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22/09/2016 - Categoria: Textão - Autor(a): Dyego Cruz

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Estreando aqui nessa coluna sobre textão, hoje vou falar sobre uma história real, envolvendo sentimentos, platonismo, paixonite adolescente e tanto clichê que poderia até ser um conto ou roteiro de um daqueles filmes de comédia romântica (ou só românticos mesmo) que a gente tanto vê por aí.

Quando era mais novo (afinal dizer “quando era pequeno” é redundância), não podia ver uma garota bonita que automaticamente eu já estava lá morrendo de amores por ela. Posso contar facilmente bem mais de 10, afinal a época de colégio são muitos anos, e praticamente todo ano era uma paixonite adolescente platônica nova. Isso se não tivesse mais de uma, pois eu sempre fui uma pessoa facilmente influenciável e por muitas outras vezes, o amor da vez era porque alguém dizia que eu estava gostando da garota, e consequentemente isso acontecia.

Mas aí você para, pensa e diz “Mas isso é tão normal…”, e é aí onde eu digo que começou um problema que se tornou uma bola de neve e me persegue até hoje. Durante o período dessas paixonites, era música romântica e de dor de cotovelo a todo instante. Era como se eu estivesse sempre cantando aquelas músicas para a pessoa da vez.

Com isso passei por inúmeros momentos da friendzone que EU MESMO CRIEI, pois acho que nenhuma delas alguma vez teve culpa disso, e quando tentei sair levei aquele nosso tão querido e conhecido fora. E o pior era que mesmo depois do fora, eu não me permitia ficar com outra pessoa, pois na minha cabeça era como se eu tivesse traindo a outra… COMO ASSIM NÉ??!!

Pois bem, deixando a enrolação e o contexto histórico de TCC de lado, vamos finalmente ao problema, durante esses períodos de “fossa”, era como se não fosse permitido ser feliz, eu realmente me forçava a ficar triste, cabisbaixo e sem interesse em absolutamente nada ao meu redor, sempre olhando pro nada e “pensando na vida…”.

Era como se eu não pudesse ser feliz e tivesse que viver daquele jeito para sempre e tivesse que ficar me torturando a todo instante. Daí foi que começou algo que de certa forma é bom, mas ao mesmo tempo é bem prejudicial. Afinal quem me conhece sabe que eu não odeio ninguém e muito menos guardo rancor, mas nessa época era bem fácil ter alguém “merecendo” meu ódio mortal.

No lugar de ficar me lamentando e pensando naquilo que não iria me levar a absolutamente nada, meio que comecei a simplesmente deixar tudo de lado, é como se automaticamente meu cérebro chegasse e dissesse “Acabou a putaria!! A partir de agora vai tudo passar direto pra lixeira!!”. De certa forma essa maneira de lidar com as coisas é até legal, mas infelizmente isso acaba prejudicando muito, pois dessa forma não se consegue focar em coisas importantes e você termina sempre não se importando com o que realmente deveria se importar DE VERDADE…

Por isso apenas tenha cuidado com deixar as coisas de lado e não se importar com que é realmente importante, pois o que se sente é que se está se tornando uma pessoa cada vez mais vazia e sem papo/conteúdo, por mais conhecimento que tenha ou ainda esteja adquirindo.

Então é isso, espero não ter tomado tanto o seu tempo com esse textão, mas espero que com ele você tenha percebido o quanto não é necessário simplesmente deixar tudo passar, mas aprender lidar com as coisas de maneira mais “madura” (o que não quer dizer adulto chato) e assim, melhorar a sua vida e a de quem está ao seu redor.


11/06/2015 - Categoria: Mobile - Autor(a): Rodrigo Emannuel

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Não me pergunte o porque de eu estar escrevendo sobre esse joguinho extremamente bobo, eu apenas quero compartilhar a experiência de soltar pipa pelo celular (POIS É!) com mais alguém.

Estava com alguns amigos debatendo sobre o Cartola Fc, aquele fantasy game maldito onde toda rodada eu me ferro, e finalmente estou convicto de que não sou um bom técnico, maaaas sofrimento a parte… durante a conversa, um amigo meu começou a mexer no celular e um funk chato iniciou ao mesmo tempo, eu ri, porque sempre que tem funk, alguma merda vem a seguir, é lei da vida, ou não, só sei que sempre tem alguma merda.

Depois do funk, vieram uns gritos ao fundo e eu percebi que esse meu amigo estava jogando, e ele me disse que estava soltando pipa, nesse momento eu só pude pensar: “Que viagem é essa?”.

 

Caralho, ele tava soltando pipa no celular, foi o sedentarismo falando alto, lembrei de quando passávamos o dia fazendo cerol e arrumando briga por causa de pipa, quando você é criança isso é emocionante!

Mas nostalgia a parte,  o jogo é até bem legalzinho, você tem a opção de escolher suas pipas, seu tipo de linha, o cenário e o modo de jogo, depois que tudo estiver devidamente escolhido, é só partir e dar vários rélos nos trouxas, é só se divertir! huehue

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O ruim do jogo é que infelizmente não tem multiplayer, nem mesmo um modo online, o que seria extremamente maneiro de se ter, além disso não tem como cortar a rabiola, comer linha, ou xingar a mãe do amigo, o lado bom é que você pode relembrar um pouquinho da sua infância e zoar com seus amigos assim como eu fiz, e se você não for ruim como eu sou em jogos de celular, talvez consiga vencer a máquina!

Você pode baixar o jogo para Android, e depois me dizer se curtiu o jogo, ou dizer que foi um post bobo mesmo, você que sabe, e até um próximo post mais relevante (rs).


04/05/2013 - Categoria: 513 Podcast - Autor(a): Dyego Cruz

513 podcast #08 Músicas de momento

No episódio de hoje, a galera do 513Mariana Fernandes, Dyego Cruz e Pedro de Farias falam sobre músicas que marcaram várias épocas de suas vidas e de muita gente mundo afora.

Créditos:

  • Capa: Mariana Fernandes
  • Trilha de começo e fim: Pedro de Farias 
  • Edição: Dyego Cruz

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04/10/2012 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Considerado por muitos o Bart Simpson japonês, Shinnosuke Nohara – ou Shin-chan – , é protagonista da franquia homônima de anime e mangá que retrata o cotidiano de uma criança de 5 anos com um comportamento totalmente anormal. Extrapolando o politicamente incorreto e assumindo a postura do mau exemplo para quem o assiste e lê, Shin-chan é uma verdadeira comédia nua e crua sobre o péssimo comportamento infantil.

Escrita por Yoshito Usui, a série deu as caras em quadrinhos em 1990, na revista semanal japonesa Manga Action da Editora Futabasha (Old Boy). Seu mangá possui mais de 50 volumes publicados e é um dos mais famosos no Japão. No ano de 2010, seu criador faleceu, ocasionando o fim da série. Em uma mobilidade de apelo dos fãs e admiradores, uma nova série de quadrinhos foi iniciada no mesmo ano pela equipe de Usui e ainda se encontra em desenvolvimento e publicação nas terras nipônicas.

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Já em 1992, uma adaptação animada foi realizada pelo Estúdio Shin’ei Doga (Game Center Arashi).Exibida até hoje e com mais de 15 anos ininterruptos, a série é considerada uma das maiores do mundo. Com mais de 2000 episódios e responsável por conseguir boa parte da audiência japonesa em seu horário de exibição, Shin-chan foi extremamente suavizado em sua versão televisiva. Em contrapartida, nada foi poupado nos quadrinhos.

O enredo da série é muito simples. Shinnosuke ‘Shin’ Nohara é um garotinho de 5 anos que fala e age como um adulto. Considerado um pestinha, a criança tira os pais do sério, assim como vizinhos, amigos, babysitters etc. Apesar de muito novo já tem 3 ambições na vida:

1 – Atormentar a todos não importando se são conhecidos ou não

2 – Comer bolachas de chocolate

3 – Se apaixonar e galantear mulheres mais velhas

A partir disso podemos entender um pouco do que se passa na cabeça dessa criatura. Dentro desse contexto, existe ainda a famosa “Dança da Bundinha Peladinha” que consiste em baixar as roupas de baixo e dançar como se não houvesse amanhã. Tudo isso nas situações mais diversas possíveis. Sem dúvidas, sua marca registrada.

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 Além de todo o sucesso em animação e mangá, Shin-chan é responsável também por protagonizar vários filmes, episódios especiais, e até jogos de incontáveis plataformas que vão desde o Arcade ao Nintendo 3DS.

Confiram um pouco da versão dublada de Shin-chan:

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