Modo Meu

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31/03/2016 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Dyego Cruz

Apenas_Nostalgia_MODO_MEU

Regado a muita, mas MUITA implicância, no video de hoje temos um papo bem legal sobre series, filmes, músicas, jogos e tecnologias que tínhamos ou que desejávamos ter nas décadas de 90 e 2000.

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04/01/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Mariana Fernandes

Capa_Uma pergunta por dia_Modo Meu

Segunda-feira começando e a gente pensa: “Agora sim começou o ano!”. Agora chegou a hora de começar para valer os novos hábitos, novas atitudes, aquela dieta e as promessas que deixamos para depois do feriado. Por isso hoje recomendo para você um hábito que comecei desde o dia 01 e espero resultados nostálgicos para daqui a alguns anos.

Não é de hoje que o livrinho “Q&A a day” está fazendo sucesso por aí, mas se você não sabe do que eu estou falando, calma aí que vem a explicação: o “Q&A a day” nada mais é do que um livro que faz perguntas diárias durante um ano, porém essas possuem espaço para 5 anos de respostas com intuito que você possa comparar as suas mudanças de pensamentos durante esse tempo. Sabem quando a gente encontra uma agenda ou diário de anos atrás e acaba passando horas naquela nostalgia, bem essa é a ideia.

dentro_Uma pergunta por dia_Modo Meu

Acho que só essa pequena explicação já deixou muita gente interessada, mas haviam alguns problemas para quem estava na loucura para ter um desses. Primeiro, é um livro importado e por isso acaba sendo complicado de encontrar nas terrinhas tupiniquins e segundo, é que por ser importado as perguntas são em inglês, o que não dá acesso para todo mundo, mas que acho bem legal para que está aprendendo a língua, já que acaba forçando a pessoa a pensar em inglês diariamente.

Vendo todo esse sucesso do livrinho e provavelmente pensando nessa parte de acesso, foi que a editora Intrínseca lançou a versão brasileira chamada “Uma Pergunta por Dia“, que ganhei no fim do ano (aliás, é um ótimo presente de amigo secreto) e estou respondendo regularmente todas as noites, até agora. Sei que até eu completar vão se passar muito tempo e vai ser um trabalhinho fazer isso, mas acho que parar uns 2 minutinhos por dia e fazer algo que não tem haver com trabalho, estudo ou a rotina do dia-a-dia, acaba fazendo um bem e por isso essa é a dica do hoje.

Espero que goste!


22/06/2015 - Categoria: Animes - Autor(a): Israel Del Duque

DRAGON BALL Z: O RENASCIMENTO DE FREEZA

Se você, assim como eu, ficou um tanto decepcionado com Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses, O Renascimento de Freeza é o filme que vai te fazer respirar aliviado e voltar a ter confiança no que Akira Toriyama está preparando para Dragon Ball Super. Em minha defesa, eu gostei de Batalha dos Deuses, mas muitas das escolhas feitas no filme me incomodaram muito e ele vale mesmo pela nostalgia.

E falando em nostalgia, é o que não falta no novo longa dos guerreiros Z. Afinal de contas, trata-se do retorno de um dos vilões mais icônicos da cultura pop das ultimas décadas.

A história é simples: uma tropa sobressalente do Exército Freeza, comandado agora por Sorbet (um ser que parece um coala), resolve que chegou a hora de ressuscitar seu soberano, e para isso está vagando pelo espaço à procura do planeta Nameku para pedir às Esferas do Dragão que tragam Freeza de volta. Sem sucesso, o grupo chega na Terra e, graças a ajuda de Pilaf e seus companheiros, consegue pedir que o vilão ressuscite.

DRAGON BALL Z

Logo na primeira cena do filme você se pergunta se entrou na sala certa, e então descobre o que se passa na sequência em que Shenlong realiza o desejo de Sorbet: Freeza está no inferno, mas um diferente daquele visto no fim de DBZ, quando todos os vilões já derrotados estão assistindo Goku lutar contra Majin Boo (eu “lembro” dessa cena porque vi recentemente em DBKai). Na versão do anime, Freeza está em sua última forma. Na do filme, o vilão está preso num casulo, porém em sua versão ciborgue. A minha teoria é a de que, quando Toryama fez o mangá se esqueceu desse detalhe, e agora teve a oportunidade de reparar esse erro.

Mas não se preocupem, pois isso não interfere no enredo do filme. Na verdade da margem para uma das melhores cenas do filme.

Assim que o Imperador do Mal retorna, as batalhas começam, e o mais interessante é que o filme traz Mestre Kame e Tenshinhan de volta a ativa, personagens que foram descartados durante praticamente toda a fase Z. São eles que ajudam Gohan e os outros a deter o Exército de Freeza enquanto Goku e Vegeta estão treinando com Whiss. Vale ainda lembrar que um novo personagem entra na jogada: Jaco, o Patrulheiro Galáctico. Muitos podem não saber, mas este personagem protagoniza um quadrinho de volume único feito pelo próprio Akira Toriyama por volta de 2012, e que faz ligação com Dragon Ball (daí a participação dele no filme). É Jaco quem avisa Bulma que Freeza ressuscitou e está vindo para a Terra.

FREEZA

O filme tem muitas piadas boas (pode ser exagero meu, mas Era de Ultron fica no chinelo com as piadas de DBZ), a animação é muito bem feita e as cenas de luta que todo mundo estava esperando n’A Batalha dos Deuses estão todas aqui e são dignas de qualquer saga do anime. Um ponto positivo é que o filme começa de maneira rápida, sem perder tempo, e em menos de 15 minutos Freeza já está vivo de novo e se preparando para voltar para a Terra.

Entretanto, um dos pontos negativos é a ausência de vários personagens e a falta de explicação em algumas coisas. A rapidez do enredo atrapalha um pouco, por exemplo, a entender como foi que Goku e Vegeta se transformaram em Super Saiyajin Deus Super Saiyajin (termo que sequer é citado na dublagem, para evitar uma possível confusão). Fica óbvio que eles treinaram por muito tempo com Whiss, mas talvez fosse interessante mostrar, ou pelo menos explicar melhor, essa evolução.

Enfim, é uma batalha épica, é nostálgico, é muito bom, é Dragon Ball como gostamos. Vale o ingresso.

Dica: quando for assistir espere a música acabar, pois tem um cena pós-créditos que encerra o filme da maneira mais Dragon Ball possível.


11/06/2015 - Categoria: Mobile - Autor(a): Rodrigo Emannuel

combate

Não me pergunte o porque de eu estar escrevendo sobre esse joguinho extremamente bobo, eu apenas quero compartilhar a experiência de soltar pipa pelo celular (POIS É!) com mais alguém.

Estava com alguns amigos debatendo sobre o Cartola Fc, aquele fantasy game maldito onde toda rodada eu me ferro, e finalmente estou convicto de que não sou um bom técnico, maaaas sofrimento a parte… durante a conversa, um amigo meu começou a mexer no celular e um funk chato iniciou ao mesmo tempo, eu ri, porque sempre que tem funk, alguma merda vem a seguir, é lei da vida, ou não, só sei que sempre tem alguma merda.

Depois do funk, vieram uns gritos ao fundo e eu percebi que esse meu amigo estava jogando, e ele me disse que estava soltando pipa, nesse momento eu só pude pensar: “Que viagem é essa?”.

 

Caralho, ele tava soltando pipa no celular, foi o sedentarismo falando alto, lembrei de quando passávamos o dia fazendo cerol e arrumando briga por causa de pipa, quando você é criança isso é emocionante!

Mas nostalgia a parte,  o jogo é até bem legalzinho, você tem a opção de escolher suas pipas, seu tipo de linha, o cenário e o modo de jogo, depois que tudo estiver devidamente escolhido, é só partir e dar vários rélos nos trouxas, é só se divertir! huehue

pipa-combate-download-android-apk-2

O ruim do jogo é que infelizmente não tem multiplayer, nem mesmo um modo online, o que seria extremamente maneiro de se ter, além disso não tem como cortar a rabiola, comer linha, ou xingar a mãe do amigo, o lado bom é que você pode relembrar um pouquinho da sua infância e zoar com seus amigos assim como eu fiz, e se você não for ruim como eu sou em jogos de celular, talvez consiga vencer a máquina!

Você pode baixar o jogo para Android, e depois me dizer se curtiu o jogo, ou dizer que foi um post bobo mesmo, você que sabe, e até um próximo post mais relevante (rs).


29/05/2015 - Categoria: Música - Autor(a): Mariana Fernandes

Bandas sumidas

Depois de um mês nostálgico passando por bandas que encantaram não só a mim, mas o mundo, eis que percebo que passei por diversas bandas internacionais e não comentei de nenhum dos meus xodós nacionais. Então, para amenizar essa situação, vou falar um pouco das bandas nacionais que fizeram a minha adolescência e atualmente não são tãããoooo lembradas assim.

Podia chegar aqui e dizer que curti muito Charlie Brown Jr., Biquini Cavadão, Capital Inicial, Marcelo D2, entre outros que realmente curti na época e ainda chego a curtir agora. Mas, contudo, porém, entre tanto, por que não falar daquelas bandas esquecida com o tempo, que se você parar para ouvir dá aquela nostalgia gostosa?

Danni Carlos

1. Danni Carlos

Coisas que eu sei. Eu adivinho sem ninguém ter me contado.” Sabe aquela música que vai pra novela (não me pergunte qual novela que eu não lembro) e conquista o país?! Dani Carlos é assim! Pelo que pesquisei a cantora continua com sua carreira firme e forte, infelizmente a mídia não dá mais tanta visibilidade.

Cachorro Grande

2. Cachorro Grande

Uma espécie de Charlie Brown Jr. mais arrumado, a banda me conquistou com a música “Sinceramente” que ganhou espaço na mídia por estar em alguma mini-série ou coisa do tipo. Com uma pegada mais leve, a música acabou ganhando espaço nos meus momentos de paixonites.

Ludov

3. Ludov

Tem como uma pessoa nerd não pirar com uma música chamada “Kriptonita”?! Bem, Ludov me encantou pela fofura da vocalista em contraste com um som um pouquinho mais agitado.

Strike

4. Strike

Sabe aquela que você tem um pouco de vergonha de dizer que gostou, mas te faz lembrar de coisas boas? “Paraíso Proibido” é a cara do começo do meu namoro, que se você fizer as contas já tem século.

Luxúria

5. Luxúria

Enquanto relembrava algumas bandas, quando ouvi Luxúria, minha mente ficou repleta de lembranças. A banda que emplacou as músicas “Ódio”, “Imperecível” e “Lama” tem o estilo mais punk dentre essas que lhe apresentei e também ganhou a fama por conta de séries e novelas.

Não há muito o que falar sobre as respectivas bandas, pois algumas sumiram completamente, mas ouvir e ter aquela nostalgia, vale muito a pena.