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26/10/2016 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

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Hey, tenho novidades! Fim do mês passado fui convidada pela Anna Larissa, do Console Cor de Rosa, para participar de um grupo muito amor de 6 on 6. Mas o que é um 6 on 6 mesmo? Pois é, nem eu sabia! Mas seguinte, todo mês esse grupo vai definir um tema para a gente tirar fotinhas bonitas, falar sobre esse tema e lançar todo dia 6 do mês. Deu para perceber que hoje é dia 6, né? #MaryIronica

Logo no primeiro mês da minha participação me veio um tema que eu amo/odeio, tem melhor?! Halloween, é aquela data que a gente sempre vê nos filmes dos anos 80/90 que passam na Sessão da Tarde, e deseja fortemente que esse costume passe a vir para a nossa terrinha. Por mais globalizado que esteja o mundo, infelizmente não dá para bater na porta dos outros dizendo a clássica “Doces ou Travessuras“. Essa é a parte que eu odeio, além da ligação que temos aos filmes de terror, já que eu sou a pessoa mais medrosa que conheço.

Pensando no nesse período, que pra mim é época de rituais bobinhos de Halloween que quem sabe pode passar a ser parte do seu “Dia das bruxas”.

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O primeiro deles é o clássico “Chaves”! Lembro que quando fui fazer as divisórias do meu planner em Outubro, me veio logo esse frase: “A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena” do seu Madruga. Acredito que tenha sido a minha primeira referência de “terror” o episodio de quando a gente finalmente entra na casa da Bruxa do 71, não tem como não lembrar! hahaha

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Em segundo, um bom livro de fantasia, se possível sobre vampiros, bruxas ezumbis cai bem pra esse mês. Esse dá foto é a segunda edição do livro “Os Sete“, publicado pela editora Aleph, do André Vianco, nosso vampiro brasileiro. Um fato legal sobre ele é que a primeira edição foi publicada de forma independente pelo autor, que ia de livraria em livraria para divulgar seu trabalho. Vamos valorizar né gente!

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Em terceiro são os filmes de Halloween que passavam na Sessão da Tarde. Para mim é mais do que uma tradição assistir filmes como: Abracadabra (esse da foto), Convenção das Bruxas, Garotos Perdidos, Elvira e por aí vai. Pode me chamar de velha, mas é tão bom!

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Como quarto, temos que pensar na decoração. Eu que considero o “Dia das Bruxas” como uma data para se libertar nas fantasias, não importando o tipo (quase um carnaval isso), acabei decorando, sem perceber, o meu quarto com a minha colcha do Star Wars. Mas o que isso tem haver? Queridinho, tudo é permitido no Dia das Bruxas, tá?! P.S: Isso porque ainda não saiu a do Harry Potter hehehe.

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No quinto, fantasias para quê te quero. É época de usar a fantasia que eu quiser! Como não sou muito de ir a festas e sair fantasiada por aí sem motivo pode me levar a uma internação psiquiátrica, usar as camisas com a temática já tá valendo! :P

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E por último, e o clichê de “mais não menos importante”, e não é mesmo. Reassistir aqueles vícios de series de suspense e mistério! Claro que na foto tem que ter Stranger Things, porque, né?! Não tem como não amar. Mas tem SupernaturalPenny DreadfulGrimmArquivo X e por aí vai.

É isso! Aproveite o Halooween, e se for fazer festinha, não esquece de me chamar, tá? Eu vou de Mulan esse ano. hehehe

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo e ganhar mais dicas de brinde! :D

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13/09/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Israel Del Duque

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Não, eu não participei dos eventos de lançamento do livro. Embora eu trabalhe numa livraria, calhou de eu pegar folga justo no dia do lançamento, e se tem uma coisa que eu não nego é folga num sábado. E quando você trabalha numa livraria, a última coisa que você quer fazer no dia da sua folga é ir pro local onde você trabalha, não importa se é o Papa que vai fazer evento. O fato é que eu peguei a cauda longa do evento no dia seguinte e vender tanto Cursed Child fez meu hype crescer tanto que eu não consegui esperar pela versão em português do livro.

Esse não foi o primeiro livro em inglês que eu li (o primeiro foi Alif, o invisível, também lançado pela Rocco, através do selo Fantástica, e resenhado aqui), e, felizmente não tive tantas complicações para ler. Vez ou outra o dicionário faz falta, mas num todo você consegue entender algumas palavras pelo contexto da frase. E isso porque  a estrutura do texto, diferente dos livros anteriores, não se prende muito a descrições e sim a diálogos. Para quem já leu O Auto da Compadecida e Auto da Barca do Inferno, a estrutura é bastante parecida, afinal é um roteiro de peça teatral, então não tem muita dificuldade. Tem sim, momentos em que o cenário e as roupas são descritas, mas uma vez que essa parte do texto passa, é fala atrás de fala, com algumas intervenções dando a entender tom de voz e expressões faciais. Tudo para que o leitor consiga imaginar bem a peça.

Ou minimamente bem, já que eu não consigo enfiar na cabeça como foram feitos os efeitos especiais para as magias utilizadas na história (e quando de magia, estou falando daquele monte de faíscas que a gente vê durante os oito filmes). Até fiquei com vontade de assistir a peça, não só por isso, mas também para ver as interpretações do novo elenco para cada personagem.

Tentando dar o mínimo de informações possíveis (afinal #KeepTheSecrets), a história começa exatamente onde fomos deixados no último livro e filme: Harry e Gina deixando os filhos em King’s Cross e Alvo questionando o que vai acontecer se ele entrar para Sonserina e não para Grifinória. De fato ele vai para a Sonserina, assim como Scorpio Malfoy, filho de Draco, que acaba por se tornar seu melhor amigo e companheiro das aventuras vividas ao longo de toda a peça/livro. E o que não falta são coisas acontecendo com esses dois. Para não falar demais, vou só deixar vocês com uma pergunta: o que seria possível mudar em toda a história de Harry Potter que conhecemos até agora, com um simples Vira-Tempo?

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Durante boa parte do começo do livro (talvez durante todo o primeiro ato e metade do segundo) eu encarei a história como não canônica por causa do tom. Parecia algo como um universo “E se” de Harry Potter, e embora eu tenha gostado muito dos personagens novos (Scorpio é o melhor personagem na minha opinião, mas Draco também está muito bom), sentia que algo estava muito estranho naquela história, mas não sabia dizer o que.

Após o fim da leitura eu posso dizer que gostei do livro, mas não é de longe o melhor da série. O final é muito bom, encerra bem o que foi proposto, entretanto, não acrescenta muito ao que já foi contado – mesmo a tal da criança amaldiçoada, [SPOILER – selecione o trecho para ler]que descobrimos ser uma filha de Lord Voldemort (foi o que deu a entender, apesar de tudo)[/SPOILER], não fica muio clara de quem se trata. Se a ideia não te agrada muito, pode passar sem ler que não vai fazer muita diferença. Inclusive acho desnecessária uma nova trilogia no cinema, após os boatos de que a Warner está negociando pra fazer um filme baseado na história. O roteiro não tem tanta coisa importante assim que não caiba num só filme – caso de Relíquias da Morte e de Ordem da Fênix. Este último sim merecia ser dividido em duas partes, porque muita coisa ficou de fora.

Por fim, Harry Potter and the Cursed Child é, sobretudo, uma história sobre pai e filho, com Harry tentando ser um bom pai – mesmo sem saber muito sobre isso, afinal o dele não estava vivo então não tem como se espelhar nele -, e Alvo tentando não decepcionar seu pai por não ser como ele era nos tempos de Hogwarts. Os colegas de escola julgam o rapaz o tempo todo, fazendo com que o peso de ser filho do grande Harry Potter pese mais sobre seus ombros do que dos de Tiago, seu irmão mais velho e, aparentemente, “o melhor filho”. Nesse ponto, a história que se desenrola no livro faz com que os dois percebam a importância de um para o outro e os ajuda a resolver esse conflito.

harry-potter-and-the-cursed-child_bookA versão traduzida do livro será lançada em versão brochura e capa dura com o titulo de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, pela Editora Rocco, em 31 de outubro e já está em pré-venda. Segundo a editora, a versão capa dura terá como base a versão britânica. Vale lembrar ainda que esta edição lançada (tanto a original, como a nacional) são as versões do roteiro de ensaio. A versão definitiva (com possíveis alterações) ainda não tem data de lançamento, mas pode acontecer em algum momento no ano de 2017.


05/05/2016 - Categoria: Modo Meu - Autor(a): Mariana Fernandes

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Conversando com alguns amigos sobre como é complicado fazer uma criança gostar de ler com a grade de livros paradidáticos que as escolas nos trazem, decidimos trazer algumas alternativas para quem quer deixar seu pequeno gafanhoto em viciado em literatura.

Resenhas sobres os livros comentados:

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14/05/2015 - Categoria: Livro - Autor(a): Israel Del Duque

Gêmeos da Lâmpada - O Poder do Faraó Akhenaton - resenha - modo meu - capa

Como prometido na minha resenha de Alif, o Invisível, hoje eu trago outro livro relacionado ao mundo dos gênios: O Poder do Faraó Akhenaton, primeiro volume da série infanto-juvenil Gêmeos da Lâmpada (Children of the Lamp).

(Off: vocês vão me perdoar, mas eu achei esse trocadilho do nome tão ruim que dá a volta e fica bom. É extremamente genial)

Neste livro acompanhamos a história dos gêmeos John e Philippa Gaunt, filhos de um casal abastado que mora numa mansão em Nova York. Tudo começa quando, numa ida ao dentista, os dois descobrem o precoce nascimento de seus dentes do ciso – afinal, os dois tem apenas 12 anos -, algo que sua mãe aparentemente já previa com certa antecedência. É então marcada uma data para que as crianças tirem os dentes e, num sonho compartilhado por eles durante o período de anestesia, os dois encontram com o tio, Nimrod, que pede para que os dois o visitem durante as férias.

Após uma série de acontecimentos estranhos, John e Philippa resolvem falar com os pais, que já haviam decidido mandá-los para uma colônia de férias, e pedem para ir sozinhos para Londres porque queriam passar um tempo com o tio que há tanto tempo não viam. Os dois conseguem a permissão e logo partem, animados para a viagem e curiosos com o pedido do tio, que os orientou a não dizer nada sobre o sonho que tiveram com ele.

Já em companhia de Nimrod, John e Philippa descobrem que são descendentes de uma antiga linhagem de djins da tribo dos Marid, e começam a compreender as coisas estranhas que aconteceram nos últimos dias. O tio explica que um tesouro perdido está prestes a reaparecer e, se cair nas mãos da tribo dos Shaitan pode acabar com o equilíbrio de poderes entre os djins, e fazer a balança pender para o lado do mal, gerando consequências catastróficas no mundo dos humanos.

Gêmeos da Lâmpada - O Poder do Faraó Akhenaton - resenha - modo meu - 01

Escrito por P.B. Kerr – pseudônimo de Philip Kerr, que é também autor de romances policiais adultos – o livro foi publicado aqui no Brasil em 2008, pelo selo Pavio, da Editora Rocco e a tradução ficou a cargo de Lia Wyler, que já conhecemos da tradução dos livros de Harry Potter, o que inclusive traz uma familiaridade no texto.

E falando em Harry Potter, é difícil não fazer algumas comparações com a série do bruxo mais famoso do mundo, pois aqui também temos o bem e o mal entrando numa disputa de poderes e, assim como os bruxos, os djins também vivem entre os humanos sem que ninguém saiba. Neste primeiro livro somos apresentados a esse mundo novo e vamos, junto com os gêmeos, aprendendo como ele funciona e quem são as criaturas de quem é melhor manter a distância.

Se você espera aprender um pouco mais sobre os djins, assim como em Alif, Gêmeos da Lâmpada satisfaz melhor nesse quesito justamente por ser o primeiro volume da série, porque mostra que o autor teve um trabalho de pesquisa e cuidado especial para construir esse universo, o que deixa o leitor confortável dentro de tanta informação.

Só é uma pena que apenas os três primeiros livros da série – A Djim da Babilônia (V.2) e O Talismã de Katmandu (V. 3) – tenham ganhado tradução. Eu gostei do primeiro livro, pretendo ler os outros dois e gostaria muito que a série tivesse sido concluída aqui no Brasil.


17/10/2014 - Categoria: Filmes - Autor(a): Elizabeth Viana

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Não estava muito nos meus planos assistir a esse filme, assim como também não estava ler o livro. Não li o livro, mas mudei de ideia quanto ao filme, graças ao trailer que está vendendo muito bem essa história. Vamos lá.

Horns é o segundo romance de Joe Hill – filho de Stephen King – e aqui no Brasil, o livro foi publicado com o título de O Pacto. O romance conta a história de Ignatius Perrish (o lindão, Daniel Radcliffe), um jovem simples que tem a sua vida virada do avesso quando sua namorada de longa data Merrin (a bonitinha que aqui e acolá me lembra a linda da Ksenia Solo, Juno Temple), é encontrada morta, e como ele era o namorado dela, foi logo apontado como principal, quer dizer, único suspeito. No filme não passa, mas a história começa depois de um ano da morte de Merrin, e nesse tempo todo nada foi descoberto a respeito da morte dela, e como nada foi descoberto, nada foi provado, Ignatius segue sendo o único suspeito e sendo alvo de toda a ira da população onde mora e da “perseguição de jornalistas enlouquecidos por matérias bombásticas”.

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Um dia Ig acorda de uma bebedeira e de uma noite de luxúria com uma garçonete e amiga de infância, e ele descobre que lhe nasceram um par de chifres (Horns), chifres como os que as pessoas insistem em dizer que o Satanael possui. Com o nascimento dos chifres, Ig resolve procurar ajuda médica e, claro, não encontra, mas descobre que as pessoas não conseguem mentir em sua presença, e ele decide usar isso para descobrir o verdadeiro assassino de sua doce e amada Merrin. E, para mim, essa é a melhor parte do filme, já é engraçado não poder mentir e mais engraçado ainda são as pessoas contando para ele os desejos mais íntimos e secretos que possuem.

Ao procurar a família, Ignatius é recebido de maneira bem dura e crua – para não dizer cruel –, sua mãe não o quer mais como filho e o pai conta, influenciado pelos chifres, que mantinha um amor carnal por Merrin, que acreditava que ele era o assassino dela e que tratar com o seu irmão Terri Perrish (Joe Anderson) é muito mais fácil. O pior de tudo é que seu irmão conta que foi a última pessoa que viu Merrin viva, mas calma, não foi ele quem matou sua amada. Posso dizer que Ignatius encontra o assassino de sua amada e que ele também consegue vingá-la. E a história é isso, mas existem outras informações que infelizmente eu não posso dizer, pois spoiler é muito feio.

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A história vai sendo mostrada da ida do presente ao passado e da vinda do passado ao presente, mostra como eles se conheceram e o quanto se amavam, a infância entre amigos e perigos e os planos de uma vida inteira.

A trilha sonora do filme é ótima, logo de início podemos ouvir Heroes do Bowie, sim sim, a mesma música que fez um certo menino chamado Charlie se sentir infinito.

Quando o filme terminou, eu fiquei um pouco frustrada porque não entendi a história com o pacto, não houve nenhum pacto. Daí eu relaxei porque isso acontece mesmo quando escolhem o nome na versão brasileira, muitos filmes não combinam com o nome, mas se você fizer como eu fiz, e esquecer do pacto e lembrar que o nome do filme é Horns, então tudo fica muito bem. O nome do filme deveria se chamar Os Chifres mesmo, mas fazer o quê?! E essa questão de abraçar os seus demônios ficou um tempo na minha cabeça, é aquela velha história, quando se está no inferno é melhor abraçar logo o capeta.

E é isso minha gente, gente minha… Adorei o filme, mais uma vez nosso eterno Harry Potter estava incrível e o elenco todo estava uma maravilha. Super recomendado e se puderem, leiam o livro também… Eu vou fazer isso!