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24/07/2015 - Categoria: Filmes - Autor(a): Dyego Cruz

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Depois de tantas histórias de vampiros e super heróis das revistas em quadrinhos no cinema, hoje irei falar sobre um personagem clássico que rendeu três filmes e até mesmo uma série (que pela falta de repercussão não deve ter feito tanto sucesso assim, mas vamos em frente).

Criado pelo roteirista Marv Wolfman e pelo desenhista Gene Colan, Blade é uma história em quadrinho da Marvel Comics, aonde o seu personagem principal, de mesmo nome da série, é um ser híbrido devido ao fato de um vampiro ter mordido sua mãe enquanto ainda estava grávida.

Wesley_Snipes_Blade_o_caçador_de_vampiros

Para sorte (ou azar, você decide) de Blade, ele conseguiu sobreviver e se tornou o que podemos chamar de um vampiro sem fraquezas, pois ele tem os mesmos poderes de um vampiro “comum” (mas de verdade, não aqueles de Crepúsculo), mas pode fazer tudo que um vampiro não pode, como caminhar livremente por aí durante o dia com o sol rachando. A única fraqueza demonstrada, é que as vezes o nosso herói sente sede de sangue, o que pode dificultar a sua missão de vingança e salvar o mundo, já que durante os três filmes os vampiros só querem saber de matar e dominar o mundo.

Tivemos três filmes com a interpretação de Wesley Snipes, que na minha opinião deixou a parada bem mais interessante do que se fosse algum outro ator por aí. Agora se você tem problemas com sangue, vai ter um pequeno problema para assistir, pois a matança e a violência chegam bem perto de Lobisomem em Nova Yyork (brincadeira, mas é um pouco sangrento sim).

Wesley-Snipes-Blade-Wallpaper

A história é algo que se você parar para pensar também segue uma linha de raciocínio interessante e que provavelmente você já viu algo parecido em algum lugar. Pois ao “ganhar” esses poderes e ter sido encontrado por Abraham Whistler (Kris Kristofferson), um homem que teve sua família assassinada pelos vampiros, Blade passa a combater todos os “sanguessuga” que vão para o “lado negro” ao lado de seu mentor.

Além de todo esse poder vampiresco que Blade tem, ele também utiliza algumas arminhas bem legais que vão fazer você pirar enquanto estiver assistindo, principalmente a espada e outras  coisinhas mais que fazem as batalhas ficarem mais sangrentas e mais empolgantes.

Para quem não conhece e quer assistir, e para quem já viu, mas ficou com saudade, para a sorte de todos, os três filmes estão disponíveis no Netflix, então corre pra ver que vale muito a pena.

Lista dos filmes

  • Blade, o Caçador de Vampiros (1998)
  • Blade 2 (2002)
  • Blade Trinity (2005)

21/04/2015 - Categoria: HQ - Autor(a): Mariana Fernandes

Capa Entrevista com Vampitro

Não se discute que a obra ‘Entrevista com o Vampiro’ é uma sucesso arrasador, principalmente depois que conhecemos os purpurinados, a dupla Lestat e Louis parecem cada vez mais fiéis a lenda que conhecemos. Mas dessa vez não é a dupla de vampiros irresistíveis que está e em foco, e sim a pequena e mimada Cláudia.

Entrevista com vampiro

Quem diria que a personagem mais irritante ganharia uma graphic novel só para ela? Essa é a história de “Entrevista com o Vampiro – A história de Cláudia”, lançado recentemente pela editora Rocco, conta a trajetória da pequena vampira apresentada pelos seus próprios pensamentos. Obviamente se você conhece a narrativa, sabe que a pequena não está presente durante toda ela, por isso a obra é fiel a esse padrão, dando início no “nascimento” da vida vampiresca de Cláudia com a frase: “Acorde, Cláudia. Você está doente, está me ouvindo? Precisa fazer o que eu mandar para ficar boa. Precisa beber para ficar boa.

Com arte e adaptação de Ashley Marie Witter, a graphic novel, de capa dura, apresenta desenhos clássicos, com tons em sépia, fugindo apenas quando o sangue é apresentado. Vale ressaltar que apesar de ser uma prática comum entre os quadrinhos, não há semelhança entre os personagens do HQ com os atores do filme de 1994.

Graphic Novel - Entrevista com vampiro detalhes - Entrevista com Vampiro

Bem, gostei de relembrar a história qual fazia bastante tempo que eu não via, me fazendo até rever o filme depois dá leitura, e entender uma pouco mais sobre sobre o que passava na cabeça da personagem que eu menos gosto, me fazendo até entender uma pouco a garota.

Indico não só para os colecionadores que adoram ter cada vez mais peças sobre suas obras favoritas, mas para novos leitores que querem uma leitura fácil e rápida, acredito que depois desse livro com certeza esses leitores vão correr para saber um pouco mais e espero que esse “a mais” não seja apenas o livro.


25/11/2014 - Categoria: Filmes - Autor(a): Elizabeth Viana

resenha - Drácula – A História Nunca Contada - cover - capa

Sabe, o plano era assistir a esse filme logo na noite de estréia, mas não foi isso que aconteceu, pois o receio que eu tinha de não gostar do filme me impediu, então eu deixei para ver mais tarde. O longa conta a parte da história de Vlad Tepes, que eu sempre quis saber, e agora vamos à história.

Os habitantes da Transilvânia e os turcos foram inimigos por muito tempo e tiveram grandes batalhas, e para evitar o massacre da população, o rei local entregou centenas de crianças, incluindo seu filho, Vlad Tepes (Luke Evans), para os turcos para serem treinados e aprenderem a arte da guerra para que lutassem em outras guerras ao lado dos turcos. Nesse processo, Vlad começou a ganhar fama por sua ferocidade nas batalhas e, claro, por empalar os derrotados.

resenha - Drácula – A História Nunca Contada

De volta a Transilvânia, Vlad é nomeado príncipe e governa em paz por dez anos, até que um dia, o rei Mehmed (Dominic Cooper) exige que cem crianças sejam entregues aos turcos, Vlad vai ao encontro do rei Mehmed na esperança de que o rei o aceite no lugar das 100 crianças, mas o rei não aceita e exige uma criança a mais, o filho de Vlad Tepes, o mesmo se recusa, e assim, dá início a uma guerra que ele já sabia estar perdida. E como última (e eu até posso dizer única) alternativa, ele recorre a um ser das trevas que habita uma caverna. Após ter bebido o sangue dessa criatura, Vlad se torna um vampiro e ganha com isso poderes sobre-humanos.

E é lógico que eu gostei do filme. Ele não será o filme do ano, mas eu gostei muito sim, e pelo simples motivo da humanização desse príncipe tido como o próprio demônio, e pela forma com que trataram essa transformação, porque algumas coisas na vida podem mesmo ser resumidas como essa frase do filme: “Ás vezes, o mundo não precisa de um herói, ás vezes precisa de um monstro”.

Talvez alguns não gostem do filme exatamente por isso, afinal a proposta foi mostrar um Vlad Tepes mais justo e bondoso, que era amigo, pai e marido dedicado. Mas eu gostei mesmo porque, para mim, foi essa humanização que o levou a aceitar e assumir o Drácula, não o filho do dragão, mas o filho do Satanael mesmo.