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08/09/2015 - Categoria: Mobile - Autor(a): Dyego Cruz

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Para melhorar essa volta de feriado, hoje a indicação é sobre um jogo que tenho passado algumas horinhas me divertindo bastante. Esse não é tão “bestinha” como o Tap Titans que indiquei da última vez, mas garanto que vai conquistar sua atenção.

Arcane Soul, esse é o nome do jogo de RPG de ação e combate no modo de plataforma, o que quer dizer que não tem que se preocupar com “turnos”, apenas melhorar suas habilidades, trocar os ítens, selecionar para onde vão os atributos recebidos sempre que sobre de nível (essa parte é meio chatinha) e seguir a história de Luke, o primeiro personagem liberado.

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Existem também mais dois personagens femininos, Ellisa e Lith (e parece que ainda tem um extra desconhecido), que aparecem em algumas partes de fases (não ficam o tempo todo), mas que somente são liberadas pagando 20.000 em dinheiro do jogo, adquirido ao derrotar os inimigos, ou então conseguindo passar do quarto “ato” no modo normal, coisas que ainda não consegui fazer, mas espero chegar lá.

A história não é muito bem explicadinha, mas o que dá para entender pelas “cutscenes” (cenas curtas), que Luke está seguindo alguns mapas misteriosos para tentar encontrar algumas armas poderosas e secretas que não podem cair nas garras dos monstros malignos.

A jogabilidade de Arcane Soul é bastante intuitiva e também muito divertida, o que juntando com o fato de ele ser gratuito e não ficar jogando coisas para comprar na sua cara (só um ad de leve de vez em quando ao abrir o jogo), mesmo tendo uma versão paga, torna o jogo bastante atrativo. Principalmente com toda a qualidade dos gráficos, que me impressionam toda vida que vou jogar.

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Mas enfim, vale bastante a pena gastar algumas horinhas jogando essa belezura. E agora para você que está se perguntando onde pode jogar, o jogo está disponível para Android, iOS e  o que eu consegui achar sobre Windows Phone, é que dá para instalar, mas de uma maneira não muito convencional, então acho que não foi dessa vez para a galerinha da microsoft.


02/07/2015 - Categoria: Mobile - Autor(a): Dyego Cruz

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Depois de um bom tempo sem falar sobre joguinhos para sua extrema diversão, hoje volto com um que achei a alguns dias e que praticamente não consigo deixar de jogar quando começo.

Tap Titans tem um visual bem feito e até mesmo um enredo interessante sobre a sua história, mas a jogabilidade entrega algo bem diferente do que é explicado, não de maneira chata, mas de uma maneira que é tão simples, tão simples, mas tão simples, que chega a ser mega legal.

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A história do jogo é que o mundo está sendo aterrorizado pelos grandes e malvados Titans, confesso que as vezes tenho pena dessas pobres criaturas que são sempre as vilãs, mas como esse não é o caso, então fica mais fácil de continuar as derrotá-los sem parar.

O estilo te Tap Titans é um tipo de RPG em tempo real, nada daquela negócio de turnos e tal, nele você faz exatamente como diz o nome, você vai tocar (Tap) na tela até que o seu inimigo seja derrotado e outro apareça no lugar dele.

Como já falei antes, o negócio é bem simples mesmo, tanto que o monstro não te ataca, mas o jogador vai ganhando mais e mais pontos por cada vitória até que chega a hora do chefe (existem vários, já joguei pra caramba e não teve final), onde você tem que trabalha a velocidade de toque na tela, pois para ele tem um tempo mínimo de ser derrotado.

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Os pontos que são conquistados servem tanto para subir seu nível e evoluir suas armas e golpes, quanto para contratar guerreiros e também evoluir eles. Existem também alguns “brindes” que aparecem durante o jogo para você tocar e ganhar mais pontos ou um aumento de força durante um certo período de tempo.

Acredito que o meu jeito frenético de jogar (sem parar de clicar em nenhum momento e fazendo um monte de coisas ao mesmo tempo) não seja tão preciso, mas é que fico tão empolgado e focado que só acabo percebendo quando estou com meus pulsos doendo (sedentarismo é foda hehehe).

Enfim, espero que você vá jogar, e que acabe gostando de Tap Titans, que está disponível para Android, iOS e milagrosamente também para Windows Phone. Então é diversão garantida para todos os gostos e plataformas


28/05/2015 - Categoria: Mobile - Autor(a): Dyego Cruz

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Recentemente descobri esse jogo passeando pela Google Play Store, pois sou usuário de Android, dei de cara com esse jogo que me fez passar várias horas do dia tentando derrotar os porcos malditos que mais uma vez resolveram perturbar o sossego nos nossos amiguinhos pássaros tão conhecidos.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar das várias versões dessa “franquia” Angry Birds, desenvolvido pela empresa Rovio Entertainment Ltd., e provavelmente já deve ter jogado alguma das muitas versões que foram lançadas (que não foram poucas), mas nessa versão o negócio é bem diferente do que já estávamos acostumados.

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Em Angry Birds Epic, que foi lançado oficialmente em 2014, a história ocorre em um período que se assemelha a era medieval e a sua jogabilidade é baseada nos jogos do estilo RPG (Role-playing game) baseado em turnos, onde cada durante uma batalha cada um dos lados tem sua vez de atacar ou defender.

O jogo mostra vários dos personagens, mas os principais que foram divididos nas classes mais conhecidas do RPG foram  o Red, que é da classe de cavaleiro/guerreiro ou  paladino (eu sei que os dois são diferentes, mas é que ele tem papéis e habilidades que representam as duas classes), o Jake (amarelo), que é um mago que ataca todos os inimigos com raios e trovões, Bomb, que está mais para um bárbaro “escroto” explodindo tudo, Matilda, que no lugar de soltar ovos está mais para um personagem de suporte apenas para curar os outros e por último Jay, Jake e Jim (Os Azuizinhos), que estão mais para a classe de arqueiro.

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Além de toda essa divisão de classes de RPG, o jogo também tem elementos de mudanças e criação de armas, que eu normalmente acho um saco, prefiro só juntar o dinheiro do jogo e comprar depois ou então ganhar quando derroto um inimigo, mas além disso tem também vários outros pontos, como ganhar experiência, e utilizar itens de cura durante as batalhas.

Considero que ele seja MUITO divertido para que curte esse tipo de jogabilidade baseada em turnos, mas como nem tudo são flores, infelizmente ele tem algumas coisinhas que se você não tem muita paciência são meio irritantes.

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Primeiramente se você pensar em desligar a internet para não ver as propagandas, infelizmente não vai conseguir jogar, pois ele só abre depois de testar sua conexão e se conectar ao servidor da Rovio.

“Segundamente”, ele faz parte daqueles milhares de joguinhos “freemium”, que te dá a chance de ganhar dinheiro (do jogo) aos poucos, mas que fica te oferecendo várias possibilidades de comprar itens raros e coisas que vão te deixar muito fortes por dinheiro de verdade, e olha que as coisas não são baratinhas não.

“Terceiramente”, de vez em quando antes das batalhas o jogo de taca uma propaganda na sua cara, mas pelo menos de vez em quando ela te dá a opção de assistir um vídeo para ganhar um item durante a batalha ou então de ganhar 10% a mais de força e vida antes dela.

Somando tudo, é um jogo que vale a pena dar uma chance, pois é divertido e mesmo assim de vez em quando vai te deixar com raiva quando não conseguir derrotar aqueles porcos verdes malditos que vão aparecendo com habilidades cada vez mais fortes.

Como não podia faltar, o jogo é um pouco pesadinho, então tem que ver aí como vai rodar no seu smartphone. Ele também está disponível gratuitamente para Android, iOS e também para a galera do Windows Phone.

Espero que curtam e se conseguir chegar terminar me avisa que tô “enganchado” em uma parte que não consigo passar de jeito nenhum hehe. Abraço!


29/04/2015 - Categoria: Games - Autor(a): Dyego Cruz

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Então pessoas, hoje o post é sobre mais um indie game que além de fazer o maior sucesso quando foi lançado em Agosto de 2008, Castle Crashers.

Desenvolvido pela empresa The Behemoth, inicialmente o jogo foi lançado apenas para xBox 360, assim como vários outros como o Super Meat Boy, FEZ, Braid e por aí vai.

Com gráficos que lembram bastante desenho animado e com seleção de “fases” do mesmo estilo do Super Mário Bros e vários outros jogos do SNES, Castle Crashers tem uma dinâmica de jogo parecida com o estilo plataforma de Final Fight e com vários elementos de RPG. Como aumento de nível e divisão de atributos de Força, Magia, Defesa e Agilidade.

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Sou fã do estilo RPG, mas confesso que sempre fico em dúvida em qual personagem devo escolher para inciar o jogo e mais ainda quais os atributos devo “incrementar” quando ele sobe de nível.

A história do jogo é basicamente sair batendo nos inimigos e coletar ouro, diamantes e frutas (para recuperar energia), seguindo caminho para resgatar as princesas chatas que só sabem ficar “gemendo” enquanto pedem socorro e são levadas pelos Magos Negros.

O que mais me impressionou é que além de toda essa dinâmica bem legal de troca de armas e evolução de personagens, foi o fato de que ao jogar com mais de um jogar no modo história, após o “chefão” ser derrotado, só é possível continuar após os jogadores se degladiarem até só reste um em pé.

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Atualmente é possível jogar Castle Crashers no PS3, Windows e MAC (através da Steam) e como já falei antes, no xBox 360. Recomendo fortemente para ser jogado tanto sozinho quanto em companhia, pois serão horas de diversão garantida durante a matança nessa terra medieval.


25/03/2015 - Categoria: Livro - Autor(a): Dyego Cruz

A caverna de cristais - Helena Gomes - Editora Rocco

Estamos acostumados com mundos fantásticos que se passam em mundos que remetem bastante aos costumes medievais e principalmente que envolvem cavaleiros, títulos de nobreza, casamentos arranjados, bruxos e para apimentar um pouco mais a história, tem aquela profecia básica que as vezes te deixa um pouco confuso com o que tem por vir.

O Arqueiro e a feiticeira é uma mistura de fantasia, ficção científica e muitos elementos de RPG que te fazem viajar para a terra de Britanya (sim, esse é o nome que tem no livro) e conhecer quase todos os seus segredos. Foi lançado originalmente em 2003, mas em 2014 a Editora Rocco lançou uma versão exclusivamente na versão digital e que me deixou mais feliz, pois é nessas versões que consigo ter mais atenção para ler hehe.

A história

Sendo o primeiro volume da série A Caverna de Cristais, nele temos como personagem principal o garoto Thomas, que começa a história vivendo com um grupo andarilhos, dentre eles Jon, Sabina e sua quase irmã Shannon, que sentem medo dele, pois acham que ele não é um garoto normal e que só traz problemas devido a sua personalidade caridosa e bondosa com todos e ao mistério do seu nascimento e a morte da sua mãe em uma data sombria.

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Como falei antes, a história se passa em um mundo que remete a tempos medievais, mas que é algo muito mais do que isso, pois é na verdade um mundo pós-apocalíptico (SEM ZUMBIS), que foi reconstruído nos moldes da corte do Rei Arthur por pessoas que não cabe a mim falar aqui pois seria um grande Spoiler e que também gera uma certa confusão mental enquanto você vai lendo.

A leitura é bem dinâmica e a história se inicia focada somente em Thomas e aos poucos vai inserindo vários elementos que quando você acha que foram esquecidos, dá de cara com eles e pensa “aaahhh, agora tudo faz sentido”.

Nesse primeiro volume, Thomas conhece Lady Erin De Durham, Mark De Durham, Vince de Angelis e vive várias aventuras enquanto descobre o seu passado, seus ancestrais e quem ele realmente é e o que deve fazer para defender o seu mundo.

A autora

Helena Gomes é jornalista, escritora e professora universitária. É da sua paixão por cinema, televisão e histórias em quadrinho que vem a inventividade presente em seus mais 20 livros já publicados.

Conclusão

Confesso que fiquei surpreso com a grandiosidade desse mundo fantástico e que comecei a ler sem muitas expectativas, mas suas ligações e profecias que me deixaram intrigados desde a primeira citação e seus mistérios, até as suas revelações e resoluções conquistaram mais um leitor. Agora já estou caminhando para o próximo volume e em breve será resenhado aqui também.