Modo Meu

DisneyTag:

15/12/2015 - Categoria: Cinema e TV - Autor(a): Dyego Cruz

Star wars - A_long_time_ago

Desde o início desse ano de 2015 e também do ano passado, não se fala de outro filme mais esperado de todos os tempos para ser visto no cinema se não de Star Wars – O Despertar da Força (ou episódio VII para os mais íntimos, pois esse número não foi oficializado por seu ninguém até agora). Mas não mesmo com todo esse rebuliço, não ache que todos que você conhece já viram ou pelo menos sabem o que é esse negócio de que todos falam.

Sou muito fã da franquia inicialmente criada por George Lucas e hoje pertencente a Disney, e foi quando uma amiga chegou para mim e perguntou “mas vem cá, o que é Star Wars?”, foi aí que meio que fiquei sem reação, pois afinal ela me perguntou sobre algo que eu sei (não tanto quanto uma galera, mas sei), mas que não soube responder de cara sem dar spoiler para alguém que ainda não havia assistido, o que tentei fazer, mas acho que não ficou muito claro.

Então é por isso que vim aqui para comentar um pouco sobre o que é esse bendito Star Wars e mesmo sendo o primeiro filme da saga sendo de 1977, a intenção é falar o que é sem dar Spoilers, pois da mesma maneira que existem pessoas no mundo que não sabem quem é Jesus (sim, existe), também existem pessoas que só agora estão começando a ouvir falar sobre essa tal de Força, esse cara de preto Darth Vader, Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Kylo Ren (Adam Driver), Luke Skywalker (Mark Hamill), Princesa Leia (Carrie Fisher), agora General, Han Solo (Harrison Ford), Chewbacca (Peter Mayhew), R2-D2 (Kenny Baker) e C-3PO (Anthony Daniels).

Como e quando começou?

star-wars-episode-4-a-new-hope-advance-posterclasse-s

Tudo começou quando o primeiro filme de George Lucas, que recebeu todos os direitos autorais da Fox, que desacreditava um filme que falava sobre o espaço naquela época, foi lançado em 1977 originalmente com o título de Star Wars, hoje conhecido como Star Wars – Uma Nova Esperança ou Star Wars Episódio IV, estreou nos cinemas e conquistou milhões de pessoas no mundo inteiro (menos na china, pois só recentemente o país liberou que o novo filme e os seis filmes anteriores da franquia pudessem ser distribuídos e exibidos por lá).

Esse título “Uma Nova Esperança” fá jus ao que o filme promete, afinal a história vai nos mostrando aos poucos que em uma galáxia muito, muito distante (sim, acredito que o tão tão distante de Shrek tenha vindo daí), que não vou entrar na discussão se é fictícia ou não, existe um império que busca desenfreadamente pelos rebeldes que o querem derrubar e dar um fim a essa tirania.

Tanto esse quanto todos os outros filmes são repletos de batalhas no espaço, naves e armas de todos os tipos, dróids (robôs) que auxiliam em praticamente tudo que é feito, alienígenas e seus diversos dialetos. É com certeza um prato cheio para quem curte uma boa viagem nos espaço e mais ainda uma ótima trilha sonora composta por John Williams, que também compôs a trilha sonora de sucessos como Indiana Jones, Jurassic Park, E.T. – O Extra-Terrestre e uma infinidade de trilhas por aí.

O que é a Força?

Com isso que podemos chamar de “Universo Star Wars”, existe também um poder, um equilíbrio que rege o mundo ou como é mencionado em vários lugares, a Força, que é um tipo de campo de energia que nos cerca e mantém a galáxia unida. Somente algumas pessoas no universo são capazes de sentir e usar a força, que como em toda história que se preze, tem dois lados, o lado que podemos chamar de bom e o lado negro. Por ela ser algo que rege o universo e que pode ser sentida, é por isso que os Jedi sempre se despedem da mesma maneira dizendo “May the force be with you”, ou em português, “Que a força esteja com você.”.

Quem são os Jedi?

Luke Skywalker - Jedi

Esse é com certeza um dos termos mais citados depois da força, pois os Jedi eram conhecidos como cavaleiros poderosos que recebiam o treinamento adequado para utilizar e controlar a força para o bem. Muitos dizem que a Força pode também ser considerada como uma religião e eles seriam os sacerdortes, mas eu sinceramente acho que eles apenas existiam mesmo para tentar manter o equilíbrio no universo.

Os Jedi não obrigatoriamente precisam ser humanos, eles podem ser de qualquer raça, desde que tenham as habilidades que comentei antes sobre a força.

O que são os Sith e o que é o Lado Negro?

lords-of-the-sith-cover-2400x1200-222456486754

Os Sith podem ser logo de cara considerados os caras maus da história, ou seja, eles sempre estarão tentando destruir os Jedi e dominar o universo, tipo o esqueleto com o He-Man e Eternia. Mas deixando bem claro logo, Sith é uma ordem de guerreiros assim como os Jedi são/eram.

O tal lado negro da força é algo que as vezes pode ser um pouco complicado de entender, mas que no final das contas é basicamente o caminho mais fácil, como se deixar levar pela raiva/ódio, pelo medo, pela cobiça, pela inveja e por tudo mais que seja ruim que possa ser imaginado.

Existem lendas no universo Star Wars que dizem que um Sith nunca está só, pois um mestre e um discípulo sempre andam juntos. Mas isso já seria papo para outro dia.

Por onde eu deveria começar?

afinal o que é star wars - capa

Pode parecer confuso o que vou dizer agora, mas não existe dúvida alguma que você deveria sim começar pelo episódio IV de 1977, e não pelo episódio I, conhecido como A Ameaça Fantasma. “Mas por que isso cara?”, você se pergunta e me pergunta também.

Então, os episódios IV – Uma Nova Esperança, V – O Império Contra-Ataca e VI – O Retorno de Jedi contém inúmeras surpresas que logo de cara seriam reveladas se você começasse a saga pelos episódios I – A Ameaça Fantasma, II – Ataque dos Clones e III – A Vingança dos Siths.

Ainda está confuso? Então pense o seguinte, os episódios IV, V e VI são a história considerada original e os I, II e III são apenas um prequel que tenta contar o que aconteceu até chegar naquele ponto da história.

Por tanto, se você quer entender esse universo de Star Wars, corre pra fazer essa maratona, lembrando que se não quiser assistir os filmes prequel não vai ter problema, pois além de serem bem completinhos e deixarem muita coisa para você pensar e refletir, pelo que deu a entender até agora, Star Wars – O Despertar da Força que irá estrear nos cinemas agora dia 17 de Dezembro de 2015 somente irá se basear no que aconteceu na trilogia clássica e também em elementos do tal Universo Expandido, que com certeza pode ficar para outro dia.

Então para você que ainda não conhece, mas de tanto ouvir falar está querendo começar a assistir, vou deixar aqui a melhor sequência para você começar a conhecer esse universo tão fantástico que é Star Wars. Vale lembrar que essa sequência não é uma regra universal que você deve seguir, ela é apenas a minha opinião. E de brinde vou também deixar aqui o trailer de Star Wars – O Despertar da Força pra você sentir o gostinho de coisa boa que o diretor J.J. Abrams (também diretor de Star Trek de 2009 e Star Trek – Além da Escuridão) vem cozinhando pra gente já faz um bom tempo.

  • Star Wars IV – Uma Nova Esperança (25 de Maio de 1977)
  • Star Wars V – O Império Contra -Ataca (21 de Maio de 1980)
  • Star Wars VI – O Retorno de Jedi (25 de Maio de 1983)
  • Star Wars VII – O Despertar da Força (nos cinemas em 17 de Dezembro de 2015)

Agora os prequels que não são obrigatórios, mas até que é interessante dar uma assistida depois dos que citei acima.

  • Star Wars I – A Ameaça Fantasma (19 de Maio de 1999)
  • Star Wars II – Ataque dos Clones (16 de Maio de 2002)
  • Star Wars III – A Vingança dos Sith (19 de Maio de 2005)

Bem, espero que tenha gostado dessa breve e resumida explicação e qualquer coisa é só perguntar aí nos comentários que eu dou um jeitinho de responder o mais rápido e da melhor maneira possível.

Coleção Dvd Star Wars no Submarino


23/10/2015 - Categoria: Filmes - Autor(a): Elizabeth Viana

PAM_MOVE

Olá pessoas?! Ó eu aqui de novo… Dessa vez com um filme que eu adorei ter assistido, e que eu já sabia que iria gostar só de assistir o trailer, não por causa do trailer, afinal, desde sempre que eu tenho uma quedinha por essas criaturinhas e por esse mundo. Como é que os jovens dizem hoje em dia? Ah sim… James Gancho e Peter Pan são meus eternos “crush”?!Enfim… Amo essa Neverland e seus habitantes.

Para quem ainda não assistiu eu recomendo manter a cabeça aberta e sempre lembrar que a proposta do filme é meio a de dar uma repaginada na história, tipo o que a Disney tem feito com os seus clássicos. Está tudo lá, como deveria, mas não exatamente como a gente conhece. Mas também não desaponta em nada. Muito pelo contrário.

pan_teaser_poster

O filme começa com uma mulher (Amanda Seyfried) aflita deixando um bebê na porta de um orfanato em Londres, junto do bebê ela deixa um bilhete e um cordão cujo pingente é a flauta de pan. E aí que ficamos sabendo que o bebê é o menino Peter (Levi Miller).

O menino cresce e deve estar com seus doze anos e já conseguimos identificar nele os traços do brincalhão e atrevido Peter Pan do livro e da animação da Disney. Mas ele ainda não é o Pan, pelo menos não que ele saiba. Em determinada noite, ele e os outros órfãos são seqüestrados por piratas em um navio que voa. Navio esse que logo é perseguido por caças do exército britânico, e é claro que o navio escapa. E é óbvio que o destino do navio é a segunda estrela à direita e então direto até o amanhecer. E caso você ainda não saiba é esse o caminho para a Terra do Nunca Nunca ou só Terra do Nunca mesmo. Chegando lá, Peter e as outras crianças são obrigados a trabalhar em minas a fim de encontrar uma coisinha muito especial, o pixum, que é uma pedra preciosa que concentra o pixie dust, ou pó de pirlimpimpim ou ainda o famoso pó de fada. Isso tudo porque o pirata mais temido entre todos os piratas, o Barba Negra (Hugh Jackman) anseia pela imortalidade.

PAN-MOVIE-REVIEW

Em um determinado momento, depois de Peter ter achado e “perdido” um pixum, o Barba Negra conta que existe uma profecia sobre um garoto que pode voar e que quando esse garoto retornasse a Terra do Nunca ele iria acabar com o reinado de maldade do Barba Negra.

No meio do garimpo Peter conhece o mentiroso James Gancho (Garreth Hedlund), que tem planos de fugir das minas. E conhece também o Smee, que embarca junto na aventura de sair das minas. Na fuga eles acabam caindo nas terras tribais e é aqui que ele conhece a princesa Tigrinha e fica sabendo um pouco mais sobre a profecia e sobre seus pais.

Sim, Peter Pan tem um pai, ele não é filho de chocadeira não. E é o seu pai a explicação dele poder voar. E a partir daqui eu não posso mais dizer muita coisa, pois na minha empolgação eu posso sair escrevendo que nem doida todas as coisas, e todo mundo deve estar careca de saber que a pessoa aqui não é muito fã de spoiler.

Rooney_PAN_MOVIE

Antes de escrever sobre esse filme eu li várias críticas a respeito. E para quem gosta do mundo e dos personagens que J.M.Barrie criou como eu gosto, eu não gostei muito do que eu li não. A maioria das pessoas que resolveram resenhar essa história esqueceram de entender que de certa forma é uma nova história, e que ela não mudou em nada o universo Neverland. Esqueceram que a proposta é de mostrar o menino Peter antes de ele se tornar o Pan, que dentro do enredo é o melhor guerreiro que uma tribo pode ter.

O filme trata as questões pessoais de todo mundo que é reconhecido por ser o salvador de mundos e de pessoas, as dúvidas, os medos… Todas essas aflições que carrega o coração de alguém cuja missão é ser o herói. Eu li muita gente achando ruim porque o Peter tem medo de altura, e eu não entendi. Só porque o Peter Pan é capaz de voar ele não pode ter tido medo de altura alguma vez na vida? Qual o problema?! Um salvador, um herói se faz dessa maneira, não?! O que te faz ser corajoso é o fato de mesmo tendo medo não recuar.

Pan_movie

Acho que no fim das contas esse filme não é pra todo mundo. Há tanta nostalgia, há tanto no que prestar atenção além de questões que eu julgo irrelevante para o entendimento da história que está sendo contada. Eu vibrei com todas as frases que eu ouvi sendo ditas por outras pessoas, frases que eu cansei de ouvir Peter Pan dizer. Em determinada cena, o Barba Negra diz para o Peter ter pensamentos felizes e logo em seguida Peter descobre que pode voar. Em outra cena, Peter escondido ouve o velhinho da tribo dizer, ao ser ameaçado de morte, que morrer seria uma enorme aventura. E me apaixonei ainda mais pelo James Gancho.

E eu acho que é isso minha gente… Vai assistir? Que bom. Não vai? Que bom também.


07/09/2015 - Categoria: 513 Podcast - Autor(a): Dyego Cruz

513 podcast 48 - Cresceram e enlouqueceram

No 513 podcast de hoje, Mariana Fernandes, Dyego Cruz, Pedro Farias e Angelo Fonseca falam sobre os vários artistas que fizeram sucesso, enlouqueceram e depois de muita luta, voltaram a fazer sucesso, ou que ainda estão largados por aí.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fim: Pedro de Farias
  • Edição: Dyego Cruz

Comentados no podcast

Olha o FEED!

  • Para adicionar o 513 no seu agregador preferido, basta usar esse link do feed, caso queria assinar diretamente do iTunes, clique aqui.

Siga a gente no twitter!

Redes Sociais

E-mails e comentários

  • Envie sugestões, comentários, críticas e o que mais você quiser falar sobre o podcast e da gente para 513@modomeu.com.

15/06/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Israel Del Duque

avengers in sci-fi

Continuando a minha missão de fazer mais pessoas conhecerem e gostarem das coisas que eu ouço – e tem coisa pra caramba pra apresentar pra vocês – hoje vamos embarcar numa viagem que segue pelo infinito do universo.

Conheci o Avengers in Sci-Fi no final de 2013, por acaso, enquanto pesquisava por outro artista e eles apareceram entre uma seleção de artistas relacionados. Foi só ouvir a primeira música pra eu gostar do som que eles fazem, então logo corri para procurar os álbuns e conhecer melhor o trabalho deles. Hoje já estão entre as minhas bandas favoritas e dificilmente passo uma semana sem escutar uma música que seja.

Formada em Kanagawa, no ano de 2002, por apenas três integrantes (o que costuma impressionar quem ouve pela primeira vez, dada a quantidade de sons, ou “camadas”, utilizados em cada música), é difícil rotular a banda com um único gênero e por isso muitos os descrevem como “a spaceship/spacecraft of rock”, o que seria algo como “uma nave espacial de rock”, em tradução livre. E é exatamente essa sensação que se tem ao ouvir uma música ou álbum deles: a de que você está numa viagem pelo espaço.

O trio japonês abusa de batidas bem animadas, algumas parecem tambores de guerra, outras lembram escolas de samba (sim, você não está lendo errado), o que me faz pensar nas influências musicais deles; e também não se intimida na utilização de distorções e sintetizadores, tanto nas guitarras quanto nas vozes, além dos efeitos que fazem parecer que estamos ouvindo mensagens codificadas ou com falhas de transmissão. E não apenas o som, mas muitas das letras trazem termos que fazem você pensar em ficção científica o tempo todo – não por acaso, pois o próprio nome da banda utiliza o termo “Sci-Fi”.

E por falar nas letras, a maioria delas é em japonês, costuradas com palavras e frases em inglês, principalmente os termos ligados à ciência (afinal, vamos combinar que, neste quesito, a língua inglesa é padrão, certo?), entretanto isso não atrapalha em nada a experiência de ouvir o som deles.

Para quem se animou e quer conhecer mais a banda, recomendo que, antes de ouvir os álbuns – que são excelentes, vale ressaltar – procure pela coletânea Selected Ancient Works 2006-2013, que reúne as principais músicas de cada trabalho no primeiro disco, e no segundo, traz algumas versões alternativas e faixas lado b dos singles de trabalho.

Ficha Técnica

Integrantes: Tarō Kohata (Vocais, Guitarra e Sintetizadores), Yoshihiko Inami (Vocais, Baixo e Sintetizadores) e Masanori Hasegawa (bateria e corais).

Álbuns: Avengers in Sci- Fi e Jupiter Jupiter (EPs); Avenger Strikes Back (2006), Science Rock (2008), Dynamo (2010), Crazy Gonna Spacey (2010 – Ao Vivo), Disc 4 the Seasons (2012) e Unknown Tokyo Blues (2014).

Bônus

Entre diversos trabalhos de colaboração, o Avengers in Sci-Fi participou de um disco de covers de músicas da Disney com uma versão bem bacana de Mickey Mouse March, tema de abertura do programa The Mickey Mouse Club. Vale dar uma conferida:


09/04/2015 - Categoria: Filmes - Autor(a): Elizabeth Viana

cinderela-filme-2015

Olá pessoas! Depois de muito tempo sem resenhar absolutamente nada, eis que retorno junto com um clássico da Disney que fez parte da infância de todas as crianças… A gatinha do Borralho, Cinderela.

A história, creio eu, que todo mundo já sabe decorado e salteado e até de trás para frente, então passemos para a história do filme que é igual, mas diferente.

cinderela-filme-2015-cate-blanchett

Depois da morte inesperada de seu pai, Ella (Lilly James) fica aos cuidados de sua madrasta má, Lady Tremaine (Cate Blanchett) e de suas duas filhas completamente – nonsense-, Anastácia e Drisella.

É como eu disse anteriormente, o filme é bem fiel a animação de 1950, porém algumas cenas foram acrescentadas, por exemplo; cansada de ser tratada como serviçal e de ficar ouvindo chacotas de suas “irmãs” e madrasta, Cinderela resolve fugir a cavalo e no caminho ela encontra o príncipe e em seguida, puft… Amor verdadeiro. E durante o baile, Cinderela e o príncipe saem quase que a francesa e ficam juntos em algum lugar de um jardim onde tem um balanço (tão a cara de O Jardim Secreto isso!!).

cinderela-filme-2015-jardim-secreto

Ah… No filme ainda podemos ver como era a vida de Ella quando a mesma ainda era uma criança e um pouco de sua vida adulta antes do falecimento do pai.

Mas, para mim, as melhores cenas do filme também são as minhas favoritas da animação… São as cenas em que a Fada Madrinha (Helena Bonham Carter – a linda e perfeita) transforma a gata do borralho em uma linda “princesa” loira e poderosa.

cinderela-filme-2015-Helena Bonham Carter

E claro, a transformação da abóbora em carruagem e dos ratinhos, do pato e dos dois calanguinhos em gente para levarem a carruagem… Foram cenas bem divertidas e legais de se ver. Mas eu senti falta da parte em que a Fada Madrinha faz sua mágica cantando: “Salagadula mexegadula bibidi-bodi-bu, junte isso tudo e teremos então bibidi-bobidi-bu”. A música não tem, mas a linda Fada diz as palavras mágicas que é… Bibidi-bobidi-bu.

O filme em si não tem nada demais, mas se você, assim como eu, adora uma nostalgia e paga um puta pau pro senhor Disney, então eu super recomendo que você vá logo ao cinema e veja Cinderela, a Gata do Borralho também.