Modo Meu

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17/08/2017 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Mariana Fernandes

A série canadense maravilhosa de ficção cientifica, Orphan Black, teve seu último episódio lançado este último domingo dia 13 de agosto de 2017 e com o seu fim, vem a saudade de que ele irá nos deixar. Por conta disso decidimos falar um pouquinho dos principais pontos que curtíamos na série e lembrar de alguns pontos que foram deixados de lado durante asses 5 temporadas.

Se vocês já assistiu, aproveita para nos dizer o que vai deixar saudade? Qual qual clone á a sua favorita, Sarah, Alison, Cosima, Helena, Rachel ou outra?

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06/07/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Existe coisa melhor do que a estética dos anos 80? Não sei você, mas eu e provavelmente mais um monte de gente ama esse estilo cheio de neons, cabelos bufantes, calças com cinturas altíssimas, maiôs cavadíssimos e uma personalidade de dar inveja. Se não, por que esse tanto de série nessa vibe?! Stanger Things, Girl Boss, entre outras séries, todas tem essa pegada, até tem muita coisa voltando a moda. Então já deu para perceber que a nova série da Netflix, GLOW, chegou em uma época certa!

Lançada dia 23 de junho de 2017, a série GLOW conta a história real do programa de luta livre feminina, que teve duração de 1986 a 1992 e voltou em 2001 para apresentações ao vivo em Las Vegas. O “Gorgeous Ladies of Wrestling“, de abreviação GLOW, era basicamente um espetáculo de lutas coreografadas, com personagens bem estereotipadas e histórias mirabolantes que incrementavam a atração, deixando a luta mais divertida e chamativa.

O seriado traz como protagonista Ruth Wilder, interpretada por Alison Brie, uma atriz sem sucesso que se mostra insatisfeita com os papeis femininos no mercado de entretenimento. Tanto que em sua primeira cena, Ruth finge que se engana ao ler a fala do personagem masculino e agradece a produção por ter um roteiro com uma boa personagem feminina. Mas acaba não passando por não fazer parte do esteriótipo de mulher, loira e peituda que a indústria procura.

Com dificuldades financeiras, a protagonista é convidada para um teste que precisa de mulheres diferentes, e como a produtora deixa claro “não é pornô”. O teste é justamente para esse programa inovador de mulheres lutando, e sem muitas opções ela acaba ficando e até insistindo para continuar.

No começo a construção do programa parece ser bem machista, de caras que querem ver mulheres de maiô cavado, mas no backstage é visível a determinação de cada uma das lutadoras, tanto em aprender as coreografias até produzir o que for necessário e passar por cima das decisões do diretor Sam Sylvia, interpretado por Marc Maron, que parece ser um escroto no começo, mas acaba sendo um personagem bem amorzinho.

A série aborda temas como o papel da mulher nesse período, como elas eram representadas pela indústria do entretenimento, a rotina de mulheres que optam por trabalhar enquanto são mãee, aborto, machismo, entre outros temas que mostram como era a realidade feminina nessa época.

Rápida e fácil de assistir, Glow é aquele tipo de série da Netflix feita para assistir em um dia, ou deixar para ver depois de um dia exaustivos de trabalho, pois ela não foi feita para dar um nó na sua cabeça. Como sempre, se estou indicando é porque gostei da história, mas confesso que fiquei tão hipnotizada com o visual maravilhoso que pode ser que eu tenha me enganado, então me diz aí você o que achou. :D


30/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Dyego Cruz

Unbreakable Kimmy Schmidt - Kimmy na universidade

Após sair de seu aprisionamento num bunker pelo “reverendo” e passar por duas temporadas de readaptação a nova realidade do mundo na cidade de NY, chegamos a terceira temporada desta série, disponibilizada pela nossa querida e amada Netflix, com uma mudança radical, aonde nossa querida kimmy decide “ser alguém na vida” e CONSEGUE ir para a universidade.

Com uma quantidade incrível de referências a outras séries e programas, Unbreakable Kimmy Schmidt volta para mostrar um pouco mais das histórias paralelas de Jacqueline (Jane Krakowski) e seus problemas com casamento/amor e homens ricos, Lilian (Carol Kane) e seu envolvimento nas “políticas do bairro” e por último mas com certeza não menos importante, Titus (Tituss Burgess), que  na minha opinião teve muito mais foco nessa temporada do que a própria Kimmy, com direito a paródia de Beyoncé e pavão de estimação de presente.

Unbreakable Kimmy Schmidt - Titus parodiando Beyoncé

Mas como não podia faltar, sempre mantendo o cômico nonsense de Kimmy (Ellie Kemper) e aquele seu sorrisão ingênuo, mas sinceramente feliz. Sua redescoberta do mundo e das pessoas continua e mais uma vez por causa de alguns dos seus “dotes” adiquirids no abrigo, consegue entrar universidade que tanto almejava, onde são levantados alguns temas como o empoderamento feminino, racismo, a vida de “não frustração” da atual geração e mais alguns outros, como por exemplo o fato de Kimmy não gostar de falar de seu passado, ao mesmo tempo que ela descobre que as pessoas sabem tudo ao seu respeito de ser uma “Mulher Toupeira” por causa do Google. Mas no final das contas a faculdade acaba sendo deixada um pouco de lado devido a alguns acontecimentos que colocaram a temporada nos “eixos” novamente.

Ao contrário da segunda temporada, que pelo menos na minha opinião, não prendeu muito a atenção e eu não via a hora de acabar, dessa vez terminei a série com um gostinho de quero mais, e com a tristeza de que terei que esperar mais um longo ano para ver novas histórias dessas peças tão únicas criadas por Tina Fey e Robert Carlock.


16/05/2017 - Categoria: Fotografia - Autor(a): Mariana Fernandes

Me diz aí, o que você faz no fim de semana? O 6 on 6 do mês de maio é sobre os tão esperados dois dias da semana, o fim de semana que salva a vida dos estressados, que traz esperanças aos empreendedores com trabalho, que salva os freelas atrasados e que ajuda muito a galera que cria conteúdo para a internet nas “horas vagas”.

Sábadão é dia de kung-fu! Aí você pensa: “O dia que você tem para acordar tarde, você madruga para treinar?” Pois é, acontece. Quem quer ser pelo menos 1/3 do que do Jackie Chan, tem que acordar cedo. Brincadeiras a parte, o Wushu me ajuda a “esquecer” o estresse da semana e voltar pra casa mais tranquila para trabalhar nos nos meus projetos. Mas isso não quer dizer que essa volta para casa não seja toda dolorida e com algum lugar roxo.

Como eu vivo comentando nas redes sociais (falando nisso, segue lá: @modomeu), estou na reta final da pós, por isso o meu tempo vago está todo voltado para a criação do produto (planner) que planejo tocar para frente depois da apresentação da banca.

Mas não é porque estou fazendo mil coisas que vou deixar minhas séries atrasadas, não é mesmo, Netflix? Então, assisto tudo enquanto trabalho, seja pelo iPad ou arrastando a tv para o escritório. Então para quem me pergunta como eu consigo chegar na segunda com resenha da série lançada na sexta toda assistida. Está aí o meu segredo! hehehehe Foi assim que saíram as últimas resenhas: Girl Boss, Sence8, Marter of None e todas as outras.

Ah, não esquece de ver o post da galera do grupo ! :D

Romantize-se | Console cor-de-rosa | It’s Me, Mari | My Secret Books | Maricota Cara de Ricota


15/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Se os feriados de abril nos deixaram mal acostumados, o que dizer da Netflix que está lançando séries originais maravilhosas pela terceira semana seguida? Assistimos e curtimos Girl Boss, piramos na segunda temporada de Sense8, e agora voltamos para o comodismo da vida jovem adulta com Marter of None.

Não sei se você lembra ou viu, mas já falamos de Marter of None aqui, em um post que fazia uma comprarção com a série Love. Nele comento que me identifiquei muito mais com a história de Dev, um ator descendente de indiano, que tenta conseguir um bom papel na indústria do entretenimento, mas acaba sempre caindo no esteriótipo do cara indiano com o sotaque ruim.

E por que me identifiquei com isso? Dev se encaixa na vida do jovem adulto de classe média padrão, indo a bares, tentando encontrar uma namorada, reclamando da família, mas sentindo falta dela quando as coisas apertam, sofrendo a rotina do namoro e enfrentando preconceitos por ser e ter amigos que fazem parte de minorias, entre outras situações que fazem a série ser simples e de fácil identificação.

Mas vamos falar da segunda temporada, que como um todo tem a mesma linha de simplicidade e empatia da primeira, porém, contúdo, entretanto bem mais ousada e experimental. Não posso falar o porquê, pois para alguns, spoiler é uma coisa séria, então vamos respeitar, mas aparentemente Aziz Ansari, o ator principal e também roteirista, teve passe livre para experimentar novas técnicas em alguns dos episódios.

Logo no primeiro, tomamos aquele susto a ponto de verificarmos se estava na série correta, mas pasciência pequeno gafanhoto, tudo volta ao normal no segundo episódio e as experimentações vem com mais levesa nos demais. Nessa temporada também contamos com a abordadem de temas como o homosexualismo, religião, respeito, assédio, relacionameto e a incrível falta de sorte de Dev, qual eu já estou apelidando de Murphy, por conta da Lei de Murphy.

Por fim, o que senti dessa segunda temporada foi logo de cara “Esse cara tá maluco?!”, depois passou para um “Ae, finalmente as coisas estão melhorando”, logo depois um belo “Não, pera! Tadim do Dev.” e para finalizar o clássico “Já acabou? Sério? Agora tenho que espera mais um ano?!”. Então acredito que deu para perceber que, sim, gostei da temporada, mas achei meio maluca com os tais experimentos que comentei, porém nada que tenha tirado a minha vontade de um terceira temporada.