Modo Meu

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15/05/2017 - Categoria: Séries - Autor(a): Mariana Fernandes

Se os feriados de abril nos deixaram mal acostumados, o que dizer da Netflix que está lançando séries originais maravilhosas pela terceira semana seguida? Assistimos e curtimos Girl Boss, piramos na segunda temporada de Sense8, e agora voltamos para o comodismo da vida jovem adulta com Marter of None.

Não sei se você lembra ou viu, mas já falamos de Marter of None aqui, em um post que fazia uma comprarção com a série Love. Nele comento que me identifiquei muito mais com a história de Dev, um ator descendente de indiano, que tenta conseguir um bom papel na indústria do entretenimento, mas acaba sempre caindo no esteriótipo do cara indiano com o sotaque ruim.

E por que me identifiquei com isso? Dev se encaixa na vida do jovem adulto de classe média padrão, indo a bares, tentando encontrar uma namorada, reclamando da família, mas sentindo falta dela quando as coisas apertam, sofrendo a rotina do namoro e enfrentando preconceitos por ser e ter amigos que fazem parte de minorias, entre outras situações que fazem a série ser simples e de fácil identificação.

Mas vamos falar da segunda temporada, que como um todo tem a mesma linha de simplicidade e empatia da primeira, porém, contúdo, entretanto bem mais ousada e experimental. Não posso falar o porquê, pois para alguns, spoiler é uma coisa séria, então vamos respeitar, mas aparentemente Aziz Ansari, o ator principal e também roteirista, teve passe livre para experimentar novas técnicas em alguns dos episódios.

Logo no primeiro, tomamos aquele susto a ponto de verificarmos se estava na série correta, mas pasciência pequeno gafanhoto, tudo volta ao normal no segundo episódio e as experimentações vem com mais levesa nos demais. Nessa temporada também contamos com a abordadem de temas como o homosexualismo, religião, respeito, assédio, relacionameto e a incrível falta de sorte de Dev, qual eu já estou apelidando de Murphy, por conta da Lei de Murphy.

Por fim, o que senti dessa segunda temporada foi logo de cara “Esse cara tá maluco?!”, depois passou para um “Ae, finalmente as coisas estão melhorando”, logo depois um belo “Não, pera! Tadim do Dev.” e para finalizar o clássico “Já acabou? Sério? Agora tenho que espera mais um ano?!”. Então acredito que deu para perceber que, sim, gostei da temporada, mas achei meio maluca com os tais experimentos que comentei, porém nada que tenha tirado a minha vontade de um terceira temporada.


08/11/2015 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Dyego Cruz

Review Semanal #03_MODO MEU

Estamos de volta com mais um review da semana para falar sobre o que rolou de coisa nova aqui no blog e das notícias que mais nos chamou a atenção no universo pop.

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01/11/2015 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Dyego Cruz

Review Semanal #02_MODO MEU

No nosso segundo review da semana, vamos falar sobre o que saiu no blog nessa semana e de notícias no universo pop pelo o mundo. Dessa vez, continuamos a falar sobre Star Wars, mas dessa vez sobre o trailer de lançamento que saiu do jogo Star Wars: Battlefront, falamos também da Any Malu, um canal no youtube de uma personagem animada e falamos também sobre a primeira garota aprovada como jogadora profissional de LOL (League of Legends), vamos ver:

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25/10/2015 - Categoria: Canal Modo Meu - Autor(a): Mariana Fernandes

Review Semanal #01_MODO MEU

Começando o primeiro review da semana, vamos falar sobre o que saiu no blog nessa semana e de notícias no universo pop pelo o mundo. Dessa vez, não poderíamos deixar de comentar sobre Star Wars, Gilmore Girls, o lançamento do tênis do “De volta para o Futuro” da Nike, a nova música/clipe da Adele e o novo trailer da série Jessica Jones, vamos ver:

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28/05/2013 - Categoria: Música - Autor(a): Pedro de Farias

13-daft-punk-random-access-memories

Meu amigo, se você ainda não leu nenhuma notícia sobre esse disco, é porque você vive numa caverna à prova de notícias sobre música boa.

Depois de quase 8 anos, o duo Francês de música eletrônica mais legal do mundo (sinto muito Justice, mas ainda não) torna a lançar um álbum de inéditas (não estamos contado a trilha sonora de TRON: Legacy). Dessa vez com todo o hype de uma grande banda que retorna para defender o título da genialidade obtido com os dois lançamentos anteriores ( O fantástico Discovery e o bom Human After All) e com o apoio gigantesco da gravadora Columbia, que tenta provar a importância das gravadoras no novo mundo da música digital, como explicaram nossos amigos do Gizmodo.

Vamos ao que importa: A música!

O disco é surpreendentemente orgânico, oque é até irônico, uma dupla de música eletrônica nos trás de volta de maneira messiânica os sabores e prazeres de músicas bem tocadas com instrumentos de verdade.

O primeiro single, lançado mês passado, Get Lucky representa bem o conceito do trabalho todo. Músicas Disco dos anos 70’s (fonte de onde o Daft Punk sempre tirou muita coisa) com muito suíngue e participações especiais. No caso do primeiro sigle, de Pharrel Williams nos vocais e do lendário Nile Rodgers na guitarra. A dupla tem lançado no canal do Youtube The Creators Project vídeos-documentário sobre os convidados.

E aqui fica a dica: Assista pelo menos o vídeo sobre Nile Rodgers, que além de mostrar que você, não importa quem seja, conhece pelo menos duas músicas onde ele toca guitarra. E onde ele dá um depoimento emociante sobre sua relação com a música e como tocar com outras pessoas não tem a ver apenas com trabalho, mas é uma troca de alma.

O disco ainda conta com a participação de Julian Casablancas, vocalista do The Strokes, que tem explorado cada vez mais o uso de falsetes (Isso o Rodrigo Amarante não consegue imitar). Na faixa “Instant Crush“.

De Giogio Moroder na faixa que é totalmente feita em sua homenagem, “Giorgio by Moroder”, onde no começo da faixa ele mesmo explica como se tornou produtor e como gosta de fazer música.

E outros.

Escute! É uma obra de paixão e louvor à musica dos bons tempos que hão voltam mais.

Daft Punk me mostrou a luz.