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23/11/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Israel Del Duque

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De uns tempos pra cá o Brasil se tornou “terreno infértil” com relação a exibição de animes, muito por causa do fim dos blocos infantis em vários canais de rede aberta – os quais já não exibiam animes havia certo tempo. O último refúgio para ter acesso a esse conteúdo de forma localizada ao público nacional – seja dublado ou até mesmo legendado – passou a ser a tv a cabo, o que, de certa forma, também perdeu força após a transformação do canal Animax – que exibia animes, e até alguns tokusatsus, durante o dia todo – no canal Sony Spin.

Atualmente conferimos algumas exibições de Pokemon e Dragon Ball pelo Cartoon Network, e de Bleach, Naruto e Yu-Gi-Oh pela PlayTV (corrijam-me se houverem outros animes/canais. Esses são os que sei de acompanhar pelos blogs especializados).

Enfim, a maioria dos animes exibidos já são grandes conhecidos do público, o que nos faz pensar que as emissoras além de abrirem pouco espaço para esse tipo de animação, procuram não se arriscar muito com títulos mais desconhecidos (e aqui uso o termo em itálico, pois me refiro ao grande público e não ao nicho). Questão de audiência.

Mas e aí, eu que quero conhecer animes novos, como faço?

Você pode optar pelos fansubs, coisa que a maioria faz, ou correr para os serviços de streaming, já conhecidos por muita gente. Eu mesmo conheço mais pessoas que assistem Netflix, por exemplo, do que pessoas que assistem tv aberta.

Como assistir animes?

Antes de mais nada, se você quer acompanhar animes recentes, você precisa saber como eles são exibidos lá fora. Basicamente são lançados em temporadas (de acordo com as estações do ano, como algumas séries americanas) e exibidos semanalmente, porém sem grandes programações de temporada. Você corre muito o risco de esperar séculos por uma segunda temporada do seu novo anime favorito (como em Shingeki no Kyojin, cuja 1° temporada foi exibida em 2013 e a segunda chegará apenas em 2016 – três anos depois), ou ele pode aparecer três meses após o fim da inicial, ou, ainda, ela pode nunca acontecer.

Em questão de número de episódios, os mais comuns são 13, 24/26 ou 52 (uma estação, duas ou um ano). Algumas séries podem ultrapassar os 52 episódios se forem muito populares (por exemplo Fairy Tail, ou mesmo Dragon Ball).

As listas de estreias começam a sair nas últimas semanas da temporada corrente (por exemplo: a temporada de Inverno, em janeiro, começa a sair por volta da segunda metade de dezembro) e é nesse momento em que você pode ler as sinopses, ver trailers, datas de estréia e quantidade de episódios para escolher o que assistir.

Escolhi meus animes, e agora, onde eu assisto?

Como disse lá em cima, muita gente procura pelos fansubs que vão pegar os projetos para legendar. Mas você também tem as já citadas opções de streaming, e é sobre elas (pelo menos as mais conhecidas) que vou falar a seguir:

Crunchyroll

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Crunchyroll é um site de streaming de animes e doramas (“novelas” japonesas). É, de longe, o que possui um catálogo maior, que é atualizado a cada temporada, mas sem excluir projetos antigos. Possui simulcast, isto é, transmite os animes com diferença de poucas horas do Japão e já com legendas para o português do Brasil. Possui aplicativo na App Store e no Google Play (entre outros), e requer assinatura (cobrada em dólares, em duas modalidades: Premium, a $4.99; e Premium+, a $8.49). Tem programa de teste por duas semanas.

[O Crunchyroll também simulpub de alguns mangás – como no Comixology e no brasileiro Social Comics -, porém apenas com tradução em inglês]

O que assistir: One Piece, Kill la Kill (também disponível no Netflix), Cavaleiros do Zodíaco (todas as séries menos Lost Canvas), Shokugeki no Soma, Digimon Adventure Tri, Haikyuu!!, World Trigger e Attack on Titan.

DAISUKI

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Daisuki tem um catálogo apenas de animes e com bem menos títulos que o Crunchyroll. Também possui simulcast, legendas em português do Brasil, aplicativo na App Store e no Google Play. Pode ser visto gratuitamente, com anúncios durante o episódio, mas também possui versão paga.[Com relação ao conteúdo pago o site não é muito claro, e não informa nenhum valor de assinatura e nem qual é esse conteúdo].

O que assistir: Saint Seiya – soul of gold – (também disponível no Crunchyroll), Mobile Suit Gundam The Origin e One-Punch Man.

Netflix

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Sim, o Netflix também possui animes em seu catálogo, alguns dos quais são divulgados como exclusivos embora tenham sido exibidos no Japão anteriormente (caso de Knights of Sidonia e o recém lançado – com dublagem – Nanatsu no Taizai). Não possui simulcast, pois os títulos do catálogo do serviço são todos fechados (com exceção de Better Call Saul, que, como todo mundo sabe, foi sendo liberado aos poucos).

O que assistir: o já citado Kill la Kill (cujo mangá que adapta a primeira metade do anime saiu este ano pelo selo Ink Comics, da Editora JBC), Zankyou no Terror (do mesmo diretor de Space Dandy), Samurai Flamenco e Natatsu no Taizai (que tal como a tradução do mangá, também publicado pela JBC, traz o título ocidental “The Seven Deadly Sins“).

Vale lembrar que, no caso do Daisuki e do Crunchyroll, nem todos os títulos anunciados nos fins/inícios de temporadas são adquiridos pelos serviços.

E aí, deu vontade de assistir anime?


01/06/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Rodrigo Emannuel

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Fala galera, hoje o papo aqui é até certo ponto nostálgico, mas vai com calma, sem muita sede ao pote, que não vamos só relembrar o passado, mas sim colocar um dos pés no presente, e o outro logo ali, num futuro bem próximo.

O ano de 2015 traz consigo a volta de alguns animes mais do que consagrados, entre eles estão Digimon Adventure Tri, Dragon Ball Super e Cavaleiros do Zodíaco Soul of Gould. Os três animes tem uma coisa em comum nessa nova etapa: A difícil missão de resgatar os fãs antigos, e a mais difícil das missões, conquistar também a nova geração.

É claro que isso não é fácil, agradar dois públicos de gostos muito distintos é bem complicado. Mas vamos lá tentar destacar alguns dos pontos que podem tornar essa missão árdua, um grande sucesso. E para começar, vamos é claro, de Digimon Adventure Tri. Alias, juro solenemente (de dedos cruzados), que serei imparcial quanto a esse anime.

Digimon Adventure Tri

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A primeira coisa que agrada, e muito, nessa volta de Digimon Adventure, agora Digimon Adventure Tri, é a presença de todos, eu disse TODOS os personagens que faziam parte do eixo principal, lá no inicio da saga. Quem aí, que assim como eu acompanhou a saga durante toda infância, não sentiu falta de ver a dupla Tai e Agumon se aventurando no DigiMundo ?

Digimon Adventure teve também como um de seus pontos fortes, os laços de amizade que a saga priorizava. Talvez esse fator se torne um atrativo, até mesmo para o público mais jovem, que viu um pouco disso em animes como Naruto, mas não teve a chance de presenciar isso em relações como a de Tai e Agumon, ou Ash e Pikachu em Pokemon.

Outro elemento muito legal, é o fato do anime se passar já com os personagens todos em fase adolescente/adulta, o que com certeza, somado ao fato de eles já conhecerem o DigiMundo, vai render ótimas histórias.

Digimon Adventure Tri chega no dia 21 de Novembro de 2015, e infelizmente será em um formato que não estamos muito acostumados a ver, Toei Filha da Puta, o que viria a ser uma série, será um filme dividido em seis partes, POIS É! Tomara que dê pelo menos para matar um pouquinho da saudade, e se ainda não viu o video-promo, confere ae:

Cavaleiros do Zodíaco – Soul of Gould

CDZ - SOUL OF GOLD - capa

Cavaleiros do Zodíaco já está rolando, vai ter ao todo 12 episódios, e na minha opinião está muito, mas muito foda. A série se passa após os acontecimentos da Guerra Santa (Saga de Hades), nas terras geladas de Asgard. Logo após o sacrifício dos Cavaleiros de Ouro na batalha contra Hades, eles são misteriosamente revividos em Asgard, onde um homem chamado Andreas, está no comando no lugar de Hilda (aquela mesma da Saga de Asgard), overdose de Asgard até aqui.

Os adversários são os novos Guerreiros Deuses, que tem como aliado, um estranho poder desconhecido. Os Cavaleiros de Ouro, todos os 12, utilizam armaduras divinas em Soul of Gold, e finalmente tem a chance de mostrar de fato o seu verdadeiro poder.

A série já está sendo um sucesso, e diferente de Cavaleiros do Zodíaco Ômega, que ao meu ver não agradava tanto os antigos fãs, Soul of Gold tem se mostrado muito interessante, principalmente por explorar muito mais os Cavaleiros de Ouro, coisa que a infelizmente interrompida Lost Canvas vinha fazendo muito bem. E como eu não sou de dar spoilers, quem ainda não viu, fica só com o video-promo:

Dragon Ball Super

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SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM, EU SEI QUE MUITO PROVAVELMENTE JÁ TA SABENDO DESSE LANÇAMENTO, mas cara, como não querer falar um pouquinho disso também ?

Dragon Ball vai ganhar uma nova saga, intitulada Super, a saga vai se passar logo após os acontecimentos da Saga Boo, e muito provavelmente, após os acontecimentos do último filme, O Renascimento de Freeza. Apesar das poucas informações em torno da série até aqui, já sabemos que o lançamento está muito próximo de ser feito, logo ali no mês de Julho.

Dragon Ball Super, diferente de Dragon Ball GT, tem o roteiro escrito pelo criador original da saga, Akira Toryiama. Além do anime, será lançado também o mangá, e finalmente vamos poder esquecer a existência de Dragon Ball GT.

Se você assim como eu está cheio de dúvidas, deixo aqui um vídeo maneírissimo do canal Casa do Kame, cheio de teorias do que está por vir:

Agora, cá entre nós, é duvidosa a opinião daquele que dizer que nunca, eu repito, nunca, passou nem uma manhãzinha sequer assistindo a uma dessas grandes sagas. E minha pergunta para você é, qual te deixou mais ansioso para assistir?