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24/11/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

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Grandes poderes exigem grandes responsabilidades, não é mesmo? Então, todos que possuem algum “dom” superior a maioria, deveriam sim combater os crimes da cidade?! Mas e se fosse com você? Vestiria uma roupa colorida com uma máscara e sairia por aí ajudando pessoas que muitas vezes vão te culpar depois? Será que as pessoas são realmente dignas de serem salvas? É isso que Jessica Jones se pergunta no primeiros capítulos da nova série da Marvel para o Netflix.

Se você anda acompanhando o vídeos de Review Semanal no canal do site já deve saber que Jessica Jones foi uma das séries do segundo semestre mais esperadas não só por mim, mas por todos do meu convívio pelo mesmo, já que foram meses com zilhares de informações sobre a série.

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Mas bem, você quer saber o que eu achei da série né? Vamos lá: Primeiramente, já vou assumindo que assisti os 13 episódio em menos de 24 horas, o que já indica ser extremamente viciante ou eu tenho probleminhas. Bem, a história se passa na mesma área no nosso querido amigo Demolidor, o que dá aquela impressão de vamos ver alguma referência a qualquer momento, mas eu não estou aqui para dar spoiler e não vou revelar nada sobre isso.

Um das características principais da nova fase da Marvel é a mistura da fantasia com a realidade, afinal a série se passa na nossa realidade só que com alguns acontecimentos fantásticos, como o ocorrido em os Vingadores: Era de Ultron, mencionado na série como o incidente com os ET’s. Dá para perceber também que existem “classes” de super heróis como os que estão mais acima no caso dos Vingadores, que cuidam de grandes problemas, e os “dotados“, que vivem nas ruas fingindo serem pessoas comuns e cuidando de pequenos crimes. No caso do Demolidor combatendo a máfia e Jessica Jonnes, de acordo com muitos pela Internet a fora, combatendo um dos melhores vilões da Marvel, o psicopata/serial killer Killgrave, mais conhecido como Homem Púrpura (The Purple Man) nos quadrinhos.

MARVEL'S JESSICA JONES Luke Cage e Jessica Jones

Talvez você não saiba, mas nos quadrinhos Jessica usa um macacão branco e azul, e Killgrave é realmente todo roxo, o que não está presente na série, já que não combinaria com essa nova fase da Marvel, porém existem algumas referências a esse lado, o que é bem interessante para quem gosta de um lado mais fiel das histórias.

Falando de atores, eu vi uma verdadeira heroína em Krysten Ritter, que interpretou Jessica com uma mistura de garota durona e sentimental mostrando um lado humano e normal na protagonista, afinal nem só de combater crimes vive um herói. E gente, como eu tenho medo de David Tennant (Killgrave), que definitivamente serve muito bem para papeis de vilões.

Jessica Jones e Kilgrave

Enfim, acho que a única coisa que me incomoda em Jessica Jones é o fato de eu ter que esperar um ano para a nova temporada e dela sempre usar o mesmo jeans, o que não me parece muito limpo. hihihi

PS1: Trinity (Carrie-Anne Moss) que saudade!

PS2: Sei que não falei do Luke Cage (Mike Colter), mas isso não quer dizer que o ator não arrasou.

PS3: Assiste logo e me diz o que achou!


09/11/2015 - Categoria: Cinema e TV - Autor(a): Victória Duarte

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Não se fala em outra coisa senão a super esperada série que o Netflix vai lançar agora no fim de novembro, Jessica Jones. Mas vamos com calma, a atriz Krysten Ritter já existe bem antes de seu chamado para interpretar essa heroína traumatizada do mundo Marvel.

Essa atriz americana de 33 anos de idade e ex-modelo já deve ser conhecida dos leitores mais antigos do Modo Meu, até teve um post da Mary aqui. Ela já fez tímidas participações (((((vulgo figuração de elenco))))) desde 2001 nos cinemas e várias participações em séries de Tv muito conhecidas como Gilmore Girls e Veronica Mars. Ela teve até uma participação no filme de Veronica Mars com a personagem Gia Goodman. A série em que ela foi mais reconhecida foi na tão amada série (((eu não sei o porquê))) Breaking Bad, onde atuou na segunda temporada como Jane Margolis, vizinha e locatária do Jesse Pinkman.

Krysten Ritter - breaking bad

Sinceramente, o papel em que ela me chamou mais atenção foi o da fiel amiga de Becky Bloom, do filme Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, a Suze, eu achava essa personagem uma fofurinha e gostei de cara da atriz. Ela atuou depois desse filme em outras produções, mas nada que ao meu ver, que fosse legal o bastante. Ela foi até roteirista e coprodutora de um dos filmes em que ela mesmo atuou, o A V!da acontece de 2011. E nunca mais tinha ouvido falar nela até… Que certa pessoa me fez assistir a primeira temporada inteira de Don’t Trust The B**** in Apartment 23, e eu gostei bastante da atuação dela como, a boca suja, Chloe.

Recentemente ela fez algumas participações em filmes (cults) como Olhos Grandes de 2015 e Cala boca, Philip, também desse ano. Resta agora saber como ela se sairá como uma nova diva do nerds, na série Jessica Jones, que sinceramente, estou colocando muita fé que será uma ótima série.


28/10/2015 - Categoria: HQ - Autor(a): Israel Del Duque

Guardiões da galáxia_Modo Meu

Desde dezembro passado a Editora Novo Século tem publicado livros do Universo Marvel, sejam adaptações de arcos importantes dos quadrinhos (como Guerra Civil, primeiro título da série, e Guerras Secretas, com lançamento previsto para a CCXP 2015) ou aventuras inéditas – como é o caso de “Guardiões da Galáxia – Rocket Raccoon e Groot: Caos na Galáxia!“.

Sem dúvida alguma Rocket Raccoon e Groot conquistaram o público após o lançamento de Guardiões da Galáxia nos cinemas em 2014. Os momentos protagonizados pela dupla são memoráveis e deixaram todo mundo com um gostinho de quero mais (isso aliado à trilha sonora espetacular que embala o filme), e talvez até pensado se seria viável uma aventura solo dos dois personagens mais carismáticos do filme.

Bom, se você não tinha pensado nisso, vai desejar que isso aconteça após ler Caos na Galáxia!

A história começa quando Rocket e Groot vão parar num bar em Xarth Três a procura de um mercador que está disposto a comprar uma carga de algo entre 47 e 49 toneladas de zixo. Os dois se sentam e pedem uma bebida (um timóteo, bebida que, dentro do universo do livro é o equivalente à Dinamite Pangaláctica de “O Guia do mochileiro das Galáxias“). Neste momento um grupo de seres da espécie Badoon adentra o bar à procura de um Gravador Rigelliano.

Guardiões da Galáxia

Após incomodar Rocket com algumas perguntas, o líder dos Badoon encontra o alvo e a confusão se arma. Rocket tenta não se envolver, afinal estava apenas querendo vender sua carga de zixo e conseguir um bom dinheiro, mas o Gravador vai buscar refugio próximo ao guaxinim, que acaba ajudando o novo inimigo a escapar de seus perseguidores. Entretanto, ele e Groot acabam entrando nessa história mais do que desejariam, e cruzam o universo fugindo dos Badoon, da Tropa Nova, do Cavaleiro do Espaço, do Império Kree e da empresa Timely Inc. – que em muito lembra a Companhia Cibernética Sirius, do já citado Guia.

E não, eles não conseguem vender a carga de zixo.

      – Bem, meu velho amigo gravador – Rocket fala -, nós já atravessamos o Ah Que Flark de Horizonte de Eventos.

      – Pergunta? Significado?

     – Isso significa que eu estava tentando ficar longe de problemas esta noite, mas, ao ver que isso não aconteceria, quis fazer com que os problemas valessem a pena.

Quando soube há uns meses atrás que a Novo Século iria lançar um livro protagonizado pela dupla fiquei muito ansioso para ler. Guardiões da Galáxia é, para mim o melhor filme da Marvel até agora – e o meu favorito – e eu gostei bastante da adaptação de Guerra Civil (não li todos os quadrinhos, apenas a edição lançada pela Salvat, e dá pra se ver que a história foi bem adaptada. mas voltemos ao foco deste texto), então as expectativas eram justificáveis.

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No entanto, quando peguei o livro nas mãos e li a sinopse na quarta capa, alguma coisa me fez perguntar se os dois conseguiam segurar uma história sozinhos. Muito do êxito da dupla no filme se deve ao fato de não serem protagonistas. Eles até podem estar no grupo principal, mas todo mundo sabe que o protagonista da história é Peter Quill. Rocket e Groot estão fora do foco, e por isso se destacam tão bem. Talvez uma história com foco neles não fosse exatamente boa.

Felizmente o autor do livro, Dan Abnett (também autor de Vingadores – Todos querem dominar o mundo, já publicado por aqui) sabia muito bem o que estava fazendo, pois já havia roteirizado uma série dos Guardiões e portanto conhecia bem os personagens e o universo.

A história toda é narrada pelo próprio Gravador (Gravador 127 da Pesquisa Intergaláctica Rigelliana), que é basicamente uma versão com pernas e falante do Guia do Mochileiro das Galáxias. Inclusive, durante a narrativa ele quebra a quarta parede diversas vezes e explica para o leitor diversas coisas sobre o universo da história, sempre enviando referencias do cinema e da literatura, entre outras coisas, como que para facilitar o entendimento (e mostrar que conhece bem a Terra). Ele chega até a se definir como uma Wikipédia de escala universal (basicamente o mesmo papel do Guia). A própria linguagem utilizada pelo autor chega a lembrar um pouco a do Guia, o que me faz pensar se ele não se inspirou, nem que seja um pouquinho, na obra máxima de Douglas Adams.

O projeto gráfico do livro é muito bem feito, com uma segunda capa muito bonita (a segunda imagem deste post) e vem com um marca páginas integrando o produto.

Se você ficou interessado, pode ler o primeiro capitulo disponibilizado pela editora, clicando aqui. E aqui, uma galeria com o processo de criação da capa do livro pelo desenhista Will Conrad, que também desenhou as capas dos outros títulos da Marvel já lançados pela editora.


29/07/2015 - Categoria: Cinema e TV - Autor(a): Victória Duarte

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Com sua estreia tão esperada semana passada e com críticas excelentes de ser o filme mais divertido da Marvel, Homem-Formiga estreou muito bem nas telonas atendendo as expectativas sobre a atuação de Paul Rudd no papel principal.

Mas e aí? Sobre Paul Rudd, a sua cara não nos é estranha hein? Pois é, até esse filme ele não estrelou grandes produções em comparação ao Homem-Formiga, mas com certeza você já deve ter assistido um filminho dele no telecine!

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Paul Rudd é um ator americano de 46 (SIM 46!!! Pasma!!!!) que já ronda as telonas desde 1995, mas com certeza o papel em quem ele sempre será lembrado é pelo simpático e cult Josh, de As Patricinhas de Beverly Hills (muito amor). Ele fez participações em filmes como Romeu + Julieta de 1996 e em As Vantagens de Ser Invisível de 2012, e já estrelou algumas comédias românticas como Nunca é Tarde Para Amar de 2007 e Viajar é preciso ao lado de Jennifer Aniston. Ele ao lado de Jason Segel tem um dos “bromances” mas fofos (na minha opinião) de Hollywood, e esse “bromance” foi até para as telas do cinema em Eu Te Amo, Cara de 2009.

Nas séries ele já teve participações em Friends e vai estrear ainda esse mês uma série pela Netflix, que é baseado em dos filmes que ele fez em 2001, que é o Wet Hot American Summer: First Day of Camp ao lado de atores como Bradley Cooper e Amy Poehler.

E voltando a falar da idade dele, QUE É 46 ANOSSSSS, além de todos os filmes legais e participações que ele fez, ainda podemos nos divertir com o “brincando de saber qual é o Paul Rudd mais velho” nesse site!

Aí estão alguns filmes que eu recomendo pra conhecer um pouco mais o trabalho desse cara:

A seleção (2013)

Bem-Vindo aos 40 (2012)

O Idiota do meu irmão (2013)


04/05/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

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Para começar bem essa segunda, eu poderia começar a falar toda a história sobre os quadrinhos, quais foram as suas influências, prós e contras e várias outras coisas que você provavelmente já cansou de ver e ouvir por aí antes e depois que a série foi lançada, então hoje irei focar apenas no que interessa e comentar algumas coisas interessantes e até comparar algumas coisas com o filme com o Ben Affleck.

A série Marvel – Demolidor é uma produção original do Netflix e estreou em Abril de 2015, o que deixou MUITA gente louca para ver o que iria acontecer, já que a última referência que tiveram do herói foi em 2003, com o filme Demolidor – O Homem sem Medo, que até onde consigo lembrar, não deixou uma boa impressão para os fãs.

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Mas voltando a atualidade, a primeira temporada desse novo demolidor conta a história do nosso herói e também como foi que Matt Murdock (Charlie Cox) perdeu sua visão, como e por que (e por quem) ele foi treinado e além disso, também conhecemos um lado de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) que até nos faz ficar com pena dele, o que em alguns momentos me fez querer ajudá-lo.

Além das motivações dos personagens principais, temos também Foggy Nelson (Elden Henson), sócio e melhor amigo de Matt, e Karen Page (Deborah Ann Woll), a primeira cliente da empresa de advocacia criada por Foggy e Nelson, e que de certa forma inicia toda uma ligação com algo que não posso falar mais pois seria muito spoiler gratuito hehe.

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Mas além de toda a boa direção e boa construção dos personagens, mesmo aqueles que tiveram pouco ou nenhum aprofundamento, a série tem muito mais pontos altos do que baixos.

A parte chata é que para quem não curte muita violência e não consegue ver muito sangue não vai gostar, pois porradaria é o que não falta quando o demolidor resolve aparecer para “trabalhar”. Outra coisa que achei um pouco demais, é que por mais que as cenas de luta fossem muito bem feitas e empolgantes, elas eram meio repetitivas e as vezes meio que me deixava meio entediado, torcendo por um pouco mais de drama e que a história seguisse em frente.

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Agora sobre as coisas boas, gostei bastante da forma em como Matt foi humanizado, tanto na forma de estar sempre querendo de redimir pelo que andou fazendo, quando pelo fato de por mais que tenha “habilidades específicas”, mesmo assim ele apanha, fica ferido e bastante debilitado ao ponto de precisar da ajuda da sua amiga Claire Temple (Rosario Dawson) para fazer curativos e costurar sua pele.

Também ficou muito foda a questão do nome de Wilson Fisk não poder ser dito por quem trabalha pra ele, pois meio que faz dele uma lenda e tal. Mas como nem tudo são flores, mesmo com a personalidade forte e alguns “tics” do do personagem (Matt também tem uns “tics” interessantes) fiquei um pouco desapontado com a forma em que sua identidade foi revelada para a cidade.

Mas enfim, a série é realmente muito boa e se você é como eu que não gosta daquela ansiedade de ter que ficar esperando a boa vontade da emissora lançar um novo episódio, desde o seu lançamento, a temporada inteira está disponível no netflix, então corre lá e assiste que vale muito pena.