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21/03/2016 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Master of None x Love

Por anos assistimos na tv, séries que abordam a juventude, seja elas dos anos 80, 90 ou início dos anos 2000. Aprendemos com Friends, How I Met You MotherThe Big Bang Theory, The O.C., Gossip Girls, New Girl, entre outras, como é ser jovem. Que na maioria dessas que eu citei é ter amigos leais qual você sai para berber e discutir sobre os dramas da vida.

Agora chegou a nossa vez de ter a juventude retratada em séries e ter a nossa geração gravada para ensinar crianças e pré-adolescentes como ser jovem! Para falar disso comecei a assistir duas séries recentes do Netflix, que tem como objetivo retratar o jovem atual. Aquela geração que reclama de tudo, que interage mais com as pessoas via smartphone do que pessoalmente e que está demorando para amadurecer e se enxergar como os adultos que nosso pais eram na nossa idade. Elas são: “Master of None” e “Love” que possuem a mesma faixa de idade, porém uma delas não acredito ser tão boa quanto todos estão falando por aí, mas vamos a elas.

Master-of-None

Master of None – retrata a vida de Dev (Aziz Ansari), um ator de 30 anos que vive em Nova York e tem várias ambições profissionais, porém tem diversos medos frequentes da nossa juventude, como: constituir família, desde encontrar alguém “para a vida toda” e ter filhos, e ser parecido com os seus pais quando tinham essa idade. Os dramas da série realmente me trouxe uma identificação como o quanto o personagem principal não se considera um adulto se comparado com os seus pais nessa idade, o quanto ele quer uma aprovação por parte dos mesmos em ralação a sua profissão e o quanto cheio de dúvidas ele é.

love_série

Love – com o objetivo de retratar o amor e sua realidade, a série apresenta os personagens Gus (Paul Rust), um típico cara nerd bonzinho que se deixa influenciar por garotas bonitas, e Mickey (Gillian Jacobs), aquela garota descolada, indie, cool, que consegue tudo o que quer, por ser bonita, porra louca e ardilosa. Conheci a série pelo boca a boca de tanta gente dizendo ser maravilhosa, mas para ser sincera eu que não gosto de largar uma temporada completinha pedindo para ser vista, não consegui aguentar tanto draminha hipster, porra louquisse, mimimi e uma história bem previsível. Sei que minha geração é chata, mas sabe quando você não se sente representando nem no figurante em uma coisa que é pra falar de “você”. Pois é, a falta de ambição, o não tô nem aí para nada, o cara bobo que fica correndo atrás de uma garota bonita, na minha opinião é previsível demais e não mostra a realidade que tantos dizem mostrar.

Vendo essas duas séries parece que vejo mundos opostos e não por ser culturas ou estilos diferentes e sim por um querer mostrar a realidade e outro fingir se importar em mostrar isso, dando a impressão de que os roteiristas tem apenas uma visão superficial do que é a nossa geração, o que me espanta pois um dos criadores é o ator principal, Paul Rust, que faz do seu próprio personagem um nerd caricato “maria vai com as outras”.  Peço até desculpas pelo sincerão sobre a série “Love“, mas sabe quando você não entende o que todo mundo está vendo em um coisa e não tem como desabafar com ninguém?! Pois é, desabafei!

Se você é um dos meus que também não viu muita coisa nessa série Love (segura na minha mão e me diz que você existe aqui nos comentários), mas está com aquele desejo desse estilo de série, “Master of None” está sendo tudo que os outros falam sobre a outra série e um pouco mais.


20/10/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Grace-and-Frankie-capa

Encontrar séries sem nenhuma indicação é um dos meus hobbies favoritos, quem lê as minha resenhas de série à algum tempo, sabe que a maioria das que eu indico acabam sendo mais por achado do que por indicação. Tem vezes que passo horas e horas zapiando o bendito Netflix até encontrar uma preciosidade, como o caso de “Smash” ou “Não Confie na Vadia do 23”, e outras que simplesmente me aparecem de mão beijada como “Unbreakable Kimmy Schmidt” e o meu novo amor “Grace and Frankie” (p.s.: será coincidência as duas serem do Netflix?), que eu vou contar mais pre você agora!

Como comentei logo acima, “Grace and Frankie” é uma das mais novas séries originais do Netflix, lançada em maio de 2015, que veio para sambar na cara de sociedade. Pois por mais que seu gênero seja comédia, temas super atuais são lançados na nossa cara de uma forma que nos faz parar para pensar o básico: “E se fosse eu?”.

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O seriado conta a história de duas senhoras muito bem casadas a 40 anos, Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin), que se odeiam por terem estilos bem diferentes e passam por uma situação bem peculiar. Seus respectivos maridos, Robert (Martin Sheen) e Sol (Sam Waterston), sócios de uma empresa de advocacia, assumem estarem apaixonados e namorando há 20 anos e agora querem se reparar para poderem casar.

Uma situação ótima para aquela música da Maísa: “Meu mundo caiiiu”, já que depois de 40 anos da casadas as duas já tinham mais do que certeza que o “Até que a morte nos separe” era válido para os seus relacionamentos. Aí vem as dores de cabeça de ter que explicar para os filhos, amigos e família uma coisa que as duas nem sabiam por onde começar. Além de que só elas, que se detestavam, poderiam entender uma a outra e a melhor maneira de superar era juntas.

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Em relação a diferença que eu já falei mais acima, Frankie e Sol eram um casal mais hippie, acolhedor, amante de arte e super apoiadores do natural, com dois filhos adotados de nomes estranhíssimos, já Grace e Robert viviam de aparências, luxo, um estilo de vida bem “ricos esnobes” e tinham duas filhas “perfeitas”. Essa diferença faz com que a história fique cada vez mais interessante, pois além das duas mulheres terem que se aturar para superar juntas a separação, os homens passam a se conhecer melhor e entender que nem tudo são flores.

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Ok, você me contou a história, mas o que garante que vai ser boa? Bem, além dos atores magníficos e ser uma produção do nosso amado e idolatrado Netflix, a séria é uma criação de Marta Kauffman a criadora de nada mais nada menos que “Friends” e Howard J. Morris o criador de “Eu, a Patroa e as Crianças”, ou seja, não pode sair ruim (confie que eu já assisti). Além do que, só são 13 episódios de 25 minutos, ou seja, dá para ver tudo em um dia sem ser muito asilado, como eu.

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O que mais me impressionou é que por mais tempo que “Grace and Frankie” tenham desde seu lançamento e a nota alta no IMDB, a série tem poucas críticas brasileiras, mas parte boa é que com isso não tem spoilers para lidar pela Internet afora. Ahhh, eu quase ia me esquecendo, a segunda temporada já foi confirmada! Veja o trailer. Espero que goste, me diga o que achou e se acontecesse com fosse, o que faria, ok?!


12/03/2015 - Categoria: Design de Interiores - Autor(a): Mariana Fernandes

cadeiras diferentes_Modo Meu

Entrar em uma loja de decoração para amantes de design de interiores ou indecisos é sempre uma mistura de prazer e tortura, pois do mesmo jeito que tem várias coisas que nos deixam felizes em ver, a parte da escolha é sempre tensa. Misturar estilos, atualmente é bem visto no meio da decoração e tem uma peça que nos permite ser um pouco indecisos: as charmosas cadeiras, que quando variadas e combinadas entre si, podem deixar o ambiente bem descolado e moderno.

Antigamente ter cadeiras diferentes em uma mesa era sinal que o local era composto por estudantes, solteirões, pessoas que estavam montando o seu primeiro ap; é possível ver esse ambiente no cenário do apartamento da Mônica de Friends que tem uma ar bem jovem de colegas de quanto e móveis de segunda mão.

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Adaptando esse estilo, podemos ter um visual bem jovem sem esse ar largado e é aí que começa a diversão. Observando  diversos ambientes, percebi que existem três níveis desse lado mais descontraído e agora vou explicar cada um deles:

Cadeiras coloridas com formatos iguais_Modo Meu

Ease = Cadeiras iguais de cores diferentes.

Se você quer ter algo mais descontraído no espaço, mas mesmo assim está sem coragem de arriscar tanto, essas cadeiras podem ajudar, pois os formatos são os mesmos, contudo as cores ajudam a dar essa diferença que você tanto quer. Uma dica super legal é se as ditas cujas cadeiras tiverem estofados, vale a pena diferenciar nesse ponto, colocando estampas diferentes e que combinem, como: poá, listras, floral e geométricas.

Puxando pela memória, lembrei que já tenho esse estilo no meu quarto na mesa de trabalho. Cadeiras com o mesmo formato, mas cores deferentes (veja na segunda foto). Essas cadeiras são da coleção vintage da TokStok, estão disponíveis em modelos cromadas em preto e vermelho e as anos 50 em azul e amarelo. Na verdade essa combinação não foi proposital, mas quando tive a necessidade de uma segunda cadeira, me apaixonei pelas de anos 50 e comprei só por que é linda. :D

Cadeiras diferentes com cores iguais_Modo Meu

Medium = Cadeiras diferentes com cores iguais.

Para quem já tem a certeza que vai querer formatos diferentes, mas tem medo do ap ficar um samba do criolo doido, a melhor dica é variar nos formatos e ficar com uma cor só, assim cada uma das cadeiras vai ter o mesmo destaque sem brigar muito uma com as outras. Esse estilo deixa um ar bem moderno, podendo variar entre o rústico e o clean.

Cadeiras e cores diferentes_ModoMeu

Hard = Formatos e cores variadas.

Para quem não tem medo de ser feliz, essa variação continua sendo linda, mas é preciso tomar cuidado, tanto com o formato, para não destoar muito uma dos outras, quanto com as cores, é preciso pensar muito para fazer uma combinação adequada (já comentei que vou ensinar como combinar cores, fica ligado que em breve sai o post). É filho, ninguém disse que esse modelo ia ser fácil, mas vale a pena, pois dá uma passagem direta para o mundo dos entendedores de decoração.

Escolhendo entre os estilos que mais combinam comigo, por mais que o ease já esteja presente nas minhas escolhas, acredito que o estilo medium também seria bem a minha cara, já que com certeza vai ter mil cores em minha casa, seria bom maneirar nessa parte só para variar.

Bem, espero que goste das dicas, e qualquer dúvida, não deixe de perguntar!


13/10/2014 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Capa séries policiaisSéries policiais são um verdadeiro xodó americano. Desde que me entendo por gente vejo séries e quando escuto a famosa frase “baseado em fatos reais”, isso logo me atrai, e não sou só eu. Reunindo o útil ao agradável, recentemente viciei em duas série nada novas que vale a pena fazer aquelas maratonas a lá Friends.

Law & Order SVU

Law & Order SVU

Com início em 1999 (olha que tem gente lendo esse post mais novo que essa série, confessa que dói menos, hahaha), Law & Order SVU é um spin-off da série policial Law & Order, uma extensão com uma equipe de investigação especializada em crimes sexuais na cidade de New York. Os principais casos da série são resolvidos pela dupla de detetives Elliot Stabler, protagonizada pelo Christopher Meloni, e sua assistente Olivia Benson, protagonizada por Mariska Hargitay, qual possui uma forte ligação com as vítimas, devido ter sido fruto de um crime sexual.

Além do mistério dos crimes, uma das coisas que mais chama a atenção é a história da detetive Olivia, que acaba sofrendo ataques em várias situações devido a sua postura e coragem em relação aos criminosos e que todas as ocorrências da série são baseadas em crimes que aconteceram em New York.

Não posso falar muito, pois não quero dar spoiler, mas só peço que não se deixe levar pela abertura que nunca evoluiu e se prepare para a próxima temporada (15º) que sai ainda esse mês.

MEDIUM

Medium

Com início em 2005, essa série conta a história da família DuBois, no qual a matriarca, Allison DuBois, passa a ter sonhos com pessoas mortas lhes dando pistas para desvendar os mistérios de suas mortes e aos poucos passa a convencer seu chefe, da promotoria, de seu dom nada convencional.

Ao caminhar secretamente na promotoria, desvendando casos que ela sonha ou sente. O mais curioso é que Allison DuBois realmente existe, é uma medium que de acordo com a sua obra Don’t Kiss Them Good-Byeela afirma que realmente ajudou a polícia a desvendar casos, por isso é uma série baseada em uma história real, acredite se quiser.

Protagonizada por Patricia Arquette, a personagem Allison DuBois, não pegou só pra si o dom de desvendar casos de crime, ao decorrer da série percebemos que esse dom foi passado também para as suas filhas, sendo que a mais velha passa a ajudar a sua mãe em alguns casos, enquanto as mais novas ainda estão descobrindo aos poucos.

Infelizmente, a série foi cancelada em 2011, mas dá pra ver direitinho o crescimento das filhas de DuBois e a mudanças que uma série longa traz.

#FicaDica para quem tá sentindo falta de fazer aquela maratona, sem falar que depois dessas séries você vai virar um detetive nato. Boa maratona! ;)

Boa maratona