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09/09/2015 - Categoria: Livro - Autor(a): Mariana Fernandes

Planeta dos Macacos

Hoje vamos falar de oportunidades, essas que as vezes acabamos não tendo em relação a conhecimentos clássicos. Não, eu não vou fazer uma crítica social falando sobre educação, porque acho que todos já tem uma opinião sobre isso e eu estaria só falando algo que você já sabe, mas sim, vou falar sobre as oportunidades culturais no meio desse turbilhões de informações.

Nos 23 anos que carrego hoje, nunca havia parado para ler “O Planeta dos Macacos“, por falta de tempo, atropelamento de conhecimentos, o que é bem característico da nossa geração, ou simplesmente acumulo de cansaço que gera um indesejado tempo de procrastinação. Mas eis que me chega por correio, da Editora Aleph, um dos novos lançamentos de 2015, a clássica obras do francês Pierre Boulle, “O Planeta dos Macacos”. Agora, ler esse clássico tinha se tornado uma daquelas obrigações prazerosas que de vez em quando recebo aqui no blog.

Planeta do Macacos CAPAPlaneta do Macacos_Contra capa

Contar sobre a história desse livro seria meio previsível, afinal isso não é uma resenha? Mas depois de ter conhecimento do filme de 1968, qual o próprio Boulle afirma ter sido bem fiel a sua obra (menos o final), sem falar no remake de 2001 e os filmes atuais, paramos para nos perguntar: Por que ler uma história que já sei? Foi com esse pensamento que comecei o livro pelo final! Não pelo final de história, mas sim pelos extras que essa edição trás.

“O Planeta dos Macacos”, de 2015, da Editora Aleph conta com três extras no final do livro, sendo eles: Uma entrevista dada pelo autor, qual podemos entende a opinião de Boulle sobre as adaptações de suas obras; um pouco da história do autor, relacionando a sua vivência com suas criações; e um posfácio que a apresenta a história de ficção científica nas cultura dos EUA e na França, fazendo uma breve comparação entre elas. P.S: Atenção! Essa parte extra contém spoilers tanto do livro quanto do filme de 1969, então só leia primeiro se tiver disposto a passar por isso. 

Após a leitura dos extras me vi com a mesma curiosidade de alguém que leu apenas uma sinopse ou uma crítica e sentiu uma emergência de consumir aquela obra, que surpreendentemente foi bem simples e rápida para uma ficção científica, coisa que o autor não considera ser. O que eu já estava esperada, pois uma das característica do autor é a sua escrita simples que dava a oportunidade de suas histórias serem consumidas por diversas classes de leitores.

Planeta dos Macacos_parte 03Planeta dos Macacos_Divisão de capítulos

Falando na estética (porque sim, sou designer e me sinto na obrigação de falar disso), o projeto gráfico do livro foi muito bem trabalhado e cuidadoso, dando facilmente a classificação de livro de colecionador. De cara já me impressionei com as bordas arredondadas e aparência de “moleskine“, mas o cuidado com a tipografia manuscrita e a divisão de capítulos é um plus que deixa qualquer colecionador de olhinhos brilhando.

Bem, espero você tenha a mesma experiência que eu ao ler, e olha aqui o link para que não quer pensar duas vezes antes de comprar o livro, e de brinde uns links para alguns filmes também:


18/07/2014 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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1968 – 2001

Em 1968 surgia nos cinemas um filme que marcaria a história do cinema com um final arrasador, que deu origem a mais quatro filmes (sem muito sucesso quanto o primeiro) e ainda foi adaptado para série de TV, animação e quadrinhos. Houve também um remake do filme em 2001.

01 PLANETA DOS MACACOS-1968

O enredo dos dois filmes é um pouco diferente, mas tanto o de 1968 quanto o de 2001 levam o astronauta protagonista a um futuro distante através da velocidade da luz e da dilatação do tempo (que para ele passou pouco tempo) faz com que volte a terra cerca de 350 anos após a sua partida. E o que ele encontra é um planeta terra dominado pelos macacos falantes e os seres humanos não passam de escravos e ainda por cima são mudos e mais burros do que se pode imaginar.

01 PLANETA DOS MACACOS-2001

A Origem e O Confronto

planeta-dos-macacos-a-origem-2011

É aí que chegamos em 2011 com Planeta dos Macacos: A Origem, que veio reiniciar a franquia já um pouco esquecida, para mostrar como aconteceu toda essa evolução dos macacos através da criação de um vírus chamado Símio, que foi criado com a finalidade de curar doenças consideradas incuráveis, mas que durante os experimentos ela acabou dando uma super inteligência nos macacos e causando uma epidemia nos seres humanos.

planeta-dos-macacos-o-confronto-final-2014

Já agora em 2014 (estreou ontem viu), Planeta dos Macacos: O Confronto, veio para mostrar o que aconteceu dez anos após os eventos ocorridos no primeiro filme, em que os macacos foram viver em paz numa floresta isolada e os humanos enfrentavam a maior epidemia já vista. O líder do grupo de humanos sobreviventes vai tentar guerrear contra os macacos que já estão bem mais inteligentes que antes para fazê-los de cobaia e assim achar a cura para a epidemia, mesmo com César (Andy Serkis, sim o Gollum de O Senhor dos Anéis), líder dos macacos, querendo viver em paz com todos, existem  outros macacos que querem a extinção da raça humana.

A história da série Planeta dos Macacos foi baseada no romance Francês escrito por Pierre BoulleLa planète des singes (O Planeta dos Macacos), publicado em 1963, que tinha como ideia principal fazer uma critica social por meio da distopia. Bem, espero que tenha gostado do texto rápido sobre essa franquia enorme e que assim como eu tenha ficado tão empolgado após ter assistido o Planeta dos Macacos: A Origem, que agora está super louco para ver Planeta dos Macacos: O Confronto.