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31/03/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Israel Del Duque

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Quem cresceu nos anos 90 certamente esbarrou pelo menos uma vez na vida com algum jogo da era 8bits. Seja através do Nintendinho ou mesmo de um GameBoy com as pilhas já quase acabando, a experiência de jogar joguinhos dessa época fatalmente trará lembranças (ou vai dizer que você não se amarrava nas musiquinhas de batalha de Pokémon Red/Blue/Silver/Gold etc?) de uma época em que bastava uma porção de pixels e muita imaginação para passar horas se divertindo na frente da TV ou de uma tela minúscula entre os dedos.

E é exatamente isso que você sente ao ouvir as músicas do YMCK.

A banda japonesa é formada por Midori Kurihara (vocais), Takeshi Yokemura (arranjos e letras) e Tomoyuki Nakamura (composição e vídeos), acumula nos seus mais de dez anos, cinco álbuns (cujos títulos fazem parecer uma franquia de jogos), além de trilhas para jogos como Taiko Drum Master, remixes em 8bits, colaborações e até mesmo aplicativos para criação de músicas 8bits.

Apesar de ser um gênero bem diferente do que a maioria das pessoas estão acostumadas a ouvir, é possível notar influências de outros gêneros mais conhecidos, como Rockabilly e Blues, sem deixar o estilo “música de joguinho”. Obviamente as letras da maioria das músicas são em japonês, entretanto algumas possuem letras em inglês (mas com aquele sotaque que a gente já conhece de longe), o que não é algo que impede de curtir o som e sentir a nostalgia.

Outra coisa que chama a atenção são os vídeos e as capas dos álbuns, que (como não poderia deixar de ser) são em pixel art, o que aumenta a sensação de que você está jogando – ou assistindo a um gameplay de joguinhos antigos.

Se você gostou, ou ficou com vontade de criar as suas próprias músicas em chiptune, deixo os links dos aplicativos do YMCK. Tem pra PC/Mac e para iOS (infelizmente não pra android =/)

Até a próxima!


31/01/2014 - Categoria: Games - Autor(a): Angelo Fonseca

zeldaocarinaoftimelinksheik615Bom, todo mundo sabe que música de boa qualidade existe em todos os estilos, seja no rock, pop, música clássica, mpb, blues e claro…também nos Video Games!

Como amante de música boa, é impossível não mencionar belos e fantásticos temas de vários jogos recentes, como God of War, com seus corais e suas orquestrações magníficas. Shadow of the Colossus, com uma trilha de grudar na cabeça, ou Uncharted, com aquele tema de sair escalando tudo que se vê pela frente, e dentre vários e vários jogos fantásticos das gerações mais recentes com trilhas de cair o queixo.

E exatamente por ser também um “old gamer” da época dos consoles de 8 e 16 bits, que não posso deixar de mencionar algumas trilhas, que mesmo com a limitação de hardware dos consoles desse período, é de se espantar com a qualidade, criatividade e de como conseguiam tirar “leite de pedra” para se chegar em resultados simplesmente fantásticos.

Começando pelos principais consoles de 8-bits como Nes (nintendinho) e Master System respectivamente. Cito primeiramente dois grandes jogos de ambas plataformas como Mega Man II (NES), um dos meus jogos preferidos até hoje, com a Música da fase final do jogo: DR. Wyli´s Castle

Em seguida o jogo Golden Axe do Master System (pra mim era e sempre vai ser o jogo do Conan), com o tema: Wilderness

Ainda nos 8-bits, posso mencionar o tema do Ninja Gaiden (NES)  (Eu era fascinado por esse jogo).

E finalizando a era 8-bits com uma das mais clássicas trilhas do Master System, do jogo Alex Kid  in Miracle World:

E foi devido a uma das melhores “batalhas” entre os dois principais consoles de 16 bits do começo dos anos 90, ou seja, SUPER NINTENDO(Nintendo) e MEGADRIVE (Sega), com hardwares mais potentes, de onde saíram jogos fantásticos e com trilhas que são referências até hoje em termos de qualidade e criatividade sonora.

Com a SEGA, jogos como Sonic(1 e 2 principalmente), Street Of Rage, Gunstar Heroes, Golden Axe(2 e 3), Altered Beast, Kid Chameleon e dentre outros, que puderam mostrar que a musicalidade dos jogos dava passos mais longos e espetaculares!

Destaco minha música preferida da franquia Sonic inteira, The Chemical Planet Zone.

E a fantástica trilha do jogo MoonWalker do Michael Jackson (onde eu mais escutava as músicas do que jogava, hehe).

Mas foi com o Super Nintendo, que vários jogos foram imortalizados não só por serem excelentes, mas por apresentarem temas que marcaram uma época dentro das locadoras e uma geração inteira de gamers, como é o caso das franquias já consagradas que nasceram no NES -8bits, como Super Mario, Metroid, Megaman e The Legend of Zelda, onde a evolução das músicas desses jogos no Super Nintendo eram verdadeiras “masterpiece“.

E foram com franquias que se popularizaram nessa plataforma que eu destaco as 3 melhores trilhas do Super Nintendo, na minha opinião…

Chrono Trigger

Top Gear – Mad Racer

Mega-Man X 

Não posso deixar de fazer menção honrosa aos 3 jogos da série Donkey Kong Country, F-zero, Street Fighter 2 e Rock´n Roll Racing, que tem qualidades musicais e temas simplesmente sensacionais. Lembrando que os dois últimos também tinham versões para o Mega Drive, não perdendo em nada em qualidade de áudio.

E assim ficou marcada a maior e melhor geração de video games de todos os tempos, com jogos fantásticos contendo músicas sensacionais.

Abraço a todos!

Obs: Em breve, um pouco das trilhas sonoras dos consoles de 32-bits( Ps1 e Saturn) e 64-Bits( Nintendo-64).


28/10/2013 - Categoria: Console - Autor(a): Angelo Fonseca

Retron-5

Acompanhado as grandes novidades da EGM 2013 (maior feira de games da América Latina) a empresa Norte-americana HYPERKIN, conhecida por fabricar periféricos para consoles, lança  o RETRON 5.

A novidade desse “RETRÔ GAME”, como o próprio slogan diz: “10 OPÇÕES PARA SE ADQUIRIR UM CONSOLE” é que ele traz suporte de cartuchos para 10 consoles diferentes, dentre eles: FAMICON (Nintendo japonês), NES (nintendinho), MEGA DRIVE, GENESIS (versão americana do mega drive), MASTER SYSTEM, GAME BOY, GAME BOY COLOR  E GAME BOY ADVANCED.

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Aderindo a tecnologia de imagem HDMI, ele busca melhorar a qualidade visual dos jogos amenizando a aparência dos pixels “serrilhados”, trazendo como opção a possibilidade de usar a sua imagem original, característica dos games clássicos de 8 e 16 bits, que particularmente eu adoro!

RetroN-5-zoom

Uma característica muito bacana do RETRON 5 é que o jogador poderá utilizar um Joystick via Bluethooth, que acompanha o console, além de ter a possibilidade de plugar os controles originais de cada videogame para aproveitar, ainda mais, o espírito “old-gamer”.

Um outro atributo importante é que o menu vem  todo em português do Brasil. Além disso, os arquivos de “save” dos jogos poderão ser armazenados em um cartão SD.

retron_5_console_5

Com lançamento agendado para Dezembro nos EUA e Brasil, o RETRON 5 chegará no mercado norte-americano com o preço previsto de U$ 100,00. No entanto, no mercado brasileiro, ele chegará em torno de R$ 500,00, ou seja, já escolhi meu presente de Natal!

Essa é uma boa dica de aquisição para os amantes de games clássicos, como eu, que a priori não mais precisarão de inúmeros emuladores ou “gambiarras” em seus portáteis e/ou computadores, para desfrutar de um bom game nostálgico em seu tempo livre.

Para saber mais sobre o RETRON 5, confira a entrevista feita pelo site 99vidas no stand da HYPERKIN na EGM 2013.


23/10/2013 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

Super Ghouls'n Ghosts CoverScan

Para você que desbravou os jogos altamente difíceis lançados para o Super Nintendo na década de 90, Super Ghouls’n Ghosts com certeza fez você querer partir o controle ao meio de tanta raiva.

Lançado em 1991 e produzido pela Capcom, o jogo possui um estilo clássico side-scrolling, aquele que você vai pra um lado e não volta mais, tipo o Mário.

Super Ghouls'n Ghosts tela inicial

A história do jogo é bem original, tipo um rei Arthur que teve sua princesa capturada por demônios e vai ter que passar por vários obstáculos para salvá-la do inimigo chamado Sardius que quer pegar uma tal pulseira que a princesa escondeu por aí e que pode destruí-lo.

Super Ghouls'n Ghosts gba

Enfim, já que ninguém nunca presta muita atenção na história mesmo, vamos lá falar o que torna esse jogo tão difícil de ser terminado assim como vários antes da época do Memory Card.

super-ghouls-n-ghosts-05

A jogabilidade é baseada nas armas e nos três níveis e evolução da armadura de Arthur, que não importa o nível que esteja, encostou num inimigo volta para o estágio antes do inicial, que é o personagem somente de cueca.

A questão das armas é bem legal, pois cada uma tem sua velocidade e podem causar danos diferentes a cada inimigo, o que me parece bastante com um RPG.

Super Ghouls'n Ghosts Level_Map

Enfim, juntando a facilidade que é a queda de níveis, as “fases” extensas e com muito inimigo e obstáculos fodas, para dificultar mais ainda, como todo bom jogo antigo, não tem mais que 5 “continues” e também não dá para gravar o seu progresso.

Então se você conseguir jogar seja no emulador, super nintendo mesmo ou gameboy advance por aí, espero que tenha força de vontade para chegar até o fim.

E se quiser saber um pouco mais sobre a série Ghouls and ghosts da qual esse jogo faz parte, vai escute o 99 vidas sobre o assunto.


21/08/2012 - Categoria: Animação - Autor(a): Caio Túlio Costa

Criado pelo aclamado produtor  (também responsável por Metroid) e lançado em 1987 para Famicom e NES , Kid Icarus demonstrou o seu grande valor, o que o faz ser cultuado até hoje como um belo clássico. Mesmo ofuscado pela luz de grandes franquias como “The Legend of Zelda”,”Metroid” e “Mario”, o game teve seu mérito seguindo a mesma linha de sucesso e garantiu seu lugar marcando gerações.

Kid Icarus possui o formato de ação em plataforma e elementos de RPG. É considerado um verdadeiro diferencial no mundo dos games pela mistura de diversos gêneros em sua jogabilidade. Sua dificuldade é intrigante, o que infelizmente rendeu alguns pontos negativos para os críticos da época.

Kid Ucarus no Modo Meu2

O game se passa no cenário mitológico de Angel Land, um reino fantástico liderado por duas deusas, Palutena (a Deusa da Luz) e Medusa (a Deusa das Trevas). O desenrolar da história se dá quando a vilã Medusa que despreza os mortais, destrói suas culturas e os transforma em pedra, aprisionando-os na escuridão. Palutena, em fúria, bane a deusa das trevas e a manda para o submundo. Após tempos de paz e com a luz restaurada, Medusa ressurge com um exército de monstros e demônios e então têm sua vingança.

Com Palutena aprisionada, a vilã rouba os três tesouros sagrados responsáveis por estabelecer a luz, são eles o Mirror Shield, Arrow of Light e The Wing of Pegasus. A única esperança do reino é Pit, um anjo subordinado de Palutena que com seu arco mágico, coragem e determinação, enfrentará o império sombrio de Medusa e tentará estabelecer a paz em Angel Land.

Kid Ucarus no Modo Meu3

Uma história a princípio cativante e envolvente. Essa foi a reação do público e críticos especializados. Kid Icarus entrou para a lista “TOP 100 NES Games” da IGN e também no “TOP 100 Games of All Time”, em 20º e 84º. O jogo ainda recebeu a alcunha de ter uma “dificuldade impiedosa”, algo fenomenal para a época. Para terminá-lo completo, com todos os itens secretos, bônus liberados e final alternativo, muitos passaram noites e mais noites em claro tentando realizar a façanha.

Em 1991, Kid Icarus ganha sua sequência “Kid Icarus: Of Myths and Monsters” para Game Boy. Em 2012, a franquia ganhou uma versão para Nintendo 3DS, o “Kid Icarus: Uprising”, que renovou o estilo de jogabilidade adotando a mecânica shooter.

EM OUTRAS MÍDIAS

Kid Icarus é personagem da franquia Super Smash Bros. Brawl. Já teve aparições no clássico Tetris, para NES. Também deu as caras na clássica série televisiva animada “Captain N: The Game Master“, uma bela jogada de marketing da própria Nintendo para promover seus clássicos de 8 bits.

Confiram o Trailer de Kid Icarus: Uprising e uma cena curta de Captain N:

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