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17/02/2016 - Categoria: Games - Autor(a): Dyego Cruz

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Sabe todos aqueles acontecimentos impossíveis e inexplicáveis que ocorrem dentro de um jogo de videogame que você nunca parou para pensar, ou até mesmo sempre se perguntou “Mas como raios isso é possível?!!”? Agora pare e pense como seria um jogo que tivesse uma trilha sonora que fizesse piadas com todas essas coisas esquisitas e que essa mesma trilha interagisse com as ações do jogador de maneira bem dinâmica, que te levasse em uma aventura bem clássica do tipo “Preciso salvar a princesa, mas ela está em outro castelo…”, homenageando o molde clássico dos jogos 2D e mais ainda, fosse feito por brasileiros e para várias plataformas? Isso meus amigos, se chama A Lenda do Herói – O Jogo.

Idealizado pelos Irmãos Castro, tudo começou com simples vídeos no YouTube que mostravam um protótipo de um jogo com músicas de fundo cantadas e tocadas pelos próprios Marcos e Matheus Castro e que faziam paródia com vários dos clichês que acontecem nos jogos de plataforma 2D side scroller, sim, aquele estilo clássico que você só pode ir para a direita ou para a esquerda.

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Depois de uma série de vídeos que foi divida em quatro fases, foi lançada uma campanha de crowdfunding no catarse para o desenvolvimento do jogo que teria o mesmo nome da série de vídeos, A Lenda do Herói já era um sucesso, e quando foi anunciado que dali sairia um jogo de verdade, nós do Modo Meu não podíamos ficar de fora e apoiamos o projeto. Ganhando assim o direito de ter uma cópia do jogo após o seu lançamento e também de poder jogar a prévia do jogo, que foi lançada apenas para Windows.

Confesso que depois de ter visto todos os vídeos, fiquei imaginando como seria a jogabilidade principalmente e como seria a trilha sonora, afinal de contas acho que não só eu, mas muitos queriam ouvir aquele bom som que tocava no youtube.

Depois de ter jogado a prévia, vi que a mistura de trilha sonora com as letras ficaram bem mais interessantes e não repetitivas quanto imaginei, pois durante o jogo aquelas dicas que ficam aparecendo nos jogos atuais e que paralisam a tela na verdade são cantadas de acordo com tudo que já foi “cantado” no youtube.

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Curti bastante a jogabilidade, história e a dinâmica da prévia, que não deve ser muito diferente da versão final, mas tenho uma grande esperança de que vai ser possível alterar o controle do jogo, pois esse negócio de usar o direcional do teclado pra guiar o personagem e a tecla Z pra pular não é pra mim, sou totalmente adepto ao WASD (entendedores entenderão).

Agora que finalmente estamos em 2016, onde até data de lançamento oficial A Lenda do Herói já tem, que será no dia 24/03/2016 e terá versões disponíveis para Windows, Linux e Mac OSX. Vou aproveitar para deixar alguns links aqui embaixo para você conhecer mais sobre o projeto e caso se interessar, comprar logo na pré-venda, pois aqui no blog só estamos esperando esse lançamento pra passar um bom tempo jogando.


29/04/2015 - Categoria: Games - Autor(a): Dyego Cruz

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Então pessoas, hoje o post é sobre mais um indie game que além de fazer o maior sucesso quando foi lançado em Agosto de 2008, Castle Crashers.

Desenvolvido pela empresa The Behemoth, inicialmente o jogo foi lançado apenas para xBox 360, assim como vários outros como o Super Meat Boy, FEZ, Braid e por aí vai.

Com gráficos que lembram bastante desenho animado e com seleção de “fases” do mesmo estilo do Super Mário Bros e vários outros jogos do SNES, Castle Crashers tem uma dinâmica de jogo parecida com o estilo plataforma de Final Fight e com vários elementos de RPG. Como aumento de nível e divisão de atributos de Força, Magia, Defesa e Agilidade.

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Sou fã do estilo RPG, mas confesso que sempre fico em dúvida em qual personagem devo escolher para inciar o jogo e mais ainda quais os atributos devo “incrementar” quando ele sobe de nível.

A história do jogo é basicamente sair batendo nos inimigos e coletar ouro, diamantes e frutas (para recuperar energia), seguindo caminho para resgatar as princesas chatas que só sabem ficar “gemendo” enquanto pedem socorro e são levadas pelos Magos Negros.

O que mais me impressionou é que além de toda essa dinâmica bem legal de troca de armas e evolução de personagens, foi o fato de que ao jogar com mais de um jogar no modo história, após o “chefão” ser derrotado, só é possível continuar após os jogadores se degladiarem até só reste um em pé.

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Atualmente é possível jogar Castle Crashers no PS3, Windows e MAC (através da Steam) e como já falei antes, no xBox 360. Recomendo fortemente para ser jogado tanto sozinho quanto em companhia, pois serão horas de diversão garantida durante a matança nessa terra medieval.


22/04/2015 - Categoria: Games - Autor(a): Dyego Cruz

super meat boy - indie game - meat boy

Há algum tempo atrás, fiz um post falando sobre o documentário Indie Game -The Movie, que mostra a trajetória de alguns desenvolvedores e toda a dificuldade que eles tiveram enquanto estavam criando e tentando emplacar seus jogos no mercado.

Dentre os jogos apresentados, existe um que vai deixar você maluco de raiva com algumas das suas dificuldades impostas nas fases e também por causa da sua jogabilidade.

Desenvolvido por Edmund McMillen e Tommy Refenes, que juntos criaram a Team Meat, em 2010 eles conseguiram lançar o seu jogo apenas na xBox live para xBox 360 depois de pouco mais de um ano focados dia e noite apenas nesse trabalho.

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Super Meat Boy é um jogo de plataforma em que você controla um pedaço de carne (sim, é isso mesmo que você leu) chamado Meat Boy, que deve ultrapassar vários obstáculos para tentar resgatar a sua namorada chamada Bandage Girl, que foi e é sempre raptada novamente pelo Dr. Fetus, personagem que odeia todos e que sempre está lá mostrando o dedinho do meio para você.

Para quem já está acostumado com aquela velha jogabilidade de Super Mário Bros, Super Ghouls’n Ghosts e daquelas “agarradas” na parede do Mega Man X e também do mais atual Broforce/Expendabros, vai ser moleza passar das fases e resgatar a Bandage Girl.

Mas se você é novo nisso e está mais habituado com todos esses jogos mega tecnológicos e 3D com correções de movimento e blábláblá, com certeza vai sofrer bastante. Se for acostumado com jogos em primeira pessoa e estiver mais acostumado ainda com o “ASWD”, vai ser pior, pois no PC não tem a opção de mudar as teclas (se alguém sabe como faz me avisa que não achei).

super meat boy - bandage girl - dr. fetus

Enfim, o jogo é bastante divertido e tem uns gráficos e traços bem atrativos, que misturados com a sua difícil jogabilidade e obstáculos a serem vencidos geram uma diversão que as vezes pode te deixar com muita raiva e ao mesmo tempo te fazer VIBRAR quando consegue finalmente passar de uma fase.

Bem diferente da data do seu lançamento, atualmente ele está disponível para xBox 360, Windows (qualquer versão que você tenha e que não seja abaixo do XP hehe),  MAC OS e até pra Linux.

Espero que goste do jogo e para facilitar ainda mais a sua vida, vou deixar pra você o link onde você pode comprar o Super Meat Boy na Steam. Um abraço e até mais.


04/09/2014 - Categoria: Games - Autor(a): Dyego Cruz

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Passeando pela Steam na busca de jogos que além de divertidos e bem feitos, afinal nada pior para quem gosta de games do que um jogo RUIM, fossem gratuitos assim como o Unturned que já falei uma vez aqui. Dei de cara com mais um que acredito que vá agradar bastante quem quiser separar um tempinho para jogá-lo.

Warframe é um jogo de ação em terceira pessoa que foi desenvolvido pela empresa Digital Extremes e está disponível gratuitamente para download não só na Steam, mas também no próprio site oficial do jogo para rodar em Windows, PS4 e xBox One.

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O enredo da história que se passa no jogo é basicamente a guerra entre  os Gringeer, uma raça de clones humanóides militarizados, contra o povo de Tenno, que para vencer utilizam Exo armaduras (exoesqueletos), chamados Warframes (daí o nome do jogo), que dão a eles habilidades únicas como super força, super velocidade, controlar elementos da natureza e vários outros poderes misteriosos.

“A exo-armadura Warframe usa uma tecnologia única e combativapara criar um armamento máximo. Os Warframes possuem muitos poderes misteriosos e dominá-los requer uma prática dedicada.

–Site Oficial do Warframe

É permitido ao jogador escolher a “classe” do seu personagem e a evolução dele vai depender do que conseguir comprar com o dinheiro do próprio jogo e itens que forem encontrados. O chato é que tem algumas coisas que pelo que consegui entender só dá para comprar com dinheiro de verdade, mas fora isso dá para se divertir bastante com o estilo do jogo sozinho ou online com os seus amigos.

Existem também algumas chateações e bugs com os controles, mas elas vão desaparecendo enquanto você vai imergindo no jogo e  para ser gratuito ele é bem mais do que eu esperava.

Espero que goste dessa dica e se quiser aproveita pra dar uma uma jogada e dizer aqui pra gente o que achou do jogo.


02/07/2014 - Categoria: Console - Autor(a): Dyego Cruz

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Eis que em tempos de tantos jogos com gráficos absurdamente realistas, surgem jogos como Child of Light para nos deixar presos a toda a sua beleza e simplicidade de sua existência. (filosofando hehehe).

Desenvolvido pela Ubisoft Montreal e lançado em 30 de Abril de 2014, este RPG fascinante nos leva a antiga Áustria de 1895 e nos conta a história da pequena Aurora, que cai num sono profundo e é transportada para o continente de Lemuria para resolver alguns probleminhas nesse mundo e lutar contra a Queen of The Night (Rainha da Noite).

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Com esse plot o jogo pode parecer um pouco chato, monótono e tudo mais que não seja legal, mas depois de ver o trailer do jogo, depois de JOGAR o jogo, vi o quanto ele foi bem feito e o quanto deu certo, pois é um RPG baseado em turnos, mas você pode decidir se vai lutar alguns inimigos ou não e a “batalha” é algo bem mais dinâmico do que jogos como os da série Final Fantasy e Grandia e ele também tem muito da sua jogabilidade baseado em Limbo.

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Child of Light foi inspirado pelo Studio Ghibli, foi ilustrado por Yoshitaka Amano, o responsável pela arte de uma infinidade de jogos, incluindo eles a séria Final Fantasy, possui uma trilha sonora linda composta por Béatrice Martin e uma jogabilidade bem parecida com a de Limbo, este jogo realmente não tinha como dar errado.

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Se você tiver a fim de jogar, Child of Light ele está disponível para todas as plataformas na imagem abaixo.

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E só para o caso de você quiser comprar o jogo na Steam, vou deixar aqui o link de lá pra você não ter o trabalho de procurar. ;)

Child of Light – Steam

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