Modo Meu

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13/04/2016 - Categoria: Música - Autor(a): Dyego Cruz

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Voltando com mais um resultado de minhas buscas por músicas aleatórias e mais um serviço de streaming (aproveitar enquanto a carnificina da internet limitada não chega e rezando para que não chegue), afinal quem acompanha o blog, já viu que já passei pelo finado Rdio, pelo Deezer e agora estou só no Spotfy descobrindo coisas novas.

E a dica da vez é a Supercombo, banda brasileira formada em 2007 que tem um estilo que mistura o rock com um pouco de indie rock, mistura essa que quando unidas com as letras de seu idealizador, Léo Ramos, nos mostra como o rock brasileiro ainda continua bem ao contrário do que as pessoas insistem em dizer por aí.

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Quando ouvi pela primeira vez não tinha percebido, mas a Mary que é muito melhor de ouvido que eu, achou a voz do Léo bem parecida com uma banda que conhecemos já faz um bom tempo, chamada 2ois, por sinal era muito boa e promissora, mas que foi apenas um projeto que projetou o sucesso do rapaz após ganhar o reality show Astros em 2009 (é o novo!!!!!).

Mas voltando ao presente, no total, até agora a Supercombo já lançou três álbuns, Festa? (2008), Sal Grosso (2011) e o meu favorito que me fez chegar até a banda, Amianto (2014). Claro que os demais também bons, mas este álbum tem um “quê” que consegue me prender e me fazer refletir sobre algumas coisas interessantes.

Vou dar como exemplo a música Amianto, falando sobre da tentativa de salvar uma pessoa de um suicídio, que na versão acústica ficou bem melhor com trechos a capella (ADOORO!!) e com sua melodia de transição entre o leve e o pesado, e o calmo e o agitado. Veja o clipe e entenda ;)

Outra música que adoro é a Piloto Automático, com sua temática falando sobre os jovens dessa geração atual de jovens (mas conhecida como geração Y), que tudo querem, mas nada fazem, apenas esperando que o “piloto automático” os levem para onde querem.

Enfim, acho que já falei demais, mas não podia deixar de dizer que além de servir para inúmeros momentos, sejam eles calmos ou agitados,  a banda é super legal e vale acompanhar para ver o que mais ainda vai vir por aí.

P.s: Recentemente a banda junto com a cantora Negra Li, lançou a música “Lentes” em parceria com a marca Sempre Livre para o festival de música Lollapalooza. Muito boa, olha só o clipe!

Abraço e até mais!


01/09/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Israel Del Duque

Two Door Cinema Club

Sabe aquela banda que você ouve uma música e já quer comprar todos os cds e ir nos shows? Foi isso que eu senti ao ouvir Two Door Cinema Club (ou, pra facilitar a pesquisa no Google, 2DCC ou TDCC) a primeira vez. A recomendação veio do twitter do Izzy Nobre, que disse que curtia o som e eu resolvi ouvir pra ver se concordava.

A primeira vista eu pensei que seria “mais uma banda indie que toca umas músicas pra cortar os pulsos”, mas acabei gostando porque, apesar do visual coincidir levemente, o som é mais animado e dançante do que a maioria dos representantes do gênero (não que eu não goste de algumas bandas de indie rock).

A banda irlandesa é composta por Alex Trimble, Sam Halliday e Kevin Baird e começou com o nome de Life Without Rory, mudando pouco tempo depois para o nome atual, graças à uma pronuncia errada de Halliday do nome de um cinema local, o Tudor Cinema. De lá pra cá, o trio lançou dois EPs (Four Words to Stand On e Changing of the Seasons) e dois álbuns (Tourist History e Beacon), e passaram pelo Brasil na edição de 2013 do Lollapalooza. Atualmente estão em estúdio para o terceiro álbum.

Como já disse, o som deles segue mais a linha dançante, com algumas batidas de sintetizador (que eu gosto pra caramba) e letras simples, o que é bom se você quiser praticar seu inglês. E talvez eu tenha gostado muito porque estava procurando algo diferente do que eu estava ouvindo na época e que soasse um pouco mais como “música que eu ouviria no rádio facilmente”. De fato eu já ouvi 2DCC no rádio e não duvido que, entre as recomendações que eu deixei pelo post, pelo menos uma não seja conhecida pelo grande público (algumas músicas deles até estão em jogos de video-game).

Pra quem quiser conhecer as outras musicas, separei as playlists dos dois álbuns no Spotify:


07/08/2014 - Categoria: Música - Autor(a): Dyego Cruz

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Continuando com as indicações musicais, dessa vez quem aparece por aqui é uma banda com um estilo diferente, que mistura letras inusitadas com alguns sons que muitas vezes você não espera que estejam juntos numa música que começa com um estilo bem MBP e pode acabar com algo bom, mas ainda assim nada esperado.

Para você que assim como eu gosta de coisas diferentes e vive por aí a procura do que ouvir enquanto está no trabalho, no trânsito ou só olhando pro nada, acredito que vá gostar da banda Apanhador Só.

A banda , que existe desde 2005, é formada por Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra), Andre Zinelli (bateria) e Fernão Agra (baixo) e tem um estilo meio Indie Rock misturado com Rock Alternativo.

Algumas pessoas costumam comparar a sua sonoridade a Los Hermanos e Pato Fu, mas eu já acho que é algo um pouco a mais, pois é incluir objetos como gaiolas, talheres, walkie talkies e até um ralador de queijo nas músicas e ainda conseguir deixar uma coisa legal não é para qualquer um (pelo menos que eu conheça hehe).

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Mas enfim, o disco que venho indicar, Antes Que Tu Conte Outra, foi lançado em 2013 e assim como várias coisas que tem feito sucesso por aí, ele teve seu lançamento possível devido a um projeto de crowdfunding (financiamento coletivo para você que ainda não sabia o que era isso) no site Catarse. Nele tem músicas que não uma mistura bem legal de calmaria e um pouco de agitação, mas todas com uma animação que te faz ouvir o disco inteiro sempre.

Pra uma pequena amostra, vou deixar aqui o clipe ao vivo da primeira música do álbum, “Mordido“. E para quem tiver gostado e quiser ouvir mais, é só acessar o site oficial da banda que lá além de poder ouvir todas as músicas, eles disponibilizam gratuitamente o download do disco completo.

Bem, espero que tenham gostado dessa dica, pois estou sempre na procura de coisa nova para trazer para vocês.


03/01/2014 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

Banda Sevenz

Começando a parte de música do ano é que apresento a banda Sevenz, um delírio para quem gosta de ouvir a calmaria com essência de folk rock, blue glass e indie rock.

Banda paulistana iniciada em 2011, começou como um projeto solo ganhando a formação atual apenas em 2012, composta pelo trio Felipe Nakao – Voz e Vioão -, Arthur Oliveira – Guitarra – e Andy França – Bateria.

Sevenz EPCom o propósito de ter um sonoridade calma, unindo versos românticos e mensagens de esperança, a banda lança em 2013 o EP Viagem (disponível para download), a segunda etapa na jornada do trio, após o fim da turnê do primeiro EP Sonho.

Com participações especiais de Dani Candal na faixa “Carta”, a banda O Bardo e o Banjo na canção “Esperança”, Renan Brichese nas sanfonas e Bira Magalhães nas percussões, o EP traz um som calmo para aqueles fins de tardes ou dias de tranquilidade. Uma ótima opção para quem está em busca de novos estilos de música, e se mora em São Paulo, conhecer a banda de perto.

SevenzPara quem quiser saber um pouco mais sobre a Sevenz, vou deixar os links para conhecer melhor a banda:


30/11/2012 - Categoria: Música - Autor(a): Pedro de Farias

O tal do “Indie, na música, é o que o pop rock era no começo dos anos 2000. Serve pra definir tudo. Sério, todo tipo de banda é chamada de Indie, basta ter cabelos despenteados e guitarras.

Por causa disso, é difícil confiar na qualidade de uma banda “Indie” apenas por esse rótulo. Então sou muito grato de ter sido apresentado ao Death Cab for Cutie sem ninguém ter dito previamente qual o estilo deles. E a fantástica “I will possess your heart” tem um toque progressivo também, com 8 minutos de duração. (e as indie pira nas cantadas, fiquem sabendo.)

(Sim! Ruivas são sempre bem vindas.)

Além do vocal com vigor acima da média das bandas indies (Ok, parei com esse termo; O qual pra mim custumava definir bandas com vocalistas cantando feito bêbados e guitarras preguiçosas; Alô Los Hermanos, um abraço.), o DCfC conta com arranjos supremos, dignos com o mais alto patamar de exigência em se trantando de Rock n Roll em geral. Destaque para o instrumental, além de tudo ter timbre bem bonito e presente, é sempre tocado com vontade.

O disco “Narrow Stairs” figura facilmente na lista de 5 melhores dos últimos anos. Todas as músicas são bem escritas, arranjadas e tocadas. Coisa phyna mesmo. E é por que elas variam bastante de estilo.

O disco seguinte foi citado inclusive por John Myung, baixista do Dream Theater (talvez a maior banda de rock progressivo da atualidade e não seja xiita, por que é sim) como um dos 5 melhores de 2011, surpreendente e emblemático por não se tratar de uma banda de metal. De fato o disco é foda.

É isso! Death Cab for Cutie, vida inteligente no ~indie~.

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