Modo Meu

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06/01/2015 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Apartment 23_Modo Meu

Sabe aquele ditado: “O que é bom dura pouco”? Isso verdadeiramente se enquadra a série “Não Confie na Vadia do Apartamento 23”, tradução fiel do título “Don’t Trust The B…. in Apartment 23“, qual acabou sendo contraído para “Apartment 23“. Um daqueles projetos que o nome é tão desprendido das regras de fácil decoração do público, que você só pensa que pode ser um pequeno tesouro a ser descoberto.

Era pra ser mais uma daquelas séries bobas, desliga cérebro, mas dessa vez realmente me identifiquei com June (Dreama Walker), a teoricamente protagonista da série, que sai da cidade calma de Indiana para a turbulenta New York, na ilusão de assumir um emprego na famosa Wall Street, mas infelizmente, no seu primeiro dia de trabalho descobre que a empresa está fechando por problemas com a lei. Sem emprego e sem apartamento, June se vê em uma selva de pedras que precisa enfrentar e se reerguer.

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Na busca de apartamento, June encontra Chloe (personagem da atriz Krysten Ritter), uma maluca que procura colegas de quarto e depois que consegue, faz de tudo para que elas desistam do contrato do aluguel e ficar com a grana. Na cabeça da maluca, isso é uma forma de ajudar as pobres garotas que sonham com New York, mas não tem sangue frio pra morar na cidade.

A série basicamente fala da convivência de June, uma sonhadora garota que só vê o lado bom da vida, e Chloe, que é uma sociopata infantil que se aproveita dos outros para ter uma vida “invejável”. Além das garotas, a série conta com o melhor amigo de Chloe, o ator de principal de Dawson’s Creek, uma série que como você sabe existe, James Van Der Beek, que faz o papel de um ator fracassado que só é lembrado por uma único personagem, mas que possui uma ego tão elevado quanto a amiga.

Apartament 23, ainda conta com Mark, melhor amigo e chefe de June, Robin, a ex-colega de quarto e vizinha fanática pela Chloe e o peculiar Eli, um vizinho tarado que passa boa parte dá série interagindo com os outros de sua janela.

JAMES VAN DER BEEK

Conheci a série pelo meu irmão que passou um bom tempo assistindo, mas desde então eu não tinha interesse, foi ai que a falta do que assistir combinado com com o meu zapiado no Netflix me fez começar a assistir um e não parar mais, durante três dias. Infelizmente esses três dias resultaram em duas temporadas e fim, pois a série foi cancelada, o por quê eu não sei, já que essa me fez tão feliz.

Mas por que indicar uma série cancelada? Bem, não é porque uma obra está incompleta que não deve ser vista! Assim como “Lie to Me” (que indiquei aqui) foi bom enquanto durou e por um lado é bom que não tem fim ruim! heheheh #ficadica


22/12/2014 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

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No meio de tantas histórias boas e lançamentos blockbusters no cinema, hoje tem algo um pouco mais antigo para ser falado, pois mesmo com mais de dez anos de existência e na época tendo sido indicado a vários prêmios, juro como não lembro desse filme ou de alguém que tenha comentado sobre ele em algum lugar (tanto que as informações que consegui achar estão até um pouco controversas internet a fora).

O filme em questão é O Gigante de Ferro (The Iron Giant), foi roteirizado por Tom McCanlies e dirigido por Brad Bird. A produção da animação, que iniciou em 1994, teve muitas dificuldades, mas após o seu lançamento pela Warner Bros. em 1999, fez muito sucesso ao ponto de ganhar o Prêmio Hugo de Melhor Apresentação Dramática.

A animação se passa em 1957, que para que não se lembra das aulas de história, foi a época em que a Guerra Fria estava no seu ápice, o que causa uma maior tensão, devido a presença do exército e a paranóia do agente Kent Mansley, que fica louco ao saber de uma acidente que houve na pacata cidade onde tudo acontece. Afinal além de as pessoas terem medo do desconhecido, naquela época sempre se pensa “de quem é aquela coisa?”.

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Mas tirando toda essa parte tensa de guerra, a história é focada em Hogarth, o garoto que encontra um robô gigante que não se sabe de onde veio (nem ele mesmo sabe ou não lembra), e na amizade entre os dois, que vai se fortalecendo cada vez mais ao longo da trama.

O final que é o mais emocionante e deixa muita coisa no ar, ao ponto de deixar sua visão meio manchada e tal. E para a sua sorte, não irá precisar ir buscar o filme em fontes obscuras, pois o mesmo está no catálogo do Netflix, então corre lá e assiste, pois é um filmaço que foge de toda aquela moda computadorizada que se instaurou na década de 90 e nos persegue até hoje.

P.S: Assim como o filme, o robô é muito mais do que aparenta. ;)


17/12/2014 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

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Mas o que são Gargoyles (Gárgulas)?

Antes de começar a falar sobre Disney e a série, acho que devo uma explicação sobre o que vem a ser essas coisas monstruosas que podem ser vistas em obras arquitetônicas bem antigas (principalmente idade média).

Inicialmente as Gárgulas foram criadas apenas para servirem como um tipo de calha dos telhados para evitar que a água da chuva respingasse na parede dos prédios e manchasse a pintura. Histórias também contam que elas eram colocadas no exterior de igrejas (tipo aquelas do Corcunda de Notredame) para mostrar que o demônio nunca dorme e está sempre de vigia, até mesmo nos lugares mais sagrados (sinistro né?).

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A série

A série intitulada Os Gárgulas, criada por Greg Weisman e produzida por Greg Weisman e pelo próprio Greg, foi exibida originalmente da década de 90 nos Estados Unidos e se estendeu mais um pouco por aqui chegando a ser exibida pelo SBT até o início do ano 2000.

Desenvolvida para o público adulto e com um tom bem mais sombrio do que qualquer outra animação que a Disney tenha feito durante sua história (ou pelo menos que eu conheça), devido a esses fatos a série não teve tanto sucesso quando a maioria das coisas feitas na empresa de Walt, tanto que ela foi cancelada e após muita pressão dos fãs, ainda foram publicadas 11 edições de um quadrinho de mesmo nome (Gargoyles) pela Marvel Comics em 1995.

Agora vamos para o que interessa, o lado sombrio da série que comentei antes é relacionado não só ao fato de criaturas monstruosas com vida, mas também pelo drama mostrado, como traição, violência, preconceito, morte e outras coisas mais.

Focada mais na era medieval e se misturando com várias partes da história mundial, os gárgulas são criaturas que na luz do sol se transformam em pedra e que durante a noite ganham vida e protegem um castelo na escócia, mas que após uma traição, tem praticamente todo o seu clã destruído e ainda são vítimas de uma maldição.

A maldição lançada sobre eles que iriam dormir como pedras até que o castelo onde moravam fosse elevado as nuvens por sobre as nuvens, mas após mil anos, um cara muito rico chamado David Xanatos compra (isso mesmo, compra) o castelo com tudo que tinha dentro e lava para cima do seu arranha céu (meio estranho, mas estamos falando de Disney).

E a partir daí se inicia a história que vai sempre se passando no presente e também mostrando o passado dos gárgulas liderados por Golias.

Se você assim como eu não sabia nem a metade dessa história, aproveita que recentemente foram adicionados 11 episódios da série no netflix para conhecer ou então só matar a saudade mesmo.


01/12/2014 - Categoria: Animação - Autor(a): Dyego Cruz

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Criada em 1992, a série animada de x-men, produzida por Larry Houston, conta com 5 Temporadas e foi baseada nos quadrinhos que se iniciaram em 1963, criado por Stan Lee e Jack Kirby.

A história em quadrinhos publicada pela Marvel Comics contou com muitas sequências e com muitos personagens, mas muitos mesmo.

Ao iniciar a assistir a série animada, ou até mesmo os filmes, é mais fácil notar que a história é apenas sobre um tipo estranho de evolução da espécie, chamados de mutantes, com alguns deles que querem apenas viver em paz e tentar ajudar os jovens a conseguir controlar os seus poderes e em como viver normalmente perante a sociedade.

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Mas a mensagem a ser passada é muito mais do que isso, afinal a data de lançamento dos quadrinhos é da época onde as minorias não eram permitidas se expressar ou terem direitos iguais. Minorias que podem ser interpretadas não só os negros, mas também os homosexuais. Que o professor Xavier luta para conseguir direitos iguais para todos.

A série animada X-men, que fez muito sucesso na década de 90, conta com a formação mais famosa: Ciclope, Wolverine, Gambit, Vampira, Fera, Jubileu, Tempestade e Jean Grey. Não podendo esquecer também de mencionar o recrutador de mutantes que tem intenção de lutar pela igualdade, Prof. Xarles Xavier e o recrutador de mutantes que tem intenção de exterminar a raça humana, Magneto.

Também é possível ver como a realidade e de cada personagem é retratada de uma maneira em que você consegue notar a criança teimosa que existe em Jubileu, a fera incrontrolável, e desejo de vingança e de lembrar de tudo que aconteceu, de Wolverine. Também é possível sentir mais ainda o drama do Fera e principalmente da Tempestade, que foi praticamente esquecida e não teve nenhum foco nos filmes que já saíram até hoje.

A Vampira tem um destaque maior nessa série também, devido aos seus poderes extraordinários adquiridos após absorver as memórias e poderes de Miss Marvel em sua primeira missão, mas se você quiser saber como isso aconteceu, acho que vai ter que recorrer aos quadrinhos, pois se não me engano essa parte não é mostrada e eu já estou jogando spoiler na sua cara sem querer.

Sou do tempo em que ela passava na TV Globinho e consegui assisti-la por completo quando estava disponível no Netflix, como atualmente ela não está mais no catálogo, se você quiser assistir e ouvir aquela musiquinha (FODA) que sempre fica na cabeça, vai ter que recorrer a outros meios que já estão passando pela sua cabecinha nesse exato momento hehe.


16/01/2014 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Lie To Me - SérieAssistir séries novas nunca foi o meu forte, por isso sempre falo que só assisto quando elas já tem um fim, para não passar aquela frustração de final de temporada e a espera de um anos para matar aquela curiosidade, isso quando não há cancelamentos do nada e a curiosidade fica para sempre. Assim aconteceu com Lie To Me, uma série divertida, mas por falta diferencias e principalmente de audiência acabou sendo cancelada na terceira temporada.

A série fala sobre a empresa do Dr. Cal Lightman, cientista que passou a vida estudando o comportamento humano, que tem como atividade principal detectar ações e micro reações que apresentam no corpo, podendo identificar se o que a pessoa está falando é verdade ou mentira, prestando serviços principalmente para o FBI, polícia e os demais serviços secretos americanos. Junto com Lightman, trabalham: Gillian Foster, psicóloga e sócia da empresa, o pesquisador Eli Locker e Ria Torres que possui um talento natural para encontrar mentiras.

Lie to Me

Com um estilo meio House, a série costuma apresentar dois casos por episódio, possui um protagonista que sabe mais do que os outros, alguém que sempre está lá para controlar as excentricidades dele, no caso a sócia, e os assistentes que as vezes estão certos só pra contrariar o protagonista.

Por mais “batido” que seja o roteiro, ela consegue divertir pelo suspense de encontrar o mentiroso, nos deixando loucos tentando descobrir quem está mentido antes de ser revelado. Infelizmente Lie To Me só vai até a terceira temporada, mas foi bom em quanto durou e serve muito bem para preencher aquele tempo que precisamos esperar entre um temporada e outra.