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24/10/2013 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Orange the New BlackAparentemente os tempos de “série de mulherzinha” mudaram muito de temática, antes o que envolvia compras, beleza, moda e tempestades em copo d’água, hoje vemos a pura realidade do ambiente feminino. Um desses exemplos é Orange Is The New Black, mais uma série do Netflix baseada em uma história real, mais uma pitada de ficção.

A série baseada no livro Orange is The New Black, a autobiografia de Piper Kerman, a verdadeira Piper Chapman, protagonista da série que é presa dez anos depois de ter cometido um crime ligado a sua ex parceira, uma traficante internacional de drogas que a denunciou após sua prisão. Nessa época Piper estava noiva de Larry Bloom que promete esperar os 13 meses em que ela foi condenada para depois casarem e continuarem suas vidas.

orange-is-the-new-blackCom adaptação de roteiro de Jenji Kohan, a mesma roteirista de Weeds, a série também nos faz parar para pensar na situação vivenciada pela protagonista e pensar: “E se fosse comigo?”, além de apresentar em cada episódio umas das histórias ficcionais das demais detentas.

Orange is the new blackOrange Is The New Black apresenta o cotidiano feminino das penitenciária americanas, abordando temas como divisão racial, homossexualismo, corrupção, morte, estupro, entre outros. A personagem principal, por mais que seja branca, interage com os as demais “raças”, assim podendo apresentar também as histórias dos demais grupos.

orange-is-the-new-blacKKUm estilo que me agradou bastante foi essa apresentação da realidade da sobrevivência na prisão e os personagens secundários, como: Alex, ex-parceira da protagonista, Red, a cozinheira e “líder” na prisão e Sophia, um transsexual, o que é bem raro em séries e a nível de curiosidade, em sua história ela aparece como homem e quem atua em seu lugar é o irmão gêmeo da atriz, entre outras.

Orange is the new black - SophiaMúsica de abertura, You’ve Got Time da cantora Regina Spektor, como um estilo bem diferente que ela costuma apresentar, formou um composição perfeita com a série. Escuta e diga o que achou.

Veja o trailer:


06/08/2013 - Categoria: Filmes - Autor(a): Pedro de Farias

Robocop - o policial do futuro 1987 modo meu

Robocop – O policial do futuro” é um daqueles filmes que eu assisti mais de 10 vezes durante minha infância, mas que pela falta de discernimento e conhecimento, passava batido pelas piadas e críticas sociais inteligentíssimas das quais o filme está recheado.

O roteiro conta a historia de uma futurista e decadente Detroit (financeiramente próspera, apesar da desigualdade social, no filme a cidade nunca faliu) que sofre com a violência e com a ganância e corrupção de uma empresa privada, a OCP, que no começo do filme acabou de tomar o controle da polícia e traça um plano ambicioso para “limpar” as ruas da criminalidade e em breve demolir inteiramente a antiga cidade para dar lugar à Delta City One, uma nova cidade onde morarão apenas os que puderem pagar.

Robocop - o policial do futuro 1987 modo meu 2

Quando o plano inicial de criar uma máquina de combate que ajude a OCP na “segurança” falha, um dos altos executivos da OCP consegue a chance de colocar em prática o projeto “Robocop“. Que transforma um humano em cyborgue [nossa! Essa expressão é muito anos 90!], dando habilidades incríveis e o tornando virtualmente imortal.

Toda esse enredo se passa em segundo plano. O filme é centrado no policial Alex Murphy que no seu primeiro dia de trabalho em um novo distrito é assassinado brutalmente por um conhecido criminoso e utilizado como cobaia para o projeto Robocop. Convivendo com os traumas do assassinato e de não ser mais “humano”, acaba partindo em busca de vingança e se deparando com a corrupção em altos níveis da OCP.

Um filmaço! Dirigido por Paul Verhoeven (de O vingador do futuro e Tropas estelares), é um cult ficção-cientifica obrigatório.

Vai ganhar um remake dirigido por José Padilha em 2014, apesar da competência extraordinária do diretor de Tropa de Elite, dificilmente vai ter o nível de violência sanguinolenta que o original utiliza para chocar o público.


03/05/2012 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Nos tempos em que a publicidade está cada vez mais cheia de regras e preconceitos por parte dos consumidores, eis que surge Mad Men, uma série que aborda a publicidade dos anos 60.

Protagonizada por Don Draper, um diretor de criação famoso e ganhador de vários prêmios, a serie aborda como a publicidade agia nessa época e as diferenças da sociedade americana.

Criada por  Matthew Weiner, a série aborda os principais segmentos do clientes e os foco de suas campanhas, que na época eram: tabagismo, alcoolismo, sexismo, feminismo, adultério, homofobia, racismo e anti-semitismo, o que hoje não são os seguimentos mais proibidos, por trazer influência negativa ao consumidor.

Não precisa nem comentar que essa série é algo mais obrigatória para os alunos de publicidade, pois mostra a visão das agências nessa época, sem falar que o visual é simplesmente perfeito para a galera que adora um “vintage”.

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