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30/10/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Elizabeth Viana

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Olá pessoas?! Olha eu aqui de novo com mais um livro dela que é jornalista e escreveu livros maravilhosos, tais como O Inverno das Fadas, Feérica, O Reino das Vozes Que Não Se Calam (em parceria com a atriz Sophia Abrahão), sim ela que é integrante do Potterish e do podcast Rapaduracast. É ela, a que ganhou o prêmio Jovem Brasileiro de melhor escritora em 2011 e que ganhou ano passado o Vox Populi do prêmio norte-americano Shorty Awards. A senhora Fantástico, que é casada com o senhor Fantástico e Rei dos Dragões, Raphael Draccon, Carolina Munhóz… É, acho que exagerei um pouco, mas tem nada não. Eu sou assim mesmo.

Por Um Toque de Sorte começa exatamente no mesmo ponto em que Por Um Toque de Ouro terminou, Emily O’Connell devastada e perdida com a morte de seus amados pais (Padrigan O’Connell e Claire) e claro, com a perda do seu pote de ouro, que foi roubado pelo seu amor Arron Locky. E assim, depois de ter sido enganada, Emily jura vingança. Quer a todo custo o seu toque de ouro de volta e quer fazer com que Arron pague por ter “supostamente” matado seus pais. Nesse seu processo de vingança e contando sempre com a ajuda de seu GBF e fiel escudeiro Darren, ela descobre que não foi a única vítima do usurpador Arron, que antes de dar o golpe nela, tinha enganado outra pessoa… O lindão britânico Liam, que assim como Emily, também deu uns pegas no Arron, quer dizer, namorou com o Arron por um breve momento e também é herdeiro de uma marca famosa.

Em Por Um Toque de Ouro tudo está centrado na busca implacável por vingança, e juntos, o trio ternura Emily, Darren e Liam seguem suas vidas no estilo pai do Nemo, procurando por qualquer informação ou pista que possam os levar ao paradeiro desse ladino/lindo/pegador que só Arron sabe ser. Nesse processo eles descobrem que Arron está à procura de uma nova vítima e descobrem também que nem tudo está perdido, embora eles não possuam mais os seus toques de ouro, eles vão poder contar com um pouquinho de sorte sim, afinal são três pessoas compartilhando do mesmo desejo, e duas delas são leprechauns.

Então, de Dublin a Paris, de Rio de Janeiro a Hollywood, eles vão perseguindo os rastros de Arron e ao mesmo tempo descobrindo mais a respeito desse legado, desse negócio de fazer parte de uma linhagem sobrenatural mágica pouco usada e pesquisada.

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Ok… Acho que se eu passar daqui vai rolar spoiler e eu não quero fazer isso. Eu acho melhor vocês irem descobrindo certas coisas como eu descobri, lendo. Mas posso deixar aqui a minha humilde opinião, que não vale muita coisa, mas né?!?

Enfim, nesse livro a Emily “abriu mão” do seu mundinho de glamour e está muito mais madura, com um senso de responsabilidade que toda herdeira deveria ter e que nunca tem. Conhecer Liam também vai proporcionar vários momentos engraçados para nós leitores, e várias surpresas boas e ruins para a nossa querida Emily O’Connell. Nesse Por Um Toque de Sorte nós podemos ver, de maneira um pouco rapidinha, aquela coisa do monomito, Jornada do Herói (heroína, nesse caso) sabe, e apesar de ser rapidinha, está presente, está lá. O livro deu um saltão na evolução, Carolina Munhóz soube enriquecer algo que já era rico e terminou o livro de um jeito que poxa, a gente termina de ler e pensa: “Ué, cadê?! Quero o resto e quero já, pra ontem!”, mas como não é assim que funciona, e não é mesmo, nos cabe apenas ter paciência e esperar o terceiro e último livro dessa trilogia que eu já absolutamente adoro.

  • Por Um Toque de Sorte – Vol. 2 – Série Trindade Leprechaun (Submarino | Amazon)

26/09/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Dyego Cruz

a-guerra-do-velho_modomeuJá parou para pensar em um bando de senhores e senhoras de 75 anos indo pra um lugar desconhecido e ainda mais, lutar numa guerra? Pois é, de início o título do livro, a sinopse e até o plot podem bagunçar um pouco a sua cabeça e o rumo do que você pode achar que iria acontecer.

No meu aniversário de 75 anos fiz duas escolhas: visitei o túmulo da minha esposa, depois entrei para o exército.

A Guerra do Velho é um livro de ficção científica que acontece em um tempo onde a humanidade chegou na era das viagens interestelares e saem pelo universo a procura de planetas habitáveis para colonização. Narrada por John Perry, um senhor de 75 anos que viveu sua vida como escritor e perdeu seu a esposa para um derrame alguns anos antes do seu alistamento. Mas claro que as colonizações nem sempre são algo rápidas e muito menos pacíficas, então isso traz mais ação, estratégia e adrenalina na história.

A narrativa é bem dinâmica, ao ponto de que quase não notei que estava terminando (eBook não te dá a profundidade de saber quando o livro está acabando), e mostra toda a confusão que se passa na cabeça John e de seus amigos, afinal “como assim pessoas de 75 anos indo para o exército?”. E isso se torna cada vez mais misterioso até o ponto em que infelizmente não posso mais detalhar muito para não perder a graça e as surpresas que vem a seguir depois do alistamento. Jonh faz vários amigos nessa sua nova jornada, mas nenhum personagem é tão aprofundado quanto Jonh, mas vai ficando claro o motivo ao longo da trama.

Muitas raças alienígenas são citadas, mas como o foco real são os humanos e os seus problemas, apenas duas delas são inseridas de forma  a dar um rumo na história e concluir a trama. Nada que faça muita falta, pois por menos que sejam especificadas, isso já da um leque maior de possibilidades para a sua imaginação criar.

a-guerra-do-velho_contracapa_modomeuEsse tal alistamento é feito nas Forças Coloniais de Defesa (ou FCD), que é algo altamente rodeada de mistérios e nunca age na terra, tanto que a vida no planeta segue normal enquanto o universo é colonizado e defendido pelo exército das FCD.

O que posso dizer a mais é que além de todos esses idosos que estão embarcando num alistamento misterioso e que após sair da terra, são considerados como mortos, todos eles são realmente muito bem humorados, o que deixa tudo mais interessante e a leitura bem mais fluida do que vários outros livros que já li. Outra coisa é que assim como os soldados idosos ficaram altamente entusiasmados com o que acontece no tal “rejuvenescimento”, ou seja lá o que for que aconteça, com certeza você vai ficar também e ainda vai torcer para que uma das tecnologias utilizadas por eles possa realmente existir logo. Brainpal, apenas lembre desse nome.

É uma ótima história e bem estruturada com vários diálogos sobre a vida, conquista, guerra, diplomacia, patentes, tecnologia, humor e tudo mais que se pode esperar de uma ficção. John Scalzi realmente fez um trabalho espetacular ao criar e escrever essa fantástica história sobre um futuro dos humanos universo afora.

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13/09/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Israel Del Duque

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Não, eu não participei dos eventos de lançamento do livro. Embora eu trabalhe numa livraria, calhou de eu pegar folga justo no dia do lançamento, e se tem uma coisa que eu não nego é folga num sábado. E quando você trabalha numa livraria, a última coisa que você quer fazer no dia da sua folga é ir pro local onde você trabalha, não importa se é o Papa que vai fazer evento. O fato é que eu peguei a cauda longa do evento no dia seguinte e vender tanto Cursed Child fez meu hype crescer tanto que eu não consegui esperar pela versão em português do livro.

Esse não foi o primeiro livro em inglês que eu li (o primeiro foi Alif, o invisível, também lançado pela Rocco, através do selo Fantástica, e resenhado aqui), e, felizmente não tive tantas complicações para ler. Vez ou outra o dicionário faz falta, mas num todo você consegue entender algumas palavras pelo contexto da frase. E isso porque  a estrutura do texto, diferente dos livros anteriores, não se prende muito a descrições e sim a diálogos. Para quem já leu O Auto da Compadecida e Auto da Barca do Inferno, a estrutura é bastante parecida, afinal é um roteiro de peça teatral, então não tem muita dificuldade. Tem sim, momentos em que o cenário e as roupas são descritas, mas uma vez que essa parte do texto passa, é fala atrás de fala, com algumas intervenções dando a entender tom de voz e expressões faciais. Tudo para que o leitor consiga imaginar bem a peça.

Ou minimamente bem, já que eu não consigo enfiar na cabeça como foram feitos os efeitos especiais para as magias utilizadas na história (e quando de magia, estou falando daquele monte de faíscas que a gente vê durante os oito filmes). Até fiquei com vontade de assistir a peça, não só por isso, mas também para ver as interpretações do novo elenco para cada personagem.

Tentando dar o mínimo de informações possíveis (afinal #KeepTheSecrets), a história começa exatamente onde fomos deixados no último livro e filme: Harry e Gina deixando os filhos em King’s Cross e Alvo questionando o que vai acontecer se ele entrar para Sonserina e não para Grifinória. De fato ele vai para a Sonserina, assim como Scorpio Malfoy, filho de Draco, que acaba por se tornar seu melhor amigo e companheiro das aventuras vividas ao longo de toda a peça/livro. E o que não falta são coisas acontecendo com esses dois. Para não falar demais, vou só deixar vocês com uma pergunta: o que seria possível mudar em toda a história de Harry Potter que conhecemos até agora, com um simples Vira-Tempo?

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Durante boa parte do começo do livro (talvez durante todo o primeiro ato e metade do segundo) eu encarei a história como não canônica por causa do tom. Parecia algo como um universo “E se” de Harry Potter, e embora eu tenha gostado muito dos personagens novos (Scorpio é o melhor personagem na minha opinião, mas Draco também está muito bom), sentia que algo estava muito estranho naquela história, mas não sabia dizer o que.

Após o fim da leitura eu posso dizer que gostei do livro, mas não é de longe o melhor da série. O final é muito bom, encerra bem o que foi proposto, entretanto, não acrescenta muito ao que já foi contado – mesmo a tal da criança amaldiçoada, [SPOILER – selecione o trecho para ler]que descobrimos ser uma filha de Lord Voldemort (foi o que deu a entender, apesar de tudo)[/SPOILER], não fica muio clara de quem se trata. Se a ideia não te agrada muito, pode passar sem ler que não vai fazer muita diferença. Inclusive acho desnecessária uma nova trilogia no cinema, após os boatos de que a Warner está negociando pra fazer um filme baseado na história. O roteiro não tem tanta coisa importante assim que não caiba num só filme – caso de Relíquias da Morte e de Ordem da Fênix. Este último sim merecia ser dividido em duas partes, porque muita coisa ficou de fora.

Por fim, Harry Potter and the Cursed Child é, sobretudo, uma história sobre pai e filho, com Harry tentando ser um bom pai – mesmo sem saber muito sobre isso, afinal o dele não estava vivo então não tem como se espelhar nele -, e Alvo tentando não decepcionar seu pai por não ser como ele era nos tempos de Hogwarts. Os colegas de escola julgam o rapaz o tempo todo, fazendo com que o peso de ser filho do grande Harry Potter pese mais sobre seus ombros do que dos de Tiago, seu irmão mais velho e, aparentemente, “o melhor filho”. Nesse ponto, a história que se desenrola no livro faz com que os dois percebam a importância de um para o outro e os ajuda a resolver esse conflito.

harry-potter-and-the-cursed-child_bookA versão traduzida do livro será lançada em versão brochura e capa dura com o titulo de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, pela Editora Rocco, em 31 de outubro e já está em pré-venda. Segundo a editora, a versão capa dura terá como base a versão britânica. Vale lembrar ainda que esta edição lançada (tanto a original, como a nacional) são as versões do roteiro de ensaio. A versão definitiva (com possíveis alterações) ainda não tem data de lançamento, mas pode acontecer em algum momento no ano de 2017.


03/08/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Dyego Cruz

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Espaço, A fronteira final

“Diário do blog” Data estelar 2016.8

Voltando finalmente a escrever resenhas de livros, hoje temos aqui o primeiro romance da autora A. C. Crispin baseado na série Star Trek, de Gene Roddenberry, que teve sua primeira edição publicada aqui no Brasil pela Editora Aleph em 1992. E como parceiros da Aleph, recebemos deles a sua nova edição.

Star Trek – Portal do Tempo é um livro bem curto para te deixar com gostinho de quero mais, mas para mim é do tamanho exato e é uma ótima opção tanto para quem já é fã e conhece tudo sobre o universo, Enteprise e a Frota Estelar, quanto para quem ainda é um marinheiro de primeira viagem e nem mesmo sabe do que se trata.

Star_Trek_Portal_do_Tempo-Prefácio

O período em que são contadas as histórias nesse e nos demais livros da coleção (que aguardamos ansiosamente hehe) ocorrem entre a ponte de comando do Capitão Kirk e do Capitão Jean-Luc Pickard. Sendo mais específico quanto ao Portal do Tempo, a história ocorre algum tempo após uma missão onde o “Capitão Kirk, Spock e Dr. McCoy descobrem que, durante uma viagem ao passado, Spock teve um filho. Agora, estão prestes a viajar mais uma vez através do portal do tempo a fim de salvar o garoto, antes que seu planeta seja destruído” (sinopse).

Assim como diz na outra parte da sinopse (por tanto não é spoiler), eles conseguem resgatar o tão inesperado filho de Spock, que fará de tudo para aprender tudo sobre a Federação, sobre a cultura vulcana, como agradar ao pai e outras coisas mais bem curiosas.

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Para você que é tripulante de Star Trek apenas pelos filmes de J. J. Abrams, pode até ficar um pouco desacostumado com alguns acontecimentos, mas a personalidade e carisma de todos os personagens continua a mesma. Já para você tripulante de primeira viagem, logo no início do livro tem uma apresentação de todos os personagens, e no final também tem algumas informações bem legais sobre o universo de Star Trek. Quem é fã e sabe de tudo, é só mesmo diversão e emoção nessa leitura.

E além de toda a dinamicidade e facilidade na leitura, algo que é bastante legal (pelo menos eu gostei muito), são as citações a outras missões já feitas pela Enterprise como nota de rodapé, informando qual a temporada e  o nome do episódio que tal fato aconteceu.

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Por tanto é um livro recomendado para todos e que com certeza vai conquistar você e te fazer viajar pelo universo enquanto uma invasão romulana está prestes a mudar o curso da história exatamente por causa do Portal do Tempo. ;)

Star Trek – Portal do Tempo no Submarino


02/02/2016 - Categoria: Livro - Autor(a): Israel Del Duque

Capa_Alien_Modo Meu - Editora Aleph

É indiscutível que Alien é uma das franquias mais adoradas da cultura pop. E a novelização do filme serve muito para justificar o porquê disso.

Primeiramente, se você não assistiu ao filme, recomendo que faça o processo inverso e leia o livro primeiro. (Até porque em que mundo você vive que ainda não assistiu Alien? Ninguém nunca mandou você consertar essa falha de caráter?) E digo isso porque parece que o autor, Alan Dean Foster, utilizou roteiros anteriores ao final, como base para escrever o livro, e, portanto, cenas extras – mas que são extremamente pertinentes à historia – são encontradas. Afinal, trata-se de uma adaptação de um filme, então nada mais normal do que ter algumas mudanças com relação ao original. Quem aí nunca viu um filme que adapta um livro ou jogo e encontrou diferenças?

A história é basicamente a mesma do filme: um grupo de tripulantes é despertado pelo computador de bordo da nave rebocadora Nostromo, chamado de Mãe, pois receberam um sinal de SOS vindo de um planeta próximo. Logo após descobrirem que ainda estão longe da Terra, resolvem atender ao chamado, e pousam no planeta, sem encontrar nada a não ser alguns ovos estranhos. Um dos tripulantes sofre ataque de uma criatura que salta de dentro de um dos ovos, e é então levado de volta para a nave, para conferência. É então que a criatura escapa, e a ameaça toma conta da nave.

Interna_Alien_Modo Meu - Editora Aleph

Apesar de no filme a história se focar na Subtenente Ripley, interpretada pela então estreante Sigourney Weaver, no livro é possível ver bastante o ponto de vista dos outros personagens, como o do Capitão Dallas, por exemplo. Aqui o clima de claustrofobia e sensação de sufoco é sentido a todo momento, diferente do filme, em que o tom é mais próximo do suspense. Diversas são as vezes em que o gato de estimação, Jones, aparece e dá um susto nos tripulantes da Nostromo – e no leitor, por que não? – enquanto que na versão cinematográfica ele aparece umas poucas vezes. O tempo todo você fica esperando a criatura aparecer e fazer mais uma vitima, então surge o gato, fazendo barulho entre o maquinário da nave, ou mesmo correndo assustado do próprio Alien.

Algumas cenas, como a clássica do Alien saindo de dentro do Oficial Kane, são descritas de forma a fazer o leitor sentir certo nojo e repugnância, fazendo jus ao filme, que tão bem faz esse trabalho de impressionar o espectador.

Uma única ressalva sobre o texto é a forma como ocorrem as transições de cenas. Não consigo entender se vem do autor, da edição, ou mesmo da proposta de se adaptar um filme, mas as vezes eu me pegava lendo um dialogo entre dois personagens e na linha seguinte já vinha outro dialogo de outros personagens não presentes na cena anterior. Confesso que isso me incomodou um pouco, pois fazia os capítulos parecerem um pouco longos, e teria sido bem menos confuso se houvessem quebras de texto, delimitando melhor as cenas. Eu particularmente gosto de texto que tem pausas pra você respirar um pouco e processar o que leu antes de prosseguir, além de funcionarem como ponto para parar a leitura, e facilitar na hora de voltar de onde você parou.

Costas_Alien_Modo Meu - Editora Aleph

Sobre a edição, nada mais podia se esperar da Editora Aleph, do que senão um trabalho bem caprichado no quesito design – a tipografia utilizada pra emular textos de computador trazem uma imersão maior – , além dos extras inclusos. O livro começa com as páginas apresentando o titulo exatamente da mesma forma que o filme faz (algo que foi repetido, em clara referência, no recente Perdido em Marte, que também é do mesmo diretor de Alien), e logo em seguida traz uma nota do autor exclusiva à edição brasileira. Ao final, uma entrevista com Sigourney Weaver e outra com Ridley Scott, o diretor, que trazem algumas curiosidades sobre a produção do filme e complementam mais ainda a obra – e que me fizeram acreditar na base utilizada para o livro, que eu disse lá em cima.

Por fim, a fantástica capa que na minha opinião é uma das melhores da editora no ano de 2015, com uma textura emborrachada e laminada, provando mais uma vez que, apesar de estarmos na era do digital, ainda faz sentido comprar um livro físico.