super criativas que fazem da minha semana mais divertida.

1.  Lully de Verdade

Luisa Classen_Modo Meu

Começando pelo canal que vejo a mais tempo, entre os indicados, o Lully de Verdade foi criado por Luisa Clasen, que já passou por diversos temas, como: moda, comportamento, dicas, o famoso “Lully Ajuda”, cinema e atualmente cultura no geral.

Uma das coisas que mais diverte em seu canal são os ensinamentos de técnicas no cinema. Para quem não sabe, Luiza é formada em cinema e por isso explica muito bem parte da rotina de produção e estilos cinematográficos, uma ótima forma de conhecer novos filmes e ter uma noção no ambiente de trabalho de backstage.

2. Bloco X

Bloco x_Modo Meu

Continuando no campo do cinema, dessa vez com três integrantes: Carol Moreira, Natália Bridi e Aline Diniz, o Bloco X é a versão feminina dos demais programas do Omelete. A credito que para tirar essa visão de só homem no canal, as meninas criaram um “programa” super divertido, abordando tanto temas complexos, mas com fácil entendimento, quanto conteúdos que só mulheres falariam tão bem.

O mais proveitoso do canal, além do aprendizado e a quantidade de dicas de filmes que podemos obter. Posso dizer com certeza que as minhas quintas a noite me fazem bem mais feliz por causa delas.

3. Danielle Noce 

Dani Noce_Modo Meu

Conheci há um pouco mais de um ano e confesso que não tem como não amar. O canal que em sua maioria é focado na confeitaria, mostra vídeos muito dinâmicos, bonitos e bem editados que me deixam hipnotizada na frente do monitor, até me deu vontade de cozinhar a ponto de eu falar sobre isso aqui. Uma das extensões desse canal é o “Bigode na Cozinha”, qual o marido da Dani (Paulo) tenta aprender a cozinhar de forma bem preguiçosa qual tanto eu quanto o Dyego nos identificamos.

Além dos vídeos confeitaria, recentemente a Dani resolveu fazer vlogs semanais super divertidos, que mostram um pouco a produção do canal.

4. Just Lia

Just Lia_Modo Meu

Canal do blog de moda e estilo mais antigo da internet, criado por Lia Camargo, na minha opinião esse é um dos canais de moda que não segue muito a onda dos demais. Sei que tem bastante vídeos de tag, recebimento de produtos e outros formatos típicos de canais de moda, mas você percebe que ela é diferente, por conta dos games que costuma comentar e mostrar jogando com o marido, das coleções de Hello Kittys e Mulher Maravilha e assim vai. Com ela até os vídeos de maquiagens parecem mais divertidos.

5. Karol Pinheiro

Karol Pinheiro_Modo Meu

Uma vlogueira que até então eu não costumava gostar por causa de um único vídeo, e confesso que a culpa nem foi dela, Karol atualmente faz tão parte da minha rotina quanto as demais apresentadas. Comecei a rever por conta de um vídeo em New York, qual descobri ser uma série que mostrava o seu intercâmbio na cidade. Depois desse vídeo descobri vlogs mensais, dicas de diversas coisas, inclusive de decoração. Não sei, mas o carisma de simpatia da vlogueira me conquistou de tal forma que fico meio maluca as segundas, quartas e sextas esperando os vídeos.

Terminando a lista de de indicações, espero que tenha gostado e por favor, diga o que achou e indique os seus prediletos para a gente conhecer.


01/01/2014 - Categoria: Followed - Autor(a): Mariana Fernandes

Prioridades para não perder tempo

Depois de duas semana praticamente trancada me dividindo entre livros, trabalho e cinema – sim, cinema por que referência é tudo – no primeiro dia do ano volto para falar sobre os processos do documentário, principalmente agora que falta tão pouco tempo para o início das gravações em São Paulo.

Fazendo os meu planejamentos de início de ano, que a propósito está no meu outro blog, percebi que possuía uma dica  dentre as que eu dei a qual não estava cumprindo que é a de publicar seus projetos. Passei tanto tempo entre livros e decisões de equipamentos que acabei deixando o blog de lado e pensando que seria melhor recomeçar em Janeiro e aqui estou, como poucas novidades de dias monótonos com cara nos livros, mas o vídeo já está sendo editado e a série começa finalmente nessa segunda eu espero.

Boa sorte para todos.